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Caatinga. O mês é agosto e a temperatura do solo - muito seco - chega a 60oC. O sol forte acelera a evapora ç ão da á gua das lagoas e rios que, nos trechos.

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1 Caatinga

2 O mês é agosto e a temperatura do solo - muito seco - chega a 60oC. O sol forte acelera a evapora ç ão da á gua das lagoas e rios que, nos trechos mais estreitos, secam e param de correr.

3 O cen á rio á rido é uma descri ç ão da Caatinga - que na l í ngua ind í gena quer dizer Mata Branca - durante o prolongado per í odo de seca correspondente ao inverno. Quando chega o verão, as chuvas encharcam a terra e o verde toma conta da região.

4 A Caatinga distribui- se pelos estados do Cear á, Rio Grande do Norte, Para í ba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia,sul-leste do Piau í e norte de Minas Gerais. Mas nem sempre é assim Os cerca de 20 milhões de brasileiros que vivem nos 800 mil km2 de Caatinga nem sempre podem contar com as chuvas de verão.

5 Quando não chove, o homem do sertão e sua fam í lia sofrem muito. Precisam caminhar quilômetros em busca da á gua dos a ç udes. A irregularidade clim á tica é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo.

6 Mesmo quando chove, o solo raso e pedregoso não consegue armazenar a á gua que cai e a temperatura elevada (m é dias entre 25oC e 29oC) provoca intensa evapora ç ão. Por isso, somente em algumas á reas pr ó ximas à s serras, onde a abundância de chuvas é maior, a agricultura se torna poss í vel.

7 Na longa estiagem os sertões são, muitas vezes, semi-desertos nublados mas sem chuva. O vento seco e quente não refresca, incomoda. A vegeta ç ão adaptou-se ao clima para se proteger. As folhas, por exemplo, são finas, ou inexistentes.

8 Algumas plantas armazenam á gua, como os cactos, outras se caracterizam por terem ra í zes praticamente na superf í cie do solo para absorver o m á ximo da chuva. Algumas das esp é cies mais comuns da região são a amburana, aroeira, umbu, bara ú na, mani ç oba, macambira, mandacaru e juazeiro.

9 Mata Atlântica: é uma das florestas tropicais mais amea ç adas do mundo. Para se ter uma id é ia da situa ç ão de risco em que a Mata se encontra, basta saber que agricultura do Brasil ela tinha uma á rea equivalente a um ter ç o da Amazônia.

10 Cobria 1 milhão de km2, ou 12% do territ ó rio nacional, estendendo- se do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Hoje, est á reduzida a apenas 7% de sua á rea original.

11 Apesar da devasta ç ão sofrida, a riqueza das esp é cies animais e vegetais que ainda se abrigam na Mata Atlântica é espantosa. Em alguns trechos remanescentes de floresta os n í veis de biodiversidade são considerados os maiores do planeta.

12 Em contraste com essa exuberância, as estat í sticas indicam que mais de 70% da popula ç ão brasileira vivem na região da Mata Atlântica. Al é m de abrigar a maioria das cidades e regiões metropolitanas do pa í s,

13 a á rea original da floresta sedia tamb é m os grandes p ó los industriais, petroleiros e portu á rios do Brasil, respondendo por nada menos de 80% do PIB nacional.

14 A Mata Atlântica abrange as bacias dos rios Paran á, Uruguai, Para í ba do Sul, Doce, Jequitinhonha e São Francisco. Esp é cies imponentes de á rvores são encontradas na região, como o jequitib á -rosa, de 40 metros de altura e 4 metros de diâmetro..

15 Tamb é m destacam-se nesse cen á rio v á rias outras esp é cies: o pinheiro-do-paran á, o cedro, as figueiras, os ipês, a bra ú na e o pau-brasil, entre muitas outras. Na diversidade da Mata Atlântica são encontradas matas de altitude, como a Serra do Mar (1.100 metros) e Itatiaia (1.600 metros) onde a neblina é constante.

16 Paralelamente à riqueza vegetal, a fauna é o que mais impressiona na região. A maior parte das esp é cies de animais brasileiros amea ç ados de extin ç ão são origin á rios da Mata Atlântica, como os micos- leões, a lontra, a on ç a-pintada, o tatu-canastra e a arara-azul- pequena

17 Durante 500 anos a Mata Atlântica propiciou lucro f á cil ao homem. Madeiras, orqu í deas, corantes, papagaios, ouro, produtos agr í colas e muito mais serviram ao enriquecimento de muita gente, al é m das pr ó prias queimadas que deram lugar a uma agricultura imprudente e insustent á vel

18 Por muitos anos, nenhuma restri ç ão foi imposta à essa fome por dinheiro. A Mata Atlântica é o ecossistema brasileiro que mais sofreu os impactos ambientais dos ciclos econômicos da hist ó ria do pa í s.

19 Primeiro, ainda no s é culo XVI, houve a extra ç ão predat ó ria do pau-brasil, utilizado para tintura e constru ç ão. A segunda grande investida foi o ciclo da cana-de-a çú car. Constatada a fertilidade do solo, extensos trechos de Mata Atlântica foram derrubados para dar lugar aos canaviais.

20 No s é culo XVIII, foram as jazidas de ouro que atra í ram para o interior um grande n ú mero de portugueses. A imigra ç ão levou a novos desmatamentos, que se estenderam at é os limites com o Cerrado, para a implanta ç ão de agricultura e pecu á ria.

21 Cerrado

22 A extensa região do Brasil central compõe-se de um mosaico de tipos de vegeta ç ão, solo, clima e topografia bastante heterogêneos. O Cerrado é a segunda maior forma ç ão vegetal brasileira, superado apenas pela floresta Amazônica. São 2 milhões de km 2 espalhados por 10 Estados.

23 O Cerrado é uma savana tropical na qual a vegeta ç ão herb á cea coexiste com mais de 420 esp é cies de á rvores e arbustos esparsos.O solo, antigo e profundo, á cido e de baixa fertilidade, tem altos n í veis de ferro e alum í nio.

24 Todavia, o Cerrado tem a seu favor o fato de ser cortado por três das maiores bacias hidrogr á ficas da Am é rica do Sul (Tocantins, São Francisco e Prata), favorecendo a manuten ç ão de uma biodiversidade surpreendente.

25 Estima-se que a flora da região possua 10 mil esp é cies de plantas diferentes (muitas delas usadas na produ ç ão de corti ç a, fibras, ó leos, artesanato, al é m do uso medicinal e aliment í cio). Isso sem contar as 400 esp é cies de aves, 67 gêneros de mam í feros e 30 tipos de morcegos catalogados na á rea.

26 O n ú mero de insetos é surpreendente: apenas na á rea do Distrito Federal, h á 90 esp é cies de cupins, esp é cies de borboletas e 500 tipos diferentes de abelhas vespas. A flora do cerrado est á estimada em 10 mil esp é cies de plantas

27 Amazônia

28 Um ecossistema exuberante, mas fr á gil e desconhecido O ecossistema é fr á gil. A floresta vive do seu pr ó prio material orgânico. O ambiente é ú mido e as chuvas, abundantes. A menor imprudência pode causar danos irrevers í veis ao seu equil í brio delicado. Na Amazônia vivem e se reproduzem mais de um ter ç o das esp é cies existentes no planeta.

29 Das 100 mil esp é cies de plantas que ocorrem em toda a Am é rica Latina, 30 mil estão na Amazônia. A diversidade em esp é cies vegetais se repete na fauna da região.

30 Ela é um gigante tropical de 5,5 milhões de km2, dos quais 60% estão em territ ó rio brasileiro. O restante se reparte entre as duas Guianas, Suriname, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bol í via. Al é m de esp é cies de á rvores (um ter ç o da madeira tropical do mundo), a Amazônia tamb é m abriga á gua, muita á gua.

31 O Rio Amazonas - a maior bacia hidrogr á fica do mundo, que cobre uma extensão aproximada de 6 milhões de km 2 - corta a região para desaguar no Oceano Atlântico, lan ç ando no mar, a cada segundo, cerca de 175 milhões de litros de á gua.

32 Esse n ú mero corresponde a 20% da vazão conjunta de todos os rios da terra. E são nessas á guas que se encontra o maior peixe de á gua doce do mundo: o pirarucu, que atinge at é 2,5 metros. Todos os n ú meros que envolvem indicadores desse bioma são enormes. Uma boa id é ia da exuberância da floresta est á na fauna local.

33 MATA DE ARAUC Á RIA

34 Uma á rvore alta, copa de formato peculiar, figura imponente e caracter í stica, é freq ü ente na paisagem do Brasil. É a arauc á ria. No passado, antes que a lavoura de caf é e cereais cobrisse as terras paranaenses,

35 sua presen ç a era tão comum que os í ndios chamaram de curitiba toda uma extensa região. E a palavra que significa imensidão de pinheiros, conservou-se at é hoje, denominando a capital do Estado do Paran á.

36 A ÁRVORE Conhecida como "pinheiro- do-paran á ", a arauc á ria angustifolia pertence a uma fam í lia pequena, nativa somente do hemisf é rio sul,

37 que abrange apenas dois gêneros: o Aghatis, natural da Austr á lia e a Arauc á ria, que aparece no Chile, Argentina e sul do Brasil. Apesar de abundantes nestas regiões, os pinheirais de arauc á ria não são homogêneos como as florestas europ é ias:

38 a á rvore aparece misturada a muitas outras plantas, como, por exemplo, a imbuia a erva-mate, bambu e diversas herb á ceas.


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