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Prof. Ms.Valter Barros Moura Soma de caracteres que individualizam uma pessoa ou uma coisa, distinguindo-a das demais Série de atributos que torna alguém.

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2 Prof. Ms.Valter Barros Moura

3 Soma de caracteres que individualizam uma pessoa ou uma coisa, distinguindo-a das demais Série de atributos que torna alguém ou alguma coisa igual apenas a si próprio

4 Permite afirmar tecnicamente que uma determinada pessoa é ela mesma (que a faz distinta das demais) por apresentar um elenco de elementos positivos perenes

5 sensação que cada indivíduo tem de que foi é será ele mesmo a consciência de sua própria identidade (seu eu) questão ligada à estrutura de personalidade

6 Processo (SEMPRE COMPARATIVO) pelo qual se determina a identidade de pessoa ou coisa conjunto de diligências para se levantar uma identidade Os processos de identificação podem efetivar-se no vivo morto esqueleto

7 Reconhecimento é a identificação empírica Identificação é o reconhecimento científico

8 1. Médico e Odonto-Legal (ANTROPOLÓGICA) 2. Judiciária (POLICIAL)

9 IDENTIFICAÇÃO FÍSICA 1.º Espécie 2.º Raça (Humana) 2.1 – Cor (Etnia) 3.º Sexo 4.º Idade 5.º Estatura 6.º Malformações 7.º Cicatrizes 8.º Tatuagens 9.º Sinais profissionais 10.º Sinais individuais 11.º Biotipo

10 IDENTIFICAÇÃO FUNCIONAL 1.º Atitude 2.º Mímica 3.º Gestos 4.º Andar 5.º Funções sensoriais 6.º Voz 7.º Escrita

11 IDENTIFICAÇÃO PSÍQUICA Baseia-se nas atividades psíquicas desde a infância até a velhice Inclui: feitio de personalidade traços de personalidade temperamento inteligência

12 Biológicos: 1 - Variabilidade (a característica escolhida é única) Unicidade (distinção precisa) Irreprodutibilidade 2 - Imutabilidade (sem alterações com o passar do tempo) 3 - Perenidade (característica escolhida não é transitória – perdura pela vida toda)

13 Técnicos: 1 – Classificabilidade (permite a comparação entre dados de forma sistemática e precisa) 2 – Praticabilidade (método seguro, prático e rápido)

14 1 – ESPÉCIE Pelo estudo dos: Ossos: análise da disposição dos canais de Havers. Sangue: se é sangue: cristais de Teichmann técnica de Adler Kastle-Mayer se é sangue humano: processo de Uhlenhuth Vacher-Sulton

15 2 - RAÇA Tipos: Caucásico Mongólico Negróide Indiano e Australóide Elementos de caracterização étinco-racial: Forma do crânio Índice cefálico Índice tíbio-femural Índice rádio-umeral Ângulo facial (Jacquart, Cloquet e Curvier)

16 3 – SEXO: existem oito tipos de sexo: 1. Sexo cromossomial: XX e XY 2. Sexo gonadal: Testículos e ovários 3. Sexo cromatínico: corpúsculos de Barr (presentes no núcleo nas células femininas) 4. Sexo de genitália interna: Masculino (ductos de Wolff) Feminino (ductos de Müller)

17 5. Sexo de genitália externa: Masculinos (pênis e escroto) Feminino (vulva, vagina e mamas desenvolvidas) 6. Sexo jurídico: designado no registro civil ou quando a autoridade legal determina que se registre uma pessoa num ou noutro sexo, após suas convicções médico-legais, morais ou doutrinárias 7. Sexo de identificação ou psíquico ou comportamental: Identificação o indivíduo faz de si próprio e que se reflete no comportamento 8. Sexo médico-legal: Constatado através de uma perícia médica Em esqueleto através do estudo da bacia pélvica

18 4 – IDADE: através do estudo de: Arco senil (anel branco, freqüente nos velhos, que circunda a córnea = gerotoxo) Aparência Pele Pêlos Globo ocular Dentes Radiografia dos ossos (metacarpo = punho) Pontos de ossificação

19 5 – ESTATURA: avaliada Através da medição direta no vivo ou no cadáver Através de tábuas ou tabelas osteométricas: Broca Etienne-Rollet Lacassagne e Martin Pelo exame do esqueleto de um indivíduo, o médico-legista não pode verificar ou estimar o peso do de cujus

20 6 – SINAIS INDIVIDUAIS: todo e qualquer sinal útil para identificação ( nevus, manchas e verrugas) 7 – MALFORMAÇÕES 8 - SINAIS PROFISSIONAIS 9 – TATUAGEM 10 – CICATRIZES 11 – IDENTIFICAÇÃO DENTÁRIA 12. SOBREPOSIÇÃO DE IMAGENS (PROSOPOGRAFIA)

21 13. PALATOSCOPIA 14. PELO PAVILHÃO AURICULAR 15. POR RADIOGRAFIAS 16. SUPERPOSIÇÃO CRÂNIO-FACIAL POR VÍDEO 17. PELO DNA

22 Processos antigos: estigmatização dos criminosos ferro em brasa tatuagens amputações Assinalamento sucinto: anotação das principais características dos criminosos (raça, estatura, peso e outras) feita pelos próprios carcereiros Fotografia: Ordinária ou Sinaléptica (de frente e de perfil esquerdo, sempre do mesmo tamanho, para posterior comparação) (desvantagem: modificações que o indivíduo pode apresentar de forma natural ou dolosa - não preenche o critério da imutabilidade)

23 Retrato falado: feito pelo desenhos dos traços fisionômicos usados por várias organizações policiais no mundo todo Processo de Bertillon ou Bertillonagem tomada de sinais particulares e de algumas medidas medidas e sinais eram classificados e arquivados para posterior comparação

24 DATILOSCOPIA (PAPILOSCOPIA) É um método de identificação reconhecido, aceito e adotado pelas polícias de todo o mundo A polpa dos dedos, a palma das mãos e as plantas dos pés têm linhas e saliências papilares de disposição variável Estes desenhos: aparecem em torno do 6.º mês de vida intra-uterina permanecem durante toda a vida do indivíduo e até algum tempo após a morte (são eliminadas pelo fenômeno putrefativo) diferem de um indivíduo a outro (mesmo em gêmeos univitelinos)

25 Em resumo prático: processo de identificação humana baseado no estudo dos desenhos das cristas papilares dos dedos, impressos em um suporte qualquer Papiloscopia: processo de identificação humana baseado no estudo dos desenhos das cristas papilares dos dedos, impressos em um suporte qualquer

26 Histórico da papiloscopia: Período pré-científico: japoneses já utilizava a impressão digital em documentos como símbolo de autenticidade Período científico: Malpighi – análise das linhas Purkinje - estudo dos desenhos Período judiciário: aplicação da papiloscopia na identificação humana

27 Sistema de Francis Galton (1888) – aplicado na Índia desde 1897 na Inglaterra e EUA desde 1901 Sistema de Juan Vucetich (1891) adotado na Argentina desde 1905 no Brasil desde 1903

28 Baseia-se nas características dos 10 dedos (decadactilar) Principais elementos das impressões digitais Cristas papilares (linhas pretas) Sulcos papilares (linhas brancas) Deltas (utilizados para a classificação dos vários desenhos) Pontos característicos (ponto, ilhota, cortada etc)

29 DELTA Pequenos ângulos ou triângulos formados pelas cristas papilares A partir do delta ou deltas se define o que se convencionou chamar de SISTEMAS PRINCIPAIS DE LINHAS

30 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE LINHAS Nuclear ou central Basal Marginal

31 Nuclear Basal Marginal Delta

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33 TIPOS FUNDAMENTAIS DE VUCETICH VERTICILO = 2 DELTAS PRESILHA EXTERNA = DELTA À ESQUERDA PRESILHA INTERNA = DELTA À DIREITA ARCO = DELTA AUSENTE

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35 Tipos Fundamentais Arco – ausência do delta As cristas se dispõem de um lado ao outro Símbolos - A e 1

36 Tipos Fundamentais Presilha interna – presença do delta à direita do observador Símbolos - I e 2

37 Tipos Fundamentais Presilha externa – presença do delta à esquerda do observador Símbolos - E e 3

38 Tipos Fundamentais Verticilo – presença de 2 deltas, um à direita e outro à esquerda do observador Símbolos - V e 4

39 Seu objetivo é facilitar o arquivamento Sucessão de letras e algarismos que configuram os tipos fundamentais a partir do polegar direito ao dedo mínimo Atribuindo-se um número e uma letra a cada tipo pode-se compor uma fórmula dactiloscópica

40 a) Numerador (série): dedos da mão direita começando pelo polegar (representado por uma letra) demais dedos (indicador, médio, anular e mínimo): representados por números b) Denominador (secção): os dedos da mão esquerda na mesma seqüência da mão direita Série Fundamental - Divisão FD = Secção Sub-classificação- Subdivisão

41 TIPO FUNDAMENTAL POLEGARDEMAIS DEDOS VERTICILOV4 PRESILHA EXTERNAE3 PRESILHA INTERNAI2 ARCOA1 DEDOS DEFEITUOSOS XX AMPUTAÇÕES00

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43 V – 2221 _____________________________________ I Numerador – mão direita Denominador – mão esquerda Mão Direita: Polegar – verticilo Indicador – presilha interna Médio – presilha interna Anular – presilha interna Mínimo - arco Mão Esquerda: Polegar – presilha interna Indicador – arco Médio – arco Anular – presilha externa Mínimo -verticilo

44 Para a identificação das pessoas a fórmula dactiloscópica não é suficiente, pois existem apenas FÓRMULAS FUNDAMENTAIS É necessário pesquisar os pontos característicos

45 PONTOS CARACTERÍSTICOS são os acidentes encontrados nas cristas papilares são os elementos individualizadores de impressão digital a evidenciação de 12 pontos característicos permite o estabelecimento da identidade de uma pessoa (Brasil)

46 PONTOS CARACTERÍSTICOS

47 A leitura da impressão digital se faz em sentido horário, sendo iniciada a análise na posição 12 h

48 FASES DE UM PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO 1ª registro Dados prévios - planilha dactiloscópica (Instituto de Identificação) 2ª Registro Planilha dactiloscópica obtida quando do levantamento pericial ou impressão digital deixada em local de crime (exame de local de crime, necroscópico). 3ª Comparação Busca de pontos característicos correspondentes (planilha do Instituto de Identificação com impressão digital deixada no local dos fatos ou coletada do cadáver

49 1. Moldada: impressão se faz sobre superfícies plásticas, tornando a impressão em relevo 2. Latentes: para ficar evidente, a impressão precisa ser revelada com reveladores próprios (carbonato de chumbo, negro de fumo e outros métodos mais modernos) 3. Reveladas ou normais: a impressão impregnada de qualquer sujidade (gordura, sangue, tinta, graxa, carvão etc.) marca a superfície de contato

50 O arco senil pode ser empregado na perícia identificatória: R. Da idade. O exame radiográfico dos ossos do punho é utilizado, em Medicina Legal, para se determinar: R. A idade. A perícia médico-legal da idade, no vivo, é feita com auxílio: R. Do RX da articulação metacarpiana (punho). Através de radiografias dos punhos (metacarpos) de uma pessoa, o médico legista pode: (questão parecida foi formulada no DP 4 e 7/93). R. Estimar a idade. Em caso de dúvida sobre a maioridade do autor de um delito, recomenda-se exame pericial radiográfico: (questão formulada no DP 2, 3 /91 e 1/93). R. Do punho.

51 Na determinação da idade fetal e da idade do adolescente, subsídio de maior valor prático, com certeza é: R. O estudo do desenvolvimento ósseo. Na identificação médico-legal antropológica estudam-se: R. A cor da pele, a estatura e a idade. Identificação é sinônimo de: R. Definir algumas características individualizantes. Pelo exame do esqueleto de um indivíduo, o médico-legista não pode verificar ou estimar: (questão parecida foi formulada no DP 6/93). R. O peso.

52 Dispondo unicamente de um esqueleto completo e examinando-o cuidadosamente o médico-legista pode determinar, com certeza, a respeito da pessoa a quem ele pertencia: R. O sexo. Para se determinar o sexo da pessoa a que pertenceu determinado esqueleto, dá-se especial importância aos ossos: (questão parecida foi formulada no DP 2/93 e 1/94 que veio a ser anulado). R. Da bacia pélvica. A fotografia sinaléptica, de acordo com as regras de Bertillon, consiste em fotografar a pessoa: R. De frente e perfil esquerdo.

53 Os cristais de Florence e os de Teichmann indicam que a manchas examinadas são, respectivamente, de: R. Esperma e sangue. A positividade da reação de Adler significa que: (questão parecida foi formulada também no DP 1/94). R. O material examinado pode ser sangue. Os cristais de Teichmann servem de orientação nas pesquisas de: (questão formulada também no DP 3/89). R. Sangue. Uma prova cristalográfica feita em material encontrado em local de crime revelou, após as reações características, os Cristais de Teichmann. Tal prova é positiva para diagnóstico de: R. Sangue. Ao exame de determinada mancha em tecido, obtiveram-se cristais de Teichmann. A mancha é: (questão parecida foi formulada no DP 5/93). R. Certamente de sangue.

54 Cristais de Teichmann se formam a partir do: (questão formulada também no DP 3/90). R. Sangue. A reação de Uhlenhuth, quando positiva, indica: R. Que o material examinado é sangue de determinada espécie animal. O coágulo de sangue fica fortemente aderido aos tecidos se o sangramento ocorre: R. Com vida. Coágulos de sangue fortemente aderentes à superfície de um ferimento indicam que este: R. Continuou a sangrar após a morte. O fato de um indivíduo ter, simultaneamente, gônadas masculinas e femininas caracteriza: R. O hermafroditismo.

55 No sistema decadactiloscópico de Vucetich, afigura que apresenta dois deltas é: (questão parecida foi também formulada no DP 1/94). R. Verticilo. No sistema de Vucetich, a letra X, na fórmula datiloscópica, indica: R. Impressão digital defeituosa. A classificação de Vucetich para a identificação decadactilar de identificação está alçada em três grupos de cristas papilares paralelas, aproximadamente, entre si denominados de sistemas: R. Basal, marginal e nuclear. E2413 numa fórmula datiloscópica, no sistema de Vucetich, indicam, pela ordem as figuras de: R. Presilha externa (polegar) - presilha interna, verticilo, arco e presilha externa.

56 Numa fórmula dactiloscópica, dentro do sistema de Vucetich, o número 3 indica que a impressão digital: R. Tem um delta à esquerda. Uma impressão digital com um delta à direita e outro à esquerda é classificada, no sistema de Vucetich, como: R. Verticilo. Uma impressão digital com um delta à esquerda do observador no decalque é classificada, no sistema de Vucetich, como: R. Presilha externa. Na classificação de impressões datiloscópicas pelo sistema de Vucetich, o número 4 (quatro) corresponde: R. Ao verticilo. Pelo sistema de Vucetich, a impressão digital do polegar esquerdo com um delta à direita é classificada como: R. Presilha interna

57 Na individualização datiloscópica, pelos cálculos já realizados em experiência, são necessários, para a identificação de um indivíduo através da impressão digital: (questão parecida foi formulada no DP 5/93). R. Doze pontos homólogos (coincidentes) de referência. Para a individualização datiloscópica é necessário o encontro de: R. Doze pontos de referência homólogos. Numa fórmula datiloscópica, o X representa: R. Alteração do desenho papilar pela presença de cicatriz. Observando-se a fórmula datiloscópica V (mão direita) e O x 1 (mão esquerda), verifica-se que o terceiro dedo da mão esquerda apresenta a figura de: R. Presilha interna.

58 Ao classificar uma impressão digital como verticilo, o perito observou: R. A existência de dois deltas. A impressão digital que apresenta um delta do lado direito se caracteriza pela figura da: R. Presilha interna Arco, presilha e verticilo são: R. Figuras observadas em impressões digitais. Ilhota, encerro, cortada e forquilha são elementos: R. Estudados em datiloscopia ou papiloscopia. Uma impressão digital com o delta à direita e outro á esquerda é classificada como: (questão parecida foi formulada no DP 4/93). R. Verticilo.

59 Impressão digital em baixo relevo, deixada na camada de tinta fresca de um carro, é classificada como (questão formulada também no DP 7/93) R.Moldada. Diz-se que impressão digital é moldada quando: R. Deixada pela pressão da polpa digital sobre material pastoso. Impressão digital latente é aquela que: R. Deixada sobre objetos, só se torna visível depois de revelada através da deposição de pós ou coloração com substâncias químicas. As impressões digitais latentes: R. Não são visíveis antes de um tratamento adequado. Em perícia de local de roubo, descobriram-se impressões digitais latentes. Para analisá-las o perito deve, antes de qualquer outra providência: R. Revelá-las.


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