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UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA

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Apresentação em tema: "UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA"— Transcrição da apresentação:

1 UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA
Universidade Castelo Branco Disciplina: Enfermagem em centro cirúrgico e central de esterilização Professor: Claudia Angélica Mainenti

2 DEFINIÇÃO: A URPA destina-se à prestação de cuidados ao cliente submetido à intervenção cirúrgica que ainda se encontra sob efeitos anestésicos,geralmente apresentando algum tipo de instabilidade dos sinais vitais, com o objetivo de prevenir, reconhecer e controlar imediatamente as possíveis complicações.

3 COMO TUDO COMEÇOU? Nomenclatura mais correta: Unidade de cuidados pós operatórios. 1º descrição: 1863/ Notes on Hospital 1947: Philadelphia Medical Society. 35% de mortalidade nas primeiras 24horas poderiam ser evitadas.

4 EQUIPE DA URPA: Anestesiologista. Enfermeiro. Técnico de enfermagem.

5 LOCALIZAÇÃO E ESTRUTURA
Deve ser próximo ou dentro do centro cirúrgico. O número de leitos da URPA deve ser igual a quantidade de salas de cirurgia, mais dois leitos. Corredores amplos, com largura mínima de 2 metros e as portas devem possuir dimensões mínimas de 1,20 X 2,10m. Junção entre o rodapé e o piso deve ser de forma a permitir a completa limpeza dos cantos. A distância mínima entre um leito e outro deve ser no mínimo de 80cm. Sistema de sinalização luminosa imediata entre o paciente e o funcionário assistencial.

6 CRITÉRIOS DE ADMISSÃO Ter sido submetido à anestesia geral;
Períodos de hipotensão no decorrer do ato anestésico ou cirúrgico; Presença de grandes hemorragias ou risco de; Acidentes ou falhas no ato operatório; Submetido a cirurgias de médio a grande porte; Instabilidade hemodinâmica; Rebaixamento do nível de consciência.

7 EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
Seção de fluxo contínuo de gases e sistema de abastecimento; Rede de oxigênio, vácuo e ar comprimido em cada leito; Gerador de energia; Monitor cardíaco multiparamétrico; Oximetria de pulso; Capnógrafo; Carro de parada cardio-respiratória; Manta térmica; Ventiladores mecânicos; Bomba de infusão; Farmácia satélite de fácil aceso; Iluminação fixa e móvel; Material de intubação; Tomadas de 110 e 220W.

8 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

9 CKECK-IN NA URPA Identificação do paciente, cirurgião, anestesista e enfermagem; Problemas clínicos pré operatórios; Medicação pré anestésica; Relatório da anestesia: tipo de cirurgia e anestesia; Reposição hídrica e sanguínea; Perdas volêmicas; Complicações intra anestésicas e cirúrgicas.

10 FLUXO DO PACIENTE E MONITORIZAÇÃO
O paciente é admitido na URPA diretamente da S.O (pós operatório mediato), após este período, é reavaliado e encaminhado para sua clínica de origem ou UTI; O controle do paciente deve ser de 15 em 15 minutos até a sua estabilização. Monitorar: - Pressão arterial invasiva ou não invasiva, PVC; -Cardioscopia, -Oximetria de pulso; Dor; Monitor de junção neuromuscular.

11 A REGRESSÃO DA ANESTESIA GERAL SE PROCESSA EM 3 FASES:
Imediata (minutos): retorno à consciência,presença de reflexos das VAS e movimentação; Intermediária: mais de 60 minutos; Tardia: de 24 à 48 horas.

12 A REGRESSÃO DA ANESTESIA GERAL SE PROCESSA EM 4 ESTÁGIOS CLÍNICOS
1º estágio: responde à estímulos dolorosos; 2º estágio: Ocorre abertura ocular ao comando verbal. 3º estágio: Responde a perguntas simples; 4º estágio: Apresenta boa orientação no tempo e no espaço.

13 CRITÉRIOS DE ALTA DA URPA

14 OBRIGADA!


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