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Limites, Regras e Disciplina: os ingredientes da relação afetiva

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Apresentação em tema: "Limites, Regras e Disciplina: os ingredientes da relação afetiva"— Transcrição da apresentação:

1 Limites, Regras e Disciplina: os ingredientes da relação afetiva
PSICOPEDAGOGA ADRIANA LOPES DAS NEVES

2 O leite alimenta o corpo. O afeto, a alma
O leite alimenta o corpo. O afeto, a alma. Criança sem alimento fica desnutrida. Criança sem afeto entra em depressão

3 HISTÓRIA

4 Regra pode ser um conjunto de leis formais de prescrições e proibições, que expõem os principais requisitos quanto à atitude do indivíduo em uma sociedade.

5 Assim como o planejamento de ações futuras, as regras também são essenciais para as crianças. Elas estão na fase de fazer a distinção entre certo e errado, bem e mal. Nesse sentido, precisam de diretrizes nítidas entre o que é bom, é certo, e o que é mal e errado, mesmo que mais tarde isso venha a ser questionado. Os limites devem ser deixados bem claros.

6 Disciplina é uma palavra que tem a mesma etimologia da palavra "discípulo", que significa "aquele que segue". Significa instruir, educar treinar, dando idéia de modelagem total de caráter.

7 . Disciplinar é diferente de castigar, que geralmente implica infligir dor física ou privar a criança de alguma coisa. . Parte da tarefa de educar consiste em saber dizer "não". . É importante que os pais, de um modo geral, concordem a respeito dos limites a serem impostos.

8 Tente não demonstrar culpa se precisar dizer-lhe "não"
O conceito moderno de disciplina é um processo de ensino e aprendizado em que pais e filhos funcionam respectivamente como mestres e discípulos. Os pais precisam se conscientizar de seu papel, a palavra-chave é comunicação emocional

9 Ouvir não é somente escutar as palavras e, sim, é entender o que elas querem dizer e o que está por trás delas. Os pais, quando necessário, devem reprimir as ações incompatíveis, mas não os desejos e emoções, que devem tentar compreender. Segundo pesquisas, aquelas que apanham regularmente tornam-se reprimidas e tímidas, parecem estar sempre esperando apanhar e são mais vulneráveis a "gozações" de outras crianças e adultos.

10 As crianças sabem, intuitivamente, que a brincadeira é um tipo de relacionamento em que um depende do outro. Para continuar a brincar é necessário que aceitem, nessa experiência de sociedade que elas mesmas criaram uma série de regras. Se as crianças aceitam os limites intrínsecos à convivência em uma brincadeira, é porque sabem que não podem brincar fazendo tudo o que têm vontade.

11 A maioria dos comportamentos infantis é aprendida por meio de imitação, da experimentação e da invenção. É preciso lembrar que uma criança, quando faz algo pela primeira vez, sempre olha em volta para ver se agradou alguém. Se agradou, repete o comportamento, pois entende que agrado é aprovação, e ela não tem condições de avaliar a adequação do seu gesto.

12 Apesar de ser fisicamente mais fortes, os pais que não reagem à quebra de limites dos filhos acabam permitindo que estes, muito mais fracos, os maltratem, invertendo a ordem natural de que o mais fraco deve respeitar o mais forte. A força dos pais está em transmitir aos filhos a diferença entre o que é aceitável ou não, adequado ou não, entre o que é essencial e supérfluo, e assim por diante.

13 É importante estabelecer limites bem cedo e de maneira bastante clara.
CONFLITO DE 3 GERAÇÕES A primeira geração educou seus filhos de maneira patriarcal, com autoridade vertical – o pai no ápice e os filhos na base. Na tentativa de proporcionar a eles o que nunca tiveram, os pais da segunda geração acabaram caindo no extremo oposto da primeira: a permissividade.

14 Esses jovens da 3ª geração ficaram sem noção de padrões de comportamento e limites, formando uma geração de “príncipes” e “princesas” com mais direitos que deveres, mais liberdade que responsabilidade, mais “receber” que “dar” ou “retribuir”.

15 Os pais precisam encontrar um jeito, seja como for, de dar atenção para o filho no momento em que ele pedir. Não adianta enche-lo de atenções quando ele não quer. Os filhos sentem-se amados pelo interesse que os pais demonstram mesmo não estando com eles o dia inteiro. E seguros quando os pais tomam atitudes repreensivas ou aprovativas, porque nelas encontram referências.

16 Para viver em sociedade, o ser humano não necessita apenas de inteligência. Precisa viver segundo a ética, participando ativamente das regras de convivência e encarando o egoísmo, por exemplo, como uma deficiência funcional social.

17 Algumas dicas para que a parceria família/escola cresça ainda mais.
Readquirir a prática do diálogo Ajudar os filhos a terem uma postura crítica diante dos meios de comunicação. consumismo, contra-valores, exploração da sexualidade, mentiras do sistema, precisam ser refletidos e discutidos constantemente. Não acobertar os erros dos filhos.

18 Acreditar nas possibilidades do filho.
Desenvolver em casa a pedagogia da participação. Distribuir tarefas, atribuir responsabilidades desde pequenos. Mantenham-se à margem. Sugira uma alternativa. Seja seriamente consistente. Controle as emoções. Ofereça opções.

19 - Não se sentir inferiorizado ou culpado por ter conflitos na família
- Não se sentir inferiorizado ou culpado por ter conflitos na família. O importante é saber enfrentar os conflitos e as contradições. Não se sentir culpado por ficar pouco tempo com o filho, por ter que trabalhar muito para sustentar a casa. O importante é a qualidade do tempo que se fica com o filho. Acentue o positivo. -Em relação aos limites - Superar a oscilação entre a permissividade (tudo pode) e o autoritarismo (nada pode)

20 Estabelecer e cumprir limites. Regras e normas na convivência familiar.
Dizer NÃO e o porquê. Pensar bem antes de ditar uma norma ou impor uma sanção para não precisar voltar atrás. Incentivar a participar de jogos com regras, onde os limites, as esperas, as frustrações, a tolerância vão se colocando naturalmente e a criança ou o jovem vão aprendendo a se relacionar com esses sentimentos .

21 Superar o condicionamento na base do esforço-recompensa
Superar o condicionamento na base do esforço-recompensa. Essa forma pode gerar dependência, não desenvolvendo a autonomia. Falar a verdade para o filho. Sejam firmes. Desaprove a conduta, não a criança. Explique o porquê. Em relação à Escola A família deve valorizar a escola e o estudo. Estimular o gosto pelo conhecimento. Acompanhar a vida escolar do filho. Não comparar o desempenho de um filho com outro.

22 Participar da vida da Escola.
No caso de dúvida ou conflito em relação a atitudes da escola, procurar esclarecer com quem de direito na própria escola, antes de fazer comentários depreciativos com o filho. Se ficarmos atentos a estes pontos, com certeza estaremos formando indivíduos CONSCIENTES, AUTOCONFIANTES, CRÍTICOS, SOLIDÁRIOS E REALIZADOS.


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