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1 Docente: Maria Madselva Ferreira Feiges Planejamento e Avaliação do Trabalho Pedagógico Planejamento e Avaliação do Trabalho.

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1 1 Docente: Maria Madselva Ferreira Feiges Planejamento e Avaliação do Trabalho Pedagógico Planejamento e Avaliação do Trabalho Pedagógico Semana Pedagógica: julho/2013

2 2 O que é planejar? Por que planejar? Qual é a finalidade do planejamento? PLANEJAR é elaborar o PLANO de intervenção da realidade.

3 3 Intervir para transformar a realidade, a partir de práticas educativas articuladoras dos princípios e fundamentos de uma sociedade justa e democrática. Uma das ferramentas é o Planejamento Participativo.

4 4 O planejamento participativo parte de uma leitura do nosso mundo na qual é fundamental a ideia de que nossa realidade é injusta e de que a injustiça se deve à falta de participação em todos os níveis e aspectos da atividade humana. ( Gandin,1994,p.28)

5 5 ASSIM: -a instauração da justiça social passa pela participação e todos no poder. -busca- se a democracia participativa em que o poder seja realmente distribuído e em que a representatividade nasça dos grupos e se realize como tarefa que qualquer um exercerá dentro do grupo, na medida em que for necessário. (Gandin,1995,p.80)

6 6 rupturas -exige uma análise que requer transformação estrutural: rupturas. não basta colaborar (reconhece- se a importância da colaboração). a participação pressupõe atuar nos processos de tomada de decisão. a participação requer construção coletiva que “deve nutrir- se da cultura que a cerca, não para fixar- se mas para ser elemento de reflexão - ação sobre ela no sentido do crescimento e amadurecimento” (Gandin,1995,p.84)

7 7 Vamos retomar essa discussão? O processo de democratização da escola pressupõe uma relação orgânica entre O processo de democratização da escola pressupõe uma relação orgânica entre Democratização das relações internas da escola Socialização do conhecimento para todos os educandos enquanto direito à aprendizagem de qualidade. Socialização do conhecimento para todos os educandos enquanto direito à aprendizagem de qualidade.

8 8 Democratização das relações: espaços de práticas democráticas Eleição de Diretores Conselho de Classe Participativo.Eleição do aluno representante de Turma.Grêmio Estudantil Conselho Escolar APMF - Associação de Pais, Mestres e Funcionários

9 9 Democratização do conhecimento como direito de todos os educandos Projeto Político – Pedagógico Projeto Político – Pedagógico Proposta Pedagógica Curricular Proposta Pedagógica Curricular Plano PlanodeTrabalho Docente: Docente: articulador das intencionali dades políticas da educação articulador das intencionali dades políticas da educação

10 10 Ponto de Partida: o PPP Projeto Político Pedagógico Marco Situacional Marco Conceitual Marco Operacional Ponto de chegada: o PPP Proposta Pedagógica Curricular PTDPRO CESSO EDUCA TIVO: EM EM SALA SALADE AULA E NA ESCOLA COMO UM TODO AULA E NA ESCOLA COMO UM TODO Ações educativas

11 11 NÃO É NÃO É - CONTEÚDO - CONTEÚDO - ALUNO - ALUNO É SEMPRE É SEMPRE - PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO - PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR O CENTRO DO PROCESSO EDUCATIVO Plano de Trabalho Docente é a mediação entre PPP e PPC

12 12 É a construção coletiva de uma educação de qualidade para todos os cidadãos entendida como ferramenta mediadora do projeto de sociedade justa e democrática

13 13 Essa visão supera a culpabilização pela não- aprendizagem, ora atribuída ao professor, ao educando ou a sua família. Essa visão contem a ideia de que a não – aprendizagem constitui fator de desigualdade e de injustiça social. A educação adquire dimensão social e reconfigura a função social da escola.

14 14 Nesta lógica, o planejamento tem finalidade político-pedagógica: mediar a construção de práticas educativas transformadoras da realidade educacional.

15 15 Busca-se também reexaminar as relações entre PPP, PPC e a avaliação escolar como eixo estruturador do planejamento participativo com a finalidade de construir a interface entre organização do trabalho pedagógico e aprendizagem de qualidade de todos os alunos. Por que alguns alunos não aprendem? O que precisa mudar na escola? Por que mudar? Em que direção?

16 16 Fases do Planejamento Participativo O Planejamento participativo busca resposta a três questões básicas: 1- o que se quer alcançar? UTOPIA - Marco Conceitual 2- a que distância se está do que se pretende alcançar? Marco Situacional - diagnóstico  implica levantamento e análise dos dados

17 17 Fases do Planejamento Participativo O Planejamento participativo busca resposta a três questões básicas: 1- o que se quer alcançar? UTOPIA - Marco Conceitual 2- a que distância se está do que se pretende alcançar? Marco Situacional - diagnóstico  implica levantamento e análise dos dados

18 18 3- o que deverá ser feito para diminuir a distância? Marco Operacional. explicita as grandes linhas de ação.

19 19 O planejamento escolar consiste numa atividade de previsão da ação a ser realizada, implicando definição de necessidades a atender, objetivos a atingir dentro das possibilidades, procedimentos e recursos a serem empregados, tempo de execução e formas de avaliação. O processo e a prática, de modo a prever e programar as ações e os resultados desejados, constituindo-se numa atividade necessária à tomada de decisões. (LIBÂNEO, 2001, p.123) O processo e a prática, de modo a prever e programar as ações e os resultados desejados, constituindo-se numa atividade necessária à tomada de decisões. (LIBÂNEO, 2001, p.123)

20 20 PLANO DE TRABALHO DOCENTE decorre da Proposta Pedagógica Curricular Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: IV – velar pelo cumprimento do Plano de Trabalho de cada Docente. V- prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento

21 21 Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de: I- participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino; II- elaborar e cumprir o Plano de Trabalho, segundo a Proposta Pedagógica do estabelecimento de ensino; III- zelar pela aprendizagem dos alunos; IV- estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento; V- ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento,à avaliação e ao desenvolvimento profissional;

22 22 Art. 14. Os estabelecimentos de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I- participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II- participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.

23 23 O planejamento do ensino tem uma intencionalidade política que implica interação, afetividade, construção do conhecimento e rigor metodológico.”Os professores devem ser capazes de analisar e resolver problemas, selecionar e organizar conteúdos e propostas metodológicas adequadas ao ensino, selecionar recursos didáticos e tecnológicos que maior impacto possam ter como propulsores de aprendizagem, estruturar e desenvolver pesquisa, estabelecer formas avaliativas” (Veiga,2006,p.30)

24 24 Os professores “aprendem a escolher caminhos entre encruzilhadas sem horizontes educativos e aprenderam a pôr esperança onde a maioria não vê horizontes.” ( Arroyo, 2000, p. 144)

25 25 PLANO DE TRABALHO DOCENTE ESCOLA MUNICIPAL ____________________ PROFESSOR (a): ______________________ ÁREA DO CONHECIMENTO:________________ SÉRIE/ ANO/ CICLO: ____ TURMA:_____ HORAS/AULAS:___ PERÍODO:__a __ de __ / CONTEÚDOS 2.OBJETIVOS 3.ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO 4.RECURSOS DIDÁTICOS 5.PROPOSTA DE TRABALHO PARA O ALUNO 6.CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO 7.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

26 26 O mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, mas que elas vão sempre mudando. ( Guimarães Rosa) "O saber "entra" pelos sentidos e não somente pelo intelecto". ( Frei Betto )

27 27 Marco Situacional: quais são nossas necessidades?. conhecimento dialético sobre a realidade institucional existente no seu contexto mais amplo: seus limites, seus problemas.. elaboração do diagnóstico da realidade: formulação de um juízo de valores sobre uma realidade ( prática pedagógica, gestão escolar, políticas públicas) à luz de um referencial teórico. *não é uma mera descrição dos problemas da escola e da sociedade.

28 28. é sempre um confronto entre o que se faz, o que existe, o que se tem e o ideal desejado. o diagnóstico é um julgamento da prática, da realidade existente. é a parte mais técnica do planejamento. do diagnóstico surgem as necessidades: a)- reverter o baixo nível de aprendizagem: repetências, institucionalização do Conselho de Classe como instância “de aprovação de alunos”

29 29 b)- superar o baixo nível de participação dos pais c)- superar o descompromisso de alguns professores com a sua formação continuada d)- reverter o entendimento de que crianças, adolescentes não têm “maturidade” para participar dos processos de tomada de decisão sobre a organização escolar.

30 30 Marco Conceitual/ Doutrinal: Onde queremos chegar? Quais são nossas utopias?.escolha/ opção por determinado referencial teórico orientador do projeto: - seleção/ organização de leituras e realização de discussões para compreender tais fundamentos e/ ou debater questões polêmicas, conflituosas, divergentes com vistas a construir uma unidade teórico- metodológica orientadora do projeto

31 31. é preciso questionar/ perguntar/ explicitar com clareza e objetividade “o que concordamos, o que e em parte discordamos, o que necessita ser ainda aprofundado”. Tais questionamentos poderão precisar o rumo das novas leituras/ discussões/ debates.. constitui a dimensão político- social da educação e da escola (opção teórica) assumida pelo conjunto dos sujeitos da escola.

32 32. afirma o desejo de mudanças à luz dos referenciais escolhidos (opção político- social) que estabeleceos fins e os meios - um ideal de homem e de sociedade, como também uma estratégia de participação política. afirma o desejo de mudanças à luz dos referenciais escolhidos (opção político- social) que estabelece os fins e os meios - um ideal de homem e de sociedade, como também uma estratégia de participação política *essa opção pressupõe o redimensionamento das práticas e dos órgãos de gestão democrática para o verdadeiro sentido de Gestão Colegiada ** 1-eleição para Diretor da Escola; 2-constituição e atuação do Conselho Escolar; 3-redimensionamento da Conselho de Classe; 4- reconfiguração da função da APMF; 5- eleição do Aluno Representante de Turma; 6- constituição do Grêmio Estudantil.

33 33 Marco Operacional - o que fazer: quais ações devem ser realizadaspara diminuir a distância entrea realidade existente (MS) e a utopia (MC) que define a realidade desejada como ponto de chegada. - o que fazer: quais ações devem ser realizadas para diminuir a distância entre a realidade existente (MS) e a utopia (MC) que define a realidade desejada como ponto de chegada. * o que fazer (ações) para diminuir esta distância? * o que fazer (ações) para diminuir esta distância?

34 34 - traduz o ideal de meio: um modo de realizar a mudança - trabalha com o que é específico para realizar a concepção político- social expressa noMarco Conceitual a escola faz educação de natureza político-social - trabalha com o que é específico para realizar a concepção político- social expressa no Marco Conceitual - a escola faz educação de natureza político-social - campo de ação: apresenta as grandes linhas de ação de modo a encarar a prática específica em forma de realidade desejada

35 35 Marco Operacional: - tem também sentido de utopia porque apresenta algo(proposta de ação)que se projeta para o futuro: tem envergadura de algo exequível -supera a ilusão de palavras vazias poque está fortemente ancorado na teoria (MC) - realiza-se na tensão dialética entre a realidade existente e a realidade desejada

36 36 Marco Operacional: distinção entre MS MC MO na prática * se não houver distinção entre MS (realidade existente) e MC (realidade desejada), o MO (conjunto das ações para atingir um determinado fim) na prática terminará com uma “confusão” de ações que não terão pertinência com os resultados esperados.

37 37 Marco Operacional: ** a falta de clareza na elaboração do MS resulta em falta de clareza na proposição de ações no MO: “atira-se para todos os lados”, apesar da clareza teórica que define a finalidade político-social da educação no MC. *** isto resulta em críticas distorcidas “quando dizem que o PPP é lindo, mas a realidade é outra”, o que existe é um diagnóstico que não retrata a realidade, logo as ações não têm base real.

38 38 É preciso superar a concepção / conceito de: 1- Diário de Classe 1- Plano de Aula 2- Plano Bimestral/Semestral/ Anual

39 39 Por que? - são conceitos decorrentes da pedagogia tecnicista -fragmentam a concepção de planejamento,de conhecimento e de prática pedagógica - fragmentam a concepção de avaliação e de aprendizagem

40 40 Então, existe um tempo ideal/necessário para cada Plano de Trabalho Docente? -o tempo é definido a partir do aprofundamento desejável com cada “bloco de conteúdos” ou “unidade de conteúdos”

41 41 Neste sentido, não se pode falar/ defender “plano de aula; plano semanal; plano quinzenal;plano bimestral,etc.” - o tempo não pode ser o fator determinante da concepção de planejamento -o que determina a duração do plano é o que se espera alcançar em termos de aprendizagem dos educandos em relação a determinado conteúdo. -o que determina a duração do plano é o que se espera alcançar em termos de aprendizagem dos educandos em relação a determinado conteúdo.

42 42 PLANO DE TRABALHO DOCENTE ESCOLA MUNICIPAL ____________________ PROFESSOR (a): ______________________ ÁREA DO CONHECIMENTO:________________ SÉRIE/ ANO/CICLO: _________ TURMA:_____ HORAS/AULAS:___ PERÍODO:__a __ de __ / CONTEÚDOS2.OBJETIVOS 3.ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO 4.RECURSOS DIDÁTICOS 5.PROPOSTA DE TRABALHO PARA O ALUNO 6.CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO 7.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

43 43 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARROYO, M.G. Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. 7 ed. Petrópolis: Vozes,2004. GANDIN, D., GANDIN, L.A.Temas para um projeto político - pedagógico. Petrópolis. Vozes1999. VEIGA, Ilma P. A. Projeto Político Pedagógico: uma construção possível. 2 ed. Campinas-SP: Papirus, LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão escolar: teoria e prática. 4. ed. Goiânia: Editora alternativa, 2001 PADILHA, R. P. Planejamento dialógico: como construir o projeto político- pedagógico da escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. São Paulo: Libertad, VEIGA, I. P. A. Ensinar: uma atividade complexa e laboriosa. In:_______(org) Lições de didática.Campinas,SP:, Papirus,


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