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O Regicídio e o Fim da Monarquia. Governar um país … Quem governa um país tem sempre grandes responsabilidades. As decisões que toma vão ter consequências.

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1 O Regicídio e o Fim da Monarquia

2 Governar um país … Quem governa um país tem sempre grandes responsabilidades. As decisões que toma vão ter consequências na vida de todas as pessoas que vivem nesse país.

3 Decisões sobre… As decisões que quem governa tem de tomar podem ser várias: Por vezes, essas decisões agradam a uns e deixam menos satisfeitas tantas outras pessoas… Vão aumentar os impostos?!! Será melhor baixá-los? Se formos atacados por Espanha… Não responderemos com armas. Sigo a via diplomática – o diálogo. Aprovei novas leis para castigar todos os criminosos. Tenho de poupar. Mas como?

4 Quem governa? Há países governados por um Rei O rei herda o trono de seu pai ou de outro familiar próximo – avô, irmão, tio… Quando um reino é governado por um rei dizemos que é uma monarquia. É o chefe do Estado Herda o trono Governa até à morte

5 Em muitos países… O chefe de Estado é o Presidente da República, escolhido pela população através do voto. Nesses casos vivem numa República. É o chefe do Estado É eleito pelos cidadãos Ocupa o cargo 5 anos Nomeia o Primeiro-Ministro de acordo com os resultados das eleições. Este escolhe os Ministros e Secretários de Estado para o seu Governo, os quais também são nomeados pelo Presidente da República.

6 Reis e Presidentes Assim como cada país tem muitos reis ao longo da sua história, também outros têm muitos presidentes. Há, ainda, aqueles que foram governados por muitos reis antes de terem os Presidentes da República como chefes de Estado. Sabes como tem sido em Portugal? Ora, Portugal foi governado por 35 reis. No entanto, no início do século XX, quando reinava o rei D. Carlos, tudo se começou a alterar…

7 A Queda da Monarquia Nos finais do século XIX os Portugueses andavam muito descontentes… Os Ingleses queriam ficar com os territórios que Portugal tinha em África, na região entre Angola e Moçambique O rei de Inglaterra mandou um ultimatum (última ordem) a Portugal: Mapa cor-de-rosa / 1886 Perante esta ameaça o Rei D. Carlos aceitou a ordem. Que humilhação!!! Portugal tinha de deixar imediatamente aquelas terras para Inglaterra, pois se não o fizesse haveria guerra.

8 A agricultura e a indústria estavam pouco desenvolvidas, por isso tínhamos de comprar muitos produtos a outros países. As obras públicas – pontes, estradas, escolas…- que se construíam eram pagas com dinheiro que o rei pedia ao estrangeiro. Essa dívida tinha de ser paga, por isso aumentavam muito os impostos. As pessoas sentiam que estavam cada vez mais pobres.

9 A maioria da população do reino vivia com muitas dificuldades. As crianças trabalhavam para ajudar a família. Poucas iam à escola. Muitos pais não tinham comida para alimentarem os filhos, por isso passavam fome.

10 Mas nem todos viviam mal… O rei D. Carlos gastava muito dinheiro nas suas viagens, caçadas, banquetes… Enquanto o povo passava fome. Que injustiça!!!

11 O Partido Republicano Alguns homens que sabiam ler e escrever tinham umas ideias para resolver estas injustiças e decidiram formar um partido político: Partido Republicano Queriam que se realizassem eleições para eleger um Presidente da República e, assim, o rei deixasse de governar. 1876

12 31 de Janeiro de 1891 Os Republicanos organizaram uma revolta contra a monarquia, na cidade do Porto. Queriam mostrar que estavam descontentes e o governo do reino tinha de mudar. Foram descobertos e presos. Todos os Republicanos ficaram ainda mais revoltados contra o rei D. Carlos.

13 Nas cidades as pessoas viviam cada vez com mais dificuldades e tentavam mostrar o seu descontentamento fazendo greves e manifestações. Mas a guarda real atirava sobre os manifestantes ou prendia-os.

14 O Partido Republicano crescia… O Partido Republicano fazia cada vez mais propaganda, através de jornais e comícios. E o rei tinha cada vez menos apoiantes. O povo queria que Portugal fosse uma República, revoltavam-se cada vez mais e… um dia o pior aconteceu…

15 1 de Fevereiro de 1908 O rei D. Carlos, a rainha D. Amélia e o filho – o infante D. Luís Filipe – regressavam de Vila Viçosa, no Alentejo. Era aí que gostavam de passar longas temporadas e as férias. Palácio de Vila Viçosa

16 Em Lisboa… Muitas pessoas – homens, mulheres, crianças e idosos aguardavam a sua chegada, no Terreiro do Paço. Afinal, um rei é sempre um rei! O filho mais novo dos reis – D. Manuel – também os esperava.

17 Já se dirigiam para o palácio real quando de repente… PUMM! PUMM! PUMM! Tiros certeiros atingiram o rei D. Carlos e o seu filho D. Luís Filipe, o príncipe herdeiro.

18 Mataram o rei!

19 Os assassinos foram mortos Alfredo Costa Manuel Buíça E até João Sabino da Costa, um ourives que por ali passava, foi morto no meio da confusão.

20 Manuel dos Reis da Silva Buiça ( ) Professor, nasceu em Vinhais em Foi 2.º sargento no regimento de Cavalaria de Bragança. Em Lisboa ficou conhecido como professor do ensino secundário, leccionando designadamente na Escola Universal e na Escola Nacional. Republicano e carbonário, participa na intentona de 28 de Janeiro de 1908 contra o governo de João Franco, e foi um dos regicidas que a 1 de Fevereiro de 1908 mataram o rei D. Carlos I e o príncipe Luís Filipe. Foi morto no local. Tornou-se uma figura legendária devido ao seu protagonismo no atentado do Terreiro do Paço. Deixou dois filhos (um rapaz e uma rapariga), para quem foi aberta uma subscrição pública depois da morte de seu pai.

21 Alfredo Luís da Costa ( ) Nasceu em Casével, Castro Verde, em Fundou um jornal para a defesa dos empregados do comércio em Angra do Heroísmo, fez propaganda republicana, escreveu em jornais de classe em Lisboa, foi caixeiro viajante, presidiu à Associação dos Empregados do Comércio de Lisboa e fundou a Social Editora, com Aquilino Ribeiro. Lançou vários folhetos de propaganda. Participou na intentona de 28 de Janeiro de 1908 e no atentado de 1 de Fevereiro de 1908, contra o rei D. Carlos I e D. Luís Filipe. Juntamente com Manuel Buiça foi um dos regicidas, sendo morto pela polícia no local.

22 Agora, quem sucederia ao rei? Como o príncipe herdeiro também foi assassinado, quem subiu ao trono foi o filho mais novo de D. Carlos – o infante D. Manuel.

23 D. Manuel II Tinha apenas 19 anos quando herdou um trono que se queria vazio e um reino cheio de problemas para resolver. Temos muitas dívidas para pagar ao estrangeiro… A burguesia continua descontente e os operários protestam por salários mais altos. A oposição continua a atacar…

24 O Partido Republicano aproveitava a situação… Como os problemas do reino continuavam, mantinha-se o descontentamento da população e os republicanos aumentavam a luta contra a monarquia. Comício do Partido Republicano

25 Nos comícios… Falavam contra o rei e a monarquia. Diziam que com um Presidente da República tudo se resolveria : E algo que todos queremos, sempre… Emprego Alimentos Escola para os filhos Dinheiro LIBERDADE

26 As pessoas gostavam destas ideias e, a pouco e pouco, esqueciam que O Partido Republicano tinha cada vez mais apoiantes. Será que iam conseguir acabar com a monarquia, como tanto desejavam??? UM REI É SEMPRE UM REI

27 Biblioteca Escolar Trabalho elaborado por: Susana Gomes - Professora Bibliotecária Colaboração das Professoras do 4º ano de escolaridade: - Elvira Gonçalves - Fátima Valente - Filomena Gil - Maria do Carmo Pires Escola Básica de 1º Ciclo nº 1 Agrupamento Vertical de Escolas D. Manuel I


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