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RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA NA AVALIAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM: CONSTRUINDO ADERÊNCIA COM AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS Elizabeth.

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1 RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA NA AVALIAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM: CONSTRUINDO ADERÊNCIA COM AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS Elizabeth Teixeira Josicelia Dumêt Fernandes Mara Regina Lemes De Sordi

2 INTRODUÇÃO

3 PROCESSO AVALIATIVO ESPAÇO DE APRENDER/ ENSINAR, ESPAÇO DE CONHECER PARA APRIMORAR –O que um avaliador pode ensinar à comunidade dos cursos que visita ? –O que um avaliador pode aprender com a comunidade dos cursos que visita? –O que um avaliador precisa saber para ensinar na perspectiva do SINAES? –O que um avaliador precisa desaprender para ensinar na perspectiva do SINAES?

4 O que um avaliador pode ensinar à comunidade dos cursos que visita ? Que a avaliação é processo de diálogo entre colegas e que as perspectivas de análise diferenciadas produzem novos sentidos que a todos enriquece; Que a presença do avaliador nos cursos deve potencialmente auxiliar a comunidade interna nos processos de reflexão sobre o PPP apontando contradições que consegue apreender sob uma outra ótica, menos afetada pela familiaridade com o cotidiano institucional

5 O que um avaliador pode aprender com a comunidade dos cursos que visita? O estabelecimento de relações fecundas e éticas com seus pares reconhecendo os lugares de onde falam e as subjetividades que os perpassam A aceitação da réplica da comunidade e a apresentação de argumentos explicativos sobre uma realidade que ao avaliador pareceu equivocada

6 O que um avaliador precisa saber para ensinar na perspectiva do SINAES? Uma visão de saúde que contemple dimensões outras que não apenas a biologicista; Os significados da concepção de avaliação do SINAES e a organicidade da sua proposta; A aceitação da delicadeza que envolve o campo da avaliação pela memória e cultura avaliativa que as pessoas trazem, fruto de suas vivências numa outra matriz

7 O que um avaliador precisa desaprender para ensinar na perspectiva do SINAES? A qualidade da avaliação depende da sensibilidade e responsabilidade social do sujeito que avalia. O instrumento será sempre meio e não fim. O uso da avaliação como mecanismo de poder sobre os atores das escolas não se coaduna com a concepção de avaliação formativa do SINAES. Cabe lembrar que isto não deve ser confundido com posturas permissivas diante dos problemas/ pessoas/ instituições e nem afrouxamento do rigor de análise. Existem interesses de terceiros que não podem ser esquecidos e nem desrespeitados (a sociedade).

8 PARA REINVENTAR O ENSINO Para pensar o hoje e o amanhã dos cursos de graduação em enfermagem, iluminadas pelo pensamento boaventuriano, propõe-se três perspectivas teórico-metodológicas para os agentes da avaliação dos cursos de graduação em enfermagem : A sociologia das ausências (para revelar as experiências alternativas do hoje), A sociologia das emergências (para identificar as possibilidades e pistas do amanhã), A teoria da tradução (para intermediar as trocas e a inteligibilidade entre os diferentes contextos em que ambas se dão).

9 A sociologia das ausências É preciso tornar visíveis experiências em desenvolvimento nos cursos que evidenciem estratégias de superação das dicotomias, propostas inovadoras curriculares que sinalizem novos mapas e/ou constelações com e entre os saberes, dentre outras.

10 A sociologia das emergências A identificação das tendências e pistas, dos/nos projetos políticos pedagógicos, dos princípios do SUS, dos conceitos reitores do SINAES, que indiquem sinais de avanço, novas sensibilidades, outras relações/conexões, diferentes inclusões, etc.

11 A teoria da tradução O trabalho de tradução de conhecimentos e práticas (e dos agentes deles/delas) consiste em um trabalho de interpretação entre duas ou mais culturas/contextos para identificar preocupações iguais entre elas e respostas diferentes que provêem delas. Só por meio da inteligibilidade mútua de práticas é possível avaliar e identificar possíveis alianças entre elas.

12 Entre o olhar e o ver Quando, por acaso, mas sem pressa, paro entre ti e o horizonte, sinto-me pouco mais do que uma ponte, que nem se vê – apenas se atravessa. É como se eu fosse transparente! Não que o teu olhar me traduza, mas, porque, de tão indiferente, não há qualquer sinal que nele aponte a presença, ainda que difusa, de alguém, entre ti e o horizonte.

13 CONSIDERAÇÕES FINAIS

14 Referência TEIXEIRA, et al. (orgs.). O ensino de graduação em enfermagem no Brasil: o ontem, o hoje e o amanha. Brasília: INEP, 2006.


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