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ENVELHECIMENTO BEM BEM SUCEDIDO CUIDADO BEM BEM SUCEDIDO CUIDADO.

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1 ENVELHECIMENTO BEM BEM SUCEDIDO CUIDADO BEM BEM SUCEDIDO CUIDADO

2 DOENÇAS MAIS COMUNS IDOSO

3 Alzheimer A doença de Alzheimer (DA) pronuncia-se (AU-ZAI-MER) degenerativa que destrói células do cérebro lenta e progressivamente Doença degenerativa que destrói células do cérebro lenta e progressivamente. progressiva que compromete o cérebro Conhecida erroneamente como esclerose pela população em geral, a doença de Alzheimer representa para a comunidade sério ônus social e econômico

4 Descoberta 1907 pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer a doença que causa deterioração rápida e progressiva das funções intelectuais está entre as que mais causam óbitos. Ele foi o primeiro a descrever os sintomas assim como os efeitos neuropatológicos da doença de Alzheimer, tais como placas e entrançados no cérebro.

5 IMPACTO SOCIAL - Alzheimer Por ser uma doença crônica de evolução lenta (podendo durar até 20 anos) e somando-se o fato de que, nas fases avançadas, o paciente torna-se completamente dependente, incapaz por si só de alimentar-se, banhar-se ou vestir-se. O impacto econômico sobre a sociedade é considerável. O número de pacientes no Brasil é estimado em 1 milhão e 200 mil e de 18 milhões no mundo. Em função do envelhecimento mundial global esse número aumentará dramaticamente e em 2025, serão 34 milhões de portadores sendo 2/3 em países em desenvolvimento.

6 Alzheimer ultrapassa as fronteiras da medicina, para se converter num problema de ordem econômico-social, com particular e especial repercussão no núcleo familiar. As alterações geradas dentro da família são de tal dramaticidade que se impõe à necessidade urgente de se implementarem medidas de apoio, tanto para o doente como para seus familiares IMPACTO SOCIAL - Alzheimer

7 SINAIS E SINTOMAS - Alzheimer Inicialmente, os sintomas, tais como dificuldades de memória e perda de capacidades intelectuais, podem ser tão sutis, que passam despercebidos, tanto pela pessoa em causa como pela família e pelos amigos. No entanto, à medida que a doença progride, os sintomas tornam-se cada vez mais notórios e começam a interferir com o trabalho de rotina e com as atividades sociais.

8 SINAIS E SINTOMAS - Alzheimer As dificuldades práticas com as tarefas diárias, como vestir, lavar e ir ao banheiro torna-se gradualmente tão severas que, com o tempo, a pessoa fica completamente dependente dos outros. A doença de Alzheimer não é infecciosa nem contagiosa. É uma doença terminal que causa uma deterioração geral da saúde. Contudo, a causa de morte mais freqüente é a pneumonia, porque à medida que a doença progride o sistema imunológico deteriora-se, e surge perda de peso, que aumenta o risco de infecções da garganta e dos pulmões.

9 SINAIS E SINTOMAS MAIS COMUNS - Alzheimer perda gradual da memória declínio no desempenho para tarefas cotidianas diminuição do senso crítico mudança na personalidade dificuldade no aprendizado e dificuldades na área da comunicação desorientação têmporo-espacial

10 Alzheimer

11 Quem pode ser afetado pela DA Alzheimer O único fator de risco bem conhecido e aceito universalmente é a idade. doença idade-dependente, ou seja, à medida que a idade avança, maior é a probabilidade de sua ocorrência. Esse fato é tão bem estabelecido que alguns autores têm questionado se a doença de Alzheimer não seria nada mais que um processo de envelhecimento acelerado, exacerbado e de aparecimento prematuro.

12 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Idade: Cerca de uma pessoa entre vinte, acima dos 65 anos de idade, e menos de uma pessoa entre mil, com menos de 65 anos, têm a doença de Alzheimer. Pessoas com mais de 80 anos podem ficar esquecidas com o passar do tempo, a maioria delas permanecem mentalmente lúcidas. Isto significa que apesar de, com a idade, a probabilidade de se ter a doença de Alzheimer aumentar, não é a idade avançada, por si, que provoca a doença.

13 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Sexo Alguns estudos têm sugerido que a doença afeta mais as mulheres do que os homens. No entanto, isto pode ser induzir em erro, porque as mulheres, enquanto grupo, vivem mais tempo do que os homens. Isto significa que se os homens vivessem tanto tempo como as mulheres, e não morressem de outras doenças, o número afetado pela doença de Alzheimer seria sensivelmente igual ao das mulheres.

14 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Fatores genéticos/hereditariedade Para um número extremamente limitado de famílias, a doença de Alzheimer é uma disfunção genética. Os membros dessas famílias herdam de um dos pais a parte do DNA (a configuração genética) que provoca a doença. Em média, metade das crianças de um pai afetado vai desenvolver a doença. Para os membros dessas famílias que desenvolvem a doença de Alzheimer, a idade de incidência costuma ser relativamente baixa, normalmente entre os 35 e os 60. A incidência é razoavelmente constante dentro da família.

15 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Fatores genéticos/hereditariedade Descobriu-se uma ligação entre o cromossoma 21 e a doença de Alzheimer, e acredita-se que em função disso as pessoas com síndrome de Down ( causada por uma anomalia neste cromossoma) virão a desenvolver a doença de Alzheimer, se alcançarem a idade média, apesar de não manifestarem todo o tipo de sintomas.

16 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Traumatismos cranianos Tem sido referido que uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo craniano severo corre o risco de desenvolver doença de Alzheimer. O risco torna-se maior se, na altura da lesão, a pessoa tiver mais de 50 anos, tiver um gene específico (apoE4) e tiver perdido os sentidos logo após o acidente.

17 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Outros fatores Não se chegou ainda à conclusão se um determinado grupo de pessoas, em particular, é mais ou menos propenso à doença de Alzheimer. Raça, profissão, situações geográficas e socio- económicas, não determinam à doença. No entanto, há já muitos dados que sugerem que pessoas com um elevado nível de educação tenham um risco menor do que as que possuem um nível baixo de educação.

18 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Outros fatores Outros possíveis fatores de risco têm sido estudados, porém com pouco resultado prático como: exposição ou ingestão de substâncias tóxicas como álcool, chumbo, e solventes orgânicos, medicamentos diversos, trauma craniano, exposição à radiação, estilo de vida, estresse, infecções, doenças imunológicas e câncer. Altos níveis de colesterol e de homocisteína (relacionada com o stress oxidativo), a obesidade e diabetes estão sendo estudados.

19 Fatores que pode dar origem ao DA Alzheimer Outros fatores O estrógeno, o tabagismo e o uso de antiinflamatórios por longo período de tempo parecem ser fatores de proteção e estão sendo objeto de investigação em vários centros de pesquisa. Em resumo, do ponto de vista científico, pode-se afirmar que a incidência da doença de Alzheimer aumenta exponencialmente com a idade e que existem fortes indícios de que as formas precoces se relacionam com uma maior incidência familiar

20 CUIDADOS DE ENFERMAGEM Alzheimer nos estados adiantados da doença, pode ser cuidada em casa em vez dos lares de repouso ou estabelecimentos afins. Mais de metade de todos os doentes continuam a viver em casa, 80 a 90% confiam na família e nos amigos para lhes prestarem cuidados. Cuidar de um doente com Alzheimer pode causar problemas emocionais, psicológicos e físicos. Quando a doença progride, os cuidadores ficam frequentemente sem contacto com os amigos e fora das atividades sociais habituais. Mesmo os cuidadores mais dedicados lutam com sentimentos de culpa, ressentimento ou frustração quanto lidam com as difíceis mudanças comportamentais que a demência causa.

21 CUIDADOS DE ENFERMAGEM Alzheimer Sabemos que o profissional de enfermagem não faz diagnostico médico, porém o registro de enfermagem com as observações de sinais e sintomas perderam auxiliar ao profissional médico a traçar o caminho do diagnostico. Assim estaremos expondo a seguir dicas importantes para esta tarefa: Além das perguntas clássicas deverá investigar alguns pontos específicos.

22 CUIDADOS DE ENFERMAGEM Alzheimer Informação de familiares: Informar-se com familiares em relação aos dados: A descrição dos primeiros sinais de anormalidade que foram detectados: data, tipo etc. A evolução dessas anormalidades, tempo de duração, ocorrências importantes descrição detalhada das alterações atuais; Doenças pregressas especialmente AVC, cardiopatias, diabetes, depressão e doenças neurológicas; Ocorrências mal definidas do passado: desmaios, convulsões, quedas com contusão craniana, quedas suspeitadas não testemunhadas etc.

23 CUIDADOS DE ENFERMAGEM Alzheimer Informação de familiares: Medicação utilizada anteriormente, no presente momento e os resultados obtidos. O paciente está com dificuldades? Encontra desculpas poucos razoáveis para os problemas que vêm enfrentando com a memória? Comportamento: Explosões de raiva sem motivo relevante? Mudanças bruscas de comportamento? Tem estado deprimido? Desinteressado? Agressivo?Houve mudança marcante na personalidade prévia? Procede anti-socialmente? Comportamento sexual inadequado?Sente-se perseguido? Roubado? Tem visões? Ouve vozes?

24 CUIDADOS DE ENFERMAGEM Alzheimer Informação de familiares: Comunicação e Autonomia: Tem dificuldade para encontrar palavras? Problemas nas tarefas cotidianas? Recados telefônicos, vestir, controle do saldo bancário, banhar-se? Orientação: Dificuldades na orientação têmporo- espacial. Confunde dias e horários? Já se perdeu? Parece não saber onde está? Hábitos: Que hábitos mantêm ou manteve: álcool, fumo, drogas ilícitas, atividade física, alimentação, contato profissional com tóxicos, padrão de sono, promiscuidade sexual etc.

25 CUIDADOS DE ENFERMAGEM Alzheimer Os cuidados de enfermagem seguem as orientações medicas de acordo com a fase da doença, porém não podemos deixar de citar que os cuidados gerais: higiene, conforto, alimentação, prevenção de escaras, ministrar medicação e estimulação cognitiva e motora, DE ACORDO COM AS FASES DA DOENÇA

26 FASES DA DOENÇA - Alzheimer NOTA: A divisão por fases tem efeito didático e é estabelecida através de escores e métodos de valoração da dependência. Não há fronteiras bem definida entre elas e alguns pacientes costumam evoluir de maneira bastante particular. A duração das fases e a sobrevida destes pacientes são bastante variáveis. Acredita-se que a sobrevida em geral duraria em torno de 5 a 8 anos, porém conhecem-se casos com mais de 20 anos de evolução.

27 FASES DA DOENÇA INICIAL - Alzheimer perda de memória, confusão e desorientação. ansiedade, agitação, ilusão, desconfiança. alteração da personalidade e do senso crítico. dificuldades com as atividades da vida diária como alimentar-se e banhar-se. alguma dificuldade com ações mais complexas como cozinhar, fazer compras, dirigir, telefonar.

28 FASES DA DOENÇA INTERMEDIARIA - Alzheimer dificuldade em reconhecer familiares e amigos. perder-se em ambientes conhecidos. alucinações, inapetência, perda de peso, incontinência urinária. dificuldades com a fala e a comunicação. movimentos e fala repetitiva. distúrbios do sono. problemas com ações rotineiras. dependência progressiva. início de dificuldades motoras.

29 FASES DA DOENÇA FINAL - Alzheimer Dependência total. Imobilidade crescente. Incontinência urinária e fecal. Tendência em assumir a posição fetal. Mutismo. Restrito a poltrona ou ao leito. Presença de úlceras por pressão (escaras). Perda progressiva de peso. Infecções urinárias e respiratórias freqüentes. Término da comunicação.

30 FASES DA DOENÇA TERMINAL - Alzheimer Agravamento dos sintomas da fase final Incontinência dupla Restrito ao leito Posição fetal Mutismo Úlceras por pressão Alimentação enteral Infecções de repetição Morte

31 TRATAMENTO Alzheimer 1.MEDICAMENTODOS 2.NÃO MEDICAMENTOSO: FISIOTERAPEUTA FONAUDIOLOGA TERAPEUTA OCUPACIONAL ENFERMAGEM

32 TRATAMENTO Alzheimer NÃO MEDICAMENTOSO: - ENFERMAGEM A Enfermeira, bem como os Auxiliares e Técnicos de Enfermagem tem papel fundamental. É de responsabilidade desta equipe manter o paciente em excelente condições de: Higiene, alimentação, hidratação e acomodações, prevenir e cuidar de ulceras de pressão manter exercícios passivos e estimular os ativos Estimular relacionamento interpessoal Orientar e manter ambiente que atenda as necessidades do idoso Auxiliar a manter família informada sobre evoluções na saúde do idoso Manter supervisão do uso de medicamentos e ministrar quando necessário Orientar família quanto aos cuidados que idoso necessita Enfermagem é o profissional indispensável no cuidado com o idoso, além de auxiliar os demais profissionais através de informações colidas e registradas em sua ausência.

33 Esclerose ESCLEROSE MÚLTIPLA Esclerose lateral amiotrófica - ELA

34 ESCLEROSE MÚLTIPLA doença neurológica crônica de causa desconhecida, descrita inicialmente em 1860 pelo médico francês Jean Charcot. doença autoimune, onde há destruição da mielina (envoltório dos axônios dos neurônios que fazem o impulso nervoso correr em alta velocidade) por autoanticorpos. impulso nervoso corre vagarosamente, alterando a função cerebral e dos nervos. Estudos epidemiológicos mostram que a esclerose múltipla é muito mais comum em pessoas decendendes do oeste europeu, zonas temperadas.

35 ESCLEROSE MÚLTIPLA Características É uma doença desmielinizante, isto é, leva à destruição da bainha de mielina que recobre e isola as fibras nervosas do Sistema Nervoso Central (principalmente o cérebro, o nervo óptico e a medula espinhal). As primeiras manifestações geralmente ocorrem entre 1 5 e 45 anos; é mais comum nas mulheres e nos indivíduos de raça branca, Sua forma mais comum de apresentação é em "surtos" ( período de agravamento dos sintomas ) e "remissões" período de estabilização da doença. Não é uma doença contagiosa, nem hereditária. Sintomas Sintomas iniciais costumam ser fraqueza, formigamento e dormência em uma membro (braço ou perna); paraparesia espástica (lesão dos motoneurônio superior); neurite retrobulbar levando a diminuição da acuidade visual e até ambliopia ( cegueira temporária); diplopia por paresia do músculo. reto medial unilateral (estrabismo divergente) ;desequilíbrio, distúrbio esfincteriano (incontinência fecal/urinária). Os sintomas tendem a desaparecer em poucos dias ou semanas. Seus sinais e sintomas podem se confundir com neurose, neurite periférica ou lesões medulares Fraqueza muscular em uma ou mais extremidades; dificuldade para andar; rigidez muscular Sensação de formigamento e/ou adormecimento em partes do corpo; alteração de sensibilidade; dores articulares. Alteração de equilíbrio e coordenação motora; tremores; alteração de fala e deglutição. Neurite óptica que pode causar visão dupla, turvação visual, dor ocular e perda de acuidade visual uni ou bilateral. Perda de audição; zumbidos e vertigens Incontinência ou retenção urinária e/ou fecal; impotência sexual. Fadiga intensa- depressão.

36 Exame físico Mental: Apatia, falta de julgamento, desatenção, euforia, choro súbito Olhos: Atrofia do nervo óptico, oftalmoplegia com diplopia ( pares III, IV, VI), papila óptica congesta. Motor: Sinal de Babinski positivo e clono, hiperrreflexia dos reflexos profundos. Reflexos superficiais abdominais estão diminuídos. Ataxia, espasticidade. Tremor de intenção cerebelar, hemiplegia.Tríade de Charcot - Fala escandida, tremor de intenção e nistagmo. É um sinal de doença avançada no cerebelo. Sensorial: Parestesias de mãos e pés, hemianestesia. Sinal de Lhérmitte: flete os pescoço do paciente com força e ele sente um choque na medula. Tipos Forma benigna: exacerbações leves e infreqüentes; Forma Recorrente – Remitente: 70% exacerbações mais freqüentes e recuperação incompleta; Relapsante-remitente : Os sintomas agudos se repetem com intervalo de meses ou anos e desaparecem sem deixas seqüelas, ou deixam seqüelas pequenas.Esse quadros agudos podem ser precipitados por infecção, trauma, 2-3 meses pos-gravidez; Forma progressiva secundária : Semelhante ao descrito acima, porém em cada agudização há uma piora da doença, deixando seqüelas importantes como a cegueira, ataxia dos membros, espasticidade, fraqueza, nistagmo, disartria e síndrome piramidal. A doença não ocorre em surtos agudos e nem recorre. Há uma progressão contínua que vai se agravando com os anos. Forma progressiva primária : Forma secundária Progressiva: inicia como a Recorrente e passa a evoluir com piora progressiva Forma maligna: início agudo com progressão rápida e sem remissões, evoluindo para óbito em poucas semanas, é raro. Tratamento Não há como impedir a progressão da doença. O que é possível fazer é acelerar a recuperação durante a fase aguda inicial ou relaxante. Não há tratamento específico. O tratamento é sintomático e com o objetivo de se manter o paciente ativo e na melhor condição física possível, e prevenir complicações pôr infecções urinária, ulceras de decúbito e contrações deformantes. Assistência de Enfermagem Manter sempre alerta para alterações por mais simples que sejam e manter o paciente mais próximo do padrão de normalidade. Prevenir escaras, deformidades, etc.

37 ESCLEROSE MÚLTIPLA - CARACTERISTICAS doença desmielinizante - leva à destruição da bainha de mielina que recobre e isola as fibras nervosas do Sistema Nervoso Central (principalmente o cérebro, o nervo óptico e a medula espinhal). As primeiras manifestações geralmente ocorrem entre 1 5 e 45 anos; é mais comum nas mulheres e nos indivíduos de raça branca, Sua forma mais comum de apresentação é em "surtos" ( período de agravamento dos sintomas ) e "remissões" período de estabilização da doença. Não é uma doença contagiosa, nem hereditária.

38 ESCLEROSE MÚLTIPLA - SINTOMAS Sintomas iniciais costumam ser: fraqueza, formigamento e dormência em uma membro (braço ou perna); paraparesia espástica (lesão dos motoneurônio superior); neurite retrobulbar levando a diminuição da acuidade visual e até ambliopia ( cegueira temporária); diplopia por paresia do músculo. reto medial unilateral (estrabismo divergente) ;desequilíbrio, distúrbio esfincteriano (incontinência fecal/urinária).

39 ESCLEROSE MÚLTIPLA - SINTOMAS Os sintomas tendem a desaparecer em poucos dias ou semanas. Seus sinais e sintomas podem se confundir com neurose, neurite periférica ou lesões medulares Fraqueza muscular em uma ou mais extremidades; dificuldade para andar; rigidez muscular Sensação de formigamento e/ou adormecimento em partes do corpo; alteração de sensibilidade; dores articulares. Alteração de equilíbrio e coordenação motora; tremores; alteração de fala e deglutição. Neurite óptica que pode causar visão dupla, turvação visual, dor ocular e perda de acuidade visual uni ou bilateral. Perda de audição; zumbidos e vertigens Incontinência ou retenção urinária e/ou fecal; impotência sexual. Fadiga intensa- depressão.

40 ESCLEROSE MÚLTIPLA - EXAME FISICO Mental: Apatia, falta de julgamento, desatenção, euforia, choro súbito Olhos: Atrofia do nervo óptico. Motor: Sinal de Babinski positivo; Reflexos superficiais abdominais estão diminuídos. Sensorial: Parestesias de mãos e pés, hemianestesia. Sinal de Lhérmitte: flete os pescoço do paciente com força e ele sente um choque na medula.

41 ESCLEROSE MÚLTIPLA - TIPOS Forma benigna: exacerbações leves e infreqüentes; Forma Recorrente – Remitente: 70% exacerbações mais freqüentes e recuperação incompleta; Relapsante-remitente : Os sintomas agudos se repetem com intervalo de meses ou anos e desaparecem sem deixas seqüelas, ou deixam seqüelas pequenas.Esse quadros agudos podem ser precipitados por infecção, trauma, 2-3 meses pos- gravidez; Forma maligna: início agudo com progressão rápida e sem remissões, evoluindo para óbito em poucas semanas, é raro.

42 ESCLEROSE MÚLTIPLA - TRATAMENTO Não há como impedir a progressão da doença. O que é possível fazer é acelerar a recuperação durante a fase aguda inicial ou relaxante. Não há tratamento específico. O tratamento é sintomático e com o objetivo de se manter o paciente ativo e na melhor condição física possível, e prevenir complicações pôr infecções urinária, ulceras de decúbito e contrações deformantes.

43 ESCLEROSE MÚLTIPLA - ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM Manter sempre alerta para alterações por mais simples que sejam e manter o paciente mais próximo do padrão de normalidade. Prevenir escaras, deformidades, etc.

44 Esclerose lateral amiotrófica - ELA - É uma doença neurológica progressiva, caracterizada pela degeneraçãodegeneração Trata-se de uma doença que ataca o sistema nervoso, até o momento irreversível que degrada as funções básicas do ser humano a medida que avança. A pessoa sente dificuldades de se locomover, comer, falar; perde habilidade dos movimentos, inclusive das próprias mãos, não consegue ficar de pé por muito tempo pois afeta toda a musculatura. Geralmente atinge pessoas mais velhas, mas há casos de pessoas que apresentaram a doença na faixa dos 20 anos de idade

45 Esclerose lateral amiotrófica – ELA - CAUSAS Até o momento, não se conhece a causa específica desta doença. Existe sim, a possibilidade de causas multifatoriais onde estariam envolvidos: componente genético, idade algumas substâncias do meio ambiente. Parece que a falta de uma proteína denominada parvalbumina é a chave essencial para este processo de morte celular.

46 Esclerose lateral amiotrófica – ELA - DIAGNOSTICO Atualmente, levam-se de 10 a 11 meses, do primeiro sintoma à confirmação do diagnóstico. A falta de conhecimento faz com que o paciente procure primeiro um ortopedista. Para se ter uma idéia, nesse espaço de tempo (de 10 a 11 meses) o paciente passa, em média, por 4 médicos; dois deles, ortopedistas

47 Esclerose lateral amiotrófica – ELA – SINAIS E SINTOMAS O principal sintoma é a fraqueza muscular e quando é progressiva pode levar a deterioração dos músculos (amiotrófica), começando nas extremidades, usualmente em um lado do corpo (lateral) Geralmente, a ELA começa pelos membros superiores; eventualmente, pelos membros inferiores

48 Esclerose lateral amiotrófica – ELA – SINAIS E SINTOMAS Também podem surgir outros sintomas: fasciculação (tremor do músculo), reflexos exaltados, atrofia, espasticidade e diminuição da sensibilidade. cãibra. Na sua forma mais agressiva ocorre a paralisia bulbar progressiva (ataca a língua e a glote). Com isso, o paciente deixa de mastigar e falar, passando a diminuir rapidamente de peso.

49 Esclerose lateral amiotrófica – ELA – FATORES DE RISCO Os fatores de risco, com efeito cumulativo (quanto mais características, maior a probabilidade) são: pertencer ao sexo masculino, desempenhar atividade física intensa, ter sofrido algum tipo de trauma mecânico, ter sido vítima de choque elétrico

50 DoençadeParkinson

51 Parkinson - conceito Distúrbio neurológico progressivo afetando os centros cerebrais, responsáveis pelo controle e regulação dos movimentos. Está sendo estudada amais de 150 anos e sua causa ainda é desconhecida.

52 Parkinson - característica Caracterizado por bradicinesia (lentidão dos movimentos), tremor e contração ou rigidez muscular. Ocorre a partir do desequilíbrio entre as substâncias neurotranmissoras dopamina (necessita ser produzida ininterruptamente, para o bom funcionamento do equilíbrio e coordenação) e acetilcolina ( que passa a ser produzida em maior quantidade) O fator genético e pouco provável mas alguns fatores podem desencadear os sintomas como:

53 Parkinson - causa Uso exagerado e contínuo de medicamentos; Trauma craniano repetitivo (lutadores de boxe); Isquemia cerebral (reduz a produção de dopamina); freqüentar ambientes tóxicos.

54 Parkinson - fisiopatologia Perda dos neurônios pigmentados, (substância negra); O fluxo sangüíneo é reduzido e há uma alta prevalência de demência; Causa é desconhecida; Mais comum em pessoas na Sexta década de vida.

55 Parkinson - manifestação Clinica Estagio inicial Perturbação dos movimentos com alterações do talhe da escrita, perda da agilidade motora; fraqueza muscular, lentidão para caminhar, vestir; dores reumáticas. No inicio da doença o tremor se dá em uma das mãos e braço, a seguir acomete a outro e, mais tarde na cabeça. O tremor pode persistir unilateral.

56 Parkinson - manifestação Clinica Estágio intermediário bradicineia (movimento lentos ), rigidez muscular, tremor em repouso, debilidade muscular e perda dos reflexos posturais), e hipersecreção sebácea; Freqüentemente apresentam sinais de depressão; Dificuldade de iniciar, de manter e executar atividades motoras; Perda dos reflexos posturais, onde a cabeça pode ficar inclinada para frente

57 Parkinson - manifestação Clinica Estágio final Perda total dos movimentos musculares Manifestações mentais podem surgir na forma de déficit cognitivo, de percepção e de memória. Mas passa por todos os estágios extremamente lúcidos. Morte pôr asfixia

58 Parkinson - Tratamento Não existe cura, apenas controle e medicação, que é de alto custo Facilitar a transmissão da dopamina Intervenção cirúrgica pode proporcionar um certo alívio, sem alterar a evolução da doença nem assegurar melhora permanente.

59 Parkinson - Cuidado de Enfermagem Devem incluir a melhora da mobilidade Avaliar o modo como a doença afetou as atividades e capacidade funcional do paciente; Observar as alterações da função : Dificuldade de mobilidade física; Deficiência de auto-cuidado (comer, beber, vestir, higiene);...

60 Parkinson - Cuidado de Enfermagem Constipação intestinal, devido à medicação e à redução de atividade; Alteração nutricional; Distúrbio da comunicação verbal; Distúrbios do sono, déficit de conhecimento, alteração do processamento de idéias.

61 Demênciassenis

62 Demências senis – descoberta As demências, antigamente classificadas como senis e pré-senis, começaram a ser efetivamente estudadas no século XIX. Somente no século XVI - Shakespeare( ), em 'Rei Lear' cita e diferencia a Loucura Comum da Senil.

63 Demências senis - conceito palavra de origem latina ( dementia ), é definida como : qualquer deterioração mental (Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa). termo genérico, definida a partir da deterioração das habilidades intelectuais adquiridas, comprometimento da memória, da orientação, do pensamento abstrato e de alterações do comportamento.

64 Demências senis - causas A doença de Alzheimer é responsável por cerca de 50% de todas demências: 15 a 20% são devidas a multi-infartos cerebrais, relacionados com a aterosclerose; 20% são mistas; 10 a 20% são demências tratáveis (potencialmente reversíveis); e o restante são devidas a causas raras.

65 Demências senis - conceito Demência não é somente um tipo de doença, de patologia. Ela é considerada uma síndrome. O que é uma síndrome? Síndrome é um grupo de sinais físicos (sinais em nosso corpo) e sintomas que a pessoa apresenta, sendo comum em várias doenças diferentes.

66 Demências senis – características Esquecimento ou problemas com a memória. Problemas de comportamento (agitação, insônia, choro fácil, comportamentos inadequados.). Perda das habilidades adquiridas pela vida (dirigir, vestir a roupa, gerenciar vida financeira, cozinhar, perder-se na rua...).

67 Demências senis – Demências Irreversíveis 80 a 90% do geral – 70% são devidas à doença de Alzheimer, 10% às demências multi-infarto, 10% mistas, 5% relacionadas à doença de Parkinson 5% pelas demências pouco usuais como: doença de Creutzfeldt-Jakob, alcoolismo doença de Pick, doença de Huntington, Kuru, demência pugilística, leucoencefalopatia multifocal progressiva, doença de Gertmann- Sträussler-Scheinker etc. O alcoolismo provavelmente não seja tão raro e sim subnotificado nos relatórios.

68 Demências senis – Demências Reversíveis – Tratáveis representarem 10 a 20 % de todas as demências e são potencialmente reversíveis ou no mínimo passíveis de serem tratadas. O importante é o diagnostico e tratamento precoce, à medida que o tempo passa, o potencial de recuperação diminui e acabam por se tornarem irreversíveis. Não são raros os casos de demências potencialmente reversíveis determinem a institucionalização de pacientes que poderiam ter sua saúde mental recuperada.

69 Demências senis – causas principais D ROGAS E MOCIONAIS M ETABÓLICAS E NDÓCRINAS N UTRICIONAIS C ÁRDIO-VASCULARES I NFECCIOSAS A TEROSCLEROSE S ENSORIAIS...

70 Demências senis – causas principais Outra Causas Estados de estresse ambiental isolamento, hospitalização, dor, grandes cirurgias, intoxicação química por arsênico, chumbo ou mercúrio, monóxido de carbono, hipotermia, hipóxia, carcinomatose, anemia, alcoolismo, tumores cerebrais e hidrocefalia de pressão normal

71 Demências senis – Classificação das demências Tipos de Evolução Evolução Episódica - o estado da doença começa e termina repentinamente. Ex.: epilepsia, perturbações pré-mentruais, estados delirantes, etc. Evolução da fase - o paciente mergulha brandamente na perturbação, permanece algum tempo nela e volta progressivamente ao estado normal. Ex. depressão, P.M.D. e mania, etc....

72 Demências senis – Classificação das demências Evolução do processo - o paciente se desintrega sem possibilidade de cura. Ex. esquizofrenia, tumor cerebral, etc. Surto Irreversível - o paciente entra de repente na perturbação, cai num nível inferior de vida e nunca mais sai daí. Ex. fratura craniana acompanhada de grave lesão cerebral, etc. Tipos de reação - a doença aparece lentamente, permanece durante muito tempo e volta vagarosamente ao estado normal. Ex. estado psiquicamente anormal, em conseqüência de sofrimento corporal

73 Demências senis – Classificação das demências de acordo com a idade Primeiro período - a doença se manifesta pela primeira vez entre os 30anos. Ex. esquizofrenia, PMD, etc. Segundo período - a doença se manifesta entre 45 e 55 anos. Ex. demência paranóia, psicose climatérica, etc. Terceiro período - inicia-se depois dos 60 anos. Ex. demência senil.

74 Demências senis – Cuidados de enfermagem O paciente já tem atrás de si uma história de doença longa, dura e triste. Não podemos julgá-los pelo seu estado atual antes que tenhamos obtido uma visão global de todo curso da doença Além da longa duração, o paciente tem, igualmente, atrás de si, um ser humana normal. Não podemos considerá-lo apenas como perturbado, por mais anormal que se apresenta

75 Demências senis – Cuidados de enfermagem O paciente tem família e amigos, cada qual com sua opinião sobre a doença, e todos influenciam pelo seu juízo. Não conseguimos conhecer o cliente sem antes conhecer seus laços; O próprio cliente pode ter sua idéia sobre seu estado. Neste caso o cliente carrega dois fardos: O da doença e da sua idéia desfavorável sobre a mesma; A cura acelerada de uma perturbação psiquiátrica pertence ao mundo das exceções;

76 Demências senis – Cuidados de enfermagem Nem sempre o quadro mórbido é totalmente determinado pela doença no estado atual, outros fatores podem co- determinar o quadro. É importante que não se interrogue segundo determinado esquema. A conversa inicial deve ser o mais natural possível, e deve-se prestar mais atenção ao paciente do que ao seu esquema interrogatório.

77 OSTEOPOROSE

78 OSTEOPOROSE - conceito doença ósseo-metabólica, afetando pelo menos 30% de todas as mulheres na pós- menopausa. associada à diminuição da massa óssea, é a principal responsável pela alta incidência de fraturas em mulheres nessa fase (pós- menopausa) idosos de ambos os sexos, e é responsável por 1,3 milhões de fraturas por ano nos Estados Unidos,

79 OSTEOPOROSE - conceito a ausência do hormônio feminino faz com que os ossos percam cálcio e fiquem porosos como uma esponja, expõe a mulher a riscos maiores de fraturas tanto por quedas como espontâneas. Os locais mais comuns são a coluna, o colo do fêmur, e o pulso.

80 OSTEOPOROSE - Causas da Osteoporose precoce remoção cirúrgica dos ovários ou disfunção ovariana, decorrentes de exercícios excessivos anorexia

81 OSTEOPOROSE - Fatores de Risco para a Osteoporose história familiar de fratura; fumo; mais de duas doses de bebida alcoólica por dia; baixo peso e baixa estatura com ossatura delicada; sedentarismo; idade avançada; uso contínuo de certos medicamentos como: corticoesteróides, anticonvulsivantes,ou metotrexate ; ingestão inadequada de cálcio; ser da raça branca ou asiática.

82 OSTEOPOROSE - Conseqüências e estimativas as vértebras afetadas pela osteoporose podem perder altura, deformando a curvatura da coluna, e provocando intensas dores nas costas; 10% das mulheres afro-americanas com mais de 50 anos têm osteoporose 40% das mulheres terão pelo menos uma fratura vertebral até os 80 anos ; 15% das mulheres brancas terão uma fratura de quadril ao longo da vida 15% das mulheres brancas terão uma fratura de punho aos 50 anos ou mais ;

83 OSTEOPOROSE - Fatores de Risco para a Osteoporose 15% das mulheres brancas terão uma fratura de punho aos 50 anos ou mais ; Esta ocorrendo em todo o mundo um aumento da incidência da osteoporose que parece ser proporcional ao envelhecimento da população e ao aumento da esperança de vida. O elevado custo do tratamento muitos esforços tem sido concentrados para evitar e/ou diminuir estes problemas para o paciente e para a população em geral.

84 OSTEOPOROSE - Fatores de Risco para a Osteoporose Neste contexto atitudes devem ser adotadas por todos como: educação e prevenção da doença ( alimentação e exercícios) diagnostico e tratamento precoce

85 OSTEOPOROSE - Sintomas Sintomas da osteoporose aparecem somente no caso de uma fratura. É importante notar-se que a perda óssea em si não causa dor ou outros sintomas; dor nas costas, por exemplo, só é atribuída a uma baixa massa óssea, quando ocorre uma fratura.

86 OSTEOPOROSE - Tipos de Osteoporose A osteoporose pode ser classificada quanto à faixa etária dos afetados em adulta e pediátrica forma adulta pode ser classificada em primária (idiopática) ou secundária e, raramente causa diminuição significativa da expectativa da vida..

87 OSTEOPOROSE - Tipos de Osteoporose - forma adulta Hereditariedade na forma adulta é herdada com um "caráter autossômico dominante", o que quer dizer que pode ser passada de geração para geração e os filhos podem herdar a doença, mesmo que apenas um dos pais seja afetado. Existe 50% de chance que os filhos de pessoas com osteoporose adulta venham a desenvolver a doença no futuro.

88 OSTEOPOROSE - Tipos de Osteoporose - forma adulta Complicações na forma adulta fraturas compressão dos nervos cranianos ou os nervos que pertencem à cabeça. Essas complicações podem causar cegueira, definhamento e paralisia dos nervos

89 OSTEOPOROSE - Tipos de Osteoporose - forma INFANTIL A osteoporose pode também ser considerada uma doença pediátrica que se manifesta na terceira idade. Os maiores aumentos da massa óssea ocorrem nos dois primeiros anos de vida e na adolescência. A osteoporose, e atrasos ou defeitos na formação óssea podem ocorrer na infância e adolescência, o que torna importante a prevenção da doença também nessa faixa etária.

90 OSTEOPOROSE - Prevenção da Osteoporose Quando a mulher se aproxima dos cinqüenta anos a produção de estrógeno diminui e a ovulação é interrompida. A reposição hormonal é a melhor forma de interromper a perda de massa óssea e prevenir a osteoporose da pós-menopausa. Realizar o exame que pode ser feito para medir o nível de perda da massa óssea é chamado de densitometria óssea e é indicado para as pessoas que apresentam pelo menos dois fatores de risco para o desenvolvimento da doença.

91 OSTEOPOROSE - Prevenção da Osteoporose Atividades físicas também é uma forma de prevenção. Os exercícios físicos devem ser realizados de forma regular três vezes por semana. O melhor é caminhar, correr dançar, jogar tênis, ou praticar esporte coletivo como futebol, voleibol, basquetebol. Para pessoas mais idosas o indicado é caminhar aproximadamente 40 minutos de preferência todos os dias, respeitando sempre os limites de cada um e o conselho do seu médico. Outro fator que auxilia no tratamento e na prevenção é a ingestão de alimentos com grandes quantidades de cálcio.

92 OSTEOPOROSE - Prevenção da Osteoporose Algumas das melhores fontes de cálcio são o leite e seus derivados, porém recomenda-se consumo moderado de laticínios devido a sua grande quantidade de gordura. Deve-se dar preferência aos desnatados que possuem o mesmo teor de cálcio dos integrais.

93 Noções de farmacologia aplicada em geriatria

94 Quando envelhecemos há um declínio gradual e insidioso do funcionamento de todos os sistemas do nosso corpo. Este declínio não segue um padrão linear, pois depende de cada indivíduo e de suas respostas frente aos fatores ambientais. O idoso é vitima do surgimento de inúmeras doenças, aumentando assim a incidência das afecções agudas, elevando assim uma aumento no consumo de medicamentos.

95 Noções de farmacologia aplicada em geriatria PESQUISA NO Estado de São Paulo nos mostra que: 76% dos idosos pesquisados fazem uso rotineiro de pelo menos um agente farmacológico e 11% consomem regularmente quatro deles, sendo que as mulheres são as maiores consumidoras. Neste estudo foi possível revelar que: 80% dos idosos são portadores de pelo menos uma doença crônica e 10% apresentam pelo menos cinco delas.

96 Noções de farmacologia aplicada em geriatria podemos afirmar que o uso de farmacológicos esta no cotidiano dos idosos e isso nos preocupa, pois o uso incorreto de medicamento pode levar a conseqüências grave.

97 Noções de farmacologia aplicada em geriatria Polifarmacia É o termo usado para descrever situação em que vários medicamentos são prescritos simultaneamente. pode ser explicada pelo numero de doenças crônicas que acometem o idoso elevando assim a incidência de sintomas e das consultas com vários especialistas.

98 Noções de farmacologia aplicada em geriatria Reações adversas e Interações medicamentosas A administração de medicamento em qualquer fase da vida pode gerar reações indesejadas; estes efeitos indesejados aumenta proporcionalmente com a idade, sendo que nos indivíduos de 40 a 50 anos representa 10% e nos mais de 80 anos representam 25%.

99 Noções de farmacologia aplicada em geriatria Reações adversas-indesejáveis As Reações adversas-indesejáveis podem ser devido a: Excesso de medicamento Duração do tratamento Déficit de informação( doença e medicamento) Distúrbio cardiovasculares, hepáticos e renais Complexidade do regime terapêutico Interações medicamentosa ( uma prejudica a ação da outra)

100 Noções de farmacologia aplicada em geriatria Interação medicamentosa A Interação medicamentosa é um fator que afeta o resultado terapêutico e que muitas vezes pode ser prevenida com: Ajuste da dose Intervalo de 1-2h entre as doses ministradas Monitorização cuidadosa do paciente No dia-a-dia percebemos que esta ficando habitual a prescrição de medicamentos para combater os efeitos colaterais

101 Noções de farmacologia aplicada em geriatria Diagnostico das complicações medicamentosas O diagnostico da complicações medicamentosa é difícil, pois os sintomas são às vezes inespecíficos, na duvida a melhor conduta e a suspensão do medicamento - deverá ser feito mediante orientação médica.

102 Noções de farmacologia aplicada em geriatria O importante é que o profissional que esteja assistindo ao idoso aprenda a lidar com as limitações decorrentes da senescência, e: Auxilie na educação e orientar dos cuidador Adote esquemas terapêuticos simples Maximizar a eficácia terapêutica Minimizar os efeitos adversos

103 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA

104 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA O termo iatrogenia vem do grego e refere-se a qualquer alteração patológica provocada no paciente pela má prática médica. Infelizmente, o risco de sua ocorrência convive constantemente no manuseio das doenças principalmente as cardíacas. O Dicionário nos diz que iatrogenia é qualquer alteração patológica provocada no paciente por um procedimento médico errôneo ou inadvertido, isto é, feito sem reflexão.

105 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA Esta definição exclui efeitos maléficos resultantes de ações médicas consideradas corretas como por exemplo: administrar Dipirona a uma pessoa com febre ou dor. A iatrogenia é freqüente em pacientes idosos hospitalizados, podendo determinar manifestações graves e mesmo fatais. QUANDO OCORRE As iatrogenias ocorrem em todas as fases do ato médico, desde a relação com o paciente, passando pelo diagnóstico, tratamento, até a prevenção das doenças

106 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA TIPOS DE IATROGENIAS iatrogenia de ação, ou decorrente da ação médica A iatrogenia de ação médica ( outros profissionais tb) ocorre em sua relação com o paciente, nos riscos gerados pelos fármacos, procedimentos, cirurgias na má interpretação de informações clínicas e dos exames subsidiários. iatrogenia de omissão, relacionada à falta de ação do médico ( outros profissionais tb). A omissão ocorre, geralmente, pela má avaliação do risco da ação.

107 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA Eventualmente, o médico não age pelo temor dos efeitos colaterais dos procedimentos, até mesmo pelo risco de morte. Nesta situação o que se faz é deixar a doença evoluir naturalmente sob tratamento mais conservador e supostamente de menor risco. Exemplificamos com as seguintes situações: 1

108 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA 1)paciente com diagnóstico de endocardite infecciosa, recebendo antibioticoterapia apropriada, evoluindo com piora clínica. É evidenciado abscesso de anel e envolvimento do seio de Valsalva. No entanto, é mantida a terapêutica inicial e não se indica cirurgia, vindo o paciente a falecer; Outro....

109 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA 2) paciente de 76 anos, com quadro de infarto agudo do miocárdio. O médico que o assiste no serviço de emergência deixa de empregar o trombolítico que dispõe, por achar equivocadamente, a idade do paciente fator de impedimento, primeiro pelo o risco cirúrgico, segundo, pelo risco de sangramento em idoso, gerando assim omissão por falta de conhecimento das evidências de benefícios dos procedimento contra o risco da indicação da ação.

110 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA O PROFISSIONAL deve ter como objetivo na sua rotina de trabalho, além do adequado atendimento ao seu paciente, a prevenção das doença iatrogênicas. DEVE estar alerta quanto aos efeitos indesejáveis dos medicamentos, às complicações dos métodos diagnósticos e dos procedimentos terapêuticos e profiláticos e sua relação com o paciente. ESTAR Atentar para a história clínica e aos sinais obtidos pelo exame físico executado com técnica adequada.

111 O IDOSO E OS RISCOS DE IATROGENIA INTERPRETAR corretamente os exames subsidiários à luz dos dados clínicos, avaliar funcionalmente o paciente e, sempre que possível, seguir as normas das sociedades médicas credenciadas e, sobretudo, dedicar-se integralmente ao ato médico, impedindo desvios de atenção. Por fim, considerar a omissão tão danosa quanto a ação mal indicada.


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