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Ambiente Natural: Impactos e Incertezas A crise sócio ecológica e o desafio do eco desenvolvimento Profa. Dra. Denise Pereira Curi.

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1 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas A crise sócio ecológica e o desafio do eco desenvolvimento Profa. Dra. Denise Pereira Curi

2 2 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas Ambi = ao redor de algo ou ambos os lados Meio Ambiente é tudo o que envolve ou cerca os seres vivos Condicionam a existência dos seres vivos, portanto, é a condição de existência na Terra.

3 3 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas Meio Ambiente é composto pelo ambiente natural e artificial Isto é Pelo ambiente físico e biológico originais e o que foi alterado, destruído e construído pelos seres humanos, como as áreas urbanas, industriais e rurais.

4 4 Biosfera Ambiente terrestre ou litosfera + Aquático ou hidrosfera + Atmosférico Ambiente Natural: Impactos e Incertezas O ambiente de suporte à vida: é a parte da Terra que satisfaz as necessidades fisiológicas vitais, provendo alimentos, outras formas de energia, nutrientes minerais, ar e água.

5 5 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas

6 6 Divisão da atmosfera A atmosfera é dividida em camadas, isto se deve porque existe uma variação de temperatura do ar atmosférico conforme a altitude. Vivemos na camada mais baixa de todas, a troposfera. Esta é a camada mais quente e mais densa, onde estão concentrados 90% de todo o ar da atmosfera. Logo acima está uma camada limítrofe, chamada de tropopausa, e sobre esta, a estratosfera que vai do topo da tropopausa até 50 km de altura.

7 7 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas Troposfera Troposfera é a camada atmosférica que se estende da superfície da Terra até a base da estratosfera (0 - 7/17 km). Esta camada responde por 80% do peso atmosférico e é a única camada em que os seres vivos podem respirar normalmente. A sua espessura média é de aproximadamente 12km, atingindo até 17km nos trópicos e reduzindo-se para em torno de sete quilômetros nos pólos. Todos os fenômenos meteorológicos estão confinados a esta camada..

8 8 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas As condições de vida, no entanto, estendem-se muito além!!! Por exemplo: os raios ultra-violeta, que por sua vez, dependem da camada de ozônio (região que se estende a 35Km de altitude e não há vida).

9 9 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas É preciso ver a TERRA como um grande sistema, onde cada elemento deste sistema interfere diretamente nos demais

10 10 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas População: organismos de mesma espécie vivendo juntos Comunidade biológica: populações de várias espécies vivendo em uma mesma área.

11 11 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas Organismos e elementos físicos e químicos do meio em que vivem formam o ecossistema ou o sistema ecológico. Ecologia é a ciência que estuda as inter-relações dos organismos vivos com o seu meio ambiente e dos organismos entre si inclusive o homem!

12 12 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas Ecossistema: unidade funcional básica da ecologia. Inclui os organismos e o sistema abiótico (H 2 O, ar, solo, relevo, luz, temperatura, pressão atmosférica etc). Os organismos e o ambiente físico são interdependentes: influenciam-se mutuamente => funcionam como um todo

13 13 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas Um ecossistema pode fazer parte de outro, no limite todos fazem parte da biosfera, e o ser humano é um de seus componentes

14 14 Ambiente Natural: Impactos e Incertezas Três tipos de ambiente: 1.Fabricado ou desenvolvido pelo humanos: cidades, parques industriais e corredores de transportes (rodovias, ferrovias e portos, p.ex.) Formam ecossistemas específicos 2.Ambiente domesticado: áreas agrícolas, florestas plantadas, açudes, lagos artificiais etc Formam ecossistemas específicos 3.Ambiente natural: matas virgens, regiões auto-sustentadas (acionadas pela luz solar e outras forças da natureza). Estas regiões não dependem de qualquer fluxo de energia controlada diretamente pelos humanos como ocorre nos dois ambientes acima. Os ambientes urbanos-industriais são considerados parasitas dos ambientes naturais e domésticos, pois não produzem os alimentos que sua população necessita, não limpam o ar e reciclam muito pouco as águas que utilizam. Odum e Sarmiento, 1997 Não tem capacidade de regeneração Tem capacidade de regeneração

15 15 Marco dos Problemas Ambientais: Revolução Industrial A Revolução Industrial => aumentou a capacidade de produção Não que antes da Revolução Industrial não houvesse a degradação da natureza ( florestas devastadas, rios assoreados e perda de fertilidade de muitas áreas). O que mudou foi a extensão dos estragos (poluição gerada pelas atividades humanas ficava confinada a áreas específicas), o tipo (a poluição era basicamente e origem orgânica por isso absorvida com mais facilidade) e a velocidade de propagação.

16 16 Problemas Ambientais A maneira como a produção e o consumo estão sendo realizados exige recursos e gera resíduos (ambos em quantidade vultuosas, que já ameaçam a capacidade de suporte do próprio planeta – isto é a quantidade de seres vivos que ele pode suportar sem se degradar). Principais problemas identificados: perda da biodiversidade; redução da camada de ozônio; contaminação das águas; mudanças climáticas decorrentes do efeito estufa. Comprometendo o próprio futuro da Terra e de todos os seres vivos (não só os humanos)!!!!!!

17 17 Meio Ambiente como Fonte de Recursos Produzir: converter ou transformar bens e serviços naturais para satisfazer as necessidades e desejos humanos Serviços naturais: Envolvem elementos ou partes do ambiente físico e biológico (solo, plantas, animais, minerais) e tudo o que possa ser acessível e útil para a produção da subsistência humana. não podem ser apropriados

18 18 Meio Ambiente como Fonte de Recursos Os recursos naturais classificam-se em: Recursos Minerais (que constituem a crosta terrestre); Recursos Hídricos (que é a quantidade de água subterrânea e superficial que o homem utiliza); Recursos Energéticos (qualquer fonte de energia); Recursos Biológicos (engloba o grupo dos materiais e energia). Recursos naturais: são componentes do meio ambiente (solo, H 2 O, minérios, madeira, animais, espaço) e/ou serviços e funções ambientais. não podem ser considerados entidades independentes, pois o que ocorre com um influencia o outro (uso inadequado do solo, escassez da H2O e desflorestamente, p.ex.)

19 19 Meio Ambiente como Fonte de Recursos Recursos naturais: Também são classificados em renováveis e não renováveis. A noção de renovação, ou esgotamento, envolve a dimensão de tempo. Renovável: pode ser obtido indefinidamente da mesma fonte. Não Renovável: existe em quantidade finita, que em algum momento irá esgotar se for continuamente explorado.

20 20 Meio Ambiente como Fonte de Recursos Recursos Naturais Renováveis Renováveis /Não renováveis Não renováveis Não se alteram com o uso (energia direta solar, ventos, marés) Alteram-se com o uso (esgotam-se, mantêm-se ou aumentam (colheita anual, rebanhos, animais selvagens, cardumes, lenha, madeira, solo) Esgotam-se com o uso (petróleo, carvão mineral, gás natural, energia nuclear) Esgotáveis, mas podem ser reutilizados e reciclados (areia, argila, granito, metais) Alteram-se com o uso (ar, água, espaço, beleza cênica, navegabilidade dos rios e lagos, polinização, assimilação de poluentes, ciclos de nutrientes, regulação do clima, retenção de sedimentos, filtro solar, biodiversidade, controle natural de pragas e outros serviços ambientais) Barbieri, 2008

21 21 Meio Ambiente como Fonte de Recursos Reciclagem e reutilização: permite a economia dos recursos; sempre há perda na reciclagem; nem 100% do que se utiliza pode ser reciclado, uma vez que o próprio uso de determinados materiais gera perdas.

22 22 Meio Ambiente como Fonte de Recursos Os recursos renováveis podem se exaurir dependendo da forma como são usados, ou da natureza como é afetada pelos transformações naturais. Alem disso, deve-se considerar o tempo para renovação (muitas vezes o tempo de renovação é maior que o ciclo de vida do homem (p.ex. uma árvore demora 200 para renovar-se e fornecer determinado tipo de madeira).. As espécies vivas deixam de ser recursos renováveis se a sua exploração compreender a sua capacidade de reprodução. Rendimento sustentável = quantidade anual que pode ser extraída de um recurso sem comprometer sua renovação.

23 23 Meio Ambiente como Fonte de Recursos Ciclos biogeoquímicos = serviços ou funções que o meio ambiente proporciona às atividades de produção e consumo (recursos para as atividades produtivas). Biosfera: depende dos ciclos biogeoquímicos para fornecer aos seres vivos continuamente elementos químicos que se encontram em quantidade finita no meio ambiente.

24 24 O meio ambiente como recipiente de resíduos O ser humano retira recursos do meio ambiente para prover sua subsistência e devolve as sobras. Poluição: Embora parte da poluição ambiental seja resultado de causas naturais como erupções vulcânicas, a maior parte é causada pelas atividades humanas. sobras das atividades humanas. no início acreditava-se que a poluição era um fenômeno local. Com o tempo aprendeu-se que ela não tem fronteiras; seus efeitos podem ser observados de forma fragmentada em função do seu receptor: ar, água, solo, atmosfera, litosfera e hidrosfera.

25 25 O meio ambiente como recipiente de resíduos Poluição: pode ser vista sob vários aspectos: Fontes de poluição: origem: antropogênica e natural fonte: móvel ou fixa emissão: pontual ou difusa poluente: físico, físico-químico, biológico, radioativo, sonoro, etc. atividades humanas: agricultura, geração de energia, mineração, indústrias, saúde, transporte, etc.

26 26 O meio ambiente como recipiente de resíduos Poluir (contaminar): sujar, corromper, contaminar, degradar, manchar. Poluentes (contaminante): material ou energia que produzem algum tipo de problema indesejável devido às suas propriedades físico- químicas, às quantidades despejadas e à capacidade de assimilação no meio ambiente.

27 27 O meio ambiente como recipiente de resíduos Os poluentes podem ser divididos, de acordo com sua origem, em duas categorias: Poluentes primários: aqueles diretamente emitidos diretamente por uma fonte geradora ou atingem o meio ambiente da forma como foram emitidos. Poluentes secundários: são substancias nocivas ao meio ambiente. São formados na atmosfera pela reação química entre poluentes primários e os constituintes naturais da atmosfera. Exemplo: Oxido Nítrico (NO) é poluente primário gerado na queima de combustíveis fósseis, que diante da luz solar reage com o oxigênio do ar (O 2 ) formando o dióxido de nitrogênio (NO 2 ), um poluente altamente nocivo ao meio ambiente.

28 28 O meio ambiente como recipiente de resíduos A permanência de um poluente no meio ambiente depende de suas características físico-químicos (volatilidade, solubilidade, reatividade etc.), bem como das características do meio ambiente, como umidade, luminosidade, grau de acidez etc. Meio Receptor Imediato ar água solo Final organismos materiais ecossistemas

29 29 O meio ambiente como recipiente de resíduos Impactos da Poluição sobre o meio ambiente: alcance: local, regional, global danos: aos seres vivos: toxidade aguda, toxidade crônica, alterações genéticas, etc. à flora, à fauna e ao solo. aos materiais, construções, equipamentos, monumentos, sítios históricos e arqueológicos etc. tipos de impactos: eutrofização, acidificação, destruição da camada de ozônio, perda da biodiversidade, aquecimento global.

30 30 O meio ambiente como recipiente de resíduos Impactos da Poluição sobre o meio ambiente: Em ecologia, chama-se eutrofização ou eutroficação ao fenômeno causado pelo excesso de nutrientes (compostos químicos ricos em fósforo ou nitrogênio, normalmente causado pela descarga de efluentes agrícolas, urbanos ou industriais) num corpo de água mais ou menos fechado, o que leva à proliferação excessiva de algas, que, ao entrarem em decomposição, levam ao aumento do número de microorganismos e à conseqüente deterioração da qualidade do corpo de água (rios, lagos, baías, estuários, etc). As principais fontes de eutrofização são as atividades humanas industriais, domésticas e agrícolas – por exemplo, os fertilizantes usados nas plantações podem escoar superficialmente ou dissolver-se e infiltrarem-se nas águas subterrâneas e serem arrastados até aos corpos de água mencionados. Ao aumento rápido de algas relacionado com a acumulação de nutrientes derivados do azoto (nitratos), do fósforo (fosfatos), do enxofre (sulfatos), mas também de potássio, cálcio e magnésio, dá-se o nome de "florescimento" ou "bloom" – dando uma coloração azul-esverdeada, vermelha ou acastanhada à água, consoante as espécies de algas favorecidas pela situação.

31 31 O meio ambiente como recipiente de resíduos Poluentes mais freqüentes e seus efeitos mais temidos Dioxinas - provenientes de resíduos e do lixo, podem causar câncer, má- formação de fetos, doenças neurológicas, etc. Partículas de cansadez (materiais particulados) - emitidas por carros e indústrias. Afetam o pulmão, causando asmas, bronquite, alergias e até câncer. Chumbo - metal pesado proveniente de carros, pinturas, água contaminada, indústrias. Afecta o cérebro, causando retardo mental e outros graves efeitos na coordenação motora e na capacidade de atenção. Mercúrio - tem origem em centrais elétricas e na incineração de lixo. Assim como o chumbo, afecta o cérebro, causando efeitos igualmente graves. Pesticidas, Benzeno e isolantes (como o Ascarel) - podem causar distúrbios hormonais, deficiências imunológicas, má-formação de órgãos genitais em fetos, infertilidade, câncer de testículo e de ovário.Ascarel

32 32 O meio ambiente como recipiente de resíduos Poluição global Os problemas de poluição global, como o efeito estufa, a diminuição da camada de ozônio, as chuvas ácidas, a perda da biodiversidade, os dejetos lançados em rios e mares, entre outros, nem sempre são observados, medidos ou mesmo sentidos pela população. A explicação para toda essa dificuldade reside no fato de se tratar de uma poluição cumulativa, cujos efeitos só são sentidos a longo prazo. Apesar disso, esses problemas têm merecido atenção especial no mundo inteiro.

33 33 O meio ambiente como recipiente de resíduos A chuva ácida, ou com mais propriedade deposição ácida, é a designação dada à chuva, ou qualquer outra forma de precipitação atmosférica, cuja acidez seja substancialmente maior do que a resultante da dissociação do dióxido de carbono (CO2) atmosférico dissolvido na água precipitada. A principal causa daquela acidificação é a presença na atmosfera terrestre de gases e partículas ricos em enxofre e azoto reativo cuja hidrólise no meio atmosférico produz ácidos fortes. Assumem particular importância os compostos azotados (NOx) gerados pelas altas temperaturas de queima dos combustíveis fósseis e os compostos de enxofre (SOx) produzidos pela oxidação das impurezas sulfurosas existentes na maior parte dos carvões e petróleos. Os efeitos ambientais da precipitação ácida levaram à adoção, pela generalidade dos países, de medidas legais restritivas da queima de combustíveis ricos em enxofre e obrigando à adoção de tecnologias de redução das emissões de azoto reativo para a atmosfera.


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