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Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as conseqüências, nem o alcance Moral, ou, se os apreendem, não.

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3 Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as conseqüências, nem o alcance Moral, ou, se os apreendem, não os aplicam a si mesmos. A que atribuir isso? A alguma falta de clareza da Doutrina? Não, pois que ela não contém alegorias nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações.

4 Será então necessária, para compreendê- la, uma inteligência fora do comum? Não, tanto que há homens de notória capacidade que não a compreendem, ao passo que inteligências vulgares, moços mesmo, apenas saídos da adolescência, lhes apreendem, com admirável precisão, os mais delicados matizes.

5 Provém isso de que a parte por assim dizer material da ciência somente requer olhos que observem, enquanto a parte essencial exige um certo grau de sensibilidade, a que se pode chamar maturidade do senso moral, maturidade que independe da idade e do grau de instrução, porque é peculiar ao desenvolvimento, em sentido especial, do Espírito Encarnado.

6 Nalguns, ainda muito tenazes são os laços da matéria para permitirem que o Espírito se desprenda das coisas da Terra; a névoa que os envolve tira-lhes a visão do infinito, donde resulta não romperem facilmente com os seus pendores nem com seus hábitos, não percebendo haja qualquer coisa melhor do que aquilo de que são dotados.

7 Têm a crença nos Espíritos como um simples fato, mas que nada ou bem pouco lhes modifica as tendências instintivas. Numa palavra: não divisam mais do que um raio de luz, insuficiente a guiá-los e a lhes facultar uma vigorosa aspiração, capaz de lhes sobrepujar as inclinações. Atêm-se mais aos Fenômenos do que a Moral, que se lhes afigura cediça e monótona.

8 Pedem aos Espíritos que incessantemente os iniciem em Novos Mistérios, sem procurar saber se já se tornaram dignos de penetrar os arcanos do Criador. Esses são os Espíritas Imperfeitos, alguns dos quais ficam a meio caminho ou se afastam de seus irmãos em crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem...

9 Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação Moral e pelos esforços que emprega para domar suas Inclinações Más.

10 Os Espíritas, segundo o Livro dos Médiuns

11 Entre os que se convenceram por um estudo direto, podem destacar-se: 1º Os que crêem pura e simplesmente nas manifestações. Para eles, o Espiritismo é apenas uma Ciência de Observação, uma série de fatos mais ou menos curiosos. Chamar-lhes-emos Espíritas Experimentadores.

12 2º Os que no Espiritismo vêem mais do que fatos; compreendem-lhe a parte Filosófica; admiram a Moral daí decorrente, mas não a praticam. Insignificante ou nula é a influência que lhes exerce nos caracteres. Em nada alteram seus hábitos e não se privariam de um só gozo que fosse. (...) Consideram a Caridade Cristã apenas uma bela máxima. São os Espíritas Imperfeitos.

13 3º Os que não se contentam com admirar a Moral Espírita, que a praticam e lhe aceitam todas as conseqüências. (...) A caridade é, em tudo, a regra de proceder a que obedecem. São os verdadeiros Espíritas, ou melhor, os Espíritas Cristãos.

14 4º Há, finalmente, os Espíritas exaltados. A espécie humana seria perfeita, se sempre tomasse o lado bom das coisas. Em tudo, o exagero é prejudicial. Em Espiritismo, infunde confiança demasiado cega e freqüentemente pueril, no tocante ao Mundo Invisível, e leva a aceitar-se, com extrema facilidade e sem verificação...

15 ...aquilo cujo absurdo, ou impossibilidade a reflexão e o exame demonstrariam. O entusiasmo, porém, não reflete, deslumbra. Esta espécie de adeptos é mais nociva do que útil à causa do Espiritismo. São os menos aptos para convencer a quem quer que seja, porque todos, com razão, desconfiam dos julgamentos deles.

16 Graças à sua boa-fé, são iludidos, assim, por Espíritos Mistificadores, como por homens que procuram explorar-lhes a credulidade. Meio- mal apenas haveria, se só eles tivessem que sofrer as conseqüências. O pior é que, sem o quererem, dão armas aos incrédulos, que antes buscam ocasião de zombar, do que se convencerem e que não deixam de imputar a todos o ridículo de alguns. Formatação:

17 Senhor, Fazei-me instrumento de Vossa Paz. Onde houver ódio, que eu leve o Amor; Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a União; Onde houver dúvida, que eu leve a Fé; Onde houver erro, que eu leve a Verdade; Onde houver desespero, que eu leve a Esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria Onde houver trevas, que eu leve a Luz. Ó Mestre, Fazei que eu procure mais Consolar, que ser Consolado; Compreender, que ser Compreendido Compreender, que ser Compreendido; Amar, que ser Amado. Pois, é dando que se Recebe, É perdoando que se é Perdoado, E é morrendo que se vive para a Vida Eterna. Formatação:


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