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MOHID2D Curso de introdução à utilização Adélio Silva Hidromod, Modelação em Engenharia, Lda Taguspark, Núcleo Central, 349, 2780-920 Oeiras, Portugal.

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1 MOHID2D Curso de introdução à utilização Adélio Silva Hidromod, Modelação em Engenharia, Lda Taguspark, Núcleo Central, 349, Oeiras, Portugal -

2 Introdução A utilização do sistema MOHID implica a definição de um conjunto de informação que em seguida se passará a descrever. Esta informação é constituída pela identificação dos ficheiros de input/output, pela especificação de parâmetros necessários à correcta execução dos cálculos e pela definição das condições de fronteira. No que respeita à estrutura do modelo pode considerar-se a existência de três grandes blocos: a inicialização, o cálculo da hidrodinâmica e os módulos associados.

3 Ficheiros Segundo a filosofia implementada no sistema MOHID, o nome dos ficheiros utilizados e os dados necessarios ao cálculo podem ser divididos em dois tipos: a informação fundamental e a informação opcional. Entende-se por informação fundamental aquela que o utilizador terá obrigatoriamente que especificar e sem a qual o modelo nao funcionará. No caso do nome dos ficheiros a utilizar pelo programa esta restrição aplica-se essencialmente aos ficheiros de input. Entende-se por informação opcional aquela que, não sendo especificada pelo utilizador, poderá ser gerada pelo modelo a partir de valores padrão ou segundo critérios estabelecidos à partida.

4 Ficheiros (2) No caso do nome dos ficheiros a utilizar, se o utilizador especificar o nome do ficheiro o modelo utilizá-lo-á mas, caso o utilizador opte por não o fazer, o modelo gerará um nome baseado na data especificada para o fim do cálculo. Neste caso o nome será composto por oito dígitos representando o ano, o mês, o dia e a hora da data de fim da simulação mais uma extensão que dependerá do tipo de ficheiro. Ex: data de fim o nome resultante seria do tipo: ext Também o ficheiro com especificação das condições iniciais poderá ser gerado segundo este processo utilizando-se neste caso a data de início da simulação.

5 Ficheiros (3) No que respeita à definição dos ficheiros somente um deles tem um nome pré-definido - nomfich.dat - contendo este ficheiro a informação relativa a todos os restantes. Exemplo: RAIZE:\Fortaleza\CD-CDC\Simulacoes\ModeloGeral\ MOHIDPATHE:\Fortaleza\CD-CDC\Executaveis\MohidPart3D.exe IN_BATIME:\Fortaleza\CD-CDC\Dados\Batimetrias\LargeModel.dat IN_PTSTE:\aplica\fortaleza\CD-CDC\Dados\sertemp_geral.dat IN_DAD2Din_dad2d.dat IN_TIDESE:\aplica\fortaleza\CD-CDC\Dados\Mares\Harmonicas.dat WIND_TSE:\aplica\fortaleza\CD-CDC\Dados\Ventos\Vento.dat.

6 Dados Para utilizar o modelo é necessário fornecer ao modelo um conjunto de informações, a fim de definir a geometria, as condições de fronteira e as condições de cálculo. Batimetria A informação relativa à batimetria é fornecida em ficheiro ASCII contendo, para além de informação genérica sobre a localização, os valores da profundidade em cada ponto da malha e as respectivas coordenadas. Como regra observa-se que os valores da batimetria são considerados positivos quando estão permanentemente debaixo de água (abaixo do zero hidrográfico) e negativos quando estão acima do zero hidrográfico. Os pontos de terra, ou que não se pretendem calcular, são especificados como tendo valores entre –60 e –99.

7 Dados (2) Condições de cálculo A informação contida neste ficheiro destina-se à especificação das condições de cálculo. Como já referido anteriormente, tal como na definição do nome dos ficheiros, os dados a fornecer podem ser divididos em fundamentais e opcionais. No caso dos dados opcionais, quando não especificados o modelo utiliza valores padrão pré-definidos. Os valores podem ser inseridos de forma arbitrária sendo identificados pelo modelo através de palavras chave. Componentes harmónicas da maré A informação contida neste ficheiro destina-se à especificação das componentes harmónicas da maré.

8 Dados (3) Para além destes poderá ainda ser necessário especificar dados contendo valores de: vento vazão em rios condições iniciais geometria de modelos 1D acoplados Todas estas informações poderão ser fornecidas manipulando directamente os ficheiros, ou através da interface gráfica que em seguida se apresenta.

9 INTERFACE Criação de um novo projeto Abertura de um novo projeto Abertura de um projeto já existente

10 Criação de um novo projeto

11 Carregue no botão direito do mouse para fazer aparecer o diálogo de inserção de um novo bloco

12 Criação de um novo projeto Carregue no botão direito do mouse para fazer aparecer o diálogo da janela de dados

13 Janela de dados - Opções gerais x

14 Browse Permite ver um mapa da batimetria e visualisar a malha de cálculo. Opção de fazer zoom para visualização detalhada. Data de Início do RunData de Fim do RunLocalização do ficheiro de batimetria. A localização do ficheiro pode ser feita através de procura na árvore de directórios. Localização do directório onde serão escritos os resultados. Localização do executável. Seleção da janela das opções relativas à hidrodinâmica.

15 Janela de dados - Hidrodinâmica Opção de imprimir series temporais de elevação e corrente em pontos selecionados. A seleção dos pontos pode ser efectuada directamente sobre um desenho da malha de cálculo utilizando a opção Abrir Opção de calcular as condições de fronteira para simulação de um submodelo local. Passo temporal do cálculo (segundos) Agente forçador do escoamento: vento, maré, vento+maré, etc.

16 Janela de dados - Opções de impressão FICHEIROS ASCII. Primeiro instante a imprimir. O modelo permite definir os instantes de impressão. Neste campo é indicado ao fim de quanto tempo se pretende a primeira impressão. FICHEIROS ASCII. Neste campo é indicado ao de quanto em quanto tempo se pretendem fazer impressões dos resultados. FICHEIROS BINÁRIO. Primeiro instante a imprimir. O modelo permite definir os instantes de impressão. Neste campo é indicado ao fim de quanto tempo se pretende a primeira impressão. FICHEIROS BINÁRIO. Neste campo é indicado ao de quanto em quanto tempo se pretendem fazer impressões dos resultados. No caso de se tratar de um submodelo deve indicar-se neste campo. Um submodelo pode ou não calcular ainda condições de fronteira para novos submodelos.

17 Janela de dados A inserção de novos blocos obedece a uma lógica especial. Um novo bloco pode ser filho de um anterior e, nesse caso, herda a generalidade das opções escolhidas anteriormente para o pai. Em geral, nestes casos, bastará alterar a data de fim do run, sendo a data de início igual a data de fim do bloco pai. Em qualquer dos casos, qualquer dos restantes parâmetros de cálculo poderá ser alterado se necessário.

18 Janela de dados No caso da inserção de um novo bloco ser efectuada a partir da raiz, este novo bloco terá de ser preenchido integralmente, não havendo neste caso um pai onde ir colher informação.

19 Janela de dados O esquema da árvore de simulações a afetuar poderá assumir a complexidade que se pretenda. Nestes casos a lógica continua sempre a ser a mesma. Se um novo bloco é filho de um anterior herda a generalidade das opções escolhidas anteriormente para o pai. A hereditariedade pode neste caso ser seguida através das linhas de ligação entre os blocos.

20 Janela de dados Os blocos podem apresentar uma luz verde, amarela ou vermelha. No caso da luz se encontrar verde significa que os dados são coerentes e a simulação poderá ser efetuada. No caso da luz estar amarela significa que a simulação poderá ser eventualmente executada mas exstem dados incoerentes (embora não fundamentais). No caso da luz se encontrar vermelha significa que existem dados fundamentais incoerentes ou incompletos e a simulação não poderá ser executada.

21 Janela de dados Para executar um bloco, ou conjunto de blocos, deverá selecionar-se o bloco (ou blocos) utilizando o botão da direita do mouse. Se o bloco se encontrar em estado verde, a grelha superior desaparecerá indicando que o bloco se encontra pronto a ser executado Para executar o bloco (ou blocos) bastará então seleccionar a opçãoexecutar blocos seleccionados.


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