A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Erosão e Planificação de Uso do Solo Centro Federal de Educa ç ão Tecnol ó gica de Minas Gerais Cíntia Amélia Isabella Gomes Jessica Ayra Laila Sousa.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Erosão e Planificação de Uso do Solo Centro Federal de Educa ç ão Tecnol ó gica de Minas Gerais Cíntia Amélia Isabella Gomes Jessica Ayra Laila Sousa."— Transcrição da apresentação:

1 Erosão e Planificação de Uso do Solo Centro Federal de Educa ç ão Tecnol ó gica de Minas Gerais Cíntia Amélia Isabella Gomes Jessica Ayra Laila Sousa

2 Erosão do Solo e Degradação das terras O maior problema da erosão em áreas cultiváveis consiste na eliminação da capa superficial do solo, importante por seu conteúdo em matéria orgânica e frações minerais finas, garantindo a nutrição de suma importância para os vegetais. O maior problema da erosão em áreas cultiváveis consiste na eliminação da capa superficial do solo, importante por seu conteúdo em matéria orgânica e frações minerais finas, garantindo a nutrição de suma importância para os vegetais. As consequências da erosão do solo não se limitam a quantidade de solo perdido e sim devido o que essas perdas tem reflexos na degradação física e na perda de fertilidade do solo, sendo a erosão laminar um exemplo evidente deste contexto. As consequências da erosão do solo não se limitam a quantidade de solo perdido e sim devido o que essas perdas tem reflexos na degradação física e na perda de fertilidade do solo, sendo a erosão laminar um exemplo evidente deste contexto.

3

4 Existirá um momento crítico em que a erosão reduzirá a capacidade de produção de biomassa vegetal, diminuindo consequentemente a proteção do solo. Existirá um momento crítico em que a erosão reduzirá a capacidade de produção de biomassa vegetal, diminuindo consequentemente a proteção do solo. As perdas de solo por erosão variam com a intensidade, de acordo com o uso da terra, como por exemplo a FIGURA As perdas de solo por erosão variam com a intensidade, de acordo com o uso da terra, como por exemplo a FIGURA

5

6 Com o aumento do uso de novas técnicas e tecnologias pelas atividades agrícolas houve também o aumento da degradação ambiental e por serem tais atividades de suma importância para a sobrevivência humana necessita-se rapidamente de respostas científicas que possam evitar a persistência no erro do atual modelo de produção, do ponto de vista ambiental e sugerir respostas para um desenvolvimento mais harmônico com o meio Com o aumento do uso de novas técnicas e tecnologias pelas atividades agrícolas houve também o aumento da degradação ambiental e por serem tais atividades de suma importância para a sobrevivência humana necessita-se rapidamente de respostas científicas que possam evitar a persistência no erro do atual modelo de produção, do ponto de vista ambiental e sugerir respostas para um desenvolvimento mais harmônico com o meio ambiente. O Processo erosivo mostra-se mais veloz que as atuações humanas em tentar contê-lo. ambiente. O Processo erosivo mostra-se mais veloz que as atuações humanas em tentar contê-lo.

7 Planificação do uso do solo As transformações antrópicas com a finalidade de usufruir de condições ambientais propícias ao uso agrário ou urbano causa a limitância da capacidade de utilização do solo, porque esgota os recursos naturais e degrada o meio físico, sendo assim, surge a necessidade de uma planificação territorial, que tem como objetivo a organização do espaço físico de modo que a utilização da terra seja compatível com as potencialidades do mesmo. As transformações antrópicas com a finalidade de usufruir de condições ambientais propícias ao uso agrário ou urbano causa a limitância da capacidade de utilização do solo, porque esgota os recursos naturais e degrada o meio físico, sendo assim, surge a necessidade de uma planificação territorial, que tem como objetivo a organização do espaço físico de modo que a utilização da terra seja compatível com as potencialidades do mesmo.

8 O conceito de planificação vem justificado pela necessidade de utilizar o solo como recurso natural de forma a atender a sua capacidade de uso, observando- se sempre a conservação do entorno, objeto importante no equilíbrio ecológico de um território, conforme a Declaração do Meio Ambiente, da ONU: O conceito de planificação vem justificado pela necessidade de utilizar o solo como recurso natural de forma a atender a sua capacidade de uso, observando- se sempre a conservação do entorno, objeto importante no equilíbrio ecológico de um território, conforme a Declaração do Meio Ambiente, da ONU: Os recursos naturais da terra devem ser protegidos para o benefício de presentes e futuras gerações através de uma criteriosa planificação. Os recursos naturais da terra devem ser protegidos para o benefício de presentes e futuras gerações através de uma criteriosa planificação. A capacidade do solo de produzir recursos renováveis deve ser mantida e quando possível restaurada e melhorada A capacidade do solo de produzir recursos renováveis deve ser mantida e quando possível restaurada e melhorada Uma planificação racional constitui ponto essencial na solução de conflitos que se apresentam entre a necessidade de desenvolvimento e a necessidade de melhor proteger o meio ambiente Uma planificação racional constitui ponto essencial na solução de conflitos que se apresentam entre a necessidade de desenvolvimento e a necessidade de melhor proteger o meio ambiente

9 A planificação de uso parece constituir o instrumento mais adequado para desenvolver essas questões com a utilização racional das terras e a conservação do meio ambiente. O objetivo da planificação é também tentar resolver conflitos causados pela competição entre usos naturais. A planificação deve considerar a dualidade atividade/meio respeitando uma relação adequada entre a demanda e a oferta A planificação de uso parece constituir o instrumento mais adequado para desenvolver essas questões com a utilização racional das terras e a conservação do meio ambiente. O objetivo da planificação é também tentar resolver conflitos causados pela competição entre usos naturais. A planificação deve considerar a dualidade atividade/meio respeitando uma relação adequada entre a demanda e a oferta Para estabelecer um sistema ou prática de manejo de terras deve ser acompanhado de conhecimento prévio adequado do recurso terra e do estado atual e possibilidades de degradação do mesmo, levando assim a uma avaliação do potencial das terras, baseados no clima, solo, topografia e condições sócio-econômicas do território a ser planificado. Para estabelecer um sistema ou prática de manejo de terras deve ser acompanhado de conhecimento prévio adequado do recurso terra e do estado atual e possibilidades de degradação do mesmo, levando assim a uma avaliação do potencial das terras, baseados no clima, solo, topografia e condições sócio-econômicas do território a ser planificado.

10 Com isso poderão ser identificadas e definidas áreas com limitações específicas para a produção de cultivos ou implantação de outras atividades realizando assim uma planificação adequada evitando efeitos ambientais adversos, perdas econômicas e conflitos sociais Com isso poderão ser identificadas e definidas áreas com limitações específicas para a produção de cultivos ou implantação de outras atividades realizando assim uma planificação adequada evitando efeitos ambientais adversos, perdas econômicas e conflitos sociais Os estudos de planificação devem levar em conta também a possibilidade de usos diferentes do atual e das limitações que impõem para cada um deles. Inclui-se como uma dessas limitações a degradação das terras, conseqüência da erosão acelerada. Os estudos de planificação devem levar em conta também a possibilidade de usos diferentes do atual e das limitações que impõem para cada um deles. Inclui-se como uma dessas limitações a degradação das terras, conseqüência da erosão acelerada.

11 Avaliação do fator erosão na planificação de uso do solo A erosão constitui-se de uma das limitações mais importantes na avaliação da capacidade de uso A erosão constitui-se de uma das limitações mais importantes na avaliação da capacidade de uso A planificação do território deve incorporar o tratamento da erosão para tentar evitar que ocorram perdas de solo e para detectar as áreas onde o fenômeno erosivo passa ser mais intenso A planificação do território deve incorporar o tratamento da erosão para tentar evitar que ocorram perdas de solo e para detectar as áreas onde o fenômeno erosivo passa ser mais intenso

12 Os estudos de planificação são procedimentos de um levantamento das condições ambientais do território, denominado inventário do meio físico, que constitui-se de um componente de diagnóstico nos estudos de ordenação e planificação do território, onde verifica as condições ambientais naturais tais como se encontram no momento de avaliação do território como espaço físico a ser submetido à planificação de uso. São considerados como elementos componentes do meio natural o clima, o solo, a água, a vegetação e a fauna, o modelado da paisagem, o processo de erosão, de sedimentação, de recarga de aquíferos subterrâneos, de utilização do solo, etc Os estudos de planificação são procedimentos de um levantamento das condições ambientais do território, denominado inventário do meio físico, que constitui-se de um componente de diagnóstico nos estudos de ordenação e planificação do território, onde verifica as condições ambientais naturais tais como se encontram no momento de avaliação do território como espaço físico a ser submetido à planificação de uso. São considerados como elementos componentes do meio natural o clima, o solo, a água, a vegetação e a fauna, o modelado da paisagem, o processo de erosão, de sedimentação, de recarga de aquíferos subterrâneos, de utilização do solo, etc

13 Momentos de análise e perspectivas distintas: Momentos de análise e perspectivas distintas: No processo de planificação a erosão passa a ser avaliada em três momentos e sob perspectivas distintas: No processo de planificação a erosão passa a ser avaliada em três momentos e sob perspectivas distintas: Primeiro momento, a erosão reconhecida como causa da degradação das terras passará a ser inventariada quanto às manifestações visíveis na forma de morfologias erosivas Primeiro momento, a erosão reconhecida como causa da degradação das terras passará a ser inventariada quanto às manifestações visíveis na forma de morfologias erosivas Num segundo momento, a erosão passa a ser considerada como fator de limitação à capacidade de uso e será avaliada como Subclasse no sistema de avaliação de capacidade de uso Num segundo momento, a erosão passa a ser considerada como fator de limitação à capacidade de uso e será avaliada como Subclasse no sistema de avaliação de capacidade de uso Num terceiro momento, a erosão passa a ser entendida dentro do processo de planificação, como um fator a ser estudado com base em suas causas e em suas implicações, ligado à degradação das terras Num terceiro momento, a erosão passa a ser entendida dentro do processo de planificação, como um fator a ser estudado com base em suas causas e em suas implicações, ligado à degradação das terras

14 O estudo sob a perspectiva das implicações no processo de degradação das terras possui dois enfoques. O primeiro enfoque está voltado à avaliação da erosão atual, que se refere ao resultado da atuação de processos erosivos atuais, sendo os primeiros agravados por interferência antrópica e podem ser perceptíveis através de feições da paisagem caracterizadas por morfologias erosivas. O segundo está voltado à erosão potencial, que se refere àquela que se pode prever, quando se consideram as possíveis alterações das condições ambientais atuais. O estudo sob a perspectiva das implicações no processo de degradação das terras possui dois enfoques. O primeiro enfoque está voltado à avaliação da erosão atual, que se refere ao resultado da atuação de processos erosivos atuais, sendo os primeiros agravados por interferência antrópica e podem ser perceptíveis através de feições da paisagem caracterizadas por morfologias erosivas. O segundo está voltado à erosão potencial, que se refere àquela que se pode prever, quando se consideram as possíveis alterações das condições ambientais atuais. O grau de erosão atual e potencial para cada unidade territorial pode ser obtido através da fórmula: O grau de erosão atual e potencial para cada unidade territorial pode ser obtido através da fórmula: VEu = Σ pi V iu VEu = Σ pi V iu n VEu: valor do grau de erosão atual da unidade u. VEu: valor do grau de erosão atual da unidade u. Pi: peso do fator i para erosão. Pi: peso do fator i para erosão. Viu: valor de erosão que atinge a unidade u pelo fator i. Viu: valor de erosão que atinge a unidade u pelo fator i. n: número de fatores considerados. n: número de fatores considerados.

15 Capacidade de uso da terra A capacidade de uso da terra pode ser caracterizada como a sua adaptabilidade para fins diversos, sem que sofra depauperamento pelos fatores de desgaste e empobrecimento. O método de classificação se baseia na análise das características físicas e fertilidade do solo, características topográficas e suscetibilidade à erosão

16 Classificação das terras no sistema de capacidade de uso No âmbito da ciência do solo, as inúmeras classificações existentes podem ser reunidas em duas categorias distintas: No âmbito da ciência do solo, as inúmeras classificações existentes podem ser reunidas em duas categorias distintas: - Classificação taxonômica: os solos são agrupados a partir de uma quantidade muito grande de propriedades e características em comum, tendo por base aquelas que refletem processos genéticos similares - Classificação técnica-interpretativa: os indivíduos são agrupados em função de determinadas características de interesse prático e específico.

17 Um levantamento de solos que utiliza uma classificação pedológica servirá como base para diferentes classificações técnicas ou interpretativas. O objetivo principal do levantamento é o conhecimento da natureza e distribuição das unidades pedológicas, fazendo caracterização morfológica e analítica ocorrentes em dada área. Já as classificações técnicas ou interpretativas, agrupam as unidades pedológicas em classes de terras, tomando por base características e propriedades selecionadas, relacionadas com o comportamento agrícola dos solos Um levantamento de solos que utiliza uma classificação pedológica servirá como base para diferentes classificações técnicas ou interpretativas. O objetivo principal do levantamento é o conhecimento da natureza e distribuição das unidades pedológicas, fazendo caracterização morfológica e analítica ocorrentes em dada área. Já as classificações técnicas ou interpretativas, agrupam as unidades pedológicas em classes de terras, tomando por base características e propriedades selecionadas, relacionadas com o comportamento agrícola dos solos

18 Sistema de capacidade de uso Sistema de capacidade de uso Representa um grupamento qualitativo de tipos de solos sem considerar a localização ou as características econômicas da terra, ou seja, as diversas características e propriedade são sintetizadas, visando á obtenção de classes homogêneas de terras, em termos do propósito de definir sua máxima capacidade de uso sem risco de degradação do solo, especialmente no que diz respeito á erosão acelerada. Representa um grupamento qualitativo de tipos de solos sem considerar a localização ou as características econômicas da terra, ou seja, as diversas características e propriedade são sintetizadas, visando á obtenção de classes homogêneas de terras, em termos do propósito de definir sua máxima capacidade de uso sem risco de degradação do solo, especialmente no que diz respeito á erosão acelerada.

19 Considera-se características da terra o atributo que pode ser medido,como textura, cor do solo, e propriedade da terra, o atributo relativo ao seu comportamento, como produtividade agrícola e o risco de erosão, resultante da interação entre o solo e o ambiente. Considera-se características da terra o atributo que pode ser medido,como textura, cor do solo, e propriedade da terra, o atributo relativo ao seu comportamento, como produtividade agrícola e o risco de erosão, resultante da interação entre o solo e o ambiente. Na classificação é interessante considerar grupos de características e de propriedades ao invés de isoladamente

20 O sistema se baseia nas limitações, diretamente relacionada à intensidade de uso do solo: maior ou menor mobilização impostas ao solo expondo-o a certo risco de erosão e / ou perda de produtividade. Geralmente culturas anuais impõem alta intensidade de uso, enquanto vegetações naturais representam o mais baixo grau de intensidade de uso O sistema se baseia nas limitações, diretamente relacionada à intensidade de uso do solo: maior ou menor mobilização impostas ao solo expondo-o a certo risco de erosão e / ou perda de produtividade. Geralmente culturas anuais impõem alta intensidade de uso, enquanto vegetações naturais representam o mais baixo grau de intensidade de uso A classificação do uso do solo é útil no planejamento de uso da terra, pois encerra uma coleção lógica e sistemática de dados, apresentando os resultados de forma diretamente aplicável ao planejador, que deve considerar também as esferas econômicas, políticas e sociais. A classificação do uso do solo é útil no planejamento de uso da terra, pois encerra uma coleção lógica e sistemática de dados, apresentando os resultados de forma diretamente aplicável ao planejador, que deve considerar também as esferas econômicas, políticas e sociais.

21 Categorias do sistema As categorias do sistema de classificação em capacidade de uso estão assim hierarquizadas: As categorias do sistema de classificação em capacidade de uso estão assim hierarquizadas: Grupos de capacidade de uso: (A,B,C) : estabelecidos com base nos tipos de intensidade de uso das terras; Grupos de capacidade de uso: (A,B,C) : estabelecidos com base nos tipos de intensidade de uso das terras; Classes de capacidade de uso (I a VIII): baseadas no grau de limitação de uso; Classes de capacidade de uso (I a VIII): baseadas no grau de limitação de uso; Subclasses de capacidade de uso (IIe, IIIe, IIIa etc): baseadas na natureza da limitação de uso Subclasses de capacidade de uso (IIe, IIIe, IIIa etc): baseadas na natureza da limitação de uso Unidades de capacidade de uso (IIe-1, IIe-2, IIIe-1 etc): baseadas em condições específicas que afetam o uso ou manejo da terra. Unidades de capacidade de uso (IIe-1, IIe-2, IIIe-1 etc): baseadas em condições específicas que afetam o uso ou manejo da terra.

22 Grupos de capacidade de uso Categoria de nível mais elevado e generalizado, estabelecidos com base na maior ou menor intensidade de uso das terras Categoria de nível mais elevado e generalizado, estabelecidos com base na maior ou menor intensidade de uso das terras Grupo A: terras passíveis de utilização com culturas anuais, perenes, pastagens e / ou reflorestamento e vida silvestre (comporta as classes I,II,III e IV) Grupo A: terras passíveis de utilização com culturas anuais, perenes, pastagens e / ou reflorestamento e vida silvestre (comporta as classes I,II,III e IV) Grupo B: terras impróprias para cultivos intensivos, mas ainda adaptadas para pastagens e/ ou reflorestamento e / ou vida silvestre ( compreendendo as classes V,VI,VII) Grupo B: terras impróprias para cultivos intensivos, mas ainda adaptadas para pastagens e/ ou reflorestamento e / ou vida silvestre ( compreendendo as classes V,VI,VII) Grupos C: terras não adequadas para cultivos anuais, perenes, pastagens ou reflorestamento, porém apropriadas para a proteção da flora e fauna silvestre, recreação ou armazenamento de água (comporta a classe VIII). Grupos C: terras não adequadas para cultivos anuais, perenes, pastagens ou reflorestamento, porém apropriadas para a proteção da flora e fauna silvestre, recreação ou armazenamento de água (comporta a classe VIII).

23 Classes de capacidade de uso Consistem em grupamentos de terras apresentando o mesmo grau de limitação, terras com limitações de uso e/ou riscos de degradação do solo em grau semelhante. Consistem em grupamentos de terras apresentando o mesmo grau de limitação, terras com limitações de uso e/ou riscos de degradação do solo em grau semelhante. A caracterização das classes leva em conta principalmente a maior ou menor complexidade das práticas conservacionistas, em especial as de controle da erosão.As práticas de conservação do solo, podem ser subdivididas em: A caracterização das classes leva em conta principalmente a maior ou menor complexidade das práticas conservacionistas, em especial as de controle da erosão.As práticas de conservação do solo, podem ser subdivididas em: a) práticas de controle à erosão: destinadas a diminuir o processo erosivo, dentre as práticas mais difundidas estão o terraceamento, plantio e cultivo em nível, etc. b) práticas complementares de melhoramentos: procuram melhorar ou recuperar condições de produtividade das terras e racionalizar ao máximo o uso do solo, como calagem, adubações químicas, adubação verde, etc.

24 Numa caracterização das classes de capacidade de uso de grupos A,B e C, pode-se assim considerá-las: Numa caracterização das classes de capacidade de uso de grupos A,B e C, pode-se assim considerá-las: Grupo A: - Classe I: terras cultiváveis, aparentemente sem problemas especiais de conservação; - Classe II: terras cultiváveis com problemas simples de conservação e/ou de manutenção de melhoramentos; - Classe III: terras cultiváveis com problemas complexos de conservação e/ou de manutenção de melhoramentos; - Classe IV: terras cultiváveis apenas ocasionalmente ou em extensão limitada, com sérios problemas de conservação.

25 Grupo B - Classe V: terras adaptadas em geral para pastagens e,em alguns casos, para reflorestamento, sem necessidade de práticas especiais de conservação, são cultiváveis apenas em casos muito especiais; - Classe VI: terras adaptadas em geral para pastagens e/ou reflorestamento, com problemas simples de conservação. São cultiváveis apenas em casos especiais de algumas culturas permanentes protetoras do solo; - Classe VII: terras adaptas em geral somente para pastagens ou reflorestamento, com problemas complexos de conservação.

26 Grupo C - Classe VIII: terras impróprias para cultura, pastagens ou reflorestamento, podendo servir apenas como abrigo e proteção da fauna e flora silvestre, como ambiente de recreação, ou para fins de armazenamento de água.

27 Resumo da variação do tipo e da intensidade máxima de utilização da terra sem risco de erosão acelerada em função das classes de capacidade de uso

28

29 Subclasses de capacidade de uso Subclasses de capacidade de uso Representam-se classes de capacidade de uso qualificadas em função da natureza, tornando mais explícitas, as práticas ou grupos de práticas conservacionistas a serem adotadas Representam-se classes de capacidade de uso qualificadas em função da natureza, tornando mais explícitas, as práticas ou grupos de práticas conservacionistas a serem adotadas As limitações de uso podem ser de quatro naturezas: As limitações de uso podem ser de quatro naturezas: e: limitações pela erosão e/ou risco de erosão; e: limitações pela erosão e/ou risco de erosão; s: limitações relativas ao solo; s: limitações relativas ao solo; a: limitações por excesso de água; a: limitações por excesso de água; c: limitações climáticas. c: limitações climáticas. Observa-se que, por intermédio das classes de capacidade de uso, pode-se estabelecer alternativas de uso e intensidade das práticas conservacionistas.Entretanto, para definir a natureza das práticas, é preciso conhecer a natureza da limitação dominante, ou seja, a subclasse. Observa-se que, por intermédio das classes de capacidade de uso, pode-se estabelecer alternativas de uso e intensidade das práticas conservacionistas.Entretanto, para definir a natureza das práticas, é preciso conhecer a natureza da limitação dominante, ou seja, a subclasse.

30 Unidades de capacidade de uso Unidades de capacidade de uso As unidades de capacidade de uso facilitam o processo de estabelecimento das práticas de manejo. A unidade de capacidade de uso representaria a subclasse perfeitamente qualificada, em função do fator limitante, como: As unidades de capacidade de uso facilitam o processo de estabelecimento das práticas de manejo. A unidade de capacidade de uso representaria a subclasse perfeitamente qualificada, em função do fator limitante, como: IIIs-1: limitação por problemas de profundidade IIIs-1: limitação por problemas de profundidade IIIs-2: limitação por pedregosidade. IIIs-2: limitação por pedregosidade. De maneira análoga, poderiam ser representados: De maneira análoga, poderiam ser representados: IIIe-1: limitação pela declividade; IIIe-1: limitação pela declividade; IIIe-2: limitação por erosão laminar. IIIe-2: limitação por erosão laminar.

31 Esquema dos grupos, classes e unidade de capacidade de uso Esquema dos grupos, classes e unidade de capacidade de uso

32

33 Conclusão A pressão exercida pela ocupação em determinadas áreas, por atividades agrícolas intensas, aliada a uma despreocupação quanto à adoção de práticas conservacionistas, tem feito o solo perder seu potencial produtivo, causado pela erosão acelerada. Com isso a planificação é uma medida que busca compatibilizar os usos com as limitações do território, conhecendo as causas da erosão, seus impactos sobre o meio ambiente e as atividades humanas, para assim executar políticas adequadas de uso, manejo e conservação. A pressão exercida pela ocupação em determinadas áreas, por atividades agrícolas intensas, aliada a uma despreocupação quanto à adoção de práticas conservacionistas, tem feito o solo perder seu potencial produtivo, causado pela erosão acelerada. Com isso a planificação é uma medida que busca compatibilizar os usos com as limitações do território, conhecendo as causas da erosão, seus impactos sobre o meio ambiente e as atividades humanas, para assim executar políticas adequadas de uso, manejo e conservação.

34 Referências Bibliográficas GUERRA, Antônio José Teixeira; SILVA, Antonio Soares da; BOTELHO, Rosangela Garrido Machado (org).Erosão e conservação dos solos. 2 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. LEPSCH, I. et al. Manual para levantamento utilitário do meio físico e classificação das terras no Sistema de Capacidade de Uso. 4° aproximação Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Campinas, São Paulo, CLASSIFICAÇÃO DA CAPACIDADE DE USO DAS TERRAS. PPT. Disponível em:. Acesso em: 25 out


Carregar ppt "Erosão e Planificação de Uso do Solo Centro Federal de Educa ç ão Tecnol ó gica de Minas Gerais Cíntia Amélia Isabella Gomes Jessica Ayra Laila Sousa."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google