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Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde 2007 Luiz Carlos da Fonseca e Silva ANVISA/GGTES/GINFS.

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1 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde 2007 Luiz Carlos da Fonseca e Silva ANVISA/GGTES/GINFS

2 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Geração de Resíduos Urbanos – 1 kg/hab/dia Urbanos – 1 kg/hab/dia RSS 1 a 3 % dos RSU RSS 1 a 3 % dos RSU

3 Agência Nacional de Vigilância Sanitária * 100 para 149 mil ton/lixo.dia - 49% * 146 para 170 milhões de habitantes - 16,43% Crescimento da Coleta de Lixo na Última Década Fonte: IBGE 1989/2000

4 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Distribuição da Geração dos Resíduos Sólidos * 525 municípios (10%) com mais de 50 mil habitantes geram 80% do total do lixo coletado Fonte: IBGE/2000

5 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Maior a Cidade, Maior a Geração Per Capita * Cidade com menos de 200 mil habitantes 580 a 790 g/hab.dia * Cidade com mais de 200 mil habitantes 900 a g/hab.dia Fonte: IBGE 2000

6 Agência Nacional de Vigilância Sanitária 47,8 % não têm coleta de esgoto 47,8 % não têm coleta de esgoto 32,0 % possuem apenas coleta 32,0 % possuem apenas coleta 20,2 % possuem coleta e tratamento 20,2 % possuem coleta e tratamento 79,8 % lançam o esgoto diretamente em cursos dágua 79,8 % lançam o esgoto diretamente em cursos dágua 33,5 % dos domicílios atendidos por rede esgoto 33,5 % dos domicílios atendidos por rede esgoto 5507 Municípios – Saneamento Básico PNSB SANEAMENTO AMBIENTAL situação atual

7 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Manaus - AM Barra da Tijuca - RJ

8 Agência Nacional de Vigilância Sanitária 12,6 % possuem aterro sanitário 12,6 % possuem aterro sanitário 59,0 % depositam a céu aberto 59,0 % depositam a céu aberto 16,8 % aterramento controlado 16,8 % aterramento controlado 0,6 % vazadouros em áreas alagadas 0,6 % vazadouros em áreas alagadas 2,6 % aterros de resíduos especiais 2,6 % aterros de resíduos especiais 21,0 % domicílios sem acesso a coleta 21,0 % domicílios sem acesso a coleta 149 mil ton/dia (80% domésticos e comerciais) 149 mil ton/dia (80% domésticos e comerciais) RSS 1% RSU ( 10 % risco potencial) RSS 1% RSU ( 10 % risco potencial) 8,2 % com coleta seletiva 8,2 % com coleta seletiva situação atual Saneamento Ambiental 5507 Municípios – Saneamento Básico PNSB

9 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

10 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

11 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

12 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

13 Agência Nacional de Vigilância Sanitária SERVIÇOS DE SAÚDE São aqueles que realizam atividades relacionadas com o atendimento à saúde humana ou animal; necrotérios, funerárias e serviços onde se realizem atividades de embalsamamento; serviços de medicina legal; drogarias e farmácias inclusive as de manipulação; estabelecimentos de ensino e pesquisa na área de saúde; centros de controle de zoonoses; distribuidores de produtos farmacêuticos, importadores, distribuidores e produtores de materiais e controles para diagnóstico in vitro; unidades móveis de atendimento à saúde; serviços de acupuntura; serviços de tatuagem, dentre outros similares.

14 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Resíduos de Serviços de Saúde - RSS Os resíduos de serviços de saúde são os resíduos gerados em estabelecimento caracterizado como Serviço de Saúde ou naquele que, embora de interesse à saúde, não tenha suas atividades vinculadas diretamente à prestação de assistência à saúde humana ou animal.

15 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Resíduos de Serviços de Saúde - RSS Equivalem em média a 1 % da geração de resíduos urbanos, dependendo da complexidade do atendimento, podendo chegar, de acordo com a OMS, a 3% geração

16 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Resíduos de Serviços de Saúde - RSS Do volume gerado: 80% - podem ser equiparados aos resíduos domiciliares; 15% - patológico e potencialmente infectantes; 1% - perfuro cortantes; 3% - químicos e farmacêuticos; 1% - diversos – radioativo, citostático, Hg, baterias. Geração – fonte OMS

17 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Regulamentar por que ?

18 Agência Nacional de Vigilância Sanitária A Constituição

19 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Art. 23 – É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer das suas formas VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer das suas formas: Art. 23 – É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer das suas formas VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer das suas formas:

20 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Art. 24 – Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: VIII – responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos..... § 1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais § 2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados § 3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades § 4º A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário. Art. 24 – Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: VIII – responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos..... § 1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais § 2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados § 3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades § 4º A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.

21 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Art. 30 – Constituição Federal 1988 Compete aos Municípios: V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, que tem caráter essencial VIII – promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano. Art. 30 – Constituição Federal 1988 Compete aos Municípios: V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, que tem caráter essencial VIII – promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano.

22 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Art. 225 – Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. § 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público: IV – exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade; V – controlar a produção, a comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente; § 3º As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados

23 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Organização Internacional do Trabalho Convenção 170 : segurança na utilização de produtos químicos no trabalho. produtos químicos classificados e etiquetados produtos químicos classificados e etiquetados FISPQ disponível para o trabalhador FISPQ disponível para o trabalhador Controle de exposição Controle de exposição Prevenção poluição Prevenção poluição Proteção dos trabalhadores Proteção dos trabalhadores Capacitação Capacitação Descarte seguro Descarte seguro Decreto 2657/98

24 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente ECO – 92 ECO – 92 AGENDA 21 : impedir, tanto quanto possível, e reduzir, ao mínimo, a geração de materiais residuais perigosos, e submeter estes materiais residuais a um manejo que impeça danos ao meio ambiente.

25 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Convenção Internacional da Basiléia Redução de movimento transfronteiriço de resíduos perigosos Redução de movimento transfronteiriço de resíduos perigosos Minimização de geração de resíduos perigosos Minimização de geração de resíduos perigosos Manejo seguro e descarte o mais próximo possível da fonte de geração Manejo seguro e descarte o mais próximo possível da fonte de geração

26 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Art 2º Quem, de qualquer forma, concorre para a prática dos crimes previstas nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la. Art 2º Quem, de qualquer forma, concorre para a prática dos crimes previstas nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la. Art 3º As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente conforme o disposto nesta Lei, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade. Art 3º As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente conforme o disposto nesta Lei, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade. Parágrafo único. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, co-autoras ou partícipes do mesmo fato. Parágrafo único. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, co-autoras ou partícipes do mesmo fato – Lei 9605 – Crimes Ambientais

27 Agência Nacional de Vigilância Sanitária SEçãO III SEçãO III Da Poluição e outros Crimes Ambientais Da Poluição e outros Crimes Ambientais Art 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora: Art 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora:

28 Agência Nacional de Vigilância Sanitária § 2º Se o crime: § 2º Se o crime: I - ….; I - ….; II - causar poluição atmosférica que provoque a retirada, ainda que momentânea, dos habitantes das áreas afetadas, ou que cause danos diretos à saúde da população; II - causar poluição atmosférica que provoque a retirada, ainda que momentânea, dos habitantes das áreas afetadas, ou que cause danos diretos à saúde da população; III - causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento público de água de uma comunidade; III - causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento público de água de uma comunidade; IV - …………………; IV - …………………; V - ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos V - ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos:

29 Agência Nacional de Vigilância Sanitária C O N A M A Ministério do Meio Ambiente

30 Agência Nacional de Vigilância Sanitária – CONAMA 6 – desobriga incineração CONAMA CONAMA CONAMA 358 Resoluções

31 Agência Nacional de Vigilância Sanitária A N V I S A Ministério da Saúde

32 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999 Autarquia sob regime especial Autarquia sob regime especial Independência administrativa Independência administrativa Estabilidade dos dirigentes Estabilidade dos dirigentes Autonomia financeira. Autonomia financeira.

33 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Sem prejuízo do disposto no § anterior, submetem-se ao regime de vigilância sanitária as instalações físicas, equipamentos, tecnologias, ambientes e procedimentos envolvidos em todas as fases dos processos de produção dos bens e produtos submetidos ao controle e fiscalização sanitária, incluindo a destinação dos respectivos resíduos. Lei 9782/99, Cap. II, Artº 8, § 3º legitimidade

34 Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Organismos Internacionais Vigilância Sanitária Estadual e Municipal Ensino e Pesquisa Governo Federal PROCON Ensino e Pesquisa Governo Federal PROCON INMETRO ONA INCQS CNEN INMETRO ONA INCQS CNEN REBLAS LACEN HEMOREDE Hospitais Sentinelas REBLAS LACEN HEMOREDE Hospitais Sentinelas Setor Regulado Setor Regulado

35 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Objetivo da Regulamentação

36 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Usuário Trabalhador Meio Ambiente Gerenciamento de Risco

37 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Proteger saúde humana e qualidade ambiental Proteger saúde humana e qualidade ambiental Preservar recursos naturais Preservar recursos naturais Incentivar produção mais limpa Incentivar produção mais limpa

38 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Princípios do Gerenciamento Prevenção Precaução Precaução Desenvolvimento sustentável Desenvolvimento sustentável Gerador responsável Gerador responsável Responsabilidade solidária Responsabilidade solidária Responsabilidade sócio- ambiental Responsabilidade sócio- ambiental

39 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PREVENÇÃO Adoção de uma atitude de segurança, conhecidos todos os riscos envolvidos no processo.

40 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PRECAUÇÃO Adoção de uma atitude de segurança, quando existe a certeza de que não são conhecidos todos os riscos envolvidos no processo.

41 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Proposta conjunta estabelecendo diretrizes que conduzam a um gerenciamento seguro dos resíduos, protegendo a saúde e o meio ambiente, revertendo o quadro atual da gestão de resíduos no país. SAÚDE e AMBIENTE

42 Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA – RDC 306/04 CONAMA – RESOLUÇÃO 358/05 ANVISA – RDC 306/04 CONAMA – RESOLUÇÃO 358/05

43 Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESPONSABILIDADESRESPONSABILIDADES

44 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Elaborar PGRSS Designar profissional para elaboração PGRSS Designar responsável pela execução PGRSS Capacitação RH Exigir capacitação e treinamento em terceirizações GERADOR

45 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Requerer licença ambiental de empresas prestadoras de serviço de tratamento de resíduos Requerer aos órgãos públicos responsáveis pela coleta, transporte, tratamento ou disposição final dos RSS, documentação de conformidade com as normas ambientais locais Requerer aos órgãos públicos responsáveis pela coleta, transporte, tratamento ou disposição final dos RSS, documentação de conformidade com as normas ambientais locais

46 Agência Nacional de Vigilância Sanitária VISA Existência de Sistema de coleta e tratamento de esgotos Existência de Sistema de coleta e tratamento de esgotos Tipo de disposição final na localidade Tipo de disposição final na localidade Tipos de tratamento licenciados existentes Tipos de tratamento licenciados existentes Deliberar em conjunto com a área ambiental, as opções a serem aceitas Deliberar em conjunto com a área ambiental, as opções a serem aceitas PGRSS conforme avaliação de risco PGRSS conforme avaliação de risco Baixo risco – Declaração de Isenção ou Modelo Simplificado Risco Moderado e Elevado – PGRSS de acordo com conteúdo mínimo

47 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Analisando os Riscos

48 Agência Nacional de Vigilância Sanitária As invenções do homem, em busca do bem estar e de melhores condições de vida, resultam em grandes benefícios, mas não são raros os efeitos indesejados que os acompanham.

49 Agência Nacional de Vigilância Sanitária RISCO A probabilidade da ocorrência de um evento desfavorável Blaise Pascal, 1654; apud BERNSTEIN, 1997

50 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Prevenir Diminuir Eliminar Riscos à Saúde Riscos à Saúde Intervir Problemas Sanitários

51 Agência Nacional de Vigilância Sanitária RISCO À SAÚDE É a probabilidade da ocorrência de efeitos adversos à saúde relacionada com a exposição humana a agentes físicos, químicos ou biológicos onde, um indivíduo exposto a um determinado agente, apresente doença, agravo ou até mesmo a morte, dentro de um período determinado de tempo ou idade.

52 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Avaliação de Riscos PERIGO DOSE RESPOSTA DOSE RESPOSTA EXPOSIÇÃO EXPOSIÇÃO CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS

53 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PERIGO Via de exposição Via de exposição oral, cutâneo mucosa, inalação oral, cutâneo mucosa, inalação Características Características agudos e crônicos agudos e crônicos tópicos e sistêmicos tópicos e sistêmicos reversíveis e irreversíveis reversíveis e irreversíveis

54 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Efeitos para a saúde Toxicidade Toxicidade aguda aguda por repetição de doses por repetição de doses para a reprodução para a reprodução Irritação, corrosão e sensibilização Irritação, corrosão e sensibilização Carcinogenicidade Carcinogenicidade Mutagenicidade Mutagenicidade

55 Agência Nacional de Vigilância Sanitária RISCO PARA O MEIO AMBIENTE É a probabilidade da ocorrência de efeitos adversos ao meio ambiente, decorrentes da ação de agentes físicos, químicos ou biológicos, causadores de condições ambientais potencialmente perigosas que favoreçam a persistência, disseminação e modificação desses agentes no ambiente É a probabilidade da ocorrência de efeitos adversos ao meio ambiente, decorrentes da ação de agentes físicos, químicos ou biológicos, causadores de condições ambientais potencialmente perigosas que favoreçam a persistência, disseminação e modificação desses agentes no ambiente.

56 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Efeitos para o meio ambiente Contaminação dos recursos hídricos Contaminação dos recursos hídricos Contaminação do solo Contaminação do solo Contaminação do ar Contaminação do ar Contaminação da BIOTA Contaminação da BIOTA

57 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Risco Biológico Risco decorrente da presença de um Agente Biológico (bactérias, fungos, vírus, clamídias, riquétsias, micoplasmas, prions, parasitas, linhagens celulares, outros organismos e toxinas)

58 Agência Nacional de Vigilância Sanitária PRESENÇA DE AGENTE INFECCIOSO (VIRULÊNCIA) PRESENÇA DE AGENTE INFECCIOSO (VIRULÊNCIA) CONCENTRAÇÃO SUFICIENTE PARA CAUSAR INFECÇÃO CONCENTRAÇÃO SUFICIENTE PARA CAUSAR INFECÇÃO (dose de infectividade) (dose de infectividade) HOSPEDEIRO SUSCETÍVEL AO AGENTE HOSPEDEIRO SUSCETÍVEL AO AGENTE PORTA DE ENTRADA ( mucosas, olhos, pele ) PORTA DE ENTRADA ( mucosas, olhos, pele ) MODO DE TRANSMISSÃO AGENTE – HOSPEDEIRO MODO DE TRANSMISSÃO AGENTE – HOSPEDEIRO DIRETA DIRETA PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO ( 1-3 ) PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO ( 1-3 ) MATERIAIS CONTAMINADOS MATERIAIS CONTAMINADOS CADEIA DE INFECÇÃO

59 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Risco Químico Características Características Corrosividade Corrosividade Inflamabilidade Inflamabilidade Reatividade Reatividade Toxicidade Toxicidade

60 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Material Perigoso De acordo com a ABNT NBR De acordo com a ABNT NBR Classe I: Perigosos Classe I: Perigosos Classe II : Não perigosos Classe II : Não perigosos Classe IIA – não inertes (bagaço de cana, restos de madeira) Classe IIA – não inertes (bagaço de cana, restos de madeira) Classe IIB – inertes (quando solubilizados se apresentam em concentrações dentro dos padrões de potabilidade) Classe IIB – inertes (quando solubilizados se apresentam em concentrações dentro dos padrões de potabilidade)

61 Agência Nacional de Vigilância Sanitária É essencial ter conhecimento sobre:É essencial ter conhecimento sobre: Tipo de periculosidade Tipo de periculosidade Vias de exposição Vias de exposição Sintomas e órgãos ativos Sintomas e órgãos ativos Modo de ação Modo de ação Limites de exposição e dose letal Limites de exposição e dose letal Propriedades físicas Propriedades físicas Compatibilidade química Compatibilidade química

62 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Reatividades das substânciasReatividades das substâncias Reatividade com ar ou água: ex. Na(s) Reatividade com ar ou água: ex. Na(s) Explosiva: ex. ác pícrico e peróx. de éteres. Explosiva: ex. ác pícrico e peróx. de éteres. Inflamáveis: ponto de fulgor < T ambiente Inflamáveis: ponto de fulgor < T ambiente Formadora de peróxido: ex. éter etílico. Formadora de peróxido: ex. éter etílico. Oxidantes ou redutora: ex. Cl 2, O 2, geralmente corrosivos. Oxidantes ou redutora: ex. Cl 2, O 2, geralmente corrosivos. Corrosiva: causam alterações irreversíveis nos tecidos vivos, ex. substâncias com pH 12. Corrosiva: causam alterações irreversíveis nos tecidos vivos, ex. substâncias com pH 12.

63 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Reatividades das substânciasReatividades das substâncias Tóxica: asfixiante, irritante, anestésica, alergênica e sensibilizadora, corrosiva, carcinogênica, mutagênica, teratogênica, toxinas hematopoiéticas, neurotoxinas, nefrotoxinas, hepatoxinas, toxinas pulmonares, toxinas ambientais, etc. Tóxica: asfixiante, irritante, anestésica, alergênica e sensibilizadora, corrosiva, carcinogênica, mutagênica, teratogênica, toxinas hematopoiéticas, neurotoxinas, nefrotoxinas, hepatoxinas, toxinas pulmonares, toxinas ambientais, etc. Aguda – CO Aguda – CO Crônica – Metais pesados Crônica – Metais pesados Gases comprimidos Gases comprimidos

64 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Risco Radiológico Radiações ionizantes Radiações ionizantes

65 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Radiações ionizantes RADIAÇÃO CÓSMICA RADIAÇÃO CÓSMICA RADIAÇÃO NATURAL DOS MATERIAIS RADIAÇÃO NATURAL DOS MATERIAISTIPOS Alfa Alfa Beta Beta Gama Gama Raios X Raios X Neutrons Neutrons

66 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

67 Agência Nacional de Vigilância Sanitária

68 Agência Nacional de Vigilância Sanitária Trabalhadores da área da saúde : 35 milhões Trabalhadores submetidos à exposição percutânea com patógenos Bloodborne : 3 milhões ExposiçãoPossivelmente infectados Hepatite B -2 milhões Hepatite C 0,9 milhões H I V 170 mil 500 OMS 2002


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