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São Tomás de Aquino A Filosofia Medieval. O paganismo e o cristianismo Império Romano; 313: Édito de Milão: concede liberdade de culto a diversas religiões.

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1 São Tomás de Aquino A Filosofia Medieval

2 O paganismo e o cristianismo Império Romano; 313: Édito de Milão: concede liberdade de culto a diversas religiões que eram perseguidas como os cristãos; Retira a exclusividade do paganismo como religião oficial; 325: Concílio de Niceia: Constantino I aceitou a concepção de que Deus e Jesus eram a mesma entidade; 380: Teodósio I: decreto torna cristianismo religião oficial do Império Romano; Hipátia de Alexandria (355 a 415); Filósofa e astrônoma egípcia

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4 Medieval (séc. V) Patrística; Escolástica.

5 Santo Tomás de Aquino Filósofo medieval ( ) Viveu na Sicília e na atual Itália Adepto da escolástica, método de ensino predominante nas universidades medievais que procurava aliar a fé cristã ao uso inteso da razão, através da dialética. Trivium: gramática, retórica e dialética; Quadrivium: aritmética, geometria, astronomia e música.

6 Existe uma receita, a norma dum caminho certo, estreito, de cada uma pessoa viver – e essa pauta cada um tem – mas a gente mesmo, no comum, não sabe encontrar; como é que sozinho, por si, alguém ia poder encontrar e saber? (Reflexão do jagunço Riobaldo em Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa). Existe receita para tomar decisões?

7 Mais do que uma contribuição para a história das idéias, o livro pode ajudar o homem moderno a refletir sobre sua própria conduta e a elucidar alguns de seus mais urgentes problemas existenciais – entre eles, a incerteza sobre o agir certo ou errado. É dessa perspectiva que tomamos as idéias fundamentais de Tomás, no que têm de potencial de diálogo antropológico com o homem de hoje. Suma teológica, a célebre obra de Tomás de Aquino

8 A prudência em Tomás de Aquino nada tem a ver com o moderno significado do termo, que hoje se refere à cautela – às vezes motivada pelo oportunismo ou pelo egoísmo – no momento de tomar uma decisão (ou não tomar). Ao contrário, ela diz respeito à arte de decidir corretamente, não em virtude de qualquer tipo de sentimento, mas com base na realidade mesma. “Prudência é ver a realidade e, com base nela, tomar a decisão certa”. Ação

9 A obra de Tomás de Aquino é o reconhecimento de que a direção da vida é competência do indivíduo e que não há “receitas” de bem agir, pois a prudência versa sobre ações contingentes, situadas no “aqui e agora”. “É que a prudência é virtude da inteligência, mas da inteligência do concreto: a prudência não é a inteligência que versa sobre teoremas ou princípios abstratos e genéricos. Ela olha para o ‘tabuleiro de xadrez’ da situação presente, sobre a qual se dão as nossas decisões concretas, e sabe discernir o ‘lance certo’, moralmente bom. E o critério para esse discernimento do bem é a realidade.” “a direção da vida é competência do indivíduo”

10 Deixar de ser prudente, no sentido dado por Tomás de Aquino, pode ser desastroso para o homem. Isso equivale à despersonalização do indivíduo, à falta de confiança em si mesmo. Pode transformá-lo como que num “menor de idade”, incapaz de decidir, que transfere a direção de sua vida para outros – seja o Estado ou a Igreja. “Em qualquer caso, é sempre muito perigoso.” Prudência

11 Virtudes O fim das virtudes morais é o bem humano. O bem da alma humana, porém, é ser segundo a razão. Daí que seja necessário que os fins das virtudes morais preexistam na razão. As três virtudes consideradas teologais são virtudes cardinais: fé, esperança e caridade.

12 Prudência, como vimos acima, é a reta razão aplicada ao agir. Daí que seu ato principal será o ato que for mais importante para o agir fundado na razão. Ora, a prudência comporta três atos: o primeiro é aconselhar, que diz respeito à descoberta, pois aconselhar é inquirir; o segundo ato é julgar, avaliar o que se descobriu, e este é um ato da razão especulativa. Mas a razão prática, que se volta para o agir, vai mais além no terceiro ato, que é comandar: aplicar ao agir o que foi aconselhado e julgado. E como este é o ato mais próximo ao fim da razão prática é também o principal ato dela e, portanto, da prudência. Um sinal claro disso é que a perfeição de uma arte consiste em julgar e não em comandar: considera-se melhor artífice aquele que, de propósito, erra em sua arte do que aquele que erra sem querer, pois nesse caso há um erro de juízo. Mas na prudência ocorre o contrário; é mais imprudente quem erra sabendo (pois atenta contra o ato principal da prudência) do que quem erra sem querer. Atos da Prudência

13 No sistema ético do filósofo medieval Santo Tomás de Aquino, a Prudência aparece como uma das virtudes principais. Sobre ela, pode-se afirmar: I. A Prudência, para o autor, está ligada à capacidade de tomar a decisão certa no momento exato e não significa apenas cautela ou cuidado antes da ação, conforme se pensa em nossos dias. II. Nesse sentido, a Prudência está ligada a uma certa “sabedoria prática”, envolvendo uma análise correta da realidade através da razão. III. A Prudência está ligada à capacidade de bem deliberar, ou seja, seu objeto é atingir a verdade da vida prática (uma sabedoria prática), a fim de bem guiar as ações humanas. IV. A Prudência é a principal das três virtudes cardeais e deve regê-las. Está(ão) CORRETA(S): A) Apenas as assertivas I, II e III. B) Apenas as assertivas I e II. C) Apenas as assertivas II e IV. D) Apenas a assertiva IV. E) Todas as assertivas. Questão vestibular PUC-PR 2010


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