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DISCIPLINA: BIOQUÍMICA PROFESSORA: JANINE FERNANDES.

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1 DISCIPLINA: BIOQUÍMICA PROFESSORA: JANINE FERNANDES

2 DiabetesDiabetes

3 oxigênio açúcar Precisamos de duas substâncias muito importantes para ter energia : o oxigênio (presente no ar) e o açúcar (em forma de glicose presente nos alimentos) Açúcar + Sr. Oxigênio

4 Uma das funções do sangue é transportar o oxigênio e o açúcar que vão nutrir nossas células. Isto gera a energia ! Isto gera a energia ! Uma das funções do sangue é transportar o oxigênio e o açúcar que vão nutrir nossas células. Isto gera a energia ! Isto gera a energia ! = Sr. Energia

5 Cargadeaçúcar insulina O açúcar no sangue precisa de uma permissão para entrar na célula. células

6 Pâncreas Quem dá a permissão para o açúcar entrar na célula é um hormônio chamado insulina, produzido pelo pâncreas.

7 Tipos do diabetes Diabetes Tipo 1 Diabetes Tipo 1 Diabetes Tipo 2 Diabetes Gestacional Diabetes Tipo 2 Diabetes Gestacional

8 Diabetes Tipo 1 Antigamente chamado de infanto-juvenil; O Diabetes mellitus tipo 1 ou Diabetes mellitus insulino dependente é diagnosticado em pacientes cujo pâncreas produz insulina em pouca quantidade ou não produz essa substância devido a destruição das células β pancreáticas. Antigamente chamado de infanto-juvenil; O Diabetes mellitus tipo 1 ou Diabetes mellitus insulino dependente é diagnosticado em pacientes cujo pâncreas produz insulina em pouca quantidade ou não produz essa substância devido a destruição das células β pancreáticas. O Diabetes mellitus tipo 2 ou não insulino-dependente é diagnosticado em indivíduos que produzem insulina de forma insuficiente ou até normalmente, mas há resistência à resposta funcional do hormônio no sangue; Normalmente, esse tipo é o mais frequente, acometendo cerca de 90% dos pacientes diabéticos, e está associado a outros fatores, sendo os principais a obesidade, faixa etária avançada, histórico familiar e sedentarismo. O Diabetes mellitus tipo 2 ou não insulino-dependente é diagnosticado em indivíduos que produzem insulina de forma insuficiente ou até normalmente, mas há resistência à resposta funcional do hormônio no sangue; Normalmente, esse tipo é o mais frequente, acometendo cerca de 90% dos pacientes diabéticos, e está associado a outros fatores, sendo os principais a obesidade, faixa etária avançada, histórico familiar e sedentarismo. Diabetes Tipo 2

9 Diabetes Gestacional - DG As mulheres que possuem maior risco de desenvolver a diabetes gestacional são aquelas que apresentam as seguintes condições:  Engravidaram acima do peso ideal;  Engravidaram após os 25 anos de idade;  Sejam sedentárias;  Possuem familiares próximos com diabetes;  São diagnosticadas com hipertensão arterial;  Tenham apresentado excesso de açúcar no sangue em algum momento antes de engravidar;  Apresentam líquido amniótico em excesso;  Tiver dado a luz a um bebê sem vida Diabetes Gestacional - DG As mulheres que possuem maior risco de desenvolver a diabetes gestacional são aquelas que apresentam as seguintes condições:  Engravidaram acima do peso ideal;  Engravidaram após os 25 anos de idade;  Sejam sedentárias;  Possuem familiares próximos com diabetes;  São diagnosticadas com hipertensão arterial;  Tenham apresentado excesso de açúcar no sangue em algum momento antes de engravidar;  Apresentam líquido amniótico em excesso;  Tiver dado a luz a um bebê sem vida

10  O diagnóstico da DG é dado a mulher que apresenta excesso de açúcar no sangue durante a gravidez.  Este exame deve ser feito durante o pré - natal, entre as 24 e 28 semanas de gestação por todas as grávidas.  Para saber se a mulher sofre com diabetes gestacional, o profissional deverá pedir um exame de glicemia em jejum e um exame da curva glicêmica, que consiste em retirar pequenas amostras de sangue após um jejum de 8 horas e outra amostra após a ingestão de uma bebida açucarada.  O diagnóstico da DG é dado a mulher que apresenta excesso de açúcar no sangue durante a gravidez.  Este exame deve ser feito durante o pré - natal, entre as 24 e 28 semanas de gestação por todas as grávidas.  Para saber se a mulher sofre com diabetes gestacional, o profissional deverá pedir um exame de glicemia em jejum e um exame da curva glicêmica, que consiste em retirar pequenas amostras de sangue após um jejum de 8 horas e outra amostra após a ingestão de uma bebida açucarada.

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12 Tratamento - Diabetes Gestacional Atividade física leve a moderada, em pacientes sem contra indicações clínicas ou obstétricas, contribuem para a redução e o controle da glicemia; INSULINOTERAPIA É indicada quando: Jejum > 90 mg/dl e qualquer pós-prandial > 130 mg/dl na vigência de dieta exclusiva; ATENÇÃO PRÉ-NATAL São pontos de destaque na assistência pré-natal das portadoras de DMG, a frequência das consultas, o controle metabólico materno e a avaliação do bem-estar fetal.. Tratamento - Diabetes Gestacional Atividade física leve a moderada, em pacientes sem contra indicações clínicas ou obstétricas, contribuem para a redução e o controle da glicemia; INSULINOTERAPIA É indicada quando: Jejum > 90 mg/dl e qualquer pós-prandial > 130 mg/dl na vigência de dieta exclusiva; ATENÇÃO PRÉ-NATAL São pontos de destaque na assistência pré-natal das portadoras de DMG, a frequência das consultas, o controle metabólico materno e a avaliação do bem-estar fetal..

13  Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intra-uterino, há maior risco de crescimento fetal excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

14 Sinais e Sintomas da Diabetes: Hiperglicemia: aumento da glicose no sangue Glicosúria: elimina glicose na urina Poliúria: urina excessiva Polidipsia: muita sede Polifagia: fome intensa Cetose: Quando o fígado converte gordura em ácidos graxos e corpos cetônicos, usados pelo corpo para gerar energia Hipertensão Angiopatia: lesões vasculares Arteriosclerose: depósito de gorduras nas artérias Nefropatias: alterações renais Retinopatias: alterações oculares Neuropatias: Alterações sistema nervoso Gangrena Baixa resistência infecções Retardo na cicatrização Sinais e Sintomas da Diabetes: Hiperglicemia: aumento da glicose no sangue Glicosúria: elimina glicose na urina Poliúria: urina excessiva Polidipsia: muita sede Polifagia: fome intensa Cetose: Quando o fígado converte gordura em ácidos graxos e corpos cetônicos, usados pelo corpo para gerar energia Hipertensão Angiopatia: lesões vasculares Arteriosclerose: depósito de gorduras nas artérias Nefropatias: alterações renais Retinopatias: alterações oculares Neuropatias: Alterações sistema nervoso Gangrena Baixa resistência infecções Retardo na cicatrização

15 Diabetes Tipo 1 É causada por um defeito: destruição das células que fabricam a insulina destruição das células que fabricam a insulina. destruição das células que fabricam a insulina.

16 as células não dão muita permissão para o açúcar entrar Diabetes Tipo 2 É causada por dois defeitos: o pâncreas se cansa de fabricar insulina o pâncreas se cansa de fabricar insulina

17 Com tudo isso o pâncreas deve estar estressado ! Não é mais como antigamente. Com tudo isso o pâncreas deve estar estressado ! Não é mais como antigamente.

18 Diabetes Tipo 1 O paciente sempre usará a insulina Diabetes Tipo 2 O paciente usará medicamento oral e/ou insulina

19 O diabetes pode aparecer em crianças e em adultos que: Estão acima do peso Não têm uma alimentação adequada Não fazem atividade física

20 O diabetes pode aparecer também em: Quem tem pressão alta Quem teve diabetes na gravidez Maiores de 40 anos

21 Como controlar o Diabetes Educação É importante a participação do diabético e sua família no processo educativo. Mudar requer a participação de todos da família É importante a participação do diabético e sua família no processo educativo. Mudar requer a participação de todos da família

22 Como controlar o Diabetes Alimentação Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e laticínios com baixos teores de gordura Use menos sal, açúcar e frituras Dê preferências às carnes brancas Evite álcool Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e laticínios com baixos teores de gordura Use menos sal, açúcar e frituras Dê preferências às carnes brancas Evite álcool

23 Como controlar o Diabetes Suspensão do tabagismo “O fumo agrava várias doenças (nos rins, no coração e nos olhos)”... “dificulta a redução do açúcar pela insulina”.... “aumenta a pressão e o colesterol”... “reduz a circulação de oxigênio no organismo”... “provoca rugas”...

24 Como controlar o Diabetes Aumento da atividade física Mexam-se ! O exercício faz bem para o corpo e para a mente. As pequenas práticas da vida diária previnem as doenças e melhoram a qualidade de vida. Mexam-se ! O exercício faz bem para o corpo e para a mente. As pequenas práticas da vida diária previnem as doenças e melhoram a qualidade de vida.

25 Como controlar o Diabetes Medicamentos e Exames Compareça às consultas agendadas na Unidade. Participe do seu tratamento ! Tome seu remédio regularmente Faça seus exames sempre que solicitado Compareça às consultas agendadas na Unidade. Participe do seu tratamento ! Tome seu remédio regularmente Faça seus exames sempre que solicitado

26 As orientações anteriores são importantes porque... Mantêm a glicose na taxa normal, prevenindo complicações da doença Atingem níveis de colesterol e triglicerídeos normais para reduzir riscos de doenças cardíacas Auxiliam no controle da pressão arterial Previnem e tratam a obesidade Mantêm a glicose na taxa normal, prevenindo complicações da doença Atingem níveis de colesterol e triglicerídeos normais para reduzir riscos de doenças cardíacas Auxiliam no controle da pressão arterial Previnem e tratam a obesidade

27 Caso sua glicose não fique controlada com as dicas anteriores, existe uma grande aliada: Insulina a Insulina Caso sua glicose não fique controlada com as dicas anteriores, existe uma grande aliada: Insulina a Insulina

28 Recordando o que é Insulina É um hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar na célula. Cargadeaçúcar insulina Como nosso organismo tem dificuldade de produzir a insulina ou usá-la, precisamos tomá-la em forma de injeção.

29 LOCAIS PARA APLICAÇÃO DE INSULINA

30 COMO APLICAR A INSULINA Lavar bem as mãos com água e sabão; Limpar a tampa do frasco com algodão a álcool; Rolar o frascos nas mãos para misturar a insulina; Não agitar o frasco Retirar a capa da agulha sem encostar o dedo para não contaminar; Puxar o êmbolo da seringa até a marca da quantidade de insulina que será usada. Lavar bem as mãos com água e sabão; Limpar a tampa do frasco com algodão a álcool; Rolar o frascos nas mãos para misturar a insulina; Não agitar o frasco Retirar a capa da agulha sem encostar o dedo para não contaminar; Puxar o êmbolo da seringa até a marca da quantidade de insulina que será usada.

31 COMO APLICAR A INSULINA Injetar o ar dentro do frasco. Isto permitirá que a insulina seja facilmente retirada do frasco; Virar o frasco e seringa para baixo. Puxar o êmbolo lentamente para aspirar a insulina para dentro da seringa; Verificar se existem bolhas de ar (bater o dedo na seringa onde estão as bolhas ou injetar a insulina de volta no frasco); Retirar a dose que você vai usar. Injetar o ar dentro do frasco. Isto permitirá que a insulina seja facilmente retirada do frasco; Virar o frasco e seringa para baixo. Puxar o êmbolo lentamente para aspirar a insulina para dentro da seringa; Verificar se existem bolhas de ar (bater o dedo na seringa onde estão as bolhas ou injetar a insulina de volta no frasco); Retirar a dose que você vai usar.

32 A glicose elevada no sangue por um longo tempo pode levar à perda da sensibilidade e dificuldade na circulação do sangue nos pés do diabético. É uma complicação: Pé Diabético

33 perda da sensibilidade e dificuldade na circulação do sangue nos pés Com a perda da sensibilidade e dificuldade na circulação do sangue nos pés, o diabético pode não sentir queimaduras, cortes e machucados, facilitando o aparecimento de infecções. Com a p pp perda da sensibilidade e dificuldade na circulação do sangue nos pés, o diabético pode não sentir queimaduras, cortes e machucados, facilitando o aparecimento de infecções.

34 NÃO FUME Examine seu pé diariamente. Se for necessário, peça ajuda a um familiar ou use um espelho. Avise seu médico se tiver rachaduras, calos, feridas ou notar alterações na cor da pele. Calce sempre meias limpas, de preferência de algodão. Cuidados com os pés

35 Calce apenas sapatos que não lhe apertem, de preferência macios. Não use sapatos sem meias. Não use sandálias de dedo. Sapatos novos devem ser usados aos poucos. Use-os nos primeiros dias em casa por no máximo 2 horas. Compre-os de preferência no final do dia. Nunca ande descalço, mesmo em casa. Examine o interior do sapato antes de calçá- los.

36 Lave os pés diariamente com água e sabão. Evite água quente. Seque bem o pé especialmente entre os dedos. Não use escalda-pés ou bolsas de água quente. Após lavar os pés, use um hidratante, porém não aplique entre os dedos. Corte as unhas de forma reta, sem mexer nos cantos. Não mexa em calos ou unhas encravadas.

37 DIABÉTICOS EVITADAS As amputações em DIABÉTICOS podem ser EVITADAS Cuide bem dos seus pés !

38 Classificar tipo 1 ou 2 História pessoal da doença: – Tempo de diagnóstico – Forma de diagnóstico – Valores habituais – Tratamento – Últimos controles – Complicações agudas – História obstétrica AVALIAÇÃO INICIAL: ANAMNESE

39 Complicações crônicas. – Neuropatia – Retinopatia – Nefropatia – Infecção em dentes, pele – Problemas nos pés Outras doenças e risco cardiovascular – HAS – Dislipidemia – Tabagismo Estilo de vida – Alimentação – Exercício – Fumo – Álcool AVALIAR RISCOS E COMPLICAÇÕES

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41 Dx de DM tipo II Exercício, controle do peso, parar fumo, reduzir álcool Metas alcançadas? sim Reconsulta a cada 3- 6 meses não Hipoglicemiante

42 Hipoglicemiante oral Metas alcançadas? sim Reconsulta a cada 3-6 meses não 2º Hipoglicemiante

43 2 Hipoglicemiantes Metas alcançadas? sim Reconsulta a cada 3-6 meses não 3º Hipoglicemiante Insulina noturna Insulina plena


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