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Cerimonial e Protocolo Bernadete Neves Mesquita. Alguns conceitos: O que é Protocolo? Conjunto de Normas jur í dicas, regras de comportamento, costumes.

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1 Cerimonial e Protocolo Bernadete Neves Mesquita

2 Alguns conceitos: O que é Protocolo? Conjunto de Normas jur í dicas, regras de comportamento, costumes e ritos de uma sociedade em um dado momento hist ó rico, geralmente utilizadas nos três n í veis de governo (Federal, Estadual e Municipal). O que é Cerimonial? É a aplica ç ão pr á tica do protocolo, ou seja, suas regras. Ex: cerimoniais e protocolos oficiais como a troca da guarda do Pal á cio de Buckingham.

3 Importante: A diplomacia est á ligada a Cerimonial e Protocolo, sem estes não poderia existir. O cerimonial da diplomacia possui regras internacionais a serem seguidas e observadas por todos.

4 O que é Etiqueta? É um conjunto de normas de comportamento social e familiar, que retrata a sociedade em cada é poca distinta. A etiqueta tamb é m indica costumes e h á bitos dos povos. Como exemplo podemos citar o cumprimento dos orientais, uma inclina ç ão para frente com a cabe ç a, em oposi ç ão ao cumprimento ocidental do aperto de mãos.

5 OBSERVA Ç ÃO: No caso citado deve-se seguir a regra da etiqueta que prevalece o cumprimento do anfitrião em primeiro lugar seguido do cumprimento do visitante.

6 TODO O PROCESSO DE PROTOCOLO E CERIMONIAL SEGUE UMA L Ó GICA, A MAIOR PARTE DAS REGRAS E RITOS TÊM UM PORQUE, NADA É ESTABELECIDO ALEATORIAMENTE.

7 Protocolo do Direito Foi criado para a facilita ç ão do entendimento para qualquer pessoa que conhe ç a o cerimonial e tamb é m na distin ç ão das fun ç ões do profissionais em questão. OBS: As becas não são iguais; o promotor usa beca estilo germânico e os demais uma beca estilo francês.

8 PRECEDÊNCIAS: O que deve ser observado é a hierarquia dos cargos e sua representatividade no evento. Em caso de d ú vidas pesquise entre os colegas e dentro do pr ó prio circulo social dos convidados, mesmo porque, na maior parte das vezes não conhecemos todos os participantes e qual a representatividade de cada um especificamente naquele evento.

9 Precedência do minist é rio: Ministro da Justi ç a; Ministro da Marinha e Exercito, Rela ç ões Exteriores; Ministro da Fazenda... Se considerarmos os dizeres da bandeira Nacional perceberemos o porque dessa precedência. ORDEM E PROGRESSO.

10 A amplitude das regras é tamanha que chega à precedência de coloca ç ão de bandeiras dos estados brasileiros numa cerimônia, de acordo com sua constitui ç ão hist ó rica:

11 Ordem de precedência dos Estados 1) Bahia; 2) Rio de Janeiro; 3) Maranhão; 4) Par á ; 5) Pernambuco; 6) São Paulo; 7) Minas Gerais; 8) Goi á s; 9) Mato Grosso; 10) Rio Grande do Sul; 11) Cear á ; 12) Para í ba; 13) Esp í rito Santo; 14) Piau í ; 15) Rio Grande do Norte; 16) Santa Catarina; 17) Alagoas; 18) Sergipe; 19) Amazonas; 20) Paran á ; 21) Acre; 22) Distrito Federal; 23) Mato Grosso do Sul; 23) Rondônia; 24) Rondônia; 25) Tocantins; 26) Amap á e 27) Roraima.

12 Autoridades em eventos não oficiais: Mesmo quando não é feita alusão, a obriga ç ão de quem recebe uma autoridade, mesmo extra oficialmente, é de acomod á -la em lugar de destaque, não sendo necess á rio um lugar de honra. É interessante colocar pessoas que possam ter interesses em comum e promover as apresenta ç ões.

13 Eventos não oficiais: No caso de eventos não oficiais com a presen ç a de autoridades em estabelecimentos ou sedes que não possuam v í nculo com qualquer n í vel de governo, dever á prevalecer a precedência federal do Decreto de 09 de mar ç o de 1972.

14 Recep ç ão de Delega ç ão estrangeiras: A primeira providência é entrar em contato com o cerimonial do pa í s que vir á visitar-nos, a fim de podermos estabelecer contato e ambos os cerimoniais planejarem os eventos, receptivos e toda a programa ç ão da delega ç ão.

15 O que fazer???? O cerimonial que est á recebendo deve colocar à aprecia ç ão do outro o programa muito bem detalhado, informa ç ões sobre a hospedagem, e traslados das autoridades, qual a participa ç ão delas nos eventos, a ordem dos discursos, muitas vezes at é c ó pia dos discursos dos demais devidamente traduzidas, card á pios do que ser á servido nos eventos, planos de mesa.

16 E como eles deverão agir? O cerimonial deles, eventualmente, poder á intervir com sugestões e ou modifica ç ões que considerar relevante para a delega ç ão. Essas sugestões são submetidas à aprecia ç ão dos organizadores, at é que se alcance um consenso.

17 É comum... Por uma questão de deferência, acrescentarmos algum costume ou tradi ç ão original do pa í s da delega ç ão visitante. Isso denota interesse e conhecimento. > É um princ í pio de hospitalidade de aten ç ão para com o visitante...

18 Observa ç ões PESQUISA... Essa deve ser observada nessa á rea de atua ç ão. As regras de etiqueta deverão ser rigidamente respeitadas. O profissional de cerimonial deve estar sempre atento aos detalhes. Alguns povos não comem carnes de porco, outros precisam que o abate do animal seja especial...

19 PRONOMES DE TRATAMENTO Utilize VOSSA EXCELÊNCIA (V.Ex ª ) para: oPresidente da Rep ú blica oVice-Presidente da Rep ú blica oMinistros de Estado oChefe do Estado Maior das For ç as Armadas oChefe do Gabinete Militar da Presidência da Rep ú blica oChefe do Gabinete Civil da Presidência da Rep ú blica

20 oChefe do Servi ç o Nacional de Informa ç ões oPresidentes e Membros das Assembl é ias Legislativas dos Estados oGovernadores de Estado e Vice- Governadores oPrefeitos Municipais oSecret á rios de Estado oSenadores oDeputados oJu í zes do Trabalho, Ju í zes de Direito e Ju í zes Eleitorais oProcurador Geral da Rep ú blica

21 oEmbaixadores e Cônsules oGenerais e Marechais VOCATIVO: Excelent í ssimo Senhor (Exm º.Sr) e Merit í ssimo (MM) para ju í zes

22 Utilize VOSSA SENHORIA (V.S ª ) para: Funcion á rios graduados oOrganiza ç ões comerciais e industriais oParticulares em geral VOCATIVO: Ilustr í ssimo Senhor Ilm º.Sr.)

23 Utilize VOSSA EMINÊNCIA (V.Em ª ) para: oCardeais oVOCATIVO: Eminent í ssimo Senhor (Emm º.Sr.)

24 Utilize VOSSA EXCELÊNCIA REVEREND Í SSIMA (V.Ex ª.Revm ª ) para: oArcebispos e Bispos oVOCATIVO: Excelent í ssimo Senhor (Exm º.Sr.) Utilize VOSSA SANTIDADE (V.S.) para: oPapa oVOCATIVO: Sant í ssimo Padre ou Beat í ssimo Padre

25 Utilize REVERENDO (Revd º.) para: oSacerdotes oCl é rigos oReligiosos oVOCATIVO: Reverendo Utilize VOSSA MAGNIFICÊNCIA para: oReitores de Universidades oVOCATIVO: Magn í fico Reitor

26 Utilize VOSSA MAJESTADE (V.M.) para: oImperadores oReis oRainhas Utilize VOSSA ALTEZA (V.A.) para: oPr í ncipes e Princesas Aten ç ão. Existem duas possibilidades de tratamento a autoridades: VOSSA - quando nos dirigimos à Autoridade, como na frase "Vossa Excelência viajar á amanhã?" SUA - quando nos referimos à Autoridade, como na frase "Sua Santidade avisa que conceder á audiências."

27 Algumas dicas Para se organizar um evento precisamos saber um pouco mais sobre o que utilizar para servir as bebidas...

28 O MIST É RIO DO BEM-SERVIR COM O COPO CORRETO CHAMPAGNE Pede uma ta ç a alta e fina, batizada de fl û te. Esse formato mant é m por mais tempo a efervescência da bebida. Os vinhos espumantes são servidos no mesmo tipo de ta ç a

29 Á GUA Os copos de á gua são facilmente identific á veis: são sempre os maiores e podem ou não ter p é. Como a á gua não tem sabor ou buquê que possa ser alterado, pode permanecer mais tempo em copos grandes, com ou sem pedras de gelo.

30 VINHO BRANCO Como pode ser consumido gelado, o vinho branco ganha ta ç as menores, para o l í quido não esquentar. O melhor é segurar a ta ç a pelo p é, para evitar contato do calor das mãos com a bebida, o que altera o sabor. Para vinho ros é, é o mesmo copo.

31 VINHO TINTO É geralmente servido em ta ç as maiores e mais bojudas do que as de vinho branco, por não ser consumido gelado. O mais correto é segurar a ta ç a pelo p é. Mas, no caso do vinho tinto, não se considera um erro segurar na pr ó pria ta ç a.

32 REFRIGERANTE Pedem copos maiores por serem consumidos em grande quantidade e rapidamente em geral com muito gelo.

33 SUCO DE FRUTA Os sucos de frutas, sejam naturais ou industrializados, pedem o mesmo tipo de copo: ligeiramente menor que o utilizado por refrigerantes. Esse formato é ideal para a bebida fresca e mais concentrada, uma vez que abriga menos l í quido e pede reposi ç ão mais freq ü ente.

34 LONG DRINK Como o pr ó prio nome j á indica, esses drinks pedem copos altos. O motivo é a grande quantidade de gelo que normalmente o acompanha.

35 WHISKY E CAIPIRINHA O modelo cl á ssico para servir essas bebidas é o copo mais baixo. Apesar do teor alco ó lico elevado, são drinks servidos com gelo. Assim o copo não precisa ser alto, mas deve ser suficientemente largo para acomodar as pedras e ter fundo grosso para impedir que a bebida esquente.

36 BATIDA Essas bebidas são servidas prontas, geladas e em pequenas doses, por isso pedem o modelo mais baixo de copo largo.

37 CHOPE E CERVEJA Servido em canecas ou tulipas, com ou sem a base curta para evitar que a bebida esquente.

38 DRY MARTINI Pede um copo triangular e pequeno, pois a bebida não pode ser ingerida em grandes doses.

39 CONHAQUE É servido no copo tipo baloon. Sua boca estreita não permite que a bebida perca o perfume e o p é curto deixa o calor das mãos longe do l í quido.

40 VINHO PORTO OU XEREZ Bebidas concentradas como essas exigem c á lices pequenos para conservar o sabor.

41 LICOR Servido ap ó s as refei ç ões, dada sua a ç ão reconhecidamente digestiva, pede um copo pequeno que receba apenas alguns goles da bebida, que é sempre bem doce.

42 VODCA E CACHA Ç A Como a vodca é servida em pequenas doses e supergelada, pede um copo pequeno, fino e com base grossa. Isso evita que o calor das mãos esquente o l í quido. Em territ ó rios latinos e tropicais em geral, a cacha ç a ou aguardente tamb é m é consumida neste modelo.

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