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MHD e Positivismo comteano: distanciamento epistemológico Profª Ms. Lenita Gama Cambáuva.

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1 MHD e Positivismo comteano: distanciamento epistemológico Profª Ms. Lenita Gama Cambáuva.

2 O que é o conhecimento – é a elucidação da realidade, é a forma de torná-la inteligível. O que é o conhecimento – é a elucidação da realidade, é a forma de torná-la inteligível. Conhecimento do cotidiano – apreendido pelo hábito, não se questiona sua origem, não é metódico Conhecimento do cotidiano – apreendido pelo hábito, não se questiona sua origem, não é metódico

3 Conhecimento – é prático, social e histórico. Conhecimento – é prático, social e histórico. pressupõe 4 elementos: pressupõe 4 elementos: - sujeito que conhece. - sujeito que conhece. -objeto a ser conhecido. -objeto a ser conhecido. - ato de conhecer – processo de interação entre sujeito e objeto. - ato de conhecer – processo de interação entre sujeito e objeto. - resultado do conhecimento – conceito produzido – análise e síntese. Apropriação da explicação sobre a realidade. - resultado do conhecimento – conceito produzido – análise e síntese. Apropriação da explicação sobre a realidade.

4 Conhecimento em si não é problema – é fato. Conhecimento em si não é problema – é fato. Problema – como se relacionam os elementos do conhecimento: sujeito e objeto. Problema – como se relacionam os elementos do conhecimento: sujeito e objeto. O exame do problema do conhecimento é substituído por uma teoria do conhecimento. O exame do problema do conhecimento é substituído por uma teoria do conhecimento. Epistemologia – teoria do conhecimento- análise crítica das Ciências Epistemologia – teoria do conhecimento- análise crítica das Ciências - Avaliação dos métodos e resultados das Ciências. - Avaliação dos métodos e resultados das Ciências.

5 Com a modernidade (capitalismo) há o aparecimento das várias ciências particulares que se desligam da Filosofia. Ciência a serviço do capital (Ciências formais, Ciências Naturais, Ciências Humanas). Com a modernidade (capitalismo) há o aparecimento das várias ciências particulares que se desligam da Filosofia. Ciência a serviço do capital (Ciências formais, Ciências Naturais, Ciências Humanas).

6 -Doutrinas metafísicas: isolam e separam o que é ligado: os elementos. -Doutrinas metafísicas: isolam e separam o que é ligado: os elementos. -Idealismo metafísico: absolutiza a subjetividade. (pode ser objetivo ou subjetivo). -Idealismo metafísico: absolutiza a subjetividade. (pode ser objetivo ou subjetivo). -Materialismo vulgar: absolutiza a realidade e nega a atividade humana. -Materialismo vulgar: absolutiza a realidade e nega a atividade humana. -Materialismo Dialético: correspondência e reciprocidade entre os elementos constitutivos do conhecimento: sujeito e natureza; individuo e sociedade; objetividade e subjetividade. -Materialismo Dialético: correspondência e reciprocidade entre os elementos constitutivos do conhecimento: sujeito e natureza; individuo e sociedade; objetividade e subjetividade.

7 Doutrinas ou epistemologias: MHD/ Positivismo/ Doutrinas ou epistemologias: MHD/ Positivismo/ Marx e Comte. Marx e Comte. Auguste Comte ( ) Auguste Comte ( ) Karl Marx ( ) Karl Marx ( )

8 Contexto histórico: Contexto histórico: Século XIX – quando o capitalismo se desenvolve plenamente e quando ocorrem mudanças radicais no mundo. Século XIX – quando o capitalismo se desenvolve plenamente e quando ocorrem mudanças radicais no mundo. Uma das questões posta na 2ª metade do século XIX é o fato deste momento ser um período pós- revolucionário caracterizado pela consolidação do capitalismo, assim a preocupação está no aspecto social. Mudou o modo de produção com diferenças qualitativas em relação aos anteriores, mudou a concepção de homem e de mundo. Esta reorganização requer uma nova relação do homem com a sociedade e com o conhecimento (relação sujeito e objeto). Uma das questões posta na 2ª metade do século XIX é o fato deste momento ser um período pós- revolucionário caracterizado pela consolidação do capitalismo, assim a preocupação está no aspecto social. Mudou o modo de produção com diferenças qualitativas em relação aos anteriores, mudou a concepção de homem e de mundo. Esta reorganização requer uma nova relação do homem com a sociedade e com o conhecimento (relação sujeito e objeto).

9 Neste contexto pós-revolucionário, ocorre a necessidade de implantar a ordem na sociedade. Tem-se então no sentido político o liberalismo que vai ter como princípios a liberdade, a igualdade e o individualismo. Tem também a noção de direito natural a esses princípios como forma de se contrapor á idéia de sobrenatural do pensamento medieval Neste contexto pós-revolucionário, ocorre a necessidade de implantar a ordem na sociedade. Tem-se então no sentido político o liberalismo que vai ter como princípios a liberdade, a igualdade e o individualismo. Tem também a noção de direito natural a esses princípios como forma de se contrapor á idéia de sobrenatural do pensamento medieval

10 Após 1848, há uma expansão do sistema capitalista em nível internacional. Politicamente têm-se propostas e governos com perfil nacionalista e liberal de um lado e de outro, um avanço na organização e propostas da classe trabalhadora (como a Primeira Internacional e a Comuna de Paris). Após 1848, há uma expansão do sistema capitalista em nível internacional. Politicamente têm-se propostas e governos com perfil nacionalista e liberal de um lado e de outro, um avanço na organização e propostas da classe trabalhadora (como a Primeira Internacional e a Comuna de Paris).

11 Há uma expansão e crescimento das forças produtivas, gerando mais riqueza e concomitantemente um avanço da ciência. Com tudo isso, cresce também a classe trabalhadora, em termos de número, em termos de condição de vida mais pobre e em termos de consciência política. Evidencia-se o confronto entre as duas grandes classes sociais do capitalismo: a burguesia e o proletariado. Há uma expansão e crescimento das forças produtivas, gerando mais riqueza e concomitantemente um avanço da ciência. Com tudo isso, cresce também a classe trabalhadora, em termos de número, em termos de condição de vida mais pobre e em termos de consciência política. Evidencia-se o confronto entre as duas grandes classes sociais do capitalismo: a burguesia e o proletariado.

12 Aliado ao liberalismo vem o cientificismo que só reconhece na natureza material a explicação do mundo. Implanta-se assim com o capitalismo a idéia de razão, ciência, progresso e a ideologia liberal para manutenção da ordem social. Solo fértil para o aparecimento do pensamento positivista. Aliado ao liberalismo vem o cientificismo que só reconhece na natureza material a explicação do mundo. Implanta-se assim com o capitalismo a idéia de razão, ciência, progresso e a ideologia liberal para manutenção da ordem social. Solo fértil para o aparecimento do pensamento positivista.

13 A idéia fundamental da filosofia de Comte era a reorganização da sociedade através de uma reforma intelectual do homem. Propõe uma filosofia que mantenha a ordem estabelecida pós-revolução, é o positivismo ou empirismo: Método lógico formal – identidade entre o ser e a essência. É ou não é, exclui a negatividade (essência). A idéia fundamental da filosofia de Comte era a reorganização da sociedade através de uma reforma intelectual do homem. Propõe uma filosofia que mantenha a ordem estabelecida pós-revolução, é o positivismo ou empirismo: Método lógico formal – identidade entre o ser e a essência. É ou não é, exclui a negatividade (essência).

14 A idéia fundamental da filosofia de Marx era que através do conhecimento e da interpretação do real houvesse a possibilidade de transformar este real. O recurso metodológico do Materialismo Histórico Dialético é a aplicação do método da dialética na análise do conhecimento. A dialética é o método de explicação científica da realidade humano-social. A idéia fundamental da filosofia de Marx era que através do conhecimento e da interpretação do real houvesse a possibilidade de transformar este real. O recurso metodológico do Materialismo Histórico Dialético é a aplicação do método da dialética na análise do conhecimento. A dialética é o método de explicação científica da realidade humano-social.

15 Sociedade. Sociedade. Para Comte a sociedade é uma totalidade orgânica que se divide em segmentos estanques, fixos e que são regidos por leis invariáveis. Para Comte a sociedade é uma totalidade orgânica que se divide em segmentos estanques, fixos e que são regidos por leis invariáveis. Para Marx o movimento social é dialético, posto que as superestruturas, idéias sociais, instituições políticas, se transformam quando dadas novas relações de produção. Para Marx o movimento social é dialético, posto que as superestruturas, idéias sociais, instituições políticas, se transformam quando dadas novas relações de produção.

16 História História Para Comte a lei dos três estados (teológico, metafísico e positivo) expressa uma concepção de história fundamentada numa filosofia positiva como decorrente de uma evolução histórica. Tal evolução é tida como desenvolvimento do espírito e do conhecimento e é através desta transformação que se desenvolvem as condições materiais e as instituições sócias. História é uma evolução necessária, linear, sem rupturas e pré- determinada. Ordem e progresso são dois princípios básicos que transformam a história: princípio da ordem é o da transformação ordenada sem rupturas ou saltos, apenas um continuum; principio do progresso é onde ocorrem as transformações lineares acumulativas para a melhoria da sociedade. Para Comte a lei dos três estados (teológico, metafísico e positivo) expressa uma concepção de história fundamentada numa filosofia positiva como decorrente de uma evolução histórica. Tal evolução é tida como desenvolvimento do espírito e do conhecimento e é através desta transformação que se desenvolvem as condições materiais e as instituições sócias. História é uma evolução necessária, linear, sem rupturas e pré- determinada. Ordem e progresso são dois princípios básicos que transformam a história: princípio da ordem é o da transformação ordenada sem rupturas ou saltos, apenas um continuum; principio do progresso é onde ocorrem as transformações lineares acumulativas para a melhoria da sociedade.

17 Para Marx a história não é a realização do espírito, mas o modo real como homens reais produzem suas condições reais de existência. Produção e reprodução de suas relações com a natureza (pelo trabalho); produção e reprodução de suas relações sociais (pela divisão de trabalho, forma de propriedade) e produção da interpretação dessas relações. O próprio desenvolvimento histórico do homem e da natureza dos fenômenos, das idéias não é um desenvolvimento linear e pré-determinado, é um desenvolvimento que se dá a partir e por contradições. Para Marx a história não é a realização do espírito, mas o modo real como homens reais produzem suas condições reais de existência. Produção e reprodução de suas relações com a natureza (pelo trabalho); produção e reprodução de suas relações sociais (pela divisão de trabalho, forma de propriedade) e produção da interpretação dessas relações. O próprio desenvolvimento histórico do homem e da natureza dos fenômenos, das idéias não é um desenvolvimento linear e pré-determinado, é um desenvolvimento que se dá a partir e por contradições.

18 Trabalho Para Comte o trabalho enobrece o homem, é a forma de garantir que o indivíduo cumpra seu papel social é dever e não direito. Para Comte o trabalho enobrece o homem, é a forma de garantir que o indivíduo cumpra seu papel social é dever e não direito. Para Marx é através do trabalho que o homem produz seus meios de vida e indiretamente produz sua vida material. È a atividade vital humana. È através do trabalho que é possível entender o processo das relações entre os homens e destes com a natureza. È um processo de auto-transformação e de transformação da natureza. Para Marx é através do trabalho que o homem produz seus meios de vida e indiretamente produz sua vida material. È a atividade vital humana. È através do trabalho que é possível entender o processo das relações entre os homens e destes com a natureza. È um processo de auto-transformação e de transformação da natureza.

19 Conhecimento Para Comte positivo de um lado é o estágio final ao qual a humanidade chega, por outro lado, é tudo aquilo que é útil, prático, relativo e contrário ao que é negativo e abstrato. È relativo por que o homem só conhece aquilo que está dentro de suas possibilidades referentes ao seu estado sensível. Buscar as causas do real é cair na metafísica. Não há contradição e sim harmonia. Conhecer para prever. Unidade do conhecimento estaria num único método: observação, método das ciências naturais. De certa forma torna-se metafísico Para Comte positivo de um lado é o estágio final ao qual a humanidade chega, por outro lado, é tudo aquilo que é útil, prático, relativo e contrário ao que é negativo e abstrato. È relativo por que o homem só conhece aquilo que está dentro de suas possibilidades referentes ao seu estado sensível. Buscar as causas do real é cair na metafísica. Não há contradição e sim harmonia. Conhecer para prever. Unidade do conhecimento estaria num único método: observação, método das ciências naturais. De certa forma torna-se metafísico

20 Para Marx conhecer significa diferenciar o modo como uma realidade aparece e o modo com é concretamente produzida. Começa-se pelo aparecer social e através das mediações se chega ao ser social. O real é contraditório e, portanto, dialético, a positividade só pode ser entendida pela sua negatividade. Conhecer para transformar. Para Marx conhecer significa diferenciar o modo como uma realidade aparece e o modo com é concretamente produzida. Começa-se pelo aparecer social e através das mediações se chega ao ser social. O real é contraditório e, portanto, dialético, a positividade só pode ser entendida pela sua negatividade. Conhecer para transformar.

21 Conhecer o real é descobrir as leis, que sob condições históricas específicas são as determinantes de um fenômeno historicamente determinado. Conhecer o real é descobrir as leis, que sob condições históricas específicas são as determinantes de um fenômeno historicamente determinado. O conhecimento de um fenômeno depende da descoberta das relações e conexões que lhe são intrínsecas, que o formam e o inserem numa totalidade que também o determinam e das quais não pode ser subtraído, porque perde a compreensão do movimento que o constitui. O conhecimento de um fenômeno depende da descoberta das relações e conexões que lhe são intrínsecas, que o formam e o inserem numa totalidade que também o determinam e das quais não pode ser subtraído, porque perde a compreensão do movimento que o constitui.

22 O conhecimento envolve o fazer, o atuar do homem no mundo. O conhecimento envolve o fazer, o atuar do homem no mundo. Portanto para Marx o conhecimento é o meio pelo qual se compreende e transforma a realidade. Portanto para Marx o conhecimento é o meio pelo qual se compreende e transforma a realidade.

23 Categorias do Materialismo Histórico Dialético. Categorias do Materialismo Histórico Dialético. Materialista, porque parte da realidade material do objeto; Materialista, porque parte da realidade material do objeto; Histórico, porque leva em conta o movimento histórico onde o objeto está inserido sincrônica e diacronicamente; Histórico, porque leva em conta o movimento histórico onde o objeto está inserido sincrônica e diacronicamente; Dialético, porque parte do pressuposto de que nem a natureza nem a sociedade são fixas ou paradas, mas, estão em constante movimento. Dialético, porque parte do pressuposto de que nem a natureza nem a sociedade são fixas ou paradas, mas, estão em constante movimento.

24 Contradição: categoria base da dialética: não é exclusão, mas unidade dos contrários. Contradição: não é destruição é complemento. Contradição: categoria base da dialética: não é exclusão, mas unidade dos contrários. Contradição: não é destruição é complemento. Cada um [dos termos contraditórios] é aquele que nega o outro, e isso faz parte dele mesmo (Lefebvre, p. 178) Cada um [dos termos contraditórios] é aquele que nega o outro, e isso faz parte dele mesmo (Lefebvre, p. 178)

25 Superação: não exclui a diferença, evidencia a diferença. Superação: não exclui a diferença, evidencia a diferença. Na superação, o que é superado é abolido, suprimido – num certo sentido. Não obstante, em outro sentido, o superado não deixa de existir, não recai no puro e simples nada; ao contrário, o superado é elevado ao nível superior. E isso porque ele serviu de etapa, de mediação para obtenção do resultado superior; certamente, a etapa atravessada não mais existe em si mesma, isoladamente, como ocorria num estágio anterior; mas persiste no resultado, através de sua negação. (Lefebvre, p ). Na superação, o que é superado é abolido, suprimido – num certo sentido. Não obstante, em outro sentido, o superado não deixa de existir, não recai no puro e simples nada; ao contrário, o superado é elevado ao nível superior. E isso porque ele serviu de etapa, de mediação para obtenção do resultado superior; certamente, a etapa atravessada não mais existe em si mesma, isoladamente, como ocorria num estágio anterior; mas persiste no resultado, através de sua negação. (Lefebvre, p ).

26 Totalidade: implica uma complexidade em que cada fenômeno só pode vir a ser compreendido como um momento definido em relação a si e em relação a outros fenômenos. Totalidade: implica uma complexidade em que cada fenômeno só pode vir a ser compreendido como um momento definido em relação a si e em relação a outros fenômenos.

27 Marx coloca que não é tão fácil compreender os fenômenos e sua constituição, porque há uma distinção entre as coisas tal como aparecem e tal como são na realidade, há uma diferença entre aparência e essência. Marx coloca que não é tão fácil compreender os fenômenos e sua constituição, porque há uma distinção entre as coisas tal como aparecem e tal como são na realidade, há uma diferença entre aparência e essência. A essência está contida no fenômeno ainda que este a esconda. Assim o conhecimento tem que desvendar no fenômeno aquilo que lhe é constitutivo e que é em princípio obscuro. A essência está contida no fenômeno ainda que este a esconda. Assim o conhecimento tem que desvendar no fenômeno aquilo que lhe é constitutivo e que é em princípio obscuro.

28 Marx destaca que a alienação religiosa não é a forma fundamental da alienação, mas efeito da alienação real que é a alienação do trabalho na medida em que o produtor não pode reconhecer-se no produto de seu trabalho, porque as condições desse trabalho, suas finalidades reais, e seu valor não dependem dele, próprio, trabalhador, mas do proprietário das condições de trabalho. Marx destaca que a alienação religiosa não é a forma fundamental da alienação, mas efeito da alienação real que é a alienação do trabalho na medida em que o produtor não pode reconhecer-se no produto de seu trabalho, porque as condições desse trabalho, suas finalidades reais, e seu valor não dependem dele, próprio, trabalhador, mas do proprietário das condições de trabalho.

29 - Homem – parte da natureza, mas não se confunde com ela. - Homem – parte da natureza, mas não se confunde com ela. - Homem – uma espécie natural, porém através de suas atividades de produção da vida material se distingue das outras espécies, pois suas necessidades não são imediatas. Isto é, o homem é um ser natural, mas também não é só isso, na sua produção de vida material, transforma a natureza e se transforma para atender suas necessidades. - Homem – uma espécie natural, porém através de suas atividades de produção da vida material se distingue das outras espécies, pois suas necessidades não são imediatas. Isto é, o homem é um ser natural, mas também não é só isso, na sua produção de vida material, transforma a natureza e se transforma para atender suas necessidades.

30 O processo de desenvolvimento da humanidade é tanto natural (as teorias da evolução atestam isso) como social. (o homem cria formas – instrumentos- para se separar da natureza e entendê-la) O processo de desenvolvimento da humanidade é tanto natural (as teorias da evolução atestam isso) como social. (o homem cria formas – instrumentos- para se separar da natureza e entendê-la)

31 Ideologia é um conjunto de idéias sistematizadas que impõe um modo de ser e de pensar, se realiza na prática através de normas reguladoras, que legitimam práticas sociais como a desigualdade, sem ferir seus princípios básicos que é esconder sua origem. Ideologia é um conjunto de idéias sistematizadas que impõe um modo de ser e de pensar, se realiza na prática através de normas reguladoras, que legitimam práticas sociais como a desigualdade, sem ferir seus princípios básicos que é esconder sua origem. - A ideologia é sempre um conjunto de idéias a serviço da classe dominante assim não tem história, assume formas históricas de acordo com as condições concretas da sociedade. (exemplo, o liberalismo, o bem estar social e o neoliberalismo), busca explicar o presente, pelo passado, o passado e o futuro pelo presente, o possível, torna-se previsível, - A ideologia é sempre um conjunto de idéias a serviço da classe dominante assim não tem história, assume formas históricas de acordo com as condições concretas da sociedade. (exemplo, o liberalismo, o bem estar social e o neoliberalismo), busca explicar o presente, pelo passado, o passado e o futuro pelo presente, o possível, torna-se previsível,

32 Referências: Referências: ANDERY M. A.cols. Para compreender a ciência. Rio de janeiro: Espaço e Tempo. EDUC, 1988 ANDERY M. A.cols. Para compreender a ciência. Rio de janeiro: Espaço e Tempo. EDUC, 1988 CHAUÍ, M. Convite à Filosofia CHAUÍ, M. Convite à Filosofia HESSEN, J. Teoria do conhecimento. (Antonio Correia, trad.). 5ª edição. Coimbra: Armênio Amado Editor, 1970 HESSEN, J. Teoria do conhecimento. (Antonio Correia, trad.). 5ª edição. Coimbra: Armênio Amado Editor, 1970 LEFEBVRE, H. Lógica formal. Lógica dialética. 3º edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, LEFEBVRE, H. Lógica formal. Lógica dialética. 3º edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, LUCKESI, C.C. e PASSOS, E.S. Introdução à filosofia LUCKESI, C.C. e PASSOS, E.S. Introdução à filosofia POLITZER, G; BESSE, G; CAVEING, M. Princípios fundamentais de filosofia. São Paulo: Hemus POLITZER, G; BESSE, G; CAVEING, M. Princípios fundamentais de filosofia. São Paulo: Hemus


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