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Rejane Maia O PAPEL DO COORDENADOR E SUPERVISOR NA GESTÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA.

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Apresentação em tema: "Rejane Maia O PAPEL DO COORDENADOR E SUPERVISOR NA GESTÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA."— Transcrição da apresentação:

1 Rejane Maia O PAPEL DO COORDENADOR E SUPERVISOR NA GESTÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

2 Romper com a divisão radical entre concepção e execução. NOVA CONCEPÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR Fortalecer a democratização do processo pedagógico, valorizando a participação consciente e responsável de todos que fazem a escola nas decisões sobre o planejamento e orientação do seu trabalho e sobre o funcionamento geral da escola, visando ao seu contínuo aprimoramento.

3 Situada no agir comunicativo, na intersubjeti- vidade. Implica numa revisão e transformação do papel de todos que assumem cargos de liderança na instituição. NOVA CONCEPÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR

4 DIRETORES, SUPERVISORES E COORDENADORES ( GESTORES ) CARGOS DE LIDERANÇA Exercer influência sobre os outros.O líder consegue que as coisas sejam feitas através das pessoas Devem ser cargos de autoridade, não de poder Precisam desafiar e mudar crenças e paradigmas

5 Articular a construção coletiva de um projeto pedagógico,priorizando não só o desenvolvimen- to profissional/técnico dos seus professores e funcionários, porém investindo, com o mesmo afinco, no desenvolvimento pessoal desses colaboradores, a partir de um plano de formação continuada, elaborado com a participação efetiva dos mesmos. DIRETORES, SUPERVISORES, COORDENADORES PRINCIPAL FUNÇÃO

6 Âmbitos de atuação do COORDENADOR/ SUPERVISOR/ORIENTADOR Coordenador Supervisor Orientador Junto à Direção Junto aos especialistas afins Junto à Comunidade em geral Junto ao Serviço de Orientação Psicopedagógica Junto aos Professores Junto aos alunos Junto aos familiares Junto aos Funcionários

7 Atua como mediador e assessor no planejamento, acompanhamento, orientação e avaliação de processos educacionais. O SUPERVISOR/ COORDENADOR ESCOLAR OU PEDAGÓGICO Deve comprometer-se na implantação das políticas nas escolas,na articulação com os demais setores das Secretarias Estaduais, no aprimoramento da gestão pedagógica e administrativa, na valorização e fortalecimento dos canais de participação da comunidade e na orientação das equipes escolares. Necessita exercer com competência o seu papel de líder dentro das escolas.

8 Liderar significa conquistar as pessoas, envolvê-las de forma que coloquem o seu coração, mente, espírito, criatividade e excelência a serviço de um objetivo. É preciso fazer com que se empenhem ao máximo, na missão, dando tudo pela equipe.

9 A liderança legítima deve ser baseada na autoridade e não no poder. A autoridade é a essência da pessoa; está ligada a seu caráter.

10 LIDERAR EXIGE: Paciência (demonstrar autocontrole) Gentileza (tratar os outros com cortesia; dispensar atenção e encorajamento aos outros) Humildade (demonstrar ausência de orgulho, arrogância ou pretensão) Respeito (tratar todas as pessoas com a devida importância) Altruísmo (atender as necessidades dos outros) Perdão (deixar para lá o ressentimento) Honestidade (não tentar enganar ninguém) Compromisso (ser fiel a sua escolha) James Hunter

11 Para a liderança ser assegurada, precisamos manter o foco nessas duas dinâmicas simultaneamente. Segundo Hunter, a chave para a liderança é executar as TAREFAS enquanto se constróem os RELACIONAMENTOS Dinâmicas em jogo na ação de LIDERAR: Tarefa e Relacionamento

12 Esqueça a necessidade de ser interessante e procure se mostrar interessado. A escuta empática é uma habilidade que um líder precisa desenvolver.

13 Entre elas: AS NECESSIDADES MAIS PROFUNDAS QUE TODOS OS SERES HUMANOS PARTILHAM A necessidade de uma grande liderança; A necessidade de significado e propósito; A necessidade de ser apreciado, reconhecido e respeitado; A necessidade de fazer parte de alguma coisa especial.

14 FERRAMENTAS NECESSÁRIAS À EFETIVA AÇÃO DE LIDERAR: A comunicação constante; Planejamento cuidadoso; Coragem; Disciplina; Flexibildade; e, Sua enorme habilidade em servir seus liderados

15 Possuírem sensibilidade e capacidade empática, a fim de estabelecerem construtivas relações interpessoais com os seus orientandos, conhecendo a maneira particular como cada um(a) atua e reflete sua prática. SUPERVISORES / COORDENADORES Requisitos ao exercício dessa função:

16 Propostas de formação X Maneiras como os professores aprendem ( que teorias pedagógicas e psicológicas orientam a sua prática ?) O professor não é alguém que aprende no vazio. (Hernández) É preciso que o orientador da formação procure conhecer a complexa interação entre biografia, crenças, prática e aprendizagem dos professores - formandos e construa uma nova concepção de professor. O QUE É MAIS IMPORTANTE ?

17 DEMANDAS ATUAIS PARA OS PROFESSORES (Perrenoud) Prática reflexiva Profissionalização Trabalho em equipe e por projetos Autonomia e responsabilidade crescentes Pedagogias Diferenciadas Centralização sobre as situações de aprendizagem Enfim, precisam preparar-se para: Decidir na incerteza e agir na urgência.

18 Professores com maior poder de decisão, cooperativos, reflexivos, comprometidos com a mudança e o aperfeiçoamento contínuo de sua escola, abertos ao diálogo e à co-avaliação do seu trabalho com toda a comunidade educativa. (Fullan, Hargreaves) PROFISSIONALISMO INTERATIVO

19 Profissionais aprendem a fazer fazendo e refletindo sobre os problemas, vendo- os sobre diferentes pontos de vista, compartilhando idéias com um orientador mais experiente, verificando a validade das soluções construídas e suas implicações, pesquisando, etc. (Donald Schön) PROFISSIONAIS REFLEXIVOS

20 Professor reflexivo é o que pensa cotidiana- mente a sua prática, visando a aprimorá-la sempre. Comprometido com a sua profissão, sente-se autônomo e capaz de assumir suas opiniões e idéias e tomar decisões apropriadas a cada contexto em que interage e atua profissionalmente. PROFESSOR REFLEXIVO

21 Descrever Informar Confrontar Reconstruir QUATRO AÇÕES DA REFLEXÃO CRÍTICA

22 Exercerem suas funções com segurança e autonomia. Terem ampla experiência educacional, preferencialmente já tendo exercido o papel de professor(a). SUPERVISORES / COORDENADORES Requisitos ao exercício dessa função:

23 Serem bem preparados teoricamente. Encararem a formação de educadores como uma área de conhecimento em si, buscando dominar suas especificidades. SUPERVISORES / COORDENADORES Requisitos ao exercício dessa função:

24 identificar as estratégias que o(a) professor(a) usa para ensinar e aprender. compreender seu modo de decidir. desvendar os processos e teorias implícitas numa situação pedagógica dominar conteúdos didáticos gerais e específicos. ESPECIFICIDADES DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

25 priorizada e assessorada pelos diretores orientada e avaliada pelos supervisores e coordenadores assegurar todos os investimentos necessários manter a equipe docente mobilizada e comprometida nessa formação FORMAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS PROFESSORES

26 Formação voltada para a construção de conteúdos atitudinais. Formação técnico-cien- tífica que requer sólido embasamento téórico. DIMENSÃO PESSOAL (subjetiva-afetiva) DIMENSÃO PROFISSIONAL (objetiva-racional) Uma dimensão complementa e enriquece a outra FORMAÇÃO DE PROFESSORES

27 Uma formação com essa dupla dimensão é geralmente observada em instituições, cujo clima organizacional é marcado: - por uma gestão participativa; - pela qualidade das relações interpes- soais que ali se estabelecem; - pelos investimentos contínuos na melhoria das condições gerais de trabalho.

28 Participação em grupos de estudo e reflexão com outros profissionais de educação. Realização de trabalhos a nível emocional / relacional Participação em eventos diversos de atualização ou de especialização Investimento em estudos autônomos de temas específicos. PROCESSO DE AUTOFORMAÇÃO PARALELA DE SUPERVISORES/ COODENADORES

29 Cooperar efetivamente com a Direção, no sentido de consolidar uma gestão educacional democrática e solidária. ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES É fundamental que esses profissionais invistam em: Favorecer a melhoria contínua da qualidade de ensino das escolas.

30 Criar um bom vínculo de confiança com os(as) professores(as), constituindo-se num(a) parceiro(a) presente, disponível, exigente, estimulador(a). Planejar e coordenar situações de aprendizagem que promovam a atividade mental construtiva do (a) professor (a) num contexto de resolução de problema, pesquisa, reflexão, diálogo permanente com diferentes interlocutores. ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES

31 Observar sistematicamente o(a) professor(a) na sua atuação diária, na relação com os demais membros de sua comunidade de aprendizagem, com os alunos e seus familiares e na participação em reuniões diversas. Conversar francamente com o(a) professor sobre adequações e inadequações observadas em classe, registrando-as, para que o(a) mesmo(a) tome maior consciência delas e invista nas mudanças necessárias. ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES

32 Analisar as diferentes produções do(a) professor(a), principalmente, seus registros reflexivos sobre a própria prática, dando ao(à) mesmo(a) retornos pertinentes, seguros e construtivos. Ajudar os(as) professores(as) a desenvolverem a sua competência profissional (capacidade de articular recursos cognitivos múltiplos – conceitos, conhecimen- tos, informações, hipóteses, esquemas de inferência e de processamento, métodos) para resolver situa- ções complexas ou incertas da prática educativa (Perrenoud). ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES

33 Estabelecer metas com cada professor(a) sobre os aspectos que devem ser priorizados na sua capacitação visando à transformação dos esquemas orientadores da prática de cada um(a) habitus, negociando as formas como serão operacionalizadas as referidas metas e explicitando os critérios de avaliação. Ajudar o(a) professor(a) a construir uma nova visão do erro (trocando a visão funcional pela estrutural – aquela que passa pela compreensão das razões dos erros, a partir de sua própria atuação como orientador(a)). ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES

34 Valorizar as didáticas específicas, estudando-as junto com os(as) professores(as) e discutir criticamente uma prova, um plano, uma atividade elaborada pelo (a) professor(a). Estimular e orientar o(a) professor(a) a tornar-se um(a) pesquisador(a) em seu universo de trabalho, para que possa mobilizar-se na busca de respostas, ressignificando aprendizagens anteriores e avançando na produção de conhecimento didático. ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES

35 Retroalimentar a ação do(a) professor(a) com uma justa avaliação do seu percurso formativo, tão particular e diferenciado do dos demais. Orientar os(as) professores(as) para a realização de uma auto-avaliação sistemática e contínua do seu desenvolvimento pessoal e profissional. ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES

36 Conhecer e saber interpretar a legislação educa- cional, dando o suporte necessário à Direção da(s) escola(s). ATUAÇÃO DOS SUPERVISORES/ COORDENADORES É também importante que o Supervisor/Coordenador possa: Ler e fazer esquemas relativos às resoluções, deliberações,indicações e pareceres emitidos pelos órgãos competentes, para auxiliar os diretores de escolas e preparar orientações técnicas para os professores.

37 UM DIA TÍPICO DE ATUAÇÃO COMO COORDENADOR PEDAGÓGICO Organização e execução de horários de trabalho pedagógico coletivo; Organização do início dos períodos; Relações formais e informais com direção, professores, alunos, pais, órgãos superiores; Leitura de redes e comunicados, e elaboração de relatórios; Atendimento às emergências. Laurinda de Almeida

38 Atuar como ponte entre a escola e a universidade Resumir textos teóricos, selecionando a quantidade e complexidade de informações de que necessita cada professor(a) num determinado estágio de sua formação. Transpor idéias teóricas para a prática. Articular os conhecimentos dos(as) professores(as) - aplicação pedagógica- com os dos pesquisadores - resultados das pesquisas. DESAFIOS PARA OS SUPERVISORES E ORIENTADORES Trabalhar em equipe ( apoio de vários especialistas).

39 Ter documentados e de fácil acesso para o atendi- mento dos(as) professores(as). Currículos do colégio Parâmetros Curriculares Nacionais. Afixar periodicamente, no mural da sala dos profes- sores (as) estímulos com informações, provocações (crônicas, textos gostosos, matérias de jornal, poesias, etc). SUGESTÕES PARA OS SUPERVISORES E ORIENTADORES

40 Registros dos(as) professores(as) atuais e antigos (diários de classe, relatórios). Regimento – normas definidas para o grupo. Textos selecionados para estudo – importantes como subsídios teóricos da prática. Modelos de projetos bem e mal sucedidos para reflexão. Filmes em vídeo para análise. Bibliografia selecionada acerca dos conhecimentos teóricos referenciais para o trabalho na instituição. DESAFIOS PARA OS SUPERVISORES E ORIENTADORES

41 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS TEMATIZAÇÃO/TEORIZAÇÃO DE SITUAÇÕES PRÁTICAS - (Diálogo com a própria ação) Nessa proposta, a ênfase reside na reflexão contextualizada, na problematização, no levantamento de hipóteses, na busca de soluções e alternativas de ação, na elaboração de novas propostas de intervenção, na discussão da adequação ou não de determinadas propostas.

42 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS TEMATIZAÇÃO/TEORIZAÇÃO DE SITUAÇÕES PRÁTICAS A partir de: 1)Encontros presenciais individuais ou encontros de supervisão com o orientador/formador. leitura prévia dos registros do professor e dos seus próprios registros ao observá-lo. pauta para o encontro (previamente socializada ou não)

43 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS TEMATIZAÇÃO/TEORIZAÇÃO DE SITUAÇÕES PRÁTICAS 2)Discussão em pequenos ou grandes grupos, realizada com a mediação do formador, após: a) sessões de apreciação e análise de imagens em vídeo (modelos de práticas bem sucedidas ou de situações diversas filmadas no cotidiano escolar). b) observação de aulas dadas por professores mais experientes, que poderão atuar como mediadores junto ao formador.

44 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS c) análise de diferentes produções dos(as) professores(as) (planos, fichas, projetos, seqüências didáticas, atividades, materiais), assim como dos alunos. d) leitura crítica dos diários e relatórios de vários professores TEMATIZAÇÃO/TEORIZAÇÃO DE SITUAÇÕES PRÁTICAS

45 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS TEMATIZAÇÃO/TEORIZAÇÃO DE SITUAÇÕES PRÁTICAS 3)Construção de sínteses interpretativas, nas quais o professor expressa a sua compreensão de temas ou questões que lhe são particularmente importantes, construindo autoria de pensamento e desenvolvendo a competência de escritor.

46 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS ESTUDO / PESQUISA Estratégias propostas com vistas à aquisição de fundamentos teóricos que ampliem as possibilidades de reflexão, potencializando-a e possibilitando a desejada articulação teoria X prática. O ideal é que os temas de estudo sejam definidos num consenso entre professores e orientadores, a partir da análise das necessidades refletidas na prática docente.

47 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS ESTUDO / PESQUISA A pesquisa que o professor realiza, diferente da pesquisa acadêmica, tem seu foco no mundo complexo da prática, que o impulsiona a tematizá-la, teorizá-la, para melhor compreendê-la.

48 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO Exercício de autoria de um professor ou de um grupo de professores, que deve ser permanentemente incentivado. A investigação aqui tratada é aquela realizada através da tematização da prática, distinta da investigação científica. Visa a solucionar problemas observados e detectados pelo professor no contexto da sala de aula.

49 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO Engloba: definição do problema, planejamento e operacionalização de estratégias ou procedimentos com vistas à solução do mesmo, a avaliação dessas ações face às metas traçadas e, por fim, justificativa, tematização e documentação de tudo o que for realizado.

50 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS OBSERVAÇÃO Fornece dados essenciais sobre a complexidade da situação educativa, por focalizar o plano das interações (atitudes, valores, objetivos e intervenções). Observar- desenvolver um olhar e uma escuta sensíveis, diferenciados. Olhar e escuta - construídos a partir de uma ação concentrada, reflexiva, estudiosa.

51 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS OBSERVAÇÃO Formador e professor precisam planejá-la, definindo seus focos de observação, dependendo do que for priorizado, no plano de formação, a partir de um consenso entre eles. Esses focos podem ser: relação professor X aluno, dinâmica da aula, encaminhamentos das tarefas, organização do tempo e do espaço, linguagem do professor, aprendizagens dos alunos, etc.

52 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS OBSERVAÇÃO A observação, no âmbito da formação, pode realizar-se com: – professor X observando outros professores mais experientes - refletir, discutir, confrontar idéias, se opor, quando oportuno, ao estabelecido, defendendo os seus pontos de vista, construindo argumentações. - orientador observando professor X. A relação de parceria entre os dois é importante, para que a situação seja de colaboração e não de fiscalização.

53 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS REGISTROS Têm como objetivo, o exercício reflexivo da própria prática, tematizando-a e aprimorando-a. O registro sistemático ( oral ou escrito ) possibilita que o professor possa articular o seu pensamento na busca de conhecer o outro, a si, o mundo; organizar as próprias idéias; refletir; estudar; trocar idéias, dúvidas, sentimentos; avaliar o trabalho dos alunos e o seu próprio trabalho; pensar em formas de replanejamento, melhorando, assim, a qualidade de sua prática pedagógica.

54 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS REGISTROS Através da análise dos registros, o orientador ou formador tem melhores condições de instrumentalizar e encaminhar a ação do professor, para que ele possa reinterpretar sua prática, a partir de novos referenciais. É importante o orientador investir no sentido de ajudar os professores a reconhecerem nesses registros um espaço de troca, de intercâmbio, de encontro. Algo que aproxima a equipe.

55 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO Tarefa integrante do processo formativo, de natureza tão complexa quanto o próprio processo. O professor, co-responsável pelo seu processo de formação, precisa conhecer os critérios para a sua avaliação e os instrumentos de avaliação e auto- avaliação a serem utilizados. A auto-avaliação, sistemática e contínua deve ser articulada com avaliação externa e ter mais peso que ela.

56 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO (cont.) É indicado, nesta avaliação, que o formador: dê devolutivas constantes ao professor da análise dos resultados da avaliação contribuindo, assim,para a auto-regulação por parte do professor respeite as diferenças de percurso (ritmos e maneiras próprias de alcançar as metas de aprendizagem)

57 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS RESULTADO DE UMA PESQUISA: Por favor, identifique quais estratégias formativas mais contribuem, para que você construa conhecimentos didáticos e aprimore a sua prática, podendo, assim, resolver, com maior autonomia e segurança, diferentes situações-problema do cotidiano da sala de aula. 1º) Registros sistemáticos da prática refletidos individual e coletivamente e apreciados pelo(a) orientador(a) com devolutivas que reencaminhem a ação do professor.

58 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS 2º) Encontros presenciais individuais com o(a) orientador(a) para apreciação, crítica e redimensio- namento da própria prática. 3º) Discussão em grupo para análise de diferentes produções dos(as) professores(as): planos, fichas, projetos, atividades, materiais e dos alunos. 4º) Participação em grupos de estudo de temas do interesse dos professores, em função de suas necessidades de gestão da sala de aula.

59 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS 5º) Estudo e pesquisas individuais 6º) Observações da sua atuação feitas pelo(a) orientador(a), posteriormente comentadas. 7º) Discussão em pequenos e grandes grupos após apreciação de imagens em vídeos (modelos de práticas bem sucedidas ou diversas situações filmadas no cotidiano das classes). 8º) Participação em eventos de natureza diversa (cursos, oficinas, palestras, congressos, etc).

60 ESTRATÉGIAS FORMATIVAS 9º) Projetos de investigação desenvolvidos em equipe a partir de problemas emergentes da prática. 10º)Observação de professores mais experientes atuando. 11º) Reuniões de Professores

61 12º) Produção de textos em forma de sínteses interpretativas, nas quais o professor expressa a sua compreensão de temas ou questões que lhe são particularmente importantes. 13º) Reuniões de Pais ESTRATÉGIAS FORMATIVAS

62 Rejane Maia Fone / fax


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