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ÁREAS DE ATUAÇÃO DO BIOMÉDICO ANÁLISES CLÍNICAS

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Apresentação em tema: "ÁREAS DE ATUAÇÃO DO BIOMÉDICO ANÁLISES CLÍNICAS"— Transcrição da apresentação:

1 ÁREAS DE ATUAÇÃO DO BIOMÉDICO ANÁLISES CLÍNICAS
Professor Luis Carlos Arão

2 LABORATÓRIO CLÍNICO Suporte laboratorial para o clínico  melhor entendimento do paciente e da patologia. Objetivo: melhoria na qualidade de vida e da saúde das pessoas: Diagnóstico das patologias. Acompanhamento da evolução  prognóstico. Controle de doenças crônicas. Avaliação do tratamento após o diagnóstico.

3 LABORATÓRIO CLÍNICO De acordo com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos: 2007  laboratórios de análises clínicas no Brasil. Serviços realizados no laboratório: Pré-analíticos. Intra-analíticos. Pós-analíticos.

4 LABORATÓRIO CLÍNICO Responsabilidade Técnica: Biomédico. Farmacêutico.
Bioquímico. Biólogo*. Médico Patologista Clínico. Veterinário.

5 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Atuação aplicada à: Prevenção. Diagnóstico. Tratamento de doenças. Esse profissional deve ter consciência no auxilio de diagnóstico com o objetivo da saúde do paciente.

6 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Características necessárias para que o biomédico atue em um LAC: Memória apurada. Capacidade de concentração. Iniciativa e perseverança. Atenção a detalhes. Capacidade de análise.

7 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Capacidade de observação. Capacidade de síntese e exatidão. Curiosidade e meticulosidade. Gosto pela pesquisa e pelos estudos. Habilidade para trabalhar em equipe. Interesse pelas ciências. Raciocínio lógico desenvolvido.

8 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Áreas de atuação no laboratório: Exames toxicológicos. Exames laboratoriais para o diagnóstico. Gerenciamento de laboratórios. Assessoria em análises clínicas. Pesquisa e extensão. Garantia e controle de qualidade. Magistério superior. Planejamento e gestão no setor.

9 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Papel do biomédico no LAC: Compreender a importância do laboratório de análises clínicas no contexto multidisciplinar. Compreender a organização e funcionamento gerais de um laboratório de análises clínicas. Conceber, planejar, organizar, aplicar e avaliar o processo de trabalho laboratorial.

10 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Recolher e processar amostras biológicas. Executar procedimentos laboratoriais diversos, avaliar e interpretar os resultados. Compreender e aplicar os procedimentos de garantia de qualidade (pré-analítica, analítica e pós-analítica). Intervir de forma profissional nas suas principais áreas de atuação.

11 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Entidades empregadoras: Unidades hospitalares públicas ou privadas. Laboratórios privados de análises clínicas. Laboratórios universitários. Laboratórios de saúde pública. Institutos de investigação. Clínicas privadas.

12 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Conhecimentos necessários para atuar em um LAC: Bioquímica básica e clínica. Hematologia clínica e suas subclasses, tais como coagulação e imuno-hematologia. Microbiologia básica e clínica e suas subclasses. Imunologia básica e clínica.

13 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Endocrinologia básica e clínica. Conhecimento dos líquidos biológicos e derrames cavitários, tais como urina, líquor, esperma, etc. Parasitologia básica e clínica. Citologia e citopatologia.

14 O BIOMÉDICO NO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
Biologia molecular. Controle interno e externo da qualidade laboratorial. Fisiologia humana. Química analítica e instrumental. Toxicologia ocupacional, forense e ambiental.

15 LABORATÓRIO CLÍNICO Setorização  agrupamento dos diversos exames ali realizados de acordo com o principio de execução, os objetivos, as técnicas e até mesmo o tipo de patologias diagnosticadas. Setores básicos do laboratório: Hematologia, Bioquímica, Microbiologia, Urinálise, Imunologia, Parasitologia, além dos setores de coleta, fracionamento ou separação de amostras, limpeza e esterilização. Necessidade de um espaço físico que favoreça a organização e a eficiência dos procedimentos.

16 RECEPÇÃO Setor da Recepção:
Setor responsável pelo atendimento e cadastro do cliente e dos exames. Recebimento de amostras. Encaminhamento dos clientes ao setor de coleta. Entrega dos resultados. Esclarecimentos de dúvidas.

17 RECEPÇÃO Requisitos para o profissional da recepção:
Conhecer os procedimentos gerais realizados no laboratório. Ter a habilidade de se relacionar com as pessoas. Ser atencioso, educado e disposto a resolver os problemas que surgem.

18 COLETA DE MATERIAIS Setor de Coleta de Materiais:
Setor onde são realizadas as mais diversas coletas de materiais biológicos tais como sangue, secreções, urina, etc.

19 COLETA DE MATERIAIS Requisitos para o profissional da coleta:
Ter qualificação e preparo para os procedimentos de coleta. Conhecer os procedimentos de execução de exames. Identificar as principais interferências que a coleta mal realizada pode provocar nos exames. Conhecer os demais setores do laboratório,mantendo excelente relação com estes, para que nenhuma falha prejudique o andamento da rotina laboratorial.

20 SEPARAÇÃO DE AMOSTRAS Setor de Separação de Amostras:
A amostra colhida é conferida com os exames cadastrados e, em seguida, fracionada, de acordo com os exames solicitados e encaminhada para o setor técnico.

21 SEPARAÇÃO DE AMOSTRAS EXAME SOLICITADO SANGUE SANGUE TOTAL PLASMA SORO

22 HEMATOLOGIA Hematologia  origem grega.
Haima (de haimatos) = "sangue“. Lógos = "estudo, tratado, discurso". Hematologia: ciência que estuda o sangue. Elementos figurados do sangue: eritrócitos (glóbulos vermelhos), leucócitos (glóbulos brancos) e plaquetas. Produção desses elementos e os órgãos onde eles são produzidos (órgãos hematopoiéticos). Coagulação.

23 HEMATOLOGIA Setor de Hematologia:
Setor responsável pelos exames que visem, primariamente, diagnosticar as patologias hematológicas, tais como as anemias, as desordens da coagulação e as leucemias.

24 HEMATOLOGIA Exames Laboratoriais: Hemograma. Mielograma.
Velocidade de hemossedimentação (VHS). Tempo de tromboplastina parcial ativada (PTTa). Tempo de protrombina (PT). Fibrinogênio. Reticulócitos. Eletroforese de hemoglobina. Pesquisa de hematozoários, etc.

25 HEMATOLOGIA Amostras utilizadas: Sangue: Punção de medula óssea.
Sangue total. Plasma. Punção de medula óssea.

26 HEMATOLOGIA Doenças hematológicas diagnosticadas no setor de Hematologia: Anemias. Hemoglobinopatias. Coagulopatias. Neoplasias do tecido hematopoiético. Processos infecciosos.

27 SOROLOGIA Sorologia = Imunologia
Imunologia: ramo da biologia que estuda o sistema imunológico. Funcionamento do sistema imune de um indivíduo no estado sadio ou não. Características físicas, químicas e fisiológicas dos componentes do sistema imune.

28 SOROLOGIA Setor de Sorologia:
Setor que visa o diagnóstico de patologias através da detecção de reações antígeno-anticorpo.

29 SOROLOGIA Anticorpo x Antígeno

30 SOROLOGIA Exames ou técnicas laboratoriais: VDRL E.L.I.S.A.
Imunofluorescência Indireta FR, AEO e PcR, etc.

31 SOROLOGIA Amostras utilizadas: Sangue: Líquidos corporais. Fezes.
Sangue total. Soro. Líquidos corporais. Fezes. Biópsias, etc.

32 SOROLOGIA Doenças imunológicas diagnosticadas no setor de Imunologia:
Doenças infecto-contagiosas. Doenças autoimunes. Hipersensitividade. Rejeição pós enxerto.

33 PARASITOLOGIA Parasitologia: ciência que estuda os parasitas, os seus hospedeiros e relações entre eles. Parasitas: Protozoários. Helmintos (nematelmintos e platelmintos). Artrópodes  ectoparasitas. Vetores.

34 PARASITOLOGIA Setor de Parasitologia:
Setor em que são realizadas técnicas para exame parasitológico de fezes, visando a pesquisa de parasitos nas fezes, além de outros exames.

35 PARASITOLOGIA Exames/ técnicas Laboratoriais: Amostra Utilizada:
Exame parasitológico de fezes. Análise de solo. Pesquisa de hematozoários. Amostra Utilizada: Fezes.

36 PARASITOLOGIA Doenças parasitárias diagnosticadas no setor de Parasitologia: Protozooses intestinais  amebíase, giardíase, etc. Protozooses sanguíneas  doença de Chagas, malária, toxoplasmose, etc. Helmintoses intestinais  esquistossomose, teníase/cicticercose, enterobiose, ancilostomose, ascaridíase, etc. Outras helmintoses  filariose. Ectoparasitoses  pediculose e ptiríase.

37 MICROBIOLOGIA Microbiologia: ciência que estuda os microrganismos, incluindo bactérias, fungos e vírus.

38 MICROBIOLOGIA Setor de Microbiologia: Divisões:
Setor que visa identificar os agentes infecciosos responsáveis pelos mais diversos tipos de infecções causadas por bactérias e fungos. Divisões: Bacteriologia. Virologia. Micologia.

39 MICROBIOLOGIA Exames/ técnicas Laboratoriais: Coleta de materiais.
Bacterioscopia. Culturas. Testes bioquímicos. Antibiograma.

40 MICROBIOLOGIA Amostras Utilizadas: Sangue  hemocultura.
Urina  urocultura. Fezes  coprocultura. Líquidos diversos. Secreções. Catéteres. Raspados de pele e unha, etc.

41 MICROBIOLOGIA Doenças diagnosticada no setor de Microbiologia:
Infecções bacterianas. Micoses.

42 BIOQUÍMICA Bioquímica: ciência que estuda os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos. Trata da estrutura e função metabólica de componentes celulares como proteínas, carboidratos, lipídios, ácidos nucléicos e outras biomoléculas. Estuda a química de reações catalisadas por enzimas.

43 BIOQUÍMICA Setor de Bioquímica:
Setor onde se executam exames que visam determinar a concentração dos constituintes químicos das amostras. Analitos  marcadores de diversas patologias. Exemplos: Dosagem de glicose  diagnóstico de diabetes mellitus. Dosagem de uréia  diagnóstico de insuficiência renal.

44 BIOQUÍMICA Exames Laboratoriais: Glicemia.
Uréia, ácido úrico e creatinina. Colesterol e triglicérides. Enzimas. Proteínas, albumina, etc.

45 BIOQUÍMICA Amostras Utilizadas: Sangue: Líquidos corpóreos. Urina.
Plasma. Soro. Líquidos corpóreos. Urina. Fezes, etc.

46 BIOQUÍMICA Doenças diagnosticadas no setor de Bioquímica:
Distúrbios metabólicos. Disfunções em determinados órgãos. Lesões em órgãos. Prevenção e controle de doenças crônicas.

47 URINÁLISE Urinálise: é uma subespecialidade da patologia clínica que visa a análise da urina para fins diagnósticos e prognósticos, sobretudo no que se refere às patologias do trato urinário.

48 URINÁLISE Setor de Urinálise:
Setor onde são realizadas as análises físicas, químicas e microscópicas da urina, dosagens e testes na urina.

49 URINÁLISE Exames Laboratoriais: Urina rotina ou EAS. Proteinúria.
Clearance de creatinina. Dosagens de constituintes químicos (sódio, potássio, glicose, cálcio, etc). Toxicologia e análise forense.

50 URINÁLISE Amostras Utilizadas: Jato médio da primeira urina da manhã.
Urina de primeiro jato. Urina de 24 horas.

51 URINÁLISE Doenças diagnosticadas no setor de Urinálise:
Infecções do trato urinário. Uretrites. Doenças metabólicas Diabetes mellitus. Litíase urinária. Hepatopatia. Insuficiência renal.

52 BIOLOGIA MOLECULAR Biologia Molecular: é o estudo da Biologia em nível molecular, com especial foco no estudo da estrutura e função do material genético e seus produtos de expressão, as proteínas.

53 BIOLOGIA MOLECULAR A biologia molecular está na interface entre a Bioquímica e a Genética: São frequentemente combinadas técnicas e idéias provindas da Genética, Bioquímica e Biofísica.

54 BIOLOGIA MOLECULAR Setor de Biologia Molecular:
Investiga as interações entre os diversos sistemas celulares, incluindo a relação entre DNA, RNA e síntese protéica. Obtenção, identificação e caracterização de genes.

55 BIOLOGIA MOLECULAR Técnicas em Biologia Molecular
Reação em cadeia da polimerase ou PCR. Eletroforese em gel. Southern blot  determinada sequência de DNA. Northern blot  RNA mensageiro. Western blot  proteínas.

56 CITOPATOLOGIA Citopatologia: é o estudo das células e suas alterações em casos patológicos.

57 CITOPATOLOGIA Exame citopatológico  preventivo ginecológico:
Avaliação morfológica celular  detecção de uma pré-malignidade. Papanicolaou ou preventivo de câncer de colo uterino. HPV.

58 CITOPATOLOGIA Profissionais que podem exercer a Citopatologia:
Biomédicos, farmacêuticos e médicos. Especializações necessárias ao exercícios da Citopatologia: Citopatologia, Citologia Clínica ou Citologia Oncótica.

59 ENDOCRINOLOGIA Endocrinologia: especialidade médica que estuda as desordens do sistema endócrino e suas secreções específicas chamadas hormônios.

60 CONTROLE DE QUALIDADE Setor responsável pela política de qualidade do Laboratório. Política da Qualidade: Garantir a satisfação dos pacientes com serviços; Colaborar para melhoria da qualidade dos serviços prestados; Oferecer aos seus colaboradores oportunidades de desenvolvimento profissional.

61 LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO
Setor de Limpeza e Esterilização (Expurgo) Descontaminação, lavagem, secagem e esterilização do material utilizado no laboratório. Fundamental importância para o andamento da rotina laboratorial. Complementação às exigências relacionadas à biossegurança de quem trabalha no laboratório. Garantia da boa qualidade dos serviços prestados.

62 Recepção do Paciente (Cadastro)
Sala de Espera Sala de Coleta Coleta de Material Separação e Distribuição de Amostras Bioquímica Hematologia Imunologia Microbiologia Parasitologia Urinálise CPD (Laudos) Análise e Assinatura dos Laudos Entrega para o Paciente Lavagem e Esterilização Descarte de Material (Lixo) 1 2

63 LABORATÓRIO CLÍNICO “A divisão do laboratório em setores, entretanto, não deve impedir a mais completa interação entre si. Sabe-se que é essa interação que pode melhorar cada vez mais a qualidade dos procedimentos realizados e minimizar cada vez mais os erros cometidos. Embora subdivido em setores, o laboratório deve funcionar como uma máquina equipada com diversas engrenagens, em que uma delas é dependente e ao mesmo tempo indispensável ao bom funcionamento da outra.”

64 ORGANOGRAMA DE UM LABORATÓRIO CLÍNICO

65 FISCALIZAÇÃO DOS LAC CRBM Fiscaliza de forma orientativa.
Qualifica e defende a profissão biomédica. Promove a valorização do profissional biomédico perante a sociedade. Garante benefícios à saúde pública.

66 SBAC Entidade científica profissional, sem fins lucrativos.
Objetiva desenvolver a especialidade de análises clínicas e os laboratórios clínicos e acompanhar as necessidades da população para receber uma atenção primária de saúde com melhor qualidade. Apóia a estruturação e o desenvolvimento de seus associados.

67 MERCADO DE TRABALHO Mercado amplo e muito promissor.
80% dos biomédicos inseridos nessa área. No contexto mundial, o profissional biomédico brasileiro é um dos melhores, pois está envolvido em importantes pesquisas: Projeto Genoma Humano. Biotecnologia  produção de vacinas e novos medicamentos. Mercado externo.


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