A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Gestão Estratégica de Design Multimédia Gestão Estratégica de Design Multimédia Aula 08, 06/12/2003 > Inovação nos Serviços [2/2]:

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Gestão Estratégica de Design Multimédia Gestão Estratégica de Design Multimédia Aula 08, 06/12/2003 > Inovação nos Serviços [2/2]:"— Transcrição da apresentação:

1 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Gestão Estratégica de Design Multimédia Gestão Estratégica de Design Multimédia Aula 08, 06/12/2003 > Inovação nos Serviços [2/2]: > A importância das TIC para os serviços > Modelos de inovação em serviços > A inovação no sector dos serviços em Portugal > Economia da Inovação: > Clusters ESTAL, Nuno Correia

2 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Inovação nos Serviços: [3/5] A importância das TIC para os serviços

3 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 A importância das TIC para os serviços [1/3] Apesar de uma eventual sobrevalorização das TIC em alguns estudos sobre inovação, estas tecnologias têm apoiado a criação de novos produtos ou melhorado dramaticamente a qualidade de produtos já estabelecidos. A emergência das TIC, e de um consequente novo paradigma tecno-económico (Freeman e Louçã 2001, p. 301), por vezes denominado de quinto Kondratiev ou nova revolução tecnológica, conduz a novas perspectivas sobre o processo de inovação. Já em 1986, Richard Barras advertia que os sectores chave de adopção nesta revolução serão provavelmente as indústrias de serviços, e não os sectores industriais que dominaram as anteriores revoluções tecnológicas (Barras 1986, p. 161). A aplicação das TI a diversos sectores de serviços traduz-se em expansão económica, e uma compreensão desta nova fonte de crescimento económico requer o desenvolvimento de uma teoria de inovação nos serviços (Barras 1986 p. 161).

4 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 A importância das TIC para os serviços [2/3] As TIC em geral, e a Internet em particular, têm tido um impacto em todos os aspectos da economia dos serviços. Há três aspectos em que tendências futuras condicionarão a evolução do sector dos serviços: –A desintermediação refere-se ao declínio dos serviços em algumas áreas, apesar de as empresas de serviços se tornarem mais importantes enquanto facilitadores – a utilização do comércio electrónico e da Internet pode possibilitar um contacto mais directo das empresas industriais com os clientes, cortando os intermediários. –A virtualização refere-se à diminuição da presença física das empresas para vender algo, apesar de o contacto cara-a-cara ser importante para o estabelecimento de relações de confiança. –A fisicalidade refere-se a que determinadas actividades físicas associadas aos serviços se irão expandir, actividades essas de apoio às transacções electrónicas, como o transporte e a logística.

5 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 A importância das TIC para os serviços [3/3] A par destes três aspectos, a Internet veio também permitir combinar um alcance vasto (literalmente, broadcast) com customização: agora é possível oferecer tanto alcance como especificidade ao mesmo tempo – permitindo, portanto, criar mercados totalmente novos e alterar radicalmente aqueles que existem em qualquer negócio informacional (Tidd, Bessant e Pavitt 1997, p. 5). Com a ascensão da Internet as possibilidades para inovações em serviços aumentaram enormemente – não é por acaso que ela é frequentemente apelidada de uma solução à procura de problemas (Tidd, Bessant e Pavitt 1997, p. 5).

6 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Inovação nos Serviços: [4/5] Modelos de Inovação nos serviços

7 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Modelos de Inovação nos serviços [1/3] Gallouj e Weinstein identificam seis modelos de inovação nos serviços: inovação radical; inovação de aperfeiçoamento; inovação incremental; inovação ad hoc; inovação recombinativa e inovação de formalização. –A inovação radical baseia-se na criação de um produto totalmente novo, definido em termos de características desconectadas com aquelas de um produto antigo. –A inovação de aperfeiçoamento consiste na melhoria de determinadas características, sem nenhuma mudança na estrutura do sistema. –Através da inovação incremental, a estrutura geral do sistema mantém-se na mesma, mas o sistema é alterado marginalmente através da adição de novos elementos (…) ou através da substituição de elementos.

8 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Modelos de Inovação nos serviços [2/3] –A inovação ad hoc pode ser definida como a construção (social) interactiva de uma solução para um problema particular colocado por um cliente particular. –O modelo de inovação de formalização baseia-se, não na adição, subtracção, ou melhoria dos elementos, mas na sua clarificação: ordenar as características dos serviços, especificando-as, tornando-as menos difusas, tornando-as concretas, dando-lhes forma.

9 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Modelos de Inovação nos serviços [3/3] A inovação recombinativa explora as possibilidades abertas por novas combinações de várias características finais e técnicas, derivadas de um stock de conhecimento estabelecido, e de uma determinada base tecnológica ou existente dentro de uma trajectória tecnológica definida. Este modelo contempla a criação de produtos e serviços completamente novos através da combinação de características e elementos técnicos existentes já que o mero facto de combinar determinadas características de formas diferentes, ou adicionar outras, pode ser suficiente para permitir modos de uso totalmente novos – esta é a base dos sistemas multimédia A convergência de novas plataformas tecnológicas de difusão com os média adequa-se a este modelo de inovação: a inovação recombinativa pode também manifestar-se através da implementação de uma nova tecnologia, tal como o uso de um novo meio (por exemplo, o CD-ROM) para fornecer um serviço de informação.

10 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Inovação nos Serviços: [5/5] A inovação no sector dos serviços em Portugal

11 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 A inovação no sector dos serviços em Portugal [1/2] O sector dos serviços informáticos é o que mais inova em Portugal, com mais de metade de empresas auto declarando-se inovadoras (52,7%). O segundo sector mais inovador é o das telecomunicações (45,1% de empresas inovadoras). Estes dois sectores são dois dos mais importantes facilitadores de multimédia. SectorProporção (%) Serviços de informática52,7 Telecomunicações45,1 Actividades financeiras43,0 Serviços de engenharia30,7 Transportes27,9 Comércio25,9 Total28,0 Fonte: Conceição e Ávila 2001, p. 59. Proporção de empresas inovadoras de serviços em Portugal, por sector de actividade

12 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 A inovação no sector dos serviços em Portugal [2/2] O quadro ao lado mostra as taxas de inovação nos serviços para os países europeus para os quais há dados comparáveis aos de Portugal. O sector português dos serviços situa-se no nono lugar em termos de proporção de empresas inovadoras. Refira-se que Portugal é o último país do grupo em termos de inovação na indústria (Conceição e Ávila, p. 121), sendo o único, a par do Luxemburgo, em que a taxa de inovação nos serviços é superior à taxa de inovação na indústria. PaísProporção (%) Irlanda58 Áustria55 Luxemburgo48 Alemanha46 Reino Unido40 Holanda36 Suécia32 França31 Portugal28 Finlândia24 Noruega22 Bélgica13

13 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Economia da Inovação: Clusters

14 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Clusters [1/2] Os clusters são grupos de empresas e outras entidades de cujo inter- relacionamento num determinado local resultam novos factores de competitividade e taxas de crescimento de produção mais elevadas (Marques 2003, p. 65). O conceito de cluster, pela sua natureza de sistema, está associado ao de SNI. Os clusters industriais, de acordo com alguns estudos, são considerados sistemas nacionais de inovação reduzidos, em que os mais essenciais e funcionais elementos do sistema ajudam a estimular a emergência de tipos específicos de inovação em vários segmentos da economia nacional. Nesses estudos, as interacções na cadeia de valor são utilizadas para definir membros do cluster.

15 GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Clusters [2/2] À semelhança do conceito de SNI, a noção de cluster permite, em particular, captar interacções entre agentes económicos interdependentes (incluindo estes não só as empresas, mas também instituições públicas e entidades de interface ou outras com acção no campo económico), gerados num quadro espacial definido (local ou regional) (Marques 2003, p. 65).


Carregar ppt "GEDM, ESTAL, 06/12/2003 Gestão Estratégica de Design Multimédia Gestão Estratégica de Design Multimédia Aula 08, 06/12/2003 > Inovação nos Serviços [2/2]:"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google