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Vivemos em um mundo caído, e nesse tipo de mundo ocorrem conflitos morais reais.

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Apresentação em tema: "Vivemos em um mundo caído, e nesse tipo de mundo ocorrem conflitos morais reais."— Transcrição da apresentação:

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2 Vivemos em um mundo caído, e nesse tipo de mundo ocorrem conflitos morais reais.

3 Quando há conflito entre dois deveres, o homem torna-se responsável por ambos. A lei de Deus não pode ser quebrada sem que haja culpa. Portanto o indivíduo deve optar pelo mal menor.

4 O absolutismo conflitante tem suas raízes no mundo grego, foi incorporado na Reforma e encontra expressão no existencialismo moderno. Fiz o menor de dois males

5 O conceito do mal menor foi desenvolvido por Martinho Lutero ao afirmar acerca dos dois reinos – o de Deus e dos homens. Ele afirmou também que estes reinos são opostos e por isso os conflitos são inevitáveis

6 Afirmava que os conflitos morais são reais e inevitáveis. Ao nos depararmos com o conflito devemos enfrentar e perseverar e não evitar o conflito em nome de algum perfeccionismo. Negar a situação de conflito é negar a tomada de decisão.

7 Os conflitos morais surgem por este mundo ser um mundo caído. Em um mundo sem pecado não existiria dilemas morais

8 Deus não projetou, nem deseja a existência de dilemas morais. Eles não fazem parte do ideal divino. Mas, por outro lado, este não é um mundo ideal; é um mundo real e caído. A depravação é a causa dos dilemas morais

9 1. A lei moral de Deus é absoluta 2. Conflitos morais são inevitáveis 3. Quando conflitos morais acontecem, nós devemos fazer o mal menor 4. O perdão está disponível se nós confessarmos os nossos pecados

10 1. A Lei do Senhor é perfeita Sl 19.7 Sl Deus é absolutamente perfeito e a sua lei é o reflexo de seu caráter. É impossível que Deus minta. Portanto: Somos indesculpáveis quando mentimos, mesmo que isso seja necessário para salvar uma vida

11 2. Conflitos morais são inevitáveis Antes da queda da humanidade, Adão era capaz de não pecar, mas, desde a queda, o homem é incapaz de evitar o pecado.

12 3. O dever de fazer o mal menor Nem todo pecado é criado do mesmo modo. Jesus disse: Aquele que me entregou a ti, incorre em pecado maior ( Jo 19.11) Todas as vezes que nossos deveres morais entrarem em conflito, nós devemos obedecer ao dever maior, entendendo que a transgressão contra o outro é pecado.

13 4. O perdão está disponível: Apesar do pecado ser algumas vezes inevitável, o perdão de Deus está sempre disponível através da cruz de Cristo

14 1. O Absolutismo conflitante preserva os absolutos morais A Lei de Deus é absoluta e absolutamente não há nenhuma ocasião em que seja moralmente justificável transgredi- la.

15 2. O absolutismo conflitante possui um realismo moral. Os absolutistas conflitantes estão ligados com os conflitos do mundo real e com as situações limítrofes. O absolutista conflitante pode ter sua cabeça em uma nuvem de perfeição moral, mas tem os pés firmemente plantados no barco da imperfeição terrena

16 3. O Absolutista conflitante vê os conflitos morais arraigados na queda É somente por causa do pecado que tais conflitos ocorrem. Não há conflitos morais em Deus, no céu não existiria nenhum deles. Por isso eles alegam que dilemas morais são produtos dos seres humanos.

17 4. O Absolutismo conflitante apresenta uma solução sem exceções Não se pode acusar esta visão de casuísmo. Para um absolutista conflitante, é sempre errado transgredir uma lei moral absoluta de Deus; não há exceções, isenções, nem imunidade divina.

18 1. Um dever moral de pecar é moralmente absurdo De acordo com absolutismo não conflitante, quando enfrentamos conflitos morais reais, nós temos o dever moral de fazer o menor entre dois males. Isto é, o indivíduo está moralmente obrigado a praticar o mal.

19 Questionamento: Como pode existir uma obrigação moral para se fazer o que é imoral?

20 2. A inevitabilidade não é moralmente culpável O Absolutismo Conflitante afirma que o indivíduo é pessoalmente responsável por aquilo que é inevitável. Se Deus ordena que devemos fazer o mal menor, como é isso possível? Deus ordenar alguma coisa que seja mal. Neste caso se DEUS ordenou o mal menor passa a ser o bem maior e essa teoria do se desconstrói.

21 O ato bom que alguém pratica em obediência a um mandamento de Deus não pode ser pecaminoso, mas sim louvável porque é feito em obediência ao que Deus ordenou

22 3. Jesus deve ter pecado De acordo com o absolutismo conflitante, o pecado é inevitável em conflitos morais reais. Entretanto, de acordo com a Bíblia, Jesus à nossa semelhança, foi tentado em todas as coisas, porém sem pecado (Hb 4.15). Desta forma, se existem dilemas morais verdadeiros, Jesus pode tê-los ou não enfrentado.

23 Se Ele os enfrentou, então, de acordo com a abordagem do mal menor, que declara que o mal é inevitável, Jesus deve ter cometido pecado.

24 Jesus nunca pecou quando enfrentou conflitos morais reais, porque um indivíduo não é considerado pecador quando ele opta por fazer o bem maior em um conflito moral.

25 Talvez o ato de roubar pão no Templo, (tomá-lo sem a permissão da autoridade apropriada) não é algo moralmente errado quando a outra alternativa é que o servo de Deus venha a morrer de fome. Não é isso que Jesus queria dizer em Mt ?

26 Reflexões sobre a possibilidade de Jesus ter ou não pecado: 1. Talvez Jesus nunca tenha pecado na área de conflitos morais porque ele nunca teve que enfrentar um deles ( Deus o poupou para preservar sua santidade)

27 2. Jesus nunca enfrentou quaisquer dilemas morais, simplesmente porque ele nunca cometeu nenhum pecado antecedente que o colocasse em uma situação desse tipo. Somente aqueles que fazem suas camas morais precisam deitar-se nelas

28 Nossos dilemas morais são criados por nossos pecados antecedentes. Pergunta: Que tipo de pecado cometeram as famílias de alemães cristãos inocentes para serem colocadas diante do dilema de mentir ou ver judeus enviados para as câmaras de gás?

29 Muitas vezes, nesta vida, é a dedicação de um indivíduo a Deus que acaba por precipitar conflitos morais. Pode ser a justiça, e não o pecado antecedente, que acaba por favorecer a ocasião para o conflito moral

30 Nós ainda podemos perguntar: de fato, Jesus teve que enfrentar dilemas morais nos quais dois ou mais mandamentos de Deus estavam em conflito inevitável? Um exame dos evangelhos nos mostra várias ilustrações. Quando tinha doze anos de idade, Jesus teve que enfrentar o conflito representado pelos seus pais terrenos e pelo pai celestial (Lc 2)

31 Em muitas ocasiões, Jesus enfrentou conflitos entre obedecer as autoridades religiosas, o que ele ensinou seus discípulos e outros pessoas a fazerem (Mt 10.17), e obedecer à lei da misericordia ajudando aqueles que se encontravam em necessidades.

32 Ex. Cura de um homem no Sábado Aprovou que seus discípulos colhessem espigas no Sábado (Lc )

33 Maior conflito moral enfrentado por Jesus foi seu julgamento e sua cruz, momento em que a misericórdia e a justiça entraram em conflito direto e inevitável. Jesus escolheu a misericórdia sobre a justiça. Jesus cometeu pecado ao fazer esta escolha?

34 Cristo teve que enfrentar conflitos morais Se Cristo é nosso exemplo moral absoluto, ele deve ter enfrentado situações morais conflitantes nas quais as duas alternativas eram pecaminoosas. Mas, se Cristo nunca pecou, Cristo nunca teve que enfrentar esse tipo de situação.

35 Alguns proponentes do Absolutismo conflitante assumem que Cristo não é nosso exemplo moral absoluto

36 A prova de que o indivíduo pode enfrentar dilemas morais reais sem pecar é que Jesus os enfrentou, mas sem nunca ter pecado. Assim, temos que concluir que dilemas morais não produzem, obrigatoriamente, a culpa no indivíduo, existe sempre uma saída através do bem maior.

37 Absolutismo conflitante acredita que há muitos absolutos morais e estes algumas vezes entram em conflito. Quando isso acontece é nossa obrigação fazer o mal menor e confiar no perdão de Deus.

38 Absolutismo conflitante possui o mérito de manter a existência de absolutos e ser, ao mesmo tempo, realista acerca do mundo caído em que vivemos. Se Jesus não teve dilemas morais, ele não é nosso exemplo moral absoluto. Se Ele teve dilemas morais, então Ele deve ter pecado Esta visão não parece ter um alicerce sólido sob o qual possa se manter de pé.


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