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TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E SOCIEDADE Prof.a. LÍLIAN MARIA RIBEIRO CONDE.

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1 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E SOCIEDADE Prof.a. LÍLIAN MARIA RIBEIRO CONDE

2 REVOLUÇÕES TECNOLÓGICAS E IMPLICAÇÕES SOBRE A SOCIEDADE

3 Análise pela Comunicação Análise pela Tecnologia DUAS FORMAS DE ANÁLISE DA SOCIEDADE (segundo Pierre Levy )

4 Tecnologia, cultura e sociedade: uma relação estreita Desenvolvimento da humanidade e suas implicações no desenvolvimento de diferentes tecnologias, sociedade e culturas. A mutabilidade das sociedades e das culturas e a geração constante de novas tecnologias com suas implicações.

5 Análise pela Comunicação Sociedade Oral Sociedade da Escrita Sociedade das Telecomunicações e Informática Sociedade da Imprensa Sociedade Oral Primária Sociedade da Escrita SOCIEDADE DAS TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA

6 Sociedade Oral Utiliza a palavra como instrumento tanto de livre expressão quanto de gestão da memória social. Relação imediata com o mundo, situações concretas e globais. Produção espaço-tempo baseada na memória.

7 Sociedade da Escrita Representa-se e se perpetuam os fatos e acontecimentos através da escrita, nascendo aí a história. Perspectiva histórica entre espaço e tempo. Avanços das Ciências e de pensamento lógico. A apresentação fiel da fala sem a presença física do falante.

8 Sociedade da Imprensa A imprensa transforma o modo de comunicação. Recombina e associa uma rede de textos extensa e muito mais disponível do que os manuscritos. Possibilita a comparação entre as variantes de um texto, gerando a crítica. Difusão resguardando fidelidade ao original.

9 Sociedade das Telecomunicações e Informática Traz o mundo para dentro dos lares e do cotidiano dos indivíduos. Integra a leitura, escrita, visão e audição, emergindo o conhecimento por simulação. A comunicação torna veículo e condição para a produção de conhecimentos. Possibilita o intercâmbio de conhecimento.

10 Análise pela Tecnologia AGRICULTURA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

11 Agricultura A vida e os valores se estruturam para organização do alimento.

12 Revolução Industrial Descoberta e utilização de energia, máquinas substituindo o homem, aprimoramento da produtividade. Fábrica representa modelo de organização. Diferentes formas de agir e pensar. Produção científicas contribuem para a formação de uma nova realidade.

13 Produção acelerada e circulação mais ampliada dos conhecimentos e informações. O bem de consumo é o conhecimento. Novas maneiras de pensar e de conviver. O homem moderno não é mais o que sabe, mas aquele que renova e reformula o seu saber. Sociedade de Informação - Momento atual

14 TECNOLOGIA Conhecimento, interpretação, aplicação e/ou estudo da técnica e das suas variáveis, enquanto aplicação e aplicativo, ao longo da história e em determinada sociedade. Tecnologia é todo artefato ou técnica que venham a facilitar a vida humana, diminuindo esforços ou ampliando a capacidade dos indivíduos (Teoria da Projeção Orgânica, E. Knapp)

15 DUAS OU TRÊS REVOLUÇÕES TECNOLÓGICAS? O CONCEITO DE REFLEXIVIDADE (GIDDENS)

16 Segundo Castells (1999, p. 3): la primera comezó en el último tercio del siglo diediocho, caracterizada por nuevas tecnologías como la máquina a vapor, la máquina de hilar, el proceso Cort en metalúrgica, y más ampliamente, el reemplazo de las herramientas manuales por máquinas; la segunda, unos 100 años después, se caracterizó por el desarrollo de la electricidad, el motor de combustión interna, los químicos producidos por la ciencia, la efectiva fundición de acero, y el comienzo de las tecnologías de la comunicación, com la difusón del telégrafo y la invención del teléfono. Entre las dos hubo descontinuidades fundamentales, así como algunas diferencias críticas, siendo la principal de ellas la importância decisiva del conocimiento científico para sostener e guiar el desarrollo tecnológico después de 1850 DUAS OU TRÊS REVOLUÇÕES INDUSTRIAL?

17 REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

18 Revolução Industrial O termo Revolução Industrial, segundo Hobsbauw (1962), foi criado pelos socialistas ingleses e franceses, em 1820, para designar o conjunto de transformações técnicas e econômicas que caracterizam a substituição de energia humana pela energia mecânica, da ferramenta pela máquina e da manufatura pela fábrica no processo de produção capitalista.

19 A Revolução Industrial foi considerada por Mokyr (apud Castells, 1999, p. 4), um período de mudanças tecnológicas acentuadas e sem precedentes,

20 Talvez o aspecto mais relevante da Revolução Industrial tenha sido a transformação radical no caráter do trabalho, separando de um lado o capital e meios de produção (instalações, máquinas, matéria prima) e de outro, o trabalho.

21 ADAM SMITH: (apud HAMPTON,1983, p. 347) O hábito de fazer cera e de fazer solicitações indolentes e descuidadas adquirido por todo trabalhorADAM SMITH: (apud HAMPTON,1983, p. 347) O hábito de fazer cera e de fazer solicitações indolentes e descuidadas adquirido por todo trabalhador...para mudar seu trabalho e suas ferramentas a cada meia hora bem como para usar sua habilidade manual de vinte modos diferentes todos os dias o tornam, quase sempre, um ser preguiçoso e lento

22 F. TAYLOR (apud HAMPTON, 1983, p. 15) Bem se você for um funcionário de valor, fará exatamente o que o homem lhe disser – amanhã, desde bem cedo até a noite. Quando lhe disser para pegar um lingote e caminhar com ele, pegue-o e caminhe, e quando ele lhe disser para se sentar, para descansar, sente-se. Você fará isso durante todo o dia. E sem reclamações. Um funcionário de valor faz exatamente o que lhe é ordenado sem reclamar. Você entende? Quando o homem lhe disser para caminhar, caminhe – quando ele lhe disser para sentar, sente-se sem qualquer reclamação. Venha trabalhar amanhã de manhã e antes de cair a noite eu saberei se você é ou não um funcionário de valor

23 TAYLOR (1911,p. 59): ORA, UM DOS PRIMEIROS REQUISITOS PARA UM HOMEM QUE ESTÁ APTO A MANIPULAR FERRO GUSA...É QUE SEJA TÃO ESTÚPIDO E TÃO FLEUGMÁTICO QUE SE ASSEMELHE MAIS A UM BOI DO QUE A QUALQUER OUTRO TIPO...POR CONSEGUINTE, DEVE SER ADESTRADO POR UM HOMEM MAIS INTELIGENTE DO QUE ELE PRÓPRIO

24 REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (CONFORME SAVIANI, 2001) Ciência convertida em potência material fundada na propriedade privada e nos meios de produção tornava-se natural a aderência à afirmativa de Bacon que saber é poder. ADAM SMITH, apesar de valorizar o conhecimento para os trabalhadores, confinava-o à Ed. Básica, pois se saber é poder e nele está sua força produtiva, esta deve estar restrita à burguesia, pois, caso contrário, se o saber se generaliza, os trabalhadores passam a ser proprietários dos meios de produção. Instrução para os trabalhadores, porém em doses homeopáticas ratifica o princípio de que o trabalhador detenha apenas a força do trabalho.

25 COMPETÊNCIA: OBEDIÊNCIA E FORÇA FÍSICA

26 O TRABALHADOR COMO PARTE DA ENGRENAGEM DA PRODUÇÃO E, COMO TAL, NÃO QUESTIONA, NÃO OPINA E, ALIÁS, DEVERIA DEIXAR O SEU CÉREBRO NA CHAPELEIRA DO CARTÃO DE PONTO (VIDAL E PICCININI, p.654, artigo publicado na Revista da Associação Brasileira de Estudos do Trabalho)

27 REVOLUÇÃO DA INFORMÁTICA E DA COMUNICAÇÃO

28 Segundo Castells (1999,p. 2) A Revolução da Informação e Comunicação é uma revolução sem precedentes pois o que caracteriza a revolução tecnológica atual não é a centralização do conhecimento e informação, mas a aplicação deste conhecimento e informação na geração de conhecimento e dos dispositivos de processamento/ comunicação da informação, em um circuito de retroalimentação acumulativa que se dá entre a inovação e os usos da inovação

29 as novas tecnologias da informação não são simples ferramentas a serem aplicadas, mas são processos a serem desenvolvidos (...) pela primeira vez na história, a mente humana é uma força produtiva direta, não apenas um elemento decisivo do sistema de produção. (CASTELLS)

30 O QUE É COMPETÊNCIA? Capacidade para apreciar, decidir ou fazer alguma coisa (Dicionário Caldas Aulete,1985, p. 777) No fim da Idade Média, a expressão competência pertencia essencialmente à linguagem jurídica. Dizia respeito à faculdade atribuída a uma pessoa ou a uma corte para apreciar e julgar certas questões. Por extensão, o termo veio a designar o reconhecimento social sobre a capacidade de alguém pronunciar-se a respeito de um assunto específico. (Bruno-Faria e Brandão, p. 2)

31 O QUE É COMPETÊNCIA? Barato, 1998, p.13: capacidade pessoal de articular sabere s com fazeres característicos de situações concretas de trabalho 1998, p.16: são saberes que compreendem um conhecimento capaz de produzir determinados desempenhos, assim como de assimilar e produzir informações pertinentes (p. 16)

32 O QUE É COMPETÊNCIA? O Ministério de Educação e Desporto do Brasil, buscando definir as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível técnico (1999), assume o ponto de vista de que o termo competência é: um conjunto de conhecimentos (que muitos denominam de saberes), habilidades (saber-fazer relacionado à prática do trabalho, indo além da mera ação motora) e atitudes (saber-ser, ou seja, uma série de aspectos inerentes a um trabalho ético e de qualidade, realizado por meio de cooperação, solidariedade, participação na tomada de decisões) (p ).

33 O QUE É COMPETÊNCIA? Segundo Zarifian (1999): competência é a inteligência prática de situações que se apoiam sobre os conhecimentos adquiridos e os transformam com quanto mais força, quanto mais aumenta a complexidade das situações.

34 COMPETÊNCIA Wood Jr. e Picarelli Filho (1999,p.126), é um conjunto integrado de conhecimentos, habilidades e atitudes, e significa conhecimento aplicado e orientado para melhorar o desempenho do indivíduo, do grupo e da organização.

35 Os sete códigos da Modernidade Habilidades mínimas para o cidadão do século XXI

36 Domínio da leitura e escrita Todas os indivíduos devem aprender a ler e a escrever com desenvoltura nas primeiras séries do ensino fundamental para poderem participar ativa e produtivamente da vida social

37 Na vida diária e no trabalho é fundamental saber calcular e resolver problemas. Capacidade de fazer cálculos e de resolver problemas

38 Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados e fatos Na sociedade contemporânea é fundamental a capacidade de descrever, analisar e comparar, para que a pessoa possa expor o próprio pensamento oralmente ou por escrito.

39 Capacidade de compreender e atuar no entorno social A construção de uma sociedade democrática e produtiva requer que as crianças e jovens recebam informações e formação que lhes permitam atuar como cidadãos.

40 Receber criticamente os meios de comunicação Um receptor crítico dos meios de comunicação é alguém que não se deixa manipular como consumidor e como cidadão.

41 Capacidade para acessar e usar melhor a informação acumulada Num futuro próximo, será impossível ingressar no mercado de trabalho sem saber localizar dados, pessoas, experiências e, principalmente, sem saber como usar essa informação para resolver problemas.

42 Capacidade de planejar, Trabalhar e decidir em grupo Saber associar-se, trabalhar e produzir em equipe, saber coordenar, são saberes estratégicos para a produtividade e para a democracia fonte: Fundação Social - Colômbia, Toronto, Bernardo.


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