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Derrota de Napoleão Bonaparte. 1815: França Derrotada 5 milhões de mortos. França: percebida como ameaça para a estabilidade da Europa desde a Guerra.

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1 Derrota de Napoleão Bonaparte

2 1815: França Derrotada 5 milhões de mortos. França: percebida como ameaça para a estabilidade da Europa desde a Guerra dos Trinta Anos.

3 França Derrotada Congresso de Viena: início em 1814, durante a prisão de Napoleão em Elba. Prússia, França (com Luís XVIII recentemente restaurado), Áustria, Rússia, Grã-Bretanha. Necessidade urgente de reconstruir a ordem internacional. Temor de repetição da experiência francesa.

4 Áustria: Metternich

5 Grã-Bretanha: Castlereagh

6 França: Talleyrand

7 Rússia: Czar Alexandre

8 Prússia: von Hardenberg

9 Congresso de Viena Sucesso: Europa manteve o maior período de paz até então conhecido em sua história. 40 anos de paz – até a Guerra da Criméia. Origens no Plano de 1804 de William Pitt: fraqueza da Europa central era determinante para as incursões francesas. União: GB, Prússia, Áustria e Rússia.

10 Congresso de Viena Paradoxo: equilíbrio de poder se mantinha minimamente apoiado nas relações de poder. Países unidos por valores compartilhados. Equilíbrio não físico, mas moral. Equilíbrio de poder reduz chances de empregá-lo. Senso de justiça reduz desejo de empregar o poder.

11 Congresso de Viena Áustria: Cessado tentativas de consolidar hegemonia na Europa central desde a Guerra dos Trinta Anos. Império enfraquecido, unido por laços tênues. Rivalizava com a Prússia nas tentativas de se estabelecer como líder dos principados alemães.

12 Prússia Prússia: diplomacia agressiva, devoção ao militarismo. Reino territorialmente pequeno, mas militarmente formidável.

13 Congresso de Viena Reinos alemães divididos e fracos incitavam expansionismo dos vizinhos, em especial a França. Perspectiva de unificação alemã aterrorizava os estados circunvizinhos. Arquitetos do Congresso de Viena perceberam que seria necessário desfazer o trabalho de Richelieu – ou seja, fortalecer a Europa central fragmentada.

14 Confederação Alemã Processo de consolidar, mas não unificar a Alemanha. Os 300 estados germânicos pré- napoleônicos são amalgamados em 30 com a criação da Confederação Alemã. Defesa comum contra a agressão externa. Forte demais para ser atacada pela França, descentralizada demais para ameaçar os vizinhos.

15 Confederação Alemã Propósito: Dificultar a unificação alemã. Preservar o trono dos diversos príncipes e monarcas. Impedir a agressão francesa. Equilibrava o poder militar prussiano com a legitimidade e prestígio austríacos.

16 Congresso de Viena Modelo de sucesso: Intransigência vital para a vitória nas guerras deu lugar à conciliação necessária para manutenção da paz. Paz punitiva desencadeia desejo de vingança. Sobrecarrega e desgasta os vencedores com a tarefa constante de conter o país derrotado.

17 Congresso de Viena País vencido visa constantemente solapar a ocupação/controle/jugo dos vencedores. Qualquer membro da aliança vencedora que tenha discordância vai encontrar apoio por parte do país derrotado. Implicação: generosidade em relação à França, compensada pela situação de segurança proporcionada à Europa.

18 Congresso de Viena França admitida no Congresso em Grã-Bretanha encontrava-se satisfeita com os arranjos. Potências continentais precisavam de garantias tangíveis. Áustria: situação delicada: império poliglota, em linhas de contato com outros grandes impérios.

19 Congresso de Viena Ameaçada pelas idéias de nacionalismo e liberalismo. Áustria procura irradiar um sentimento de contenção moral como garantia adicional contra possíveis episódios de uso de força. Metternich consegue influenciar os demais países a assumirem o compromisso.

20 Congresso de Viena Talleyrand: o atual equilíbrio é precário e só dura enquanto os maiores Estados permanecerem animados por um espírito de moderação e justiça. Relação entre equilíbrio de poder e senso de justiça foi expressa em dois documentos: Quádrupla Aliança e Santa Aliança.

21 Congresso de Viena França era um Estado recorrentemente agressivo e desestabilizador. Quádrupla Aliança projetada em Viena visava reduzir tendências francesas de agressão pela raiz, com força máxima. Santa Aliança proposta pelo Czar Alexandre. Repressão às revoluções do início do XIX.

22 Congresso de Viena Czar Alexandre: Movido por devoção religiosa e valores conservadores. Reformar o sistema internacional por meio de uma ordem das coisas baseada nas verdades exaltadas da eterna religião de nosso Salvador. Metternich transforma a proposta na Santa Aliança.

23 Congresso de Viena Imperativo religioso obrigava os signatários a manter o status quo. Missão em comum dos Estados europeus pela primeira vez na história. Grã-Bretanha não se envolve. Refratária à idéia de direito e obrigação de intervenção em assuntos domésticos de outros Estados.

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25 Congresso de Viena Santa Aliança: Rússia, Prússia, Áustria. CONTENÇÃO DAS REVOLUÇÕES – estabilidade doméstica. Quádrupla Aliança: Grã-Bretanha, Rússia, Prússia, Áustria. CONTENÇÃO DA FRANÇA – segurança estratégica.

26 Congresso de Viena Metternich: solução para obter um compromisso do Czar e reduzir seus impulsos missionários. Santa Aliança une as monarquias no combate à revolução. Mantém a ação em concerto. Proporciona um nível de ascendência da Áustria sobre a Rússia.

27 Congresso de Viena A competitividade natural européia seria estabilizada por tal consenso. Restrição moral às relações entre as Grandes Potências. Garantia de manutenção das instituições internas. Percepção da fragilidade das instituições internas surgida após a Revolução Francesa, nacionalismo, liberalismo.

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29 Congresso de Viena Metternich acreditava que a paz seria mantida pela contenção das idéias republicanas. A paz só poderia ser preservada com a manutenção dos valores tradicionais. Instituições austríacas vão se tornando anacrônicas ao longo do século. Áustria situada em ponto estratégico delicado na Europa.

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31 Congresso de Viena Ameaças à Áustria: Prússia buscava liderança da Confederação Alemã. Rússia já manifestava projetos de pan- eslavismo – população eslava nos Bálcãs. Receio de uma França ansiosa para reconquistar a proeminência na Europa central. Desgaste para Áustria.

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33 Congresso de Viena Metternich: Sustenta o consenso moral. Apóia discretamente os países mais propensos a se engajarem em testes de força. GB x França nos Países Baixos, GB & França x Rússia nos Bálcãs, pequenos estados x Prússia na Alemanha.

34 Congresso de Viena Metternich: Convence a Prússia de que o nacionalismo alemão pode ser prejudicial à continuação do reinado. Rússia deixa de explorar enfraquecimento do Império Otomano nos Bálcãs. Manutenção do status quo. Áustria sobrevive como império por mais 100 anos graças a Metternich.

35 Congresso de Viena Áustria no centro da Europa. Grã-Bretanha: procurava se distanciar dos problemas europeus. Principal preocupação era com a França. Só demonstrava resolução em emprego de força no caso de ataques ao seu território ou que pusessem o equilíbrio de poder em risco.

36 Congresso de Viena Metternich considerava Alexandre instável. Para diluir a interferência do Czar: Metternich desenvolve uma estratégia com duas vias de ação: Áustria é a vanguarda na luta contra o nacionalismo. Unidade conservadora.

37 Congresso de Viena Metternich confia na Grã-Bretanha e sabe que ela pode ser um fiel na balança. Memória de Napoleão se apaga com o tempo. Cada vez mais difícil de manter a dupla estratégia. Sistema de segurança coletiva causava afastamento da Grã-Bretanha.

38 Congresso de Viena Áustria se torna mais e mais dependente das relações com a Rússia. Para manter a coerência: Mais presa ao princípio de manutenção conservadora. Castlereagh: simpático à condição da Áustria, mas incapaz de comprometer a Grã-Bretanha com base em meras ameaças potenciais.

39 Congresso de Viena Castlereagh propõe um sistema de conferências periódicas. Formar consenso sobre as questões européias. Opinião pública britânica se opõe ao estreitamento na participação de problemas europeus. Dois temores: continental entaglements - Europa unificada.

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41 Congresso de Viena Uma exceção: Revolução Grega de Inferência do Czar que pretende ajudar Cristãos gregos. Primeiro passo russo para a conquista do Egito? Interesses britânicos afetados. Castlereagh usa o Concerto Europeu para apelar para o Czar – agora Nicolau I.

42 Congresso de Viena Sistema frágil: só entra em prática quando um dos envolvidos sente seu interesse nacional ameaçado. França entra para o sistema de congressos em 1818, ano em que Grã- Bretanha se retira. Castlereagh acredita no envolvimento direto como forma de manter a paz.

43 Congresso de Viena Segurança deve ser coletiva. Se um membro é agredido todos os demais estão em risco. Alianças estáveis e compromissos podem evitar os perigos. Fraqueza: os objetivos imediatos são raramente mútuos, a segurança é facilmente rompida.

44 Congresso de Viena Os países que se sentem mais seguros e mais fortes são os mais propensos a abandonarem o sistema de alianças. A percepção é que participar do sistema de segurança coletiva ampliava os riscos - sem benefício do aumento da segurança. Congresso de Viena – Tratado de Versalhes.

45 Congresso de Viena As sociedades dos países mais fortes não se sentem ameaçadas. Entendem que podem lidar sozinhas com as ameaças. Se necessário conseguem fazer aliados de última hora. Castlereagh, doente, se vê detido entre suas convicções e as necessidades domésticas. Suicida-se.

46 Congresso de Viena Áustria torna-se cada vez mais dependente da Rússia. Como continuar apelando ao Czar? Conter as intenções russas nos Bálcãs e nas zonas de limite da Europa. Movimentos de independência dentro do Império Otomano poderiam mais tarde afetar a Áustria.

47 Congresso de Viena O Czar era o principal proponente da idéia de legitimidade das monarquias, mas ao mesmo tempo o mais propenso à intervenção. Receio de quebra do status quo caso os exércitos czaristas entrassem em ação. Relação entre Áustria e GB é revigorada pelo interesse estratégico nos estreitos.

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50 Congresso de Viena Metternich discretamente se beneficia da rivalidade entre britânicos e russos causada pelos interesses estratégicos no Mediterrâneo. Grã-Bretanha na linha de frente contra o expansionismo russo, Áustria em situação segura sem envolvimento direto – Metternich pede demissão.

51 – revolta dos patriotas poloneses. Doutrina dos Direitos do Homem explode no Império Habsburgo em Exército sufoca as rebeliões. Hungria, no entanto, consegue um nível de autonomia: tem seu próprio exército, um alto comissário participa do governo imperial, desenvolve sua política externa.

52 Questão Oriental 1854: Grandes Potências em guerra pela primeira vez desde Napoleão Bonaparte. Guerra da Criméia. Napoleão III adquire o título de protetor dos Cristãos do Império Otomano. Papel até então reservado ao Czar. Czar exige status idêntico – não recebe. Royal Navy segue para Dardanelos.

53 Questão Oriental Áustria apóia a solicitação do Czar. Presença britânica encoraja a Turquia a declarar guerra à Rússia. França e Grã-Bretanha se envolvem na Criméia. Expansionismo russo. França pretendia romper a Santa Aliança e enfraquecer a Rússia.

54 Questão Oriental Áustria teme que avanço russo suscite o pan-eslavismo dentro do Império. Teme que a aproximação com a Rússia incentive ataque francês às possessões austríacas no Norte da Itália. Apresenta ultimato à Rússia. Fim da guerra. Sucessores de Metternich: abandonam aliança com Rússia e o Czar.

55 Fim do Concerto Europeu Política passa a ser conduzida a partir de interesse estratégico. Conseqüência: Rússia entraria em choque com a Áustria devido ao interesse nos Bálcãs. Razão do sucesso do Concerto Europeu: Unidade entre a Prússia, Rússia e Áustria. Barreira fundamental contra o caos revolucionário e a dominação francesa.

56 Fim do Concerto Europeu Áustria se envolve em uma aliança canhestra com a França de Napoleão III, que visava enfraquecê-la na Itália. Aliança com a Grã-Bretanha, que se distanciava do engajamento direto.

57 Fim do Concerto Europeu Áustria se afasta da Prússia e da Rússia que tinham garantido a manutenção do sistema internacional com a Santa Aliança. Ambos seguem seus interesses nacionais. Prússia enfraquece a Áustria na Alemanha. Rússia mais hostil nos Bálcãs.

58 Fim do Concerto Europeu Cavour expulsa austríacos da Itália em 1859, com apoio da França e aprovação da Rússia. Bismarck derrota Áustria em 1866 na disputa pela liderança da Confederação Alemã. Rússia e França não se envolvem. Concerto Europeu teria sido uma contramedida.

59 Fim do Concerto Europeu Diplomacia baseada em poder de ação. Paz é mantida por mais 45 anos. Tensões se incrementam. Corrida armamentista. Para a Grã-Bretanha a situação já era esperada. GB: principal potência da Europa, agia com base nos interesses nacionais percebidos.

60 Fim do Concerto Europeu

61 Próxima Aula: Prússia

62 Questão da Aula Exposição: visão baseada na manutenção da paz. A partir de Jomini, seria possível prever e entender mais claramente o comportamento das nações com base no pensamento militar que gradualmente se consolida?


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