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Aspectos gerais Daisy Pontes Netto. Tentativa de doping: Adão e Eva Diomedes mitologia alimentava cavalos com carne humana Palavra doping 1ª vez 1899.

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1 Aspectos gerais Daisy Pontes Netto

2 Tentativa de doping: Adão e Eva Diomedes mitologia alimentava cavalos com carne humana Palavra doping 1ª vez 1899 dicionário inglês mistura de ópio e narcóticos usada para cavalos Estados Unidos controle oficial Flórida 1933 contenção abuso de drogas introdução oficial apostas Inglaterra 1963 Brasil final década de 1940 HISTÓRICO

3 USO ATIVIDADE ESPORTIVA ESPORTES HUMANOS: RESPONSABILIDADE DOS ATLETAS PUNIÇÕES E RISCO DE VIDA ESPORTES COM ANIMAIS: PUNIÇÕES E VANTAGENS INDIVÍDUOS LIGADOS AO ANIMAL INTRODUÇÃO

4 OBJETIVO: MELHOR ADAPTAÇÃO ORGÂNICO - FUNCIONAL LIMITE FÍSICO INDIVIDUAL INVENCIBILIDADE CONTROLE ANTIDOPAGEM TRÊS FINALIDADES PRINCIPAIS: COLABORAR SAÚDE E BEM-ESTAR ANIMAL GARANTIR APRIMORAMENTO DA RAÇA PRESERVAR A ÉTICA E CONFIABILIDADE COMPETIÇÕES INTRODUÇÃO

5 Legislações equivalentes evitar vantagem ilícita maior desempenho por administração de drogas Substâncias proibidas relacionadas pela ação farmacológica Relação revisada anualmente Paris encontro autoridades do turfe CONCEITO Emprego de agentes físicos ou químicos, estimulantes ou deprimentes que possam alterar efetiva e/ou potencialmente o rendimento do animal. INTRODUÇÃO

6 Substâncias no Brasil 5 grupos baseados na potência da droga e sua habilidade para interferir na performance do animal Estabelecidos valores limite acima administração intencional Regulamento antidopagem para animais maior rigor que humanos proteção Federação Eqüestre Internacional (FEI) publica e atualiza lista de substâncias proibidas INTRODUÇÃO

7 Dopagem dividida 3 categorias PARA VENCER DOPING positivo PARA PERDER DOPING negativo Acidental Fármacos mais de uma ação depende dose e aplicação terapêutica Ex: tranqüilizante altas doses efeito sedativo doping negativo doses efeito calmante largada ou obstáculos doping positivo doses menores cavalos de salto desequilíbrio TIPOS DE DOPAGEM

8 DOPAGEM PARA VENCER: Fármacos ação rápida estimulante administração pouco tempo antes corrida. Ex : cafeína, anfetaminas, hipnoanalgésicos Fármacos administrados como tratamento fortalecer animal. Ex: esteróides anabolizantes Fármacos para restabelecer desempenho normal temporariamente diminuído por doenças ou acidente. Ex: antiinflamatórios, anestésicos locais e analgésicos

9 Estimulantes: Excitantes Analépticos Tipo bloqueador ganglionar Glicosídeos Vitaminas e hormônios Vitaminas Hormônios adrenocorticais Hormônios sexuais Anabolizantes Outros hormônios DOPAGEM PARA VENCER:

10 Anestésicos locais e analgésicos Anestésico local Antipiréticos e analgésicos antiinflamatório Analépticos Agentes psicofarmacológicos Agentes psicodinamogênicos Dietas especiais Vasodilatadores Drogas voláteis DOPAGEM PARA VENCER:

11 Agentes físicos Agentes mecânicos Eletricidade Frio Agentes psicoquímicos Radiação U.V. DOPAGEM PARA VENCER:

12 DOPAGEM PARA PERDER Sedativos, tranqüilizantes ou depressores ação no sistema nervoso alteração negativa desempenho Agentes para reduzir o desempenho mesmas drogas altas doses Agentes de ação central Agentes de ação muscular Agentes de ação via trato digestivo

13 DOPAGEM ACIDENTAL: Por desconhecimento da natureza da droga formulação com algum princípio proibido. Ex: complexos vitamínicos contendo cafeína, tortas de cacau alto teor de teobromina Outros métodos: Despertar contínuo Jejum superalimentação Privação de água excesso Uso de laxativos Injeções SC de água destilada depressão temporária excitabilidade dos nervos DOPAGEM PARA PERDER

14 Classificação das drogas Segundo Association of Racing Comissiones International –ARCI – Associação Internacional Promotora de Corridas: Classe 1 – drogas ilegais pesadas opi á ceos e estimulantes potencial de uso abusivo. Ex: morfina e coca í na Classe 2 – drogas ilegais com menor potencial abusivo podem ter uso terapêutico. Ex: anest é sicos locais, reserpina, romipedina e barbituratos

15 Classe 3 – agentes terapêuticos com potencial de altera ç ão da performance. Ex: antihistam í nicos, broncodilatoadores e tranquilizantes Classe 4 – agentes terapêuticos leg í timos e amplamente utilizados. Ex: fenilbutazona, corticoster ó ides e isoxisuprine Classe 5 – efeitos farmacol ó gicos sem demanda de cuidados. Ex: sulf ó xido dimetila (DMSO) e polietilenoglicol (PEG) Classificação das drogas (cont.)

16 Promulgado em 01/03/1996 – Lei 7.291/84 – decreto nº 96993/88 SEÇÃO VI ARTIGO 163 – É proibido ministrar medicamentos e empregar substâncias ou qualquer agente físico capaz de alterar, efetiva ou potencialmente, o desempenho do cavalo por ocasião da corrida. CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS

17 SEÇÃO VI ARTIGO 163 §1º - são consideradas substâncias proibidas aquelas inclusas na relação elaborada pelos órgãos de repressão à dopagem de cada Entidade, com base nas recomendações de autoridades internacionais de controle de dopagem. lista afixada em local determinado pela Comissão de Corridas, e qualquer alteração que venha a ocorrer na mesma, deverá ser tornada pública, imediatamente.

18 CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 163 §2º - Os treinadores não poderão alegar em sua defesa, sob pretexto algum, desconhecimento da relação citada no parágrafo anterior. §3º - A presença de substância proibida, verificada pela análise química da amostra de material biológico colhido após a prova, implica em infração deste artigo, independentemente da data de aplicação da substância em questão.

19 CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 163 §4º - Para efeito de penalidades, as substâncias proibidas constantes da relação citada no § 1º deste artigo dividem-se em 4 grupos, a saber: Grupo I – substâncias que agem nos sistemas nervoso, cardiovascular, respiratório, reprodutor e endócrino; secreções endócrinas e substâncias sintéticas relacionadas; Grupo II – substâncias que agem nos sistemas renal, sanguíneo e músculo esquelético, analgésicos, antipiréticos e antinflamatórios;

20 CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 163 Grupo III – substâncias que agem nos sistemas digestivo, imunológico (com exceção de vacinas autorizadas), anti-infecciosos (com exceção daqueles com ação exclusivamente anti-parasitária), substâncias citotóxicas; Grupo IV – veículos de medicamentos, destituídos de qualquer atividade farmacológica

21 CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 163 §5º - infratores deste artigo serão punidos como segue: Os infratores do Grupo I, com suspensão mínima de 180 dias à eliminação e multa pecuniária de 10% do valor do páreo de 3 anos, corrido no mês da infração; Os infratores do Grupo II, com suspensão mínima de 90 dias e multa pecuniária de 10% do valor do páreo de 3 anos, corrido no mês da infração;

22 CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 163 Os infratores do Grupo III, com suspensão mínima de 60 dias e multa pecuniária de 5% do valor do páreo de 3 anos, corrido no mês da infração; Os infratores do Grupo IV, com suspensão mínima de 30 dias e multa pecuniária de 5% do valor do páreo de 3 anos, corrido no mês da infração; Nas infrações dos Grupos I, II e III, os cavalos serão desclassificados para último lugar, sem direito a qualquer prêmio.

23 CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 163 §6º - substâncias proibidas com mais de uma ação enquadramento na atividade primária §7º - detecção de produtos biotransformados servem como prova de administração §8º - 2 ou mais animais num mesmo páreo com proprietário comum detecção de substância proibida em um deles desclassificação de todos para último lugar sem direito a prêmio §9º - reincidência da infração num período de 5 anos suspensão dobrada

24 ARTIGO 164 – incorrerão em falta grave penas previstas em lei pessoas envolvidas como autores, instigadores, coniventes e ocultadores. CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

25 ARTIGO 165 – após inscrição proibida administração de qualquer medicação Qualquer anormalidade nas condições de saúde do animal treinador deve notificar designação de veterinário para fiscalizar e acompanhar o tratamento retirada do animal se necessário Parágrafo único – efetuado o flagrante ou marca evidente de aplicação de medicação encaminhamento ao órgão de repressão colheita de material Efeito de penalidades enquadramento Grupo IV CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

26 ARTIGO 166 – órgão de repressão qualquer momento exame clínico e colheita de material Parágrafo único – para os exames o treinador deverá conceder todas as facilidades ao funcionário da entidade ARTIGO 167 – após inscrição morte súbita na raia colheita Parágrafo único – facultativa presença do treinador durante colheita e embalagem CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

27 ARTIGO 168 – cavalo no páreo apresentação no hipódromo em hora determinada exame veterinário §1º observações do exame fichas clínicas apropriadas §2º qualquer anormalidade colheita de material e comunicação á Comissão com laudo sobre retirada ou não do animal CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

28 ARTIGO 169 – após disputa de cada páreo cavalo vencedor encaminhamento imediato portanto carteira original ou cópia autenticada da identificação do animal colheita Se o proprietário, co-proprietário ou treinador possuir mais de um animal neste páreo exames e colheitas de todos mesmo sem colocação CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

29 ARTIGO 169 §1º - cavalos selecionados permanência no recinto de colheita pelo tempo necessário §2º - durante permanência no recinto treinador necessita autorização para prestar cuidados ao animal §3º - não apresentação imediata ou retirada antes da autorização penalidades do Grupo I §4º - o animal em segundo lugar disponível até confirmação do páreo os veterinários do controle colheita de material de qualquer animal após a realização do páreo CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

30 ARTIGO 170 – para garantia dos interessados e inviolabilidade do material enviado para análise, deverão ser observados os seguintes itens: Coleta do material presença do treinador ou de seu representante credenciado Material dividido em 2 alíquotas: 1 para análise 1 contraprova Recipientes e embalagem padronizados e fechados hermeticamente garantia selos e cintas de segurança com assinaturas do treinador e do veterinário responsável CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

31 Rótulos de identificação 3 um sem identificação do animal com número código para posterior identificação análise 2 com identificação do animal um sem código deverá acompanhar o material de contraprova outro com código fechado em envelope ou livro lacrados e sob guarda do órgão de repressão à dopagem O treinador sem alegação em sua defesa, de irregularidades nas colheitas ou análises CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 170

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34 ARTIGO 171 – quando da confirmação da presença de substâncias proibidas ou anormais notificação á Comissão de corridas exame da contraprova ARTIGO 172 – após emissão do laudo comissão notificará reservadamente por carta protocolada treinador e proprietário direito do proprietário e obrigação do treinador acompanhar pessoalmente acompanhados ou não por peritos profissionais os exames realizados no material colhido para contraprova. CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI

35 §1º - desistência do treinador ou não comparecimento aos exames prevalece o resultado do primeiro §2º - perito do proprietário ou treinador assiste, fiscaliza e observa §3º - será lavrada ata da análise da contraprova constando método analítico e assinada pelos presentes interessados §4º - durante realização da análise da contraprova presença somente de pessoas autorizadas CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 172

36 §5º - na análise de contraprova substância encontrada sem identificação, mas anormal penalidades Grupo IV ARTIGO 173 – Comissão de corridas punição para qualquer profissional ou proprietário participação como cúmplice ou conivência da administração de substância proibidas. CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS SEÇÃO VI ARTIGO 172

37 Controle do doping Exame clínico Análise química Dopagem Genética Vírus AAV retirada do material genético substituição pelo gene do fator de crescimento semelhante insulina IGF-1 injeção em músculos para reparar danos musculares ou articulares Injeção do gen produtor de eritropoietina (EPO) aumento da performance em 20% por meses Sem detecção exame antidoping

38 Daisy Pontes Netto

39 ALCALÓIDES METILXANTÍNICOS Química Cafeína, teofilina e teobromina xantinas metiladas café, chá e chocolate Fontes Alimentos, bebidas e comprimidos estimulantes Toxicocinética Absorção e distribuição facilmente absorvidas via oral ou parenteral amplamente distribuídas Excreção urina

40 ALCALÓIDES METILXANTÍNICOS Mecanismo de ação Estímulo do SNC e músculo cardíaco, promovem a diurese e relaxamento de musculatura lisa Inibem o seqüestro de cálcio aumento da atividade de músculos esquelético e cardíaco Antagonismo por competição receptores celulares de adenosina estimulação do SNC vasoconstrição e taquicardia Promovem irritabilidade do córtex sensorial aumento do estado de alerta altas doses aumento da atividade motora e resposta a estímulos

41 ALCALÓIDES METILXANTÍNICOS Toxicidade Cafeína e teobromina DL oral aguda em cães e gatos mg/Kg Teofilina 300 a 700mg/Kg Diagnóstico Sinais clínicos Intranquilidade, hiperatividade, hiperreflexia leve 1-2 h da ingestão Incontinência urinária ou diurese Vômitos e diarréia

42 ALCALÓIDES METILXANTÍNICOS Hiperatividade, rigidez, abalos musculares, hiperreflexia e convulsões tônicas ou tetânicas evolução clínica Polipnéia frequência respiratória mov/min taquicardia 300 bat/min Hipertermia Avaliação laboratorial Conteúdo estomacal, soro ou urina presença de alcalóides avaliação de lavado mesmo com estomago vazio Diagnóstico Sinais clínicos

43 ANFETAMINAS Química Droga alcalina que se ioniza sob condições ácidas Fontes Usada legal e ilegalmente estimulante do SNC, supressão do apetite e elevação do humor Toxicocinética Absorção bem absorvida trato GI pico de absorção 2-3 h Excreção dependente do pH maiores quantidades urina ácida

44 ANFETAMINAS Mecanismo de ação Estímulo da liberação de catecolaminas de terminais nervosos adrenérgicos Inibem a MAO bloqueio de metabolismo das catecolaminas Ativa AMPc Estímulo córtex cerebral, centro respiratório e sistema ativador reticular Pode causar IR secundária devido a convulsões violentas rabdomiólise

45 ANFETAMINAS Toxicidade DL oral aguda 10-30mg/Kg Diagnóstico Sinais clínicos Hiperexcitabilidade e agitação 1-2 h da ingestão Midríase, hiperpnéia, tremores, tensão e reflexos hiperativos Convulsões semelhantes estricnina Taquicardia, arritmias cardíacas e hipertensão Acidose láctica e hipoglicemia

46 ANFETAMINAS Avaliação laboratorial Conteúdo estomacal, plasma ou urina Lesões Hemorragias e trauma muscular Diagnóstico

47 COCAÍNA Química Alcalóide benzilmetilecgonina Fontes Derivada da planta Erythroxylon coca ou E. monogynum De rua misturada a anfetamina, cafeína, lidocaína, quinina e mesmo estricnina Toxicocinética Absorção rapidamente absorvida trato GI, membranas mucosas e pulmões Excreção meia vida plasmática curta menos de 3h urina

48 COCAÍNA Mecanismo de lesão Quantidades excessivas parada cardíaca e respiratória Inibe a captação neuronal das catecolaminas promove liberação Toxicidade Cães e gatos DL oral 50mg/Kg IV ¼ da dose oral

49 COCAÍNA Diagnóstico Sinais clínicos Alternadamente depressão e excitação do SNC Hieperestesia e convulsões Taquicardia e hipertensão, taquiarritmias, contrações ventriculares prematuras e taquicardia ventricular em humanos

50 COCAÍNA Avaliação laboratorial Sangue hiperglicemia e níveis elevados de AST e creatinina cinase Plasma e urina exposição recente Lesões Não estão presentes rotineiramente Diagnóstico

51 MACONHA Química Ingrediente ativo tetraidrocanabinol (THC) Na planta 1-6% maior nas folhas secas e pontas floridas Plantas de clima quente maior conteúdo THC muito lipossolúvel Toxicocinética Absorção bem absorvida trato GI rapidamente por inalação da fumaça Distribuição e biotransformação circulação entero-hepática manutenção dos níveis da droga produção de metabólitos hepáticos Excreção em 24h

52 MACONHA Mecanismo de ação Não está claro provável relação com alterações dos níveis de aminas biogênicas no SNC Toxicidade DL50 em cães acima de 3g/Kg Diagnóstico Sinais clínicos Ataxia, incoordenação e depressão Alternância de sinais de depressão e excitação Em cães alucinações latidos e agitação sem razão aparente

53 MACONHA Vômitos e mucosas secas Hipertermia e taquipnéia Diagnóstico Sinais clínicos Avaliação laboratorial Plasma ou urina exposição recente Lesões usualmente ausentes

54 Um grande espetáculo!!!! Obrigada!


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