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TREINAMENTO FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO ABNT - NBR 14725.

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1 TREINAMENTO FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO ABNT - NBR 14725

2 TREINAMENTO FISPQ ESTIMA-SE QUE SOMENTE 6% DAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS POSSUEM FISPQ

3 5.2

4 DIAMANTE DE RISCO = DIAMANTE DE HOMMEL INDICAÇÕES ESPECIAIS Campo Vazio permitindo o uso de água para combater incêndio Não se deve usar água (water) para para combater incêndio Perigo de irradiação radioativa Substância cancerígena w W W PERIGO DE INCÊNDIO 4 - Inflama extremamente fácil 3 - Perigo de Inflamação 2 - Perigo com aquecimento leve 1 - Perigo em caso de aquecimento forte 0 - Sem perigo de Inflamação PERIGO DE REAÇÃO 4 - Alto Risco de Explosão 3 - Explosão na influência de calor 2 - Reação química violenta 1 - Instável sob aquecimento 0 - Nenhum perigo sob condições normais PERIGO PARA A SAÚDE 4 - Extremamente perigoso 3 - Muito perigoso 2 - Perigoso 1 - Perigo mínimo 0 - Sem perigo especial

5 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA DEVE CONSTAR O NOME DO PRODUTO (RÓTULO) NOME, ENDEREÇO E TELEFONE 24H

6 BREVE HISTÓRICO DOS PRODUTOS QUÍMICOS PRIMÓRDIOS DA CIVILIZAÇÃO -FABRICAÇÃO DE ARMAS E OBJETOS METÁLICOS RUDIMENTARES; -TINTAS UTILIZADAS NA EXPRESSÃO DE OBJETOS E ANIMAIS NAS CAVERNAS; -INÍCIO DA ERA CRISTÃ – O HOMEM JÁ DOMINAVA AS TÉCNICAS DE CUNHAGEM DE MOEDAS, METALURGIA, FABRICAÇÃO DE ESPELHOS DE BRONZE, OBTENÇÃO DE MERCÚRIO E AMÁLGAMAS -INÍCIO DO SÉC.XVI – PREPARAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS, ORIUNDOS DE EXTRATOS DE PLANTAS QUE PUDESSEM CURAR DOENÇAS E ALIVIAR A DOR. (FILME PERFUME) -SÉC.XVII – UTILIZAÇÃO DE TINTURAS (EXTRATOS ALCOÓLICOS); ENXOFRE (ANTIMICÓTICO) E ÓPIO (SEDATIVO)

7 USO DOS PRODUTOS QUÍMICOS NO PASSADO AMÔNIA -USO INTERNO NO COMBATE A EMBRIAGUEZ, SENDO INGERIDO DISSOLVIDO EM ÁGUA (SOLUÇÃO A 0,1-0,5%) E EM PEQUENAS DOSES. CLOROFÓRMIO USO INTERNO (DOSE DE 1ML) NO TRATAMENTO DE CÓLICAS, DIARRÉIA, FLATULÊNCIA, EPILEPSIA, TÉTANO, TOSSE ESPASMÓDICA E ASMA; SEU USO EXTERNO ERA PURO NO TRATAMENTO DE REUMATISMO E ARTRITE. NO SÉCULO XIX E INÍCIO DO XX, FOI USADO COMO ANESTÉSICO. BENZENO -USADO NO TRATAMENTO DE LEUCEMIA ATRAVÉS DA INALAÇÃO PURO, E COMO USO EXTERNO NO TRATAMENTO DE PEDICULOSE E SEBORRÉIA. DOSE MÁXIMA DE 3ML POR APLICAÇÃO.

8 BREVE HISTÓRICO DOS PRODUTOS QUÍMICOS SÉC.XIX – REVOLUÇÃO INDUSTRIAL -AVANÇO TECNOLÓGICO -UTILIZAÇÃO EM GRANDE ESCALA DO AÇO (SIDERURGIAS) -OBTENÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS SINTÉTICAS A PARTIR DE SUBPRODUTOS DO CARVÃO, NITROGÊNIO, FOSFATOS, ETC; -APLICAÇÕES EM CORANTES, FERTILIZANTES, EXPLOSIVOS, MEDICAMENTOS, ETC. SEC.XX -CRESCIMENTO DESENFREADO E DESMEDIDO NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS POR CONTA DOS BENEFÍCIOS, ACARRETANDO PREJUÍZOS AO MEIO AMBIENTE E A SAÚDE.

9 BREVE HISTÓRICO DOS PRODUTOS QUÍMICOS USOS SEM CRITÉRIOS DE PRODUTOS QUÍMICOS -DDT (AGROTÓXICO) -DILUIÇÃO EM ÁGUA NUM RECIPIENTE E RECOMENDAÇÃO DE SE MISTURAR COM O BRAÇO E A MÃO ABERTA – CLT – CRIADAS FORMAS DE DETERMINAR A PERICULOSIDADE E A INSALUBRIDADE DE DETERMINADOS TIPOS DE TRABALHOS ASSOCIADOS A AGENTES QUÍMICOS – PORTARIA 3214 – MTb – CRIA AS NORMAS REGULAMENTADORAS -NR 6 (EPI) -NR 15 (INSALUBRIDADE) -NR 16 (PERICULOSIDADE)

10 PERIGO PERIGO - PROPRIEDADE DE CAUSAR DANOS INERENTES A UMA SUBSTÂNCIA RISCO RISCO - PROPRIEDADE DE O PERIGO SE MATERIALIZAR

11 2 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES NOME QUÍMICO COMUM DA SUBSTÂNCIA SINÔNIMOS REGISTRO C. A.S (CHEMICAL ABSTRACT SERVICE) INGREDIENTES QUE CONTRIBUAM PARA O PERIGO EX.METANOL (0 A 9%)

12 3 - IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS PERIGOS ESPECÍFICOS E EFEITOS MAIS IMPORTANTES - INFLAMABILIDADE - TOXICIDADE - MEIO AMBIENTE - ETC.

13 4 - MEDIDAS DE PRIMEIROS SOCORROS INALAÇÃO CONTATO COM OS OLHOS CONTATO COM A PELE INGESTÃO EM TODOS OS CASOS, ENCAMINHAR PARA ATENDIMENTO MÉDICO DE URGÊNCIA NOTAS PARA O MÉDICO (ANTÍDOTO)

14 5 - MEDIDAS DE COMBATE A INCÊNDIOS MEIOS DE EXTINÇÃO APROPRIADOS PERIGOS ESPECÍFICOS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS DE COMBATE AO FOGO / PROTEÇÃO DO BOMBEIRO

15 REAÇÃO QUÍMICA ENTRE ELEMENTOS COMBINADOS DE MODO QUE HAJA LIBERAÇÃO DE ENERGIA NA FORMA DE LUZ E CALOR. EXERCEMOS CONTROLE SOBRE ELE. É QUANDO PERDEMOS O CONTROLE DESTE FOGO, PODENDO NOS CAUSAR GRANDES PERDAS.

16 6 - MEDIDAS DE CONTROLE PARA DERRAMAMENTOS OU VAZAMENTOS PRECAUÇÕES PESSOAIS PRECAUÇÕES AO MEIO AMBIENTE O QUE FAZER EM CASO DE PEQUENOS E GRANDES DERRAMAMENTOS MÉTODOS PARA LIMPEZA

17 7 - MANUSEIO E ARMAZENAMENTO MANUSEIO ARMAZENAGEM EMBALAGENS ESTOCAGEM GRANEL MATERIAIS SEGUROS PARA EMBALAGENS

18 8 - CONTROLES DE EXPOSIÇÃO E PROTEÇÃO PESSOAL MEDIDAS DE ENGENHARIA. EX.VENTILAÇÃO PARÂMETROS DE CONTROLE ESPECÍFICOS LIMITE DE TOLERÂNCIA AVALIAÇÃO AMBIENTAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) NÃO HÁ EXPOSIÇÃO SEGURA A SUBSTÂNCIAS CARCINOGÊNICAS E SENSIBILIZANTES

19 9 - PROPRIEDADES FÍSICO- QUÍMICAS ESTADO FÍSICO (sólido, líquido, gás) COR ODOR (irritante, pungente, penetrante) pH (indica caraterística corrosiva do produto)

20 9 - PROPRIEDADES FÍSICO- QUÍMICAS TEMPERATURAS ESPECÍFICAS NAS QUAIS OCORREM MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO ponto de solidificação ponto de ebulição ponto de fulgor(temperatura mínima do líquido onde a quantidade de vapor gerado é suficiente para inflamar na presença de uma fonte de ignição). Vaso aberto e fechado.

21 Ponto de FULGOR A É a menor temperatura na qual os combustíveis começam a desprender vapores que se inflamam com uma fonte externa de calor, porém a chama NÃO SE MANTÉM. B C

22 A Ponto de COMBUSTÃO B É a menor temperatura na qual os vapores dos materiais combustíveis, ao entrarem em contato com uma fonte externa de calor se incendeiam e continuam a queimar. C

23 A Ponto de IGNIÇÃO B É a menor temperatura na qual os vapores dos materiais combustíveis, entram em combustão apenas em contato com o oxigênio, não necessitando de uma fonte externa de calor.

24 9 - PROPRIEDADES FÍSICO- QUÍMICAS Limite de Explosividade ou Inflamabilidade (inferior e superior)- concentração mínima e máximo de um gás ou vapor no ar, entre as quais ocorre explosão ou propagação da chama, na presença de uma fonte de ignição. Pressão de Vapor- pressão exercida pelo vapor saturado de um líquido, em sua superfície, em um recipiente fechado. Quanto maior a pressão de vapor, maior a facilidade do material evaporar.

25 9 - PROPRIEDADES FÍSICO- QUÍMICAS Densidade- é a massa do material por unidade de volume, numa dada temperatura. Solubilidade- porcentagem do material que irá dissolver em um dado solvente à temperatura ambiente. Peso Molecular e outras características aplicáveis aos materiais.

26 10 - ESTABILIDADE E REATIVIDADE CIRCUSTÂNCIAS E PRODUTOS QUE PODEM SER PERIGOSOS EM COMBINAÇÃO COM O PRODUTO EM QUESTÃO. Estabilidade- menciona se o produto é estável ou requer cuidados especiais. Incompatibilidades - reações perigosas que podem provocar incêndio, explosão ou formação de outros produtos perigosos.

27 10 - ESTABILIDADE E REATIVIDADE Condições à evitar- por exemplo: temperaturas altas ou baixas, pressão, luz, umidade. Produtos perigosos da decomposição - por exemplo: CO, CO 2

28 10 - ESTABILIDADE E REATIVIDADE NBR Incompatibilidade no Transporte de Produtos Perigosos

29 cc E

30 11 - INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS INFORMAÇÕES DE ACORDO COM AS DIFERENTES VIAS DE EXPOSIÇÃO VIAS DE ABSORÇÃO: DIGESTIVA RESPIRATÓRIA CUTÂNEA TOXICOLOGIA CIÊNCIA QUE ESTUDA AS SUBSTÂNCIAS TÓXICAS OU VENENOSAS E SUA CAPACIDADE DE INTERFERIR EM ORGANISMOS VIVOS, ASSIM COMO ESTUDAR ANTÍDOTOS E MÉTODOS DE ANÁLISE

31 11 - INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS TOXIDADE AGUDA -EXPOSIÇÃO ÚNICA E MÚLTIPLA A UMA SUBSTÂNCIA POR QUALQUER VIA EM UM CURTO PERÍODO, INFERIOR A UM DIA. OBSERVAM-SE PROBLEMAS RAPIDAMENTE. TOXIDADE CRÔNICA -EXPOSIÇÃO POR UM PERÍODO LONGO DE TEMPO, GERALMENTE DURANTE TODA A VIDA LABORAL OU CERCA DE 80% DO TEMPO DE VIDA

32 11 - INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA - LD50: DOSE LETAL. EX.: mg/kg - Oral/dérmico/inalação CARCINOGENICIDADE RESOLUÇÃO ANTT 420/04 E 1644/06 -ESTABELECE CRITÉRIOS DE RISCOS DE PRODUTOS QUÍMICOS QUANTO A TOXICIDADE; CORROSIVIDADE E INFLAMABILIDADE.

33 12 - INFORMAÇÃO ECOLÓGICA EFEITOS AMBIENTAIS, COMPORTAMENTO E IMPACTOS DO PRODUTO PERSISTÊNCIA / DEGRADABILIDADE ECOTOXICIDADE NOCIVIDADE PARA ORGANISMOS AQUÁTICOS

34 13 - CONSIDERAÇÕES SOBRE DISPOSIÇÃO MÉTODOS DE TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DO PRODUTO E EMBALAGENS USADAS RESPEITAR REGULAMENTAÇÃO NACIONAL/LOCAL RECICLAGEM, INCINERAÇÃO, DISPOSIÇÃO EM RECIPIENTES ADEQUADOS

35 14 - INFORMAÇÃO PARA TRANSPORTE CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO COMO PERIGOSO CONFORME LEGISLAÇÃO NÚMERO ONU

36 14 - INFORMAÇÃO PARA TRANSPORTE SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS DIVERSAS

37 14 - INFORMAÇÃO PARA TRANSPORTE ÁCIDO SULFÚRICO RESINAS FORMOLDISSULFETO DE CARBONO

38 15 - REGULAMENTAÇÕES REGULAMENTAÇÃO REFERENTE AO PRODUTO EX. TRANSPORTE / CARCINOGENICIDADE

39 16 - OUTRAS INFORMAÇÕES REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA OBSERVAÇÃO As informações contidas nesta FISPQ são oferecidas com boa fé e como instrumento de orientação, sem que incorra em responsabilidade expressa ou implícita. Caso haja necessidade de esclarecimento ou informações adicionais, consulte o fabricante.

40 ORGANIZAÇÃO DAS PASTAS FISPQ NOS LOCAIS DE TRABALHO DISPONIBILIZAR PASTAS COM FISPQs NAS ÁREAS DE TRABALHO. DISPONIBILIZAR ARQUIVOS ELETRÔNICOS ON LINE

41 O QUE FAZER PARA DIMINUIR O IMPACTO DAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS SOBRE A SOCIEDADE E SERES VIVOS

42 O QUE FAZER PARA DIMINUIR O IMPACTO DAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS SOBRE A SOCIEDADE E SERES VIVOS ROTULAGEM DE PRODUTOS QUÍMICOS ELABORAÇÃO DAS FISPQS SUBSTITUIÇÃO DE SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS POR OUTRAS DE MENOS IMPACTO INFORMAÇÃO A COMUNIDADE CRIAÇÃO DE MÉTODOS DE ENSAIO QUE NÃO UTILIZE SERES VIVOS ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL E SAÚDE DE PRODUTOS QUÍMICOS DETERMINAÇÃO DE EVIDÊNCIA DE ANÁLISE DO PRODUTO NOS CRITÉRIOS DE TOXICIDADE, CORROSIVIDADE E INFLAMABILIDADE E OUTROS, ANTES DO COMÉRCIO DO PRODUTO.

43 ROTULAGEM DE SEGURANÇA CÓDIGO DO CONSUMIDOR NR-26 LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA

44 ROTULAGEM DE SEGURANÇA – NR 26 NR-26 – SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA CORES NA SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA ROTULAGEM PREVENTIVA – RÓTULO DEVE CONTER: -NOME TÉCNICO DO PRODUTO -PALAVRA DE ADVERTÊNCIA, DESIGNANDO O GRAU DE RISCO -PERIGO (SUBSTÂNCIAS QUE APRESENTAM ALTO RISCO) -CUIDADO (SUBSTS. QUE APRESENTAM MÉDIO RISCO) -ATENÇÃO (SUBSTS.QUE APRESENTAM BAIXO RISCO) -INDICAÇÃO DE RISCO -MEDIDAS PREVENTIVAS -PRIMEIROS SOCORROS -INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS, EM CASOS DE ACIDENTES -INSTRUÇÕES ESPECIAIS EM CASO DE FOGO, DERRAME OU VAZAMENTO

45 ROTULAGEM DE SEGURANÇA FRASES R (RISCO) E S (SEGURANÇA) R25 : Tóxico por ingestão. R26 : Muito tóxico por inalação. R27 : Muito tóxico em contacto com a pele. R28 : Muito tóxico por ingestão. R14/15 : Reage violentamente com a água libertando gases extremamente inflamáveis. R15/29 : Em contacto com a água liberta gases tóxicos e extremamente inflamáveis. R20/21 : Nocivo por inalação e em contacto com a pele. S29: Não atirar os resíduos para os esgotos S30: Nunca adicionar água ao produto S33: Evitar a acumulação de cargas electrostáticas S34: Evitar choques e fricções S35: Eliminar os resíduos do produto e os seus recipientes com todas as precauções possíveis S20/21: Não comer, beber ou fumar durante a sua utilização S24/25: Evitar o contacto com o s olhos e com a pele S36/37: Usar luvas e vestuário de protecção adequados

46 DICA MANUAL DE ROTULAGEM DA ASSOCIQUIM

47 NÉVIO SAVIETO


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