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Pós-Graduação em Gestalt-Terapia Profa: Priscila Lima.

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1 Pós-Graduação em Gestalt-Terapia Profa: Priscila Lima

2 Fenomenologia = estudo ou ciência do fenômeno. Fenômeno = tudo que aparece, descrever aparências. Fenomenologia Banal Descrição de um objeto de um ponto de vista qualquer Fenomenologia Rigorosa Considera o Ser como fundo de onde emerge a descrição.

3 Séc. XX (1901, 1907,1911) Husserl deu um conteúdo novo a uma palavra já antiga: o sentido do ser e do fenômeno não podem ser dissociados. Ideal Positivista Sujeito puro que asseguraria a objetividade e a coerência dos diferentes domínios do conhecimento objetivo.

4 Husserl censura a psicologia ter tomado os métodos das Ciências Naturais e aplicá-los sem discernir que seu objetivo é diferente. Influência de Brentano: fenômenos psíquicos (intencionalidade) fenômenos físicos A vida psíquica é um dado imediato, não exige reconstrução, mas somente descrição. Nós explicamos a natureza, compreendemos a vida psíquica (Dilthey).

5 Método Experimental Método Científico por excelência Pressuposto: Cientista e objeto de estudo são independentes. Método Experimental na Psicologia Restringir o objeto de estudo aos aspectos externamente observáveis do psiquismo.

6 Método Experimental e Observação Externa A vivência ou experiência vivida só pode ser alcançada diretamente pelo próprio sujeito. O comportamento revela, externamente, aspectos da experiência de forma indireta que pode levar a enganos. Ex: Criança e a minhoca. As situações que uma pessoa vivencia não possuem apenas um significado em si mesmo, mas adquirem um sentido para quem as experiencia, que se encontra relacionado à sua própria maneira de existir.

7 Reduzido à pergunta: Quanto dele existe para o indivíduo? Mundo absoluto Mundo da Ciência COMUM Neurótico Em-si Insondado Conhecimento Indireto – Apito de Galton Meios de percepção estáveis + interesses Inibições sociais e neuróticas

8 Fazendeiro Campo Agrônomo Piloto de Comerciante Pintor Milho Namorados Realidade objetiva – porção de terreno na qual um cereal é cultivado. Realidade subjetiva ?

9 O Sentido É uma experiência íntima que geralmente escapa à observação do psicólogo, pois o ser humano não é transparente.

10 O mundo é um objeto intencional com referência a um sujeito pensante, o que invalida a objetividade absoluta. Fenomenologia é ir às coisas mesmas. Descobri- las tais quais se apresentam aos meus sentidos, tais quais eu as percebo. Mas é um ir em busca aliado à minha própria experiência subjetiva concreta: é um olhar e ver, não apenas uma colocação diante de algo. É participação, movimento. Redução: desvinculado de preconceitos, atingir o ponto mais essencial do objeto.

11 Redução: busca do significado, uma procura pelo subjacente, em detrimento do simples aparente. Não é uma simples descrição do fenômeno, do aparente (fenomenismo). Fazer fenomenologia é realmente se embrenhar por dentro da realidade, para desvendar o que está por detrás dela.

12 O Campo É uma totalidade em que as partes em relacionamento imediato reagem umas às outras. Outro C. Fenomenológico EU

13 Fenômeno integra a consciência e o objeto, unidos no próprio ato de significação. O fenômeno está penetrado no pensamento e o pensamento só se expõe no fenômeno.

14 Totalidade de experiências das quais a pessoa toma consciência no momento da ação. Afirmar pelo outro é projeção no campo fenomenal do outro: na fenomenologia nos postamos numa atitude de espera, de observação atenta, para permitir acesso do fenômeno à consciência. Busco encontrar-me com meu cliente, com ele, e através dele. Abrir-me para perceber- lhe a essência, a totalidade.

15 Investigação da vivência das pessoas em determinadas situações. Propõe-se a chegar à essência do conhecimento, através da redução fenomenológica. Redução Retornar ao mundo da vida, tal qual aparece antes de qualquer alteração produzida por teorias e preconceitos: retornar à experiência vivida e sobre ela fazer uma profunda reflexão. Procurar captar o sentido da vivência experienciada pela pessoa.

16 O pesquisador deve iniciar o seu trabalho voltando-se para a sua própria vivência a fim de refletir sobre ela para captar o significado da mesma em sua existência. Há impossibilidade de uma redução ser completa? Reflexão profunda sobre preconceitos em nós estabelecidos, transformando-os em condicionamentos conscientes, sem jamais negar a sua existência (Merleau- Ponty, 1973).

17 Consiste na descrição do processo tornando- o presente como objeto de consciência e podendo assim orientar a ação. (Amatuzzi, 1995, p.67) Filosofia: Sartre e Merleau-Ponty Psiquiatria: Jaspers Psicologia fenomenológica: Yolanda Forghieri, Adriano Holanda, Amatuzzi, William Gomes, Amadeo Giorgo, etc.

18 Utilizar a redução fenomenológica para investigar formas concretas de existências: Estou pesquisando tal coisa; o que você pode dizer-me sobre isso a partir da sua experiência pessoal? Diferente de uma opinião ou teoria. A pesquisa fenomenológica busca acessar a apreensão da realidade a partir do sentido desta para uma subjetividade intencional.

19 Apesar da peculiaridades dos modos de existência, também somos seres humanos semelhantes existindo num mesmo mundo, é esta estrutura comum que nos possibilita compreendermo-nos e conhecermo-nos uns aos outros. Somos um para o outro colaboradores numa reciprocidade perfeita; nossas perspectivas deslizam uma na outra, coexistindo através de um mesmo mundo (Merleau-Ponty) O sujeito volta a sua própria vivência no seio da relação intersubjetiva.

20 A pesquisa em Ciências Humanas é do tipo sujeito-sujeito, subjetividade-subjetividade, ou seja, intersubjetiva. Ao invés de fatos temos fenômenos. Fenômenos são vividos. O fato humano É um conjunto de significados.

21 Pesquisa qualitativa Há reciprocidade no ato de observação, observador e observado são interatuantes. Pesquisador como facilitador do acesso ao vivido, não basta uma simples instrução. A descrição do pesquisador deve ser confirmada pelo sujeito pesquisado quando possível. Dimensão clínica A pesquisa fenomenológica é dialética e mobilizadora.

22 Yolanda Forghieri (2004) Envolvimento Existencial Distanciamento Reflexivo

23 Envolvimento Existencial Abertura a vivência a ser investigada, colocando fora de ação os conhecimentos adquiridos sobre ela. Penetrar na vivência de modo espontâneo e experiencial. Não só recordar, mas reviver de modo intenso. Sair de uma atitude intelectualizada para se soltar ao fluir de sua própria vivência. Compreensão Pré-reflexiva Deixar surgir intuição, percepção, sentimentos e sensações que brotam numa totalidade, proporcionando-lhe uma compreensão global.

24 Distanciamento reflexivo Há um distanciamento da vivência para refletir sobre essa sua compreensão. Tentativa de captar e enunciar descritivamente o significado daquela vivência em seu existir. O distanciamento não chega a ser completo e deve manter sempre um elo de ligação com a vivência. Enunciação com linguagem simples, semelhante à que é utilizada na vida cotidiana.

25 Na prática não há separação entre o Envolvimento Existencial e o Distanciamento Reflexivo, mas apenas predominância, ora de um, ora de outro.

26 O pesquisador parte dos enunciados do autor sobre determinada vivência, procura penetrar na vivência deste, para compreendê-los, relaciona-os à sua própria vivência e à de outras pessoas, reflete sobre tudo isto e chega às suas próprias enunciações acerca do assunto.

27 Obtenção do Material de Estudo: relatos espontâneos e sinceros do sujeito sobre sua vivência – relatos autênticos e próximos da experiência vivida. Procurar recordar situações que vivenciaram de forma intensa o assunto a ser pesquisado; tentar reviver e refletir sobre esta; fazer por escrito descrição minuciosa. Relatar vivência para o grupo; todos devem ouvir comparando com a própria experiência; quem quiser pode reescrever. Entregar os relatos por escrito.

28 Análise compreensiva dos relatos: 1. Ler os relatos, envolvendo-se na vivência e enunciando os significados captados, fazendo articulação entre eles, chegando a uma descrição da vivência englobando todos. 2. Submeter à apreciação de cada sujeito dos dados levantados e descrição final da vivência. Descrição final. Comparar os significados e descrições elaboradas, elaborando uma descrição da vivência.

29 A pesquisa fenomenológica em psicologia é qualitativa e participante, e pode ter um caráter de intervenção. Pesquisa orientada para descoberta. Resgate de significações do sujeito-vivente.


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