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ADOLESCÊNCIA 10 a 20 ANOS Crescimento e maturação sexual.

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Apresentação em tema: "ADOLESCÊNCIA 10 a 20 ANOS Crescimento e maturação sexual."— Transcrição da apresentação:

1 ADOLESCÊNCIA 10 a 20 ANOS Crescimento e maturação sexual

2 a OMS começa a estudar a adolescência; De acordo com OMS a adolescência compreende a idade de 10 a 20 anos incompletos; Fase de transição entre a infância e a fase adulta caracterizada por mudanças abruptas e radicais relacionadas ao desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo, moral e social. ADOLESCENTE

3 População brasileira: 20,5% PUBERDADE: apresenta ampla variação, sendo que os fatores genéticos e alimentares têm papel fundamental neste processo. Tão importante quanto conhecer o início é analisar a velocidade com que os eventos acontecem.

4 ADOLESCENTE Fatores ambientais, nutricionais e sociais Desencadeamento dos estímulos hormonais PUBERDADE Mudanças biológicas

5 É o segundo período da vida extra- uterina, em que o crescimento tem a sua velocidade máxima; O crescimento está relacionado com: - aumento da massa corporal; - desenvolvimento físico; - maturação dos órgãos e sistemas; ADOLESCENTE

6 O aparecimento das mudanças físicas observadas no adolescente (desenvolvimento de mamas, pêlos pubianos e maturação da genitália) ocorre algum tempo após as primeiras modificações hormonais; A maioria das ações hormonais converge para a condrogênese (crescimento ósseo).

7 ADOLESCENTE O hormônio do crescimento atua: -composição corporal; -controla o crescimento longitudinal; -atua na distribuição do tecido adiposo; -metabolismo de proteínas, carboidratos, lipídios, minerais e água.

8 ADOLESCENTE Das alterações do crescimento, a baixa estatura é que traz maior preocupação aos pais. A altura da criança é compatível com a de seus pais? Medir a altura materna e paterna; Calcular a altura média dos pais (AMP);

9 Colocar no gráfico de A/I na idade de 18 anos, a AMP encontrada; Prolongar até os 18 anos a linha de crescimento em altura da criança, respeitando o percentil; Se a altura apresentada pela criança aos 18 anos, situar-se a mais ou menos 8cm da AMP, a altura da criança é considerada compatível com a altura dos pais (herança genética). (DUARTE, 2007)

10 Cálculo da altura média dos pais (AMP) para meninos e meninas Meninos: (altura do pai + altura da mãe + 13cm) 2 Meninas: (altura do pai + altura da mãe – 13cm) 2 DP = +/- 10cm (SETIAN, 2003)

11 Exemplo: Menina com 10 anos e 1,40m Mãe = 1,70m e Pai = 1,81m AMP = ( – 13) 2 AMP = 169cm AMP = 169 +/- 10 = de 159 a 179cm de altura

12

13 Exemplo - resultado: A altura da criança encontra-se entre P50 e P97; A altura prevista para a criança aos 18 anos encontra-se em 1,65m; A AMP é 1,69m e encontra-se entre P50 e P97 aos 18 anos; A altura prevista para a criança (1,65m) aos 18 anos situa-se a 4,0cm de diferença da AMP (1,69m) indicando a presença da herança genética.

14 O acompanhamento das variações da velocidade de crescimento anual (centímetros/ano) segundo o sexo, deve levar em consideração o estágio de puberdade, (DUARTE, 2007, adaptado de Prader et al. 1989).

15 Velocidade de crescimento em centímetros por ano para meninas por faixa etária e por percentil Idade (em anos) Percentil 03 Percentil 50 Percentil ,75,07,9 112,45,78,9 122,96,39,5 131,95,59,1 140,43,57,7 150,01,75,7 160,00,83,5 170,00,52,0 180,00,11,0

16 Velocidade de crescimento em centímetros por ano para meninos por faixa etária e por percentil Idade (em anos) Percentil 03 Percentil 50 Percentil ,44,96,6 112,24,87,1 122,34,98,8 132,75,811,4 142,67,011,9 151,66,211,0 160,43,68,5 170,01,45,2 180,00,63,1

17 ADOLESCENTE O processo de crescimento e desenvolvimento na adolescência tem três etapas distintas: Fase de início do estirão do crescimento que, geralmente, começa entre 10 e 13 anos nas meninas e entre 12 e 15 anos nos meninos;

18 ADOLESCENTE Fase de pico máximo de crescimento, com duração média de 24 a 36 meses; Fase de desaceleração de crescimento, em que pode ocorrer ainda em incremento de 5 a 8cm na estatura.

19 AUMENTO DA SECREÇÃO DOS ESTERÓIDES GONADAIS adrenarca – aumento da secreção dos androgênios das adrenais ou supra-renais; gonadarca – aumento dos estrogênios no sexo feminino e da testosterona no sexo masculino – hormônios responsáveis pelo aparecimento dos caracteres sexuais secundários, ovulação, espermatogênese e o processo de fertilização.

20 AUMENTO DA SECREÇÃO DOS ESTERÓIDES GONADAIS: A partir das ações dos hormônios sexuais, as transformações físicas que ocorrem na adolescência apresentam diferenças entre meninos e meninas, as quais podem ser claramente observadas durante o estirão de crescimento. Durante esse processo foram estabelecidos estágios de maturação sexual: estágios de Tanner.

21 ADOLESCENTE Esses critérios são enumerados de 1 a 5, considerando-se: -as mamas (M); -os pêlos pubianos (P); - e a genitália masculina (G).

22 Estágios puberais de Tanner – sexo feminino

23 ADOLESCENTE

24 ESTÁGIOS DE MATURAÇÃO SEXUAL Sexo femininoPêlos pubianosMamas Estágio 1Ausentes.Sem modificação da fase infantil. Estágio 2 Aumento do crescimento Pequenas quantidades: longos, finos e lisos, distribuídos ao longo dos grandes lábios. (11 anos) Brotos mamários: elevação da aréola e papilas formando uma pequena saliência. (10 a 11 anos)

25 ESTÁGIOS DE MATURAÇÃO SEXUAL Sexo femininoPêlos pubianosMamas Estágio 3 Pico de velocidade de crescimento Aumento em quantidade e espessura, mais escuros e encaracolados. (12 a 13 anos) Maior aumento da mama e da aréola, mas sem separação dos contornos. (12 a 13 anos)

26 Sexo femininoPêlos pubianosMamas Estágio 4 13 anos Pêlos do tipo adulto: cobrindo mais densamente a região púbica, sem atingir as coxas. Maior crescimento da mama e da aréola sendo que há separação dos contornos. Estágio 5 14 a 15 anos Pilosidade pubiana igual à do adulto, invadindo a parte interna das coxas. Mamas com aspecto adulto, o contorno areolar é incorporado novamente ao contorno da mama. ESTÁGIOS DE MATURAÇÃO SEXUAL

27 IDADE (anos) CARACTERÍSTICAS PUBERAIS 8 anos Infantil 10 a 11 anos Mamas (M2) Aceleração do crescimento Maturação do epitélio vaginal 11 anosPêlos pubianos (P2) 11 a 12 anos Acentuado crescimento dos órgãos sexuais internos e externos IDADE (em anos) e CARACTERÍSTICAS PUBERAIS

28 IDADE (anos) CARACTERÍSTICAS PUBERAIS 12 a 13 anos Mamas (M3) e pêlos pubianos (P3) Pico da velocidade de crescimento 13 anosMenarca – ciclos irregulares Mamas (M4) e pêlos pubianos (P4) Pilificação axilar IDADE (em anos) e CARACTERÍSTICAS PUBERAIS

29 IDADE (anos) CARACTERÍSTICAS PUBERAIS 14 a 15 anos Ciclos menstruais regulares – possibilidade de gestação Mamas (M5) e pêlos pubianos (P5) 15 a 16 anos Fusão das epífases ósseas – estatura final IDADE (em anos) e CARACTERÍSTICAS PUBERAIS

30 Estágios puberais de Tanner – sexo masculino

31 ORQUIDÔMETRO DE PRADER

32 ADOLESCENTE

33 Sexo masculinoPêlos pubianosGenitália Estágio 1 (menores de 10 anos) Ausentes.Características infantis sem alterações. Estágio 2Presença de pêlos finos e claros. (12 a 13 anos) Aumento pequeno do pênis ou aumento ainda ausente e aumento inicial do volume testicular. (11 a 12 anos) ESTÁGIOS DE MATURAÇÃO SEXUAL

34 Sexo masculinoPêlos pubianosGenitália Estágio 3Púbis coberta.Crescimento peniano em comprimento, maior crescimento dos testículos e do escroto. Estágio 4 Pico de velocidade de crescimento Tipo adulto: sem extensão para as coxas. (14 a 15 anos) Crescimento peniano, principalmente no diâmetro. Estágio 5 15 a 16 anos Tipo adulto: com extensão para as coxas. Desenvolvimento completo da genitália. ESTÁGIOS DE MATURAÇÃO SEXUAL

35 IDADE (anos) CARACTERÍSTICAS PUBERAIS 10 anos Infantil 11 a 12 anos Início do crescimento testicular 12 a 13 anos Pêlos pubianos (P2) Início do crescimento peniano Aceleração do crescimento 13 a 14 anos Aceleração do crescimento testicular IDADE (em anos) e CARACTERÍSTICAS PUBERAIS

36 IDADE (anos) CARACTERÍSTICAS PUBERAIS 14 a 15 anos Pilificação do lábio superior/axilar Pêlos pubianos (P4) Aumento da turgência mamária Pico da velocidade de crescimento 15 a 16 anos Mudança no timbre de voz Pêlos pubianos (P5) Testículos e pênis adultos Espermatogênese IDADE (em anos) e CARACTERÍSTICAS PUBERAIS

37 IDADE (anos) CARACTERÍSTICAS PUBERAIS 16 a 18 anos Fusão das epífases ósseas – estatura final IDADE (em anos) e CARACTERÍSTICAS PUBERAIS

38 ADOLESCENTE Durante a puberdade: O crescimento estatural médio: -Meninos = 9 a 10cm; -Meninas = 8cm. O ganho ponderal é: -Meninos = 8Kg; -Meninas = 6 a 8Kg.

39 ADOLESCENTE Em um período de 2 a 4 anos, a altura aumenta 20 a 25cm em média; No final do processo de maturação sexual os adolescentes vão ter adquirido 15% da estatura final do adulto e 50% da massa corporal total.

40 ADOLESCENTE No final da adolescência: Os homens têm, em média, conteúdo de massa magra em torno de 1,5 mais do que as mulheres; As mulheres têm, em média, 70% do conteúdo da massa magra, quando comparado ao valor dos homens. Aos 20 anos, a mulher apresenta duas vezes mais tecido adiposo do que o homem.

41 ADOLESCENTE Após o estirão de crescimento, ocorre a gradual desaceleração de ganho estatural até a parada de crescimento, em torno de: 15 e 16 anos na meninas; 17 e 18 anos nos meninos (COLLI, 1991). A parada do crescimento depende do período de iniciação do processo pubertário.

42 Pico de velocidade máxima para peso e altura

43 ADOLESCENTE Meninas que já passaram pela menarca são mais altas, mais pesadas e apresentam maiores taxas de sobrepeso do que aquelas, da mesma idade, que ainda não tiveram a primeira menstruação;

44 ADOLESCENTE Meninas que apresentam uma maior quantidade de tecido adiposo antes da puberdade terão acelerada a velocidade de conversão para estrogênio, e, portanto, mais chance de ocorrência precoce da menarca; Por outro lado, meninas que apresentam ocorrência de menarca em idade precoce apresentam maior risco de apresentar obesidade posteriormente (VITOLO, 2008).

45 ADOLESCENTE A OMS recomenda a utilização de dois eventos de maturação sexual para cada sexo: Marcador do início do estirão do crescimento (M2 para meninas e G3 para meninos); Indicador de que a velocidade máxima de crescimento já ocorreu (menarca para as meninas e voz adulta para meninos).

46 ADOLESCENTE A idade da menarca é um marcador importante da desaceleração do crescimento para as meninas – esse evento ocorre, geralmente, de 12 a 18 meses após o início do estirão de crescimento (WHO, 19995); Para os meninos, a identificação da voz do adolescente como marcador de fase de desaceleração do crescimento é muito subjetiva e pode implicar erro de classificação.

47 ADOLESCENTE Pré-púbere não iniciou o estirão Pubescente iniciou mas não completou o estirão Pós-pubescente completou a maior parte do estirão

48 Estágio 1 (P1M1/P1G1) para meninas e meninos: Garotos e garotas com características físicas infantis; Em geral, as meninas têm menos de 9 a 10 anos e os meninos menos de 11 a 12 anos; A partir dessa idade, em média, começam a aparecer as modificações nos caracteres sexuais secundários.

49 Estágio 1 (P1M1) para meninas

50 50 Estágio 1 (P1G1) para meninos

51 A observação da modificação desse estágio para o estágio 2 é de extrema importância para a monitoração de crescimento e para observação de parâmetros que possam sugerir algum distúrbio endócrino ou metabólico. Estágio 1 (P1M1/P1G1) para meninas e meninos:

52 No período anterior ao estirão pubertário, a criança passa por uma fase de repleção pré-puberal - acúmulo de tecido adiposo como forma de fazer reserva energética para o posterior estirão de crescimento; O aumento de peso é normal desde que não ultrapasse os 20% de excesso de peso em relação ao esperado para a altura. Estágio 1 (P1M1/P1G1) para meninas e meninos:

53 ESTÁGIO 2 (P2M2) Nesse estágio as meninas estão iniciando o estirão de crescimento, e após dois anos desse início elas apresentarão a menarca; Características mamárias e pubianas em P2M2. Menina com 10 anos. Por volta de 12 a 12,5 anos, aumento de 20 a 25cm.

54 ESTÁGIO 2 (P2G2) Para os meninos, o P2G2 representa o início da puberdade e não o início do estirão; Esses aspectos são importantes para a determinação das necessidades nutricionais e posterior orientação dietética.

55 Estágio 2 (P2M2) para meninas

56 56 Estágio 2 (P2G2) para meninos

57 ESTÁGIO 3 (P3M3) A adolescente que está no estágio P3M3 já passou pelo estirão pubertário, ou seja, já obteve grande acréscimo em sua altura; No início desse estágio, a adolescente pode apresentar aspecto longilíneo e emagrecido, sendo classificada como de baixo peso pelos indicadores disponíveis;

58 ESTÁGIO 3 (P3M3) Nesse período pubertário observa-se modificações da composição corporal: aumento de tecido adiposo, magro e ósseo; A menarca vai ocorrer no final desse estágio, na transição para o estágio 4.

59 ESTÁGIO 3 (P3G3) Para os meninos o estágio P3G3 representa o período de estirão pubertário; Na média populacional os meninos nesse estágio estão entre 13 e 14 anos e com altura de 150cm; assim, projeta-se altura de 170 a 175cm entre 15 e 16 anos.

60 Estágio 3 (P3M3) para meninas

61 61 Estágio 3 (P3G3) para meninos

62 ESTÁGIO 4 (P4M4) No estágio P4M4, a maioria das adolescentes já teve sua menarca; Nesse estágio a menina apresenta aspectos físicos mais maduros, perdendo o corpo infantil; A altura já deverá ter atingido, ou estar próxima, do potencial genético esperado; A composição corporal sofrerá mudanças por mais alguns anos;

63 ESTÁGIO 4 (P4M4) No final desse período a necessidade energética por Kg de peso diminui, apesar da maior estatura e do maior peso, a necessidade energética é a mesma da fase anterior, mas o consumo de energia é mais eficiente para o depósito de gordura devido à maior estabilização das funções hormonais ovarianas.

64 ESTÁGIO 4 (P4G4): No estágio P4G4, o adolescente está saindo do estirão pubertário, podendo, portanto, apresentar características emagrecidas; No final desse estágio o adolescente ganha tecido adiposo e muscular com mais intensidade; Apresenta altura próxima da definitiva;

65 ESTÁGIO 4 (P4G4) O apetite do adolescente ainda é voraz, pois, apesar de apresentar menor velocidade de crescimento, ele necessita maior ingestão alimentar para atender as necessidades nutricionais da maior dimensão física adquirida, principalmente em massa muscular; Em nosso meio a maioria dos adolescentes nesse estágio apresenta altura em torno de 175cm.

66 Estágio 4 (P4M4) para meninas

67 67 Estágio 4 (P4G4) para meninos

68 ESTÁGIO 5 (P5M5/P5G5) Os estágio P5M5 e P5G5 para meninas e meninos, respectivamente, indicam finalização do processo de maturação sexual, de grandes modificações corporais e do crescimento linear; Os parâmetros físicos desse estágio indicam que os adolescentes estão entrando na vida adulta;

69 ESTÁGIO 5 (P5M5) A menina nessa fase reduz espontaneamente a ingestão alimentar, para manter o peso proporcional à altura;

70 ESTÁGIO 5 (P5G5) O menino, por adquirir mais altura e mais massa muscular, tem gasto energético significativo, que reflete no maior consumo alimentar para manter as proporções corporais equilibradas.

71 Estágio 5 (P5M5) para meninas

72 72 Estágio 5 (P5G5) para meninos

73 ADOLESCÊNCIA Maturação óssea: É determinada pelo índice de desenvolvimento ósseo;

74 O crescimento ósseo se dá pela proliferação cartilaginosa e na conversão desta cartilagem em tecido ósseo, fato esse que cessa o crescimento longitudinal do osso;

75 ADOLESCÊNCIA A maturação óssea, como a maturação sexual, refletem melhor a idade biológica do adolescente do que a idade cronológica; Grande parte da massa óssea é incorporada na adolescência, embora só estará completa na idade adulta, por volta dos 30 anos de idade;

76 ADOLESCÊNCIA Os esteróides sexuais têm grande influência na aquisição de massa óssea na puberdade; Adolescentes com atraso puberal têm risco aumentado de apresentar osteopenia.

77 ADOLESCÊNCIA O nutricionista precisa saber em que fase de crescimento e maturação sexual o adolescente se encontra, para definir o melhor critério de avaliação nutricional e estabelecer a estratégia de intervenção nutricional.

78 ADOLESCÊNCIA Literatura sobre as alterações psicológicas recomendada para o profissional que se propõe trabalhar com adolescentes: Escritores recomendados: Içami Tiba, Luiz Carlos Osório e Tânia Zagury; Adolescência: aspectos clínicos e psicossociais – Costa & Souza (2002).


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