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PROJETO SAÚDE EM CASA PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.

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Apresentação em tema: "PROJETO SAÚDE EM CASA PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE."— Transcrição da apresentação:

1 PROJETO SAÚDE EM CASA PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

2 META SÍNTESE: REDUÇÃO DAS INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL EM 15% ATÉ 2010 COBERTURA PSF: ATINGIR 75% DE COBERTURA DE PSF ATÉ 2010 ESTRATÉGIA DE IMPLANTAÇÃO: IMPLANTAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE EM TODAS AS MICRORREGIÕES SANITÁRIAS ATÉ DEZEMBRO DE 2007 FONTE: PACTO POR MINAS (2006) PROJETO SAÚDE EM CASA

3 PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

4 AS DIRETRIZES CLÍNICAS DA SES

5 ETAPA 1 ESTRATÉGIA: 10 OFICINAS DE 16 HORAS (TOTAL DE 160 HORAS PRESENCIAIS) OFICINAS MICRORREGIONAIS: CAPACITAÇÃO DE FACILITADORES OFICINAS MUNICIPAIS: CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TODAS AS EQUIPES DA ATENÇÃO PRIMÁRIA PERÍODOS DE DISPERSÃO INTERCALADOS COM AS OFICINAS, PARA IMPLANTAÇÃO DOS INSTRUMENTOS/PRODUTOS O PLANO DIRETOR DA APS

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7 AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Apresentação do Plano de Governo e carteira de projetos da SES/MG Apresentação dos módulos do curso Fundamentação teórica sobre redes de atenção à saúde Exercício sobre a modelagem das Redes de Atenção Viva Vida e Urgência e Emergência: análise da situação de saúde, pontos de atenção, sistemas de apoio, sistemas logísticos, sistema de governança Planejamento da institucionalização e operacionalização das oficinas na microrregião FONTE: COMITÊ DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS DA SESMG (2006) OFICINA 1

8 PRODUTOS OFICINA 1 Apresentação do Plano de Governo, da carteira de projetos da SES/MG e da proposta do Plano Diretor APS para as equipes e coordenações da SMS, Prefeito e gabinete e Conselho Municipal de Saúde (CMS) Publicação da resolução municipal, com definição do coordenador municipal Constituição da Comissão Coordenadora Microrregional de implantação do PD/APS Rede Vida Vida: elaboração da matriz de pontos de atenção, sistemas de apoio e logísticos; análise da necessidade de atendimento x oferta de serviços Rede Urgência e Emergência: elaboração da matriz de pontos de atenção, sistemas de apoio e logísticos; análise da necessidade de atendimento x oferta de serviços Avaliação dos estágio de desenvolvimento das Redes de Atenção à Saúde

9 A ANÁLISE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO MUNICÍPIO Alinhamento conceitual sobre a APS Análise qualitativa, com verificação da aplicação dos princípios da APS pelas equipes de saúde: primeiro contato longitudinalidade integralidade da atenção coordenação centralização na família oritentação comunitária Plano de fortalecimento da APS no município OFICINA 2

10 Repasse da oficina para as equipes de saúde Análise da cobertura da APS Análise da infra-estrutura física das UAPS Plano Municipal de Investimentos na APS Análise qualitativa da APS, utilizando a matriz de itens de verificação dos princípios da APS (análise local por equipe e consolidados municipal) Plano de fortalecimento da APS, utilizando matriz de itens críticos, objetivos, ações, prazos, responsáveis e recursos necessários (planos locais e municipais) Sistematização da análise e do plano de fortalecimento a nível microrregional Apresentação e aprovação na CIBmicro PRODUTOS OFICINA 2

11 O DIAGNÓSTICO LOCAL A territorialização O cadastramento das famílias O levantamento dos problemas das famílias A classificação familiar por grau de risco A análise situacional da Atenção Primária à Saúde: perfil territorial-ambiental perfil demográfico perfil sócio-econômico perfil epidemiológico perfil assistencial OFICINA 3

12 Z

13 Repasse da oficina para as equipes de saúde Caracterização e apropriação da área de responsabilidade, segundo o processo de territorialização Elaboração do mapa inteligente Cadastro das famílias da área de responsabilidade Classificação das famílias por grau de risco Diagnóstico local da área de responsabilidade das equipes de saúde (5 perfis) Diagnóstico municipal (5 perfis) Apresentação e aprovação do diagnóstico pelo Secretário Municipal de Saúde e pelo CMS Sistematização do diagnóstico a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 3

14 A ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Alinhamento conceitual sobre assistência farmacêutica Qualificação da prescrição, dispensação, informação para o paciente e monitoramento terapêutico A clínica farmacêutica O uso racional de medicamentos OFICINA 4

15 Repasse da oficina para as equipes de saúde Plano de organização da assistência farmacêutica Sistematização a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 4

16 PROGRAMAÇÃO LOCAL E MUNICIPAL A humanização e o acolhimento dos usuários A atenção programada às famílias por ciclo de vida A planilha de programação A programação da assistência farmacêutica A programação do apoio diagnóstico A agenda da equipe de saúde OFICINA 5

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22 Repasse da oficina para as equipes de saúde Elaboração da programação de ações por ciclo de vida e/ou condição crônica, utilizando a planilha eletrônica de programação Definição dos critérios gerais e normas do município para elaboração da agenda de saúde das equipes nas UBS Elaboração das agendas por UBS Apresentação e aprovação da programação e agenda pelo Secretário Municipal de Saúde e pelo CMS Sistematização da programação a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 5

23 A ORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO À DEMANDA ESPONTÂNEA Critérios para identificação dos sinais de alerta Classificação de risco dos usuários A implantação do Protocolo de Triagem de Manchester: formação dos profissionais, espaço físico e fluxos de atendimento, medicamentos e equipamentos necessários OFICINA 6

24 Dor intensa Dor cardíaca Dispnéia aguda Pulso anormal Dor intensa Dor cardíaca Dispnéia aguda Pulso anormal Comprometimento vias aéreas Respiração inadequada Choque Comprometimento vias aéreas Respiração inadequada Choque Dor pleurítica Vômito persistente História cardíaca importante Dor moderada Dor pleurítica Vômito persistente História cardíaca importante Dor moderada Vômito Dor leve recente Evento recente Vômito Dor leve recente Evento recente PROTOCOLO MANCHESTER DOR TORÁCICA VERMELHO AZUL VERDE AMARELO LARANJA

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26 Repasse da oficina para as equipes de saúde Implantação do Acolhimento com Classificação de Risco nas UBS Capacitação das equipes na utilização do protocolo de Manchester Sistematização do diagnóstico a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 6

27 O PRONTUÁRIO DA FAMÍLIA Conceito, funções, aspectos ético-legais O Manual do Prontuário de Saúde da Família Objetivo, funcionalidade, estrutura OFICINA 7

28 Repasse da oficina para as equipes de saúde Implantação dos formulários do prontuário de saúde da família: Cadastro familiar Acompanhamento familiar Primeira consulta e consulta subsequente da criança, adolescente, adulto, gestante e idoso Atendimento de urgência, avaliação e classificação de risco, consulta e tratamento Avaliação clínica e monitoramento individual Sistematização a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 7

29 A ABORDAGEM FAMILIAR A relação equipe-família O ciclo de vida da família Pratice, Firo, Conferência Familiar Genograma OFICINA 8

30 Repasse da oficina para as equipes de saúde Implantação dos instrumentos de abordagem familiar, minimamente o genograma Sistematização a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 8

31 O MONITORAMENTO Alinhamento conceitual sobre monitoramento e avaliação A responsabilização da equipe A planilha de monitoramento A linha de base do PD/APS O pacto pela saúde OFICINA 9

32 Repasse da oficina para as equipes de saúde Definição da estratégia de monitoramento Implantação da planilha de monitoramento Sistematização a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 9

33 O CONTRATO DE GESTÃO Alinhamento conceitual sobre contratos de gestão O ciclo da contratação A contratualização das equipes de saúde O sistema de incentivos OFICINA 10

34 Repasse da oficina para as equipes de saúde Aprovação com relação à implantação do contrato de gestão Definição do modelo de contratualização e estratégia de implantação Implantação do contrato de gestão Sistematização a nível microrregional PRODUTOS OFICINA 10

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36 PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE – EXPOSIÇÃO DIALOGADA 2 OS SISTEMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE

37 O CONCEITO E OS OBJETIVOS DOS SISTEMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE CONCEITO : OS SISTEMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE SÃO RESPOSTAS SOCIAIS, ORGANIZADAS DELIBERADAMENTE, PARA RESPONDER ÀS NECESSIDADES, DEMANDAS E REPRESENTAÇÕES DAS POPULAÇÕES, EM DETERMINADA SOCIEDADE E EM CERTO TEMPO OBJETIVOS : O ALCANCE DE UM NÍVEL ÓTIMO DE SAÚDE, DISTRIBUÍDO DE FORMA EQÜITATIVA A GARANTIA DE UMA PROTEÇÃO ADEQUADA DOS RISCOS PARA TODOS OS CIDADÃOS O ACOLHIMENTO HUMANIZADO DE TODOS OS CIDADÃOS A GARANTIA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EFETIVOS E DE QUALIDADE A GARANTIA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM EFICIÊNCIA FONTE: MENDES (2002)

38 AS DIFERENÇAS ENTRE OS SISTEMAS FRAGMENTADOS E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: FERNANDEZ (2003); MENDES (2007) SISTEMA FRAGMENTADOREDE DE ATENÇÃO À SAÚDE ORGANIZADO POR COMPONENTES ISOLADOS ORGANIZADO POR UM CONTÍNUO DE ATENÇÃO ORGANIZADO POR NÍVEIS HIERÁRQUICOS ORGANIZADO POR UMA REDE POLIÁRQUICA ORIENTADO PARA A ATENÇÃO A CONDIÇÕES AGUDAS ORIENTADO PARA A ATENÇÃO A CONDIÇÕES CRÔNICAS E AGUDAS VOLTADO PARA INDIVÍDUOS VOLTADO PARA UMA POPULAÇÃO O SUJEITO É O PACIENTE O SUJEITO É AGENTE DE SUA SAÚDE REATIVO PROATIVO ÊNFASE NAS AÇÕES CURATIVAS ATENÇÃO INTEGRAL CUIDADO PROFISSIONAL CUIDADO MULTIPROFISSIONAL PLANEJAMENTO DA OFERTA PLANEJAMENTO DA DEMANDA FINANCIAMENTO POR PROCEDIMENTOS FINANCIAMENTO POR CAPITAÇÃO

39 A FRAGMENTAÇÃO NO SUS FONTE: MENDES (NO PRELO) A PEQUENA DIVERSIDADE DOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE A PRECARIEDADE DA FUNÇÃO DE COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE COMUNICANDO OS DIFERENTES PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE A ATENÇÃO ISOLADA NOS PONTOS DE ATENÇÃO SEM VISÃO SISTÊMICA, GERANDO POUCO VALOR PARA OS USUÁRIOS EM TERMOS DE UMA CONDIÇÃO OU PATOLOGIA

40 A CONCEPÇÃO HIERÁRQUICA DO SUS Alta Compl. Média Complexidade Atenção Básica FONTE: MENDES (2002)

41 O SISTEMA FRAGMENTADO DE ATENÇÃO À SAÚDE A LÓGICA DA ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS SISTEMA HOSPITALOCÊNTRICO OU AGUDOCÊNTRICO? FONTE: MENDES (NO PRELO)

42 ATENÇÃO HOSPITALAR ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA ATENÇÃO PRIMÁRIA A B INTERNAÇÃO HOSPITALAR SEVERIDADE DA DOENÇA TEMPO FONTE: ADAPTADO DE EDWARDS,HENSHER & WERNEKE ( 1998) PA AMBULATORIAL A LÓGICA DA ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS

43 OS RESULTADOS DO SISTEMA FRAGMENTADO DE ATENÇÃO À SAÚDE NO DIABETES NOS ESTADOS UNIDOS O MANEJO INADEQUADO DO DIABETES LEVA A 145 MIL MORTES PREMATURAS POR ANO E A 1 MILHÃO DE INCAPACITADOS TOTAIS 58% DOS DIABÉTICOS DESENVOLVEM DOENÇAS CARDIOVASCULARES 35% DOS DIABÉTICOS DESENVOLVEM NEFROPATIAS FONTES: BARR et alii (1997); INSTITUTE OF MEDICINE ( 2001)

44 A CRISE DO SISTEMA DE ATENÇÃO À SAÚDE NO SUS A INCOERÊNCIA ENTRE A SITUAÇÃO DE SAÚDE E O SISTEMA DE ATENÇÃO À SAÚDE A SUPERAÇÃO DA CRISE: DO SISTEMA DE ATENÇÃO À SAÚDE VOLTADO PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS PARA O SISTEMA DE ATENÇÃO À SAÚDE VOLTADO PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS DO SISTEMA FRAGMENTADO PARA A REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: MENDES (NO PRELO)

45 FILME

46 DOS SISTEMAS FRAGMENTADOS PARA AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ORGANIZAÇÃO HIERÁRQUICA ORGANIZAÇÃO POLIÁRQUICA (REDES) FONTE: MENDES (2002) APS ALTA COMPLEXIDADE MÉDIA COMPLEXIDADE ATENÇÃO BÁSICA

47 O CONCEITO DE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE SÃO ORGANIZAÇÕES POLIÁRQUICAS DE UM CONJUNTO DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUE PERMITEM OFERTAR UMA ATENÇÃO CONTÍNUA E INTEGRAL A DETERMINADA POPULAÇÃO, COORDENADA PELA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE - PRESTADA NO TEMPO CERTO, NO LUGAR CERTO, COM O CUSTO CERTO E COM A QUALIDADE CERTA -, E COM RESPONSABILIDADE SANITÁRIA E ECONÔMICA SOBRE ESTA POPULAÇÃO FONTE: MENDES (NO PRELO)

48 AS CARACTERÍSTICAS DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE RESPONSÁVEIS POR UMA POPULAÇÃO DEFINIDA ARTICULADAS EM TERRITÓRIOS SANITÁRIOS ORGANIZADAS DE FORMA POLIÁRQUICA ORGANIZADAS POR UM CONTÍNUO DE ATENÇÃO: PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA E TERCIÁRIA

49 ORGANIZADAS DE FORMA INTEGRAL: AÇÕES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE E DE PREVENÇÃO, CURA, CUIDADO, REABILITAÇÃO OU PALIAÇÃO DAS DOENÇAS COORDENADAS PELA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE ORIENTADAS PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS FOCADAS NO CICLO COMPLETO DA ATENÇÃO A UMA CONDIÇÃO OU DOENÇA FONTE: MENDES (NO PRELO) AS CARACTERÍSTICAS DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

50 RESULTADOS DA IMPLANTAÇÃO DE REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE NO DIABETES REDUÇÃO DE 50% NAS AMPUTAÇÕES DE EXTREMIDADES REDUÇÃO DE 50% NAS DOENÇAS RENAIS GRAVES REDUÇÃO DE 60% NAS CEGUEIRAS POR RETINOPATIAS REDUÇÃO DE 40% NOS DIAS PERDIDOS DE TRABALHO FONTE: ZITTER (1996)

51 O PARADIGMA DA CONDIÇÃO AGUDA PREDOMINANTE É UM ANACRONISMO. ELE FOI ELABORADO NA NOÇÃO DO SÉCULO XIX DA DOENÇA COMO UMA RUPTURA NO ESTADO NORMAL, PRODUZIDA POR UM AGENTE EXTERNO OU TRAUMA; NESTE MODELO, A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS É O QUE IMPORTA. O PROBLEMA É QUE A EPIDEMIOLOGIA CONTEMPORÂNEA MOSTRA QUE A SITUAÇÃO PREVALECENTE É DOMINADA PELAS DOENÇAS CRÔNICAS, TANTO EM TERMOS DE CUSTOS, QUANTO DOS IMPACTOS NA SAÚDE. FONTE: KANE (2003) UMA REFLEXÃO INGLESA

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53 OS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE – EXPOSIÇÃO DIALOGADA 3

54 OS ELEMENTOS DAS REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE UMA POPULAÇÃO: A POPULAÇÃO ADSCRITA À REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE UMA ESTRUTURA OPERACIONAL: OS COMPONENTES DA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE UM MODELO LÓGICO: O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: MENDES (NO PRELO)

55 OS MODELOS DE ATENÇÃO À SAUDE OS MODELOS DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS OS MODELOS DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS FONTE: MENDES (NO PRELO)

56 AS DIFERENÇAS ENTRE AS CONDIÇÕES AGUDAS E AS CONDIÇÕES CRÔNICAS DE SAÚDE FONTE: VON KORFF (1997); HOLMAN & LORIG (2000); ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (2003); MENDES (NO PRELO) CONDIÇÕES AGUDAS CONDIÇÕES CRÔNICAS DURAÇÃO CURTA DURAÇÃO LONGA MANIFESTAÇÃO ABRUPTA MANIFESTAÇÃO GRADUAL AUTOLIMITADAS NÃO AUTOLIMITADAS DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO USUALMENTE PRECISOS DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO USUALMENTE INCERTOS INTERVENÇÃO USUALMENTE EFETIVA INTERVENÇÃO USUALMENTE COM ALGUMA INCERTEZA RESULTADO: A CURA RESULTADO: O CUIDADO CENTRADAS NO CUIDADO PROFISSIONAL CENTRADAS NO AUTOCUIDADO ORIENTADO CUIDADO CENTRADO NO MÉDICO CUIDADO MULTIPROFISSIONAL CONHECIMENTO E AÇÃO CLÍNICA CONCENTRADAS NO PROFISSIONAL CONHECIMENTO E AÇÃO CLÍNICA COMPARTILHADOS PELOS PROFISSIONAIS E USUÁRIOS

57 O CONCEITO DE MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE É UM SISTEMA LÓGICO QUE ORGANIZA O FUNCIONAMENTO DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE, ARTICULANDO, DE FORMA SINGULAR, AS RELAÇÕES ENTRE OS COMPONENTES DA REDE E AS INTERVENÇÕES SANITÁRIAS, DEFINIDO EM FUNÇÃO DA VISÃO PREVALECENTE DA SAÚDE, DAS SITUAÇÕES DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA E DOS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE, VIGENTES EM DETERMINADO TEMPO E EM DETERMINADA SOCIEDADE. FONTE: MENDES (NO PRELO)

58 AS INTERRELAÇÕES ENTRE AS CONDIÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS A MAIOR PARTE DAS CONDIÇÕES AGUDAS SÃO POR AGUDIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS: SE NÃO SE MELHORAR A QUALIDADE DA ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS, TRABALHA-SE ENXUGANDO GELO NA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA UMA BOA PARTE DA DEMANDA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE É DE CONDIÇÕES AGUDAS: SE NÃO SE ORGANIZAR A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS, CLASSIFICANDO- AS POR RISCOS, NÃO SOBRARÁ TEMPO PARA A ATENÇÃO CONCOMITANTE DAS CONDIÇÕES AGUDAS NAS UNIDADES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE UMA CONDIÇÃO NECESSÁRIA PARA A ORGANIZAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS É A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DAS CONDIÇÕES AGUDAS, A FIM DE QUE SE FAÇA A ATENÇÃO NO LUGAR MAIS CUSTO/EFETIVO E NO TEMPO CERTO FONTE: MENDES (NO PRELO)

59 AS VARIÁVEIS-CHAVE NOS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE NO MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS: A VARIÁVEL RISCO EM FUNÇÃO DO TEMPO E DOS PONTOS DE ATENÇÃO NO MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS: A VARIÁVEL RISCO EM FUNÇÃO DOS PONTOS DE ATENÇÃO E DA CONCENTRAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS FONTE: MENDES (NO PRELO)

60 OS MODELOS DE ATENÇÃO ÀS SAÚDE NAS CONDIÇÕES AGUDAS THE CANADIAN EMERGENCY DEPARTMENT TRIAGE AND ACUITY SCALE (CTAS) AUSTRALASIAN TRIAGE SCALE (ATS) MANCHESTER TRIAGE SYSTEM (MTS) ADVANCED TRAUMA LIFE SUPORT (ATLS) ADVANCED CARDIAC LIFE SUPORT (ACLS) HOSPITAL MUNICIPAL MARIO GATTI DE CAMPINAS CARTILHA DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS DA POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO DO MS CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS DA SECRETARIA MUNCIPAL DE SAÚDE DE BELO HORIZONTE FONTE: FONTE: SHIMAZAKI (2007)

61 O PROTOCOLO DE MANCHESTER Amplamente usado na Europa, Reino Unido e Austrália Usado em dezenas de milhões de pacientes em Unidades de Emergência 1ª edição – ª edição – 2005 Pode ser usado em qualquer ponto de atenção: Atenção Primária Atenção Secundária Atenção Terciária Telefone FONTE: MACKWAY-JONES et al. (2006)

62 RISCOS EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Classificação de Risco: Emergência - ressuscitação: será identificada pela cor Vermelha – atendimento imediatíssimo em PS Emergência: será identificada pela cor Laranja – atendimento imediato em PS Urgência Maior: será identificada pela cor Amarela – atendimento imediato em PA Urgência Menor: será identificada pela cor Verde – atendimento imediato em UBS Eletivo: será identificada pela cor Azul – atendimento agendado em UBS

63 Atendimento em 240 minutos UBS Dor Abdominal em Adultos Atendimento em 120 minutos HPP ou UBS Dor Abdominal em Adultos Atendimento em 60 minutos. Transferência no mesmo dia (24 horas) Hospital Microrregional ou HPP*** Dor Abdominal em Adultos Atendimento em no máximo 10 minutos Transferência em no máximo 30 minutos Hospital Microrregional** Dor Abdominal em Adultos Atendimento Imediato Em áreas remotas Transferência em no máximo 30 minutos Hospital Microrregional ou Hospital Macrorregional* Dor Abdominal em Adultos TEMPO IDEAL PONTO IDEAL NA REDE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DETERMINANTE *Aneurisma dissecante de aorta**Inclui PA Microrregional ***Tratamento Clínico

64 OS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE NA EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL O MODELO DE ATENÇÃO CRÔNICA O MODELO DA KAISER PERMANENTE O MODELO DOS CUIDADOS INOVADORES PARA AS CONDIÇÕES CRÔNICAS O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS EXPANDIDO O MODELO DA EVERCARE O MODELO DA ESCÓCIA FONTE: MENDES (2007)

65 O MODELO DA ATENÇÃO CRÔNICA Recursos e políticas Organização do Sistema de Saúde Sistema de Saúde Sistema de prestação de serviço de saúde Suporte de decisão Resultados Clínicos e Funcionais Interações produtivas FONTE: WAGNER (1998) AUTORIZAÇÃO DE USO DA IMAGEM DADA PELO AMERICAN COLLEGE OF PHYSICIANS EM DEZEMBRO DE 2007 Equipe de saúde proativa e preparada Pacientes ativos e informados Auto-cuidado orientado Sistema de Informações clínicas Comunidade

66 O DESENVOLVIMENTO DO MODELO DA ATENÇÃO CRÔNICA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA REUNIÃO SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS EM SEATTLE IMPLANTAÇÃO DE UM COMITÊ DE 40 ESPECIALISTAS PARA REVISÃO E ACONSELHAMENTO EM CONDIÇÕES CRÔNICAS VISITAS DE CAMPO E ENTREVISTAS COM 72 BOAS PRÁTICAS DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS ANÁLISE DE SITES DE BOAS PRÁTICAS DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS PROJETOS PILOTOS NAS ÁREAS DE ATENÇÃO AO DIABETES, À DEPRESSÃO, ÀS ASMAS, ÀS ARTRITES, AOS IDOSOS E DE PREVENÇÃO DAS DOENÇAS REVISÃO ESTRUTURADA DO MODELO POR RENDERS (2001), WEINGARTEN (2002), BODENHEIMER(2002) E NORRIS (2002) APLICAÇÃO DO MODELO EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (2003) FONTE: DAVIS, C (2007)

67 OS ELEMENTOS-CHAVE DO MODELO DE ATENÇÃO CRÔNICA PLANO DE CUIDADO INDIVIDUAL FEITO CONJUNTAMENTE PELOS PROFISSIONAIS E USUÁRIO USO DE INSTRUMENTOS DE AUTOCUIDADO ORIENTADO DESENVOLVIDOS COM BASE EM EVIDÊNCIAS USO INTENSIVO DE REUNIÕES DE GRUPOS DE USUÁRIOS PARA ESTÍMULO AO AUTOCUIDADO ORIENTADO PROFISSIONAL DE SAÚDE COMUNITÁRIA NA EQUIPE IMPLANTAÇÃO DE PRONTUÁRIOS CLÍNICOS ELETRÔNICOS IMPLANTAÇÃO DAS DIRETRIZES CLÍNICAS EDUCAÇÃO PERMANENTE DOS PROFISSIONAIS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DOS USUÁRIOS EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE SUPORTE DE ESPECIALISTAS PARA A EQUIPE DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE INTRODUÇÃO DA ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS NO PLANO ESTRATÉGICO DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE PARCERIAS COM ORGANIZAÇÕES COMUNITÁRIAS FONTE: WAGNER (1998)

68 AS EVIDÊNCIAS SOBRE O MODELO DA ATENÇÃO CRÔNICA EFEITO SINÉRGICO POSITIVO QUANDO OS DIFERENTES COMPONENTES DO MODELO SÃO COMBINADOS MAIOR SATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS MAIOR SATISFAÇÃO DAS EQUIPES PROFISSIONAIS MELHORES RESULTADOS CLÍNICOS QUANDO APLICADO COMO PARTE DE UM PROGRAMA DE GESTÃO DE PATOLOGIA MELHORA A QUALIDADE DA ATENÇÃO MUITO EFETIVO NA ATENÇÃO A PORTADORES DE ASMA, DEPRESSÃO, DIABETES E INSUFICIÊNCIA CARDÍACA FONTES: McLISTER et al., 2001; WAGNER et al., 2001; ENDICOTT et al., 2003; WELLIGHAM, 2003CHIN et al., 2004; GROMEN et al., 2004; GONSET et al., 2004; OUWENS et al., 2005;

69 A PIRÂMIDE DA KAISER PERMANENTE FONTE: HAM (2006) Gestão de Caso Gestão de Patologia Autocuidado Suportado Nível 3 Paciente altamente complexos Nível 2 Paciente complexos Nível 1 70 – 80% de pacientes com doenças simples Nível 0 - PROMOÇÃO DA SAÚDE PARA TODA A POPULAÇÃO

70 TIPOS DE CUIDADOS NA PIRÂMIDE DA KAISER PERMANENTE Promoção da Saúde Autocuidado Apoiado Cuidado Profissional

71 AS EVIDÊNCIAS SOBRE A PIRÂMIDE DA KAISER PERMANENTE MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA DOS USUÁRIOS DIMINUIÇÃO DAS INTERNAÇÕES HOSPITALARES DIMINUIÇÃO DO TEMPO DE PERMANÊNCIA NOS HOSPITAIS AUMENTO DA SATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS FONTE: SINGH & HAM (2006)

72 FONTE: HAM (2006) A IMPORTÂNCIA DO AUTOCUIDADO APOIADO COM PORTADORES DE DOENÇAS CRÓNICAS POR POUCAS HORAS NUM ANO... O RESTO DO ANO ESTAS PESSOAS CUIDAM DE SI MESMAS.

73 AS EVIDÊNCIAS SOBRE O AUTOCUIDADO APOIADO Consultas médicas com os médicos generalistas reduzem-se acima de 40% nos grupos de alto risco. Fries J et al (1998) Reducing need and demand for medical services in high risk groups. West J Med 169: Internações hospitalares por doença de Parkinson reduzem- se em 50%. Montgomery et al (1994) Patient education and health promotion can be effective in Parkinsons disease: a randomised control trial. The American Journal of Medicine Vol 97: 429. Visitas domiciliares reduzem-se em 17% em geral. Lorig et al (1985) A work place health education programme that reduces outpatient visits. Medical care 23, No 9:

74 AS EVIDÊNCIAS SOBRE O AUTOCUIDADO APOIADO As taxas de permanência hospitalares reduzem-se significativamente nas doenças mentais. Kennedy M (1990). Psychiatric Hospitalizations of Growers. Paper presented at the Second Biennial Conference on Community Research and Action, East Lansing, Michigan. A medicação é uilizada de forma mais apropriada (por exemplo, os esteróides na asma). Charlton et al (1990) Evaluation of peak flow and symptoms only self management plans for control of asthma in general practice BMJ 301: O absenteismo nas artrites é reduzido em 50%. Fries J et al (1997) Patient education in arthritis: Randomised controlled trial of a mail delivered programme. Journal of Rheumatology 24, No 7:

75 FONTE: WORLD BANK (2006) INDICADORES SELECIONADOS EM ONZE MUNICÍPIOS BRASILEIROS MÉDIA ANUAL DE CONSULTAS MÉDICAS POR HABITANTE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA PROPORÇÃO DE NASCIDOS VIVOS DE MÃES COM 7 OU MAIS CONSULTAS DE PRÉ-NATAL PROPORÇÃO DE ÓBITOS NÃO FETIAS POR CAUSAS NÃO DEFINIDAS TAXA DE MORTALIDADES INFANTIL TAXA DE INTERNAÇÃO POR INFECÇÃO RESPIRATÓRIA AGUDA – IRA – EM MENORES DE 5 ANOS NA REDE SUS TAXA DE ABANDONO DE TRATAMENTO DE TUBERCULOSE São LuisCampinasCURITIBA GuarulhosCampinas CURITIBA GuarulhosCampinas CURITIBAGuarulhos Porto AlegreGoiâniaRecifePorto AlegreCampinasSão Luis Duque de CaxiasBelo HorizonteGoiânia Belo HorizonteCURITIBA BelémPorto AlegreCampinasBelo HorizontePorto AlegreFortaleza RecifeGuarulhosPorto AlegreRecifeDuque de CaxiasPorto Alegre Belo HorizonteBelémBelo HorizonteGuarulhosSão LuisBelém GoiâniaRecifeBelémSão LuisRecifeGoiânia CampinasDuque de Caxias FortalezaBelo Horizonte Fortaleza São LuisBelém Recife GuarulhosSão LuisFortaleza GoiâniaDuque de Caxias

76 AS EVIDÊNCIAS DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE EM CURITIBA A CONCEPÇÃO DE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE: O SISTEMA INTEGRADO DE SAÚDE AS DIRETRIZES CLÍNICAS COM BASE EM EVIDÊNCIAS O CARTÃO DE QUALIDADE SUS O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO A PROGRAMAÇÃO COM BASE NAS DIRETRIZES CLÍNICAS O CONTRATO DE GESTÃO COM AS EQUIPES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE FONTE: WORLD BANK (2006)

77 AS EVIDÊNCIAS DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE EM CURITIBA O ACESSO REGULADO DA ATENÇÃO À SAÚDE O ADENSAMENTO TECNOLÓGICO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE A EDUCAÇÃO PERMANENTE OS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE OS CONSELHOS LOCAIS DE SAÚDE FONTE: WORLD BANK (2006)

78 ELEMENTOS PRESENTES NOS MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: SING & HAM (2006); WORLD BANK (2006) ELEMENTOMACCKAISERCURITIBA DIRETRIZES CLÍNICASXXX ESTRATIFICAÇÃO DA POPULAÇÃOXX IDENTIFICAÇÃO DOS USUÁRIOSXX PRONTUÁRIOS ELETRÔNICOSXXX GESTÃO COLABORATIVA DO CUIDADOXX PLANO DE CUIDADO INDIVIDUALXX AUTOCUIDADO ORIENTADOXX GESTÃO DA CLÍNICAXX COORDENAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIAX SUPORTE ESPECIALIZADO À APSXX EQUIPES MULTIPROFISSIONAISXX PROFISSIONAL DE SAÚDE COMUNITÁRIAXX EDUCAÇÃO PERMANENTE DOS PROFISSIONAISXXX EDUCAÇÃO EM SAÚDE DOS USUÁRIOSXX PARCERIA COM ORGANIZAÇÕES COMUNITÁRIASXX

79 DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE CONDIÇÃO DE SAÚDE ESTABELECIDA (20%) POPULAÇÃO TOTAL POPULAÇÃO EM RISCO (40%) POPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA DE BAIXO OU MÉDIO RISCOS (70%) POPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA DE ALTO OU MUITO ALTO RISCOS POPULAÇÃO COM CONDIÇÃO CRÔNICA MUITO COMPLEXA (1 a 5%, com mais da metade dos recursos) FONTE: MENDES (NO PRELO) UMA PROPOSTA DE MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS Gestão de Caso Gestão da Condição de Saúde Nível 2 Gestão da Condição de Saúde Nível 1 Intervenções de Prevenção das Doenças (ações proativas) Intervenções de Promoção da Saúde (ações predominantemente intersetoriais) FATORES DE RISCO (Auto-cuidado Apoiado) (Cuidado Multiprofissional)

80 O CONCEITO DE DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE OS DETERMINANTES SOCIAIS DE SAÚDE SÃO AS CONDIÇÕES SOCIAIS EM QUE AS PESSOAS VIVEM E TRABALHAM OU AS CARACTERÍSTICAS SOCIAIS DENTRO DAS QUAIS A VIDA TRANSCORRE. FONTE: TARLOV (1996)

81 OS PRINCIPAIS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE A ACUMULAÇÃO DOS RISCOS NO CURSO DA VIDA A RENDA A COESÃO SOCIAL O EMPREGO A EDUCAÇÃO A RAÇA/ETNICIDADE O AMBIENTE A VIOLÊNCIA A LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA OS ESTILOS DE VIDA FONTE: WORLD HEALTH ORGANIZATION (2006)

82 AS INTERVENÇÕES SOBRE OS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE AS INTERVENÇÕES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE AS INTERVENÇÕES INTERSETORIAIS A PROMOÇÃO DE HÁBITOS E AMBIENTES SAUDÁVEIS A VIGILÂNCIA DOS DETERMINANTES SOCIAIS DAS DOENÇAS FONTE: MENDES (NO PRELO)

83 OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCOS PARA AS CONDIÇÕES CRÔNICAS IDADE TABAGISMO SOBREPESO E OBESIDADE ALIMENTAÇÃO INADEQUADA SEDENTARISMO SEXO INSEGURO USO ABUSIVO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS STRESS HIPERTENSÃO ARTERIAL INTOLERÂNCIA À GLICOSE DEPRESSÃO FONTE: LORIG et al (2006); MINISTÉRIO DA SAÚDE (2006)

84 AS INTERVENÇÕES SOBRE OS FATORES DE RISCOS AS INTERVENÇÕES DE PREVENÇÃO DE DOENÇAS A VIGILÂNCIA DOS FATORES DE RISCOS AS INTERVENÇÕES PREVENTIVAS ESTRITAS COMO: VACINAÇÃO O RASTREAMENTO DE DOENÇAS OS EXAMES PERIÓDICOS DE SAÚDE AS INTERVENÇÕES DE MANEJO DO STRESS O CONTROLE DE FATORES DE RISCO POR: MUDANÇAS DE ESTILOS DE VIDA MEDICAMENTOS FONTE: MENDES (NO PRELO)

85 AS INTERVENÇÕES SOBRE AS CONDIÇÕES OU DOENÇAS ESTABELECIDAS AS TECNOLOGIAS DE GESTÃO DA CLÍNICA A GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE (DISEASE MANAGEMENT) A GESTÃO DE CASOS (CASE MANAGEMENT) FONTE: MENDES (NO PRELO)

86 O PROCESSO DA GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE

87 Escolha da CONDIÇÃO DE SAÚDE Análise da situação da condição de saúde Busca de Evidências sobre a condição de saúde Elaboração da Linha-Guia com ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO Comunicação da Linha-Guia Mudança de Comportamento Profissionais: Educação Permanente Usuários: Educação em Saúde Programação Contrato de Gestão Monitotamento e Avaliação Plano de cuidado

88 AS EVIDÊNCIAS SOBRE A GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE HÁ EVIDÊNCIAS ROBUSTAS SOBRE O IMPACTO FAVORÁVEL DA GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE: INSUFICIÊNCIA CARDÍACA Department of Health. National Service Framework for Coronary Heart Disease. HMSO, 2000.And Doughty RN, Wright SP, Pearl A, Walsh HJ, Muncaster S, Whalley GA et al. Randomized, controlled trial of integrated heart failure management: The Auckland Heart Failure Management Study. Eur Heart J 2002;23: And Knox D,.Mischke L. Implementing a congestive heart failure disease management program to decrease length of stay and cost. J Cardiovasc Nurs 1999;14:55-74.And Stewart S, Blue L, Walker A, Morrison C, McMurray JJ. An economic analysis of specialist heart failure nurse management in the UK; can we afford not to implement it? Eur Heart J 2002;23: DPOC E ASMA Bourbeau J, Julien M, Maltais F, Rouleau M, Beaupre A, Begin R et al. Reduction of hospital utilization in patients with chronic obstructive pulmonary disease: a disease- specific self-management intervention. Arch Intern Med 2003;163: And Morrison DS,.McLoone P. Changing patterns of hospital admission for asthma, Thorax 2001;56: And Baker D, Middleton E, Campbell S. The impact of chronic disease management in primary care on inequality in asthma severity. J Public Health Med 2002;25: And Naish J, Sturdy P, Griffiths C, Toon P. Appropriate prescribing in asthma. BMJ 1995;310:1472.And Barbanel D, Eldridge S, Griffiths C. Can a self-management programme delivered by a community pharmacist improve asthma control? A randomised trial. Thorax 2003;58:851-4.And Griffiths C, Foster G, Barnes N, Eldridge S, Tate H, Begum S et al. Specialist nurse intervention to reduce unscheduled asthma care in a deprived multiethnic area: the east London randomised controlled trial for high risk asthma (ELECTRA) [In Process Citation]. BMJ 2004;328:144. DIABETES Renders CM, Valk GD, Griffin S, Wagner EH, Eijk JT, Assendelft WJ. Interventions to improve the management of diabetes mellitus in primary care, outpatient and community settings. Cochrane Database Syst Rev 2001;CD And Sidorov J, Gabbay R, Harris R, Shull RD, Girolami S, Tomcavage J et al. Disease management for diabetes mellitus: impact on hemoglobin A1c. Am J Manag Care 2000;6: And Sidorov J, Shull R, Tomcavage J, Girolami S, Lawton N, Harris R. Does diabetes disease management save money and improve outcomes? A report of simultaneous short-term savings and quality improvement associated with a health maintenance organization-sponsored disease management program among patients fulfilling health employer data and information set criteria. Diabetes Care 2002;25:684-9.And Vrijhoef HJ, Spreeuwenberg C, Eijkelberg IM, Wolffenbuttel BH, van Merode GG. Adoption of disease management model for diabetes in region of Maastricht. BMJ 2001;323: DEPRESSÃO Oslin DW, Sayers S, Ross J, Kane V, Ten Have T, Conigliaro J et al. Disease management for depression and at-risk drinking via telephone in an older population of veterans. Psychosom Med 2003;65:931-7.And Coyne JC, Brown G, Datto C, Bruce ML, Schulberg HC, Katz I. The benefits of a broader perspective in case-finding for disease management of depression: early lessons from the PROSPECT Study. Int J Geriatr Psychiatry 2001;16:570-6.And Scott J, Thorne A, Horn P. Quality improvement report: Effect of a multifaceted approach to detecting and managing depression in primary care. BMJ 2002;325:951-4.And Roberts K, Cockerham TR, Waugh WJ. An innovative approach to managing depression: focus on HEDIS standards. J Healthc Qual 2002;24:11-64.

89 AS PRINCIPAIS INTERVENÇÕES SOBRE AS CONDIÇÕES DE SAÚDE ESTABELECIDAS A GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE A ELABORAÇÃO DE LINHAS-GUIA A ESTRATIFICAÇÃO POR RISCOS A ELABORAÇÃO DO PLANO DE CUIDADO DE CADA USUÁRIO O TRATAMENTO PRONTO DAS CONDIÇÕES AGUDAS O CUIDADO CONTÍNUO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS E SUAS SEQÜELAS A VIGILÂNCIA ATIVA DE CERTAS DOENÇAS A PROGRAMAÇÃO E O MONITORAMENTO DA ATENÇÃO NA POPULAÇÃO POR RISCOS O FORTALECIMENTO DAS AÇÕES DE AUTOCUIDADO APOIADO, PREVISTO NO PLANO DE CUIDADO O FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE PARA A COORDENAÇÃO DO CUIDADO A EDUCAÇÃO PERMANENTE DOS PROFISSIONAIS A EDUCAÇÃO EM SAÚDE DOS USUÁRIOS FONTE: MENDES (NO PRELO)

90 AS INTERVENÇÕES DE GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE DE NÍVEL 1: POPULAÇÃO PORTADORA DE CONDIÇÃO CRÔNICA DE BAIXO OU MÉDIO RISCOS GESTÃO DA CONDIÇÃO DE SAÚDE DE NÍVEL 2: POPULAÇÃO PORTADORA DE CONDIÇÃO CRÔNICA DE ALTO OU MUITO ALTO RISCOS FONTE: MENDES (NO PRELO)

91 O PROCESSO DA GESTÃO DE CASO O GESTOR DE CASO A SELEÇÃO DO CASO A IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA A ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE CUIDADO A AVALIAÇÃO DO PLANO DE CUIDADO FONTE: MENDES (2004)

92 AS EVIDÊNCIAS SOBRE A GESTÃO DE CASO EVITA PROBLEMAS POTENCIAIS COM MEDIDAS PREVENTIVAS DIMINUI AS URGÊNCIAS POR AGUDIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS DIMINUI AS INTERNAÇÕES HOSPITALARES EVITA AS INTERNAÇÕES SOCIAIS PROVÊ UM CONTACTO HUMANO E DURADOURO COM AS PESSOAS PORTADORAS DE CONDIÇÕES MUITO COMPLEXAS MONITORA AS INTERVENÇÕES MÉDICAS REDUZINDO OS EVENTOS ADVERSOS AUMENTA A SATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS FONTES:; BARNABEI et al.(1998); ALLIOTA (2001)

93 AS INTERVENÇÕES SOBRE AS CONDIÇÕES DE SAÚDE ESTABELECIDAS A GESTÃO DE CASO A IDENTIFICAÇÃO DOS PORTADORES DE DOENÇAS OU CONDIÇÕES MUITO COMPLEXAS A CAPACITAÇÃO DOS GESTORES DE CASO A ELABORAÇÃO DO PLANO DOS CUIDADOS PARA CADA USUÁRIO EM COLABORAÇÃO COM O USUÁRIO E SUA FAMÍLIA A IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO DO PLANO DOS CUIDADOS FONTE: MENDES (NO PRELO)

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95 URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

96 O Conselho Federal de Medicina – CFM, resolução 1451/95 define: URGÊNCIA: ¨ocorrência imprevista de agravo à saúde com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata¨. EMERGÊNCIA: ¨constatação médica de agravo à saúde que implique em risco iminente de vida, ou sofrimento intenso, exigindo, portanto, o tratamento médico imediato¨.

97 Pontos relevantes: a organização das formas de acesso a identificação dos casos de urgência ou emergência a priorização dos casos de emergência e urgência a identificação e a definição da competência dos pontos de atenção URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

98 Identificação dos casos através do gerenciamento da queixa identificação dos sinais de alerta = emergência / urgência URGÊNCIA x EMERGÊNCIA CLÍNICA

99 Classificação de Risco – Sinais de Alerta: é um processo dinâmico de identificação dos usuários que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

100 São objetivos da identificação dos Sinais de Alerta: Humanizar e personalizar o atendimento Avaliar o usuário logo na sua chegada Descongestionar as UBS, PS, PA Reduzir o tempo para o atendimento, fazendo com que o usuário seja visto precocemente de acordo com a sua gravidade Determinar a área de atendimento primário, devendo o usuário ser encaminhado ao setor ou ponto de atenção adequado Informar o tempo de espera Retornar informações a usuário/familiares URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

101 Canadense Americano Manchester(Inglês) Australásia OS PROTOCOLOS CLÍNICOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

102 Amplamente usado na Europa, Reino Unido e Austrália Usado em dezenas de milhões de pacientes em Unidades de Emergência 1ª edição – ª edição – 2005 Pode ser usado em qualquer ponto de atenção: Atenção Primária Atenção Secundária Atenção Terciária Telefone FONTE: MACKWAY-JONES et al. (2006) EMERGENCY TRIAGE MANCHESTER TRIAGE GROUP

103 Problema recente Vômito VERDE Dor leve recente Dor moderada Febre alta Vômito persistente História de vômito agudo de sangue Fezes enegrecidas ou vermelhas Irradiação para ombro AMARELO Possível gravidez Febre alta Sangramento vaginal e > 20 semanas de gravidez Evacuação de sangue vivo ou escurecido Vômito de sangue Dor irradiando para o dorso LARANJA Dor intensa Choque Respiração inadequada VERMELHO Comprometimento vias aéreas PROTOCOLO MANCHESTER DOR ABDOMINAL EM ADULTOS

104 Dor intensa Dor irradiando para o dorso Vômito de sangue Evacuação de sangue vivo ou escurecido Sangramento vaginal e > 20 semanas de gravidez Febre alta Dor intensa Dor irradiando para o dorso Vômito de sangue Evacuação de sangue vivo ou escurecido Sangramento vaginal e > 20 semanas de gravidez Febre alta Comprometimento vias aéreas Respiração inadequada Choque Comprometimento vias aéreas Respiração inadequada Choque Possível gravidez Irradiação para dorso Fezes enegrecidas ou em groselha História aguda de vômito de sangue Vômito persistente Febre alta Dor moderada Possível gravidez Irradiação para dorso Fezes enegrecidas ou em groselha História aguda de vômito de sangue Vômito persistente Febre alta Dor moderada Dor leve recente Vômito Evento recente Dor leve recente Vômito Evento recente VERMELHO AZUL VERDE AMARELO LARANJA PROTOCOLO MANCHESTER DOR ABDOMINAL EM ADULTOS

105 RISCOS EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Classificação de Risco: Emergência - ressuscitação: será identificada pela cor Vermelha – atendimento imediatíssimo em PS Emergência: será identificada pela cor Laranja – atendimento imediato em PS Urgência Maior: será identificada pela cor Amarela – atendimento imediato em PA Urgência Menor: será identificada pela cor Verde – atendimento imediato em UBS Eletivo: será identificada pela cor Azul – atendimento agendado em UBS

106 Levar o paciente para o hospital mais próximo 1.Encaminhar corretamente o paciente 2.Ao ponto de atenção certo 3.Pronto para a assistência mais eficaz 4.No menor tempo possível OBJETIVOS DA REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

107 Atendimento em 240 minutos UBS Dor Abdominal em Adultos Atendimento em 120 minutos HPP ou UBS Dor Abdominal em Adultos Atendimento em 60 minutos. Transferência no mesmo dia (24 horas) Hospital Microrregional ou HPP*** Dor Abdominal em Adultos Atendimento em no máximo 10 minutos Transferência em no máximo 30 minutos Hospital Microrregional** Dor Abdominal em Adultos Atendimento Imediato Em áreas remotas Transferência em no máximo 30 minutos Hospital Microrregional ou Hospital Macrorregional* Dor Abdominal em Adultos TEMPO IDEAL PONTO IDEAL NA REDE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DETERMINANTE *Aneurisma dissecante de aorta**Inclui PA Microrregional ***Tratamento Clínico

108 NÍVEL DE ATENÇÃO PONTO DE ATENÇÃO TERRITÓRIO SANITÁRIO PRIMÁRIA CallCenter Alô SUS (número único) Município DomicílioMunicípio Unidade Básica de Saúde/PSFMunicípio Hospital de Pequeno PorteMunicípio SECUNDÁRIA Unidade de Urgência não Hospitalar * Município acima de habitantes Hospital Microrregional sem UTIMicrorregião Hospital Microrregional com UTIMicrorregião SAMUMicrorregião TERCIÁRIA SAMUMacrorregião Pronto Socorro Hosp. MacroMacrorregião Hospital MacrorregionalMacrorregião A REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

109 ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE PONTO DE ATENÇÃO COMPETÊNCIA DO PONTO DE ATENÇÃO TERRITÓRIO SANITÁRIO CallCenter rede interligada192 Classificar o risco Orientar Ativar a ambulância Município Domicílio Identificar sinais de alerta Adotar atitudes de prevenção; Acionar o 192 Município UBS/PSF 1º atendimento vermelho,laranja e amarelo Atendimento verde e azul Município Hospital da Família (Hospital de Pequeno Porte) 1°Atendimento vermelho, laranja e amarelo de acordo com os protocolos Atendimento amarelo e verde Atendimento para azul, fora do horário de funcionamento da UBS Observação de curta duração Microrregião Até hab COMPETÊNCIAS DOS PONTOS DE ATENÇÃO

110 ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE PONTO DE ATENÇÃO COMPETÊNCIA DO PONTO DE ATENÇÃO TERRITÓRIO SANITÁRIO Unidade de Urgência não Hospitalar * Estabilização vermelho e laranja Atendimento amarelo e verde Acolhimento e encaminhamento azul Microrregião de a habitantes Hospital Microrregional sem UTI Estabilização vermelho e laranja Atendimento vermelho e laranja de acordo com os protocolos Atendimento amarelo e verde Acolhimento e encaminhamento azul Microrregião Hospital Microrregional com UTI Estabilização vermelho e laranja Atendimento vermelho e laranja de acordo com os protocolos Atendimento para amarelo e verde Atendimento referenciado segundo protocolo Acolhimento e encaminhamento azul Microrregião SAMU Estabilização vermelho, laranja e amareloMicrorregião COMPETÊNCIAS DOS PONTOS DE ATENÇÃO

111 ATENÇÃO TERCIÁRIA À SAÚDE PONTO DE ATENÇÃO COMPETÊNCIA DO PONTO DE ATENÇÃO TERRITÓRIO SANITÁRIO SAMU Estabilização para vermelho e laranjaMacrorregião Pronto Socorro do Hospital Macrorregional Atendimento vermelho, laranja e amareloMacrorregião Hospital Macrorregional Atendimento vermelho, laranja e amarelo Encaminhamento verde e azul Macrorregião Hospital de Longa Permanência Pacientes de longa permanênciaMacrorregião COMPETÊNCIAS DOS PONTOS DE ATENÇÃO


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