A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA OBJETIVOS: Diagnóstico de estados carenciais ou de sobrepeso Estabelecimento de.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA OBJETIVOS: Diagnóstico de estados carenciais ou de sobrepeso Estabelecimento de."— Transcrição da apresentação:

1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA

2 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA OBJETIVOS: Diagnóstico de estados carenciais ou de sobrepeso Estabelecimento de prognósticos e riscos nutricionais Avaliação do crescimento INDICADORES: Dietéticos (Anamnese Alimentar) Clínicos (Anamnese, História e Exame Físico) Antropométricos Bioquímicos Métodos modernos na Avaliação nutricional (imagem, condutibilidade – pouco usados na prática

3 INDICADORES DIETÉTICOS (Anamnese Alimentar): Permite a detecção de possíveis carências ou excessos nutritivos e avaliação de hábitos alimentares Avaliação Quali-quantitativa (principalmente para lactentes, pacientes desnutridos, e comprometimento do TGI) Pré-escolares e escolares eutróficos avaliação qualitativa pode ser suficiente

4 CUIDADOS NA ANAMNESE ALIMENTAR: Não induzir a mãe ou paciente Atentar para possíveis contradições (nível sócio-econômico,p.ex.) Coletar novas informações a cada consulta (observar intervalo entre as consultas) Boa relação nutricionista-mãe/paciente melhora a veracidade das informações Crianças maiores => questionamento à criança e confirmação com a mãe se necessário (estimular a confiança da criança). Problemas com mães superprotetoras

5 HISTÓRICO ALIMENTAR Evolução da alimentação com a idade (tipo, quantidade, sintomas associados, interações medicamentosas) HISTÓRIA CLÍNICA Detecção de fatores interferentes na ingestão ou aproveitamento de nutrientes, ou situações de maiores exigências nutricionais (Doenças crônicas, anorexia, distúrbios digestivo- absortivos, dentição inadequada, infecções, traumatismos, fatores sócio-econômicos) Identificação de recente perda ponderal ou estagnação no ganho de peso

6 EXAME FÍSICO:

7

8 INDICADORES ANTROPOMÉTRICOS: Dados antropométricos a serem coletados: # Recém-nascidos e lactentes: - peso (massa corpórea), comprimento, perímetro cefálico, perímetro torácico, perímetro abdominal, circunferência do braço, da coxa, prega cutânea triciptal e subescapular. # Pré-escolares: - os mesmos, sendo, perímetros cefálico, torácico e abdominal até 5 anos - lembrar diferença comprimento x estatura # Escolares: - peso, estatura, circunferência do braço prega cutânea triciptal

9

10

11

12 Dados globais: Peso, altura Dados dos compartimentos específicos: PC, PT, PA, CB, PCT, PCSE PARECER NUTRICIONAL = Conjunto de interpretações Avaliação global: Peso/Idade, Peso/Altura, Altura/Idade Referências antigas: NCHS, NCHS/CDC 2000 (nunca oficializada pela OMS), Marcondes Atual: OMS-2006 (até 5 anos) e 2007 (5 a 19 anos anos) Critérios de Classificação: GOMEZ, WATERLOW (não mais utilizados), OMS 2006/2007 (atual) ATENÇÃO: Recém-nascidos prematuros (gráficos específicos)

13 Novo referencial OMS 2006 (0-5 anos) Apresentado em gráficos e tabelas com distribuição em percentis e em z-scores => Peso: valores maiores comparando-se ao NCHS-77 principalmente no 1o. Semestre aproximando-se mais desta referência no 2o. Semestre Maior flexibilidade para obesidade (p97 com valor maior) e menor para desnutrição (p3 com valor maior) => Altura: valores maiores comparando-se ao NCHS-77 até os 3 meses, após esse período os dados se aproximam mais aos da antiga curva

14 OMS 2007 (5-19 anos) É uma reconstrução do NCHS-77 (apresentado em gráficos e tabelas com distribuição em percentis e em z-scores) Foi utilizada a mesma metodologia dos parâmetros de crescimento para os menores de 5 anos em 2006 Índices: P/I (até 10 anos), A/I e IMC

15 CLASSIFICAÇÕES ATUAIS CLASSIFICAÇÃO DE Z-SCORE (OMS 2006 e Aldoori 1994) Desvio padrão da mediana da distribuição do NCHS (z-score = 0) Índices avaliados (P/I; P/E e E/I) P/I = peso observado - peso esperado/ idade / desvio padrão P/E = peso observado - peso esperado/estatura / desvio padrão E/I = estatura observada - estatura esperada/idade / desvio padrão

16 # Interpretação: Aldoori(1994): adequado => > -1 z-score déficit leve => z-score entre –1 e -2 déficit moderado => z-score entre –2 e - 3 déficit grave => z-score < -3 O.M.S até 3 desvios acima e abaixo da Mediana na prática clínica classifica-se como Aldoori distribuição em percentis e z-score, com gráficos

17 O.M.S. 2007: Possível risco de sobrepeso: > +1 DP Sobrepeso: > +2 DP (IMC 25 aos 19 anos) Obesidade: > +3 DP (IMC 30 aos 19 anos) (adaptação – Rodrigues, 2009) OMS 2007 – sobrepeso> +1DP obesidade > +2DP Magreza: < - 1DP Magreza severa: < -2DP

18 Cartão da criança - Já com a classificação da OMS

19 ANÁLISE DA VELOCIDADE DE GANHO DE PESO E CRESCIMENTO LINEAR: LACTENTES: P.N. = , média de g (dobra em até 6 meses e triplica em até 12 meses) Perda ponderal até 3 dias após o nascimento => recuperada após 10 dias ou menos Ganho ponderal diário:0-5 meses: g/dia 6-12 meses: 15 g/dia RNBP: 20 g/dia-30 g/dia (Fomon) Ganho ponderal trimestral : 1o. trimestre: 700 g/mês3o. trimestre: 500 g/mês 2 o. trimestre: 600 g/mês4o. trimestre: 400 g/mês

20 Comprimento de nascimento: média de cm sexo masculino => mais compridos final do 6º. Mês => +- 15cm final do 1o ano => 50% (+-25 cm RNBP => 0,75 cm/semana PRÉ-ESCOLARES E ESCOLARES: Ganho de 2,5 a 3,5 Kg/ano (taxa menor em meninas) anos: 12cm 2 – 3 anos: 8 cm 3 – 4 anos: 7cm > 4 anos à adolescência: 4 a 6 cm/ano

21 Avaliações dos compartimentos específicos: Avaliações específicas: Perímetro cefálico ( curvas da OMS ) Nascimento : 34 a 36 cm – 1º. ano 12 cm 1º. Trim - 2 cm/mês 2º. Trim. – 1 cm/mês 3º.trim. – 0,5 cm/mês 20 cm do nascimento até os 2 anos Avaliação da musculatura esquelética: CMB = CB - (0,314 x PCT) AMB = [CB - ( x PCT)] 2 4

22 Reserva adiposa => avaliada através da medida da PCT e PCSe (Este último - padrão: Frisancho) Critério de Classificação de Jelliffe (Para PCT, CB, CMB,AMB em maiores de 5 anos) # Depleção de 1o. grau - 81 a 90% de adequação # Depleção de 2o. grau - 71 a 80% de adequação # Depleção de 3o. grau - 61 a 70% de adequação # Depleção de 4o. grau - < 60% de adequação OBS: Não existem padrões de referência satisfatórios para CB, CMB e PCT de prematuros (EREGIE, 1991 E GEORGIEFF, alguns estudos, mas não traçam padrões)

23

24

25

26 RESUMO - ANTROPOMETRIA P/I, P/A, A/I, IMC: => 0 a 5 anos: OMS 2006 => 5 a 19 anos: P/I (até 10 anos), H/I e IMC (até 19 anos): OMS 2007 => P/I 10 a 19 anos: antigo NCHS com classificação de escore-z PC, CB, PCT => 0 a 5 anos: OMS 2006 => 5 a 19 anos: Referência Frisancho, com classificação de Jelliffe OBS: A CMB e AMB observada e de referência podem ser calculadas a partir dos valores observados ede referência da CB e da PCT (pelas tabelas da OMS ou antigas de Frisancho no caso de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos)

27 INDICADORES LABORATORIAIS NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL Musculatura esquelética Índice Creatinina Altura (ICA) ICA = Creatinina Urinária Total / Creatinina Ideal ===> (Walker & Hendricks) Depleção leve => 80 a 90% de adequação Depleção moderada => 60 a 80% de adequação Depleção severa => < 60% de adequação Excreção de 3-metil-histidina (metabólito da actina e miosina) # Não é bom indicadaor para RNBP

28 Proteínas plasmáticas: # Albumina (meia-vida de 15 a 20 dias; grande pool) # Pré-albumina (meia-vida de 2 a 3 dias; mais útil) # Proteína ligadora do retinol (meia-vida de 12 horas; pool pequeno) # Transferrina (meia-vida de 8 dias) * Albumina => grande reserva e meia-vida longa (pouco sensível => não decaem proporcionalmente à severidade da deficiência e não se recuperam em proporção à reposição nutricional) * Ptn Ligadora do Retinol => + sensível (meia vida curta) labilidade e metabolizada no rim (menos indicada) * Transferrina => em desnutrição subclínica níveis podem estar normais (meia vida não tão longa) * Pré-albumina (especialmente a que se liga à tiroxina) => mais sensível às variações dietéticas Proteína Ideal => ritmo de síntese, pool total pequeno, meia-vida curta, ritmo de catabolismo rápido

29 VALORES NORMAIS DE PROTEÍNAS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES IDADEPROTEÍNAS TOTAIS ALBUMINA ANO 5,09 g % 2,5 g % ANOS 5,5 g % 3,0 g % ANOS 6,0 g % 3,5 g %

30 CAUSAS COMUNS NÃO-NUTRICIONAIS DE DEPRESSÃO DA ALBUMINA SÉRICA E OUTRAS PROTEÍNAS MECANISMOENFERMIDADE Síntese diminuídahepatopatia, doença crônica Síntese normal com comprometimento da liberação hepática infecções agudas Reduzida eficiência na reutilização de Aa traumas, cirurgias Translocação de proteínas séricas para o espaço intersticial traumas, infecções agudas, câncer, radio e quimioterapia, ascite Saída do organismo perdas intestinais, queimaduras e escaras

31

32 ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS DECORRENTES DE ANEMIAS NUTRICIONAIS DeficiênciasNo. Hemácias MorfologiaHematócritoHemoglobina Ferro hipocromia microcitose Ac. Fólico normocromia macrocitose ou N Vit. B12 normocromia macrocitose ou N Cobre normocitose Zinco normocromia normocitose ou N

33 Classificação dos níveis de lipídeos séricos para crianças Colesterol total LDL-colesterol (mg/dL) (mg/dL) Desejável < 170 <110 Limítrofe Alto > ou = 200 > ou = 130 FONTE: NCEP, 1992 Normal 10 anos TG total < 100 < 130 (mg/dL) HDL - col. > 35 > 30 FONTE: KWITEROVICH, 1994

34 Balanço Nitrogenado (BN) BN = Nitrogênio ingerido - Nitrogênio excretado Nitrogênio excretado = nitrogênio da uréia urinária + 4 g de perdas (fezes, cabelo, pele) Nitrogênio uréico urinário = 0,466/grama de uréia Avaliação Imunológica: Contagem Total de Linfócitos: No. de leucócitos x % linfócitos / 1000 Depleção leve => /mm 3 Depleção moderada => /mm 3 Depleção severa => < 800/mm 3

35 OUTROS MÉTODOS UTILIZADOS NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL: Bioimpedância Elétrica => condutibilidade de uma corrente elétrica pelo corpo (pletismógrafo) Tecidos magros => bons condutores (água e eletrólitos) Meninos: MM (kg) 0,92 * E 2 /Z - 1,23 Meninas: MM (kg) 0,88 * E 2 /Z - 1,38 CHUMLEA et al, 1988 Meninos: MM (kg) 0,88 * E 2 /R + 1,92 Meninas: MM (kg) 0,90 * E 2 /R + 0,69 LEWY et al., 1999 onde: MM = massa magra; E = estatura; Z = impedância bioelérica e R = resistência Massa gordurosa = Peso - massa magra


Carregar ppt "AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL EM PEDIATRIA OBJETIVOS: Diagnóstico de estados carenciais ou de sobrepeso Estabelecimento de."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google