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Toward a knowledge-based theory of the firm Robert M. Grant School of Business, Georgetown University, Washington DC Disciplina: Gestão da Informação e.

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1 Toward a knowledge-based theory of the firm Robert M. Grant School of Business, Georgetown University, Washington DC Disciplina: Gestão da Informação e do Conhecimento Professor: Ricardo Barbosa Grupo: Ana Paula, Gabriela, Maria Cristina, Vladimir Brito

2 Machlup, 1967 : As teorias da firma são abstrações do mundo real projetadas para tratar de um conjunto particular de características e comportamentos das empresas. Por esse motivo exitem muitas teorias que se contradizem ou se complementam

3 Teorias: Neo-clássica – previsões para decisões de compra e de fornecimento Neo-clássica – previsões para decisões de compra e de fornecimento Reconhecimento das empresas como organizações complexas de múltiplos indivíduos; análise das relações entre unidades e departamentos; Reconhecimento das empresas como organizações complexas de múltiplos indivíduos; análise das relações entre unidades e departamentos; Redução do custo do risco por meio da sua alocação entre o dono- gestor e os empregados (Knight, 1921) Redução do custo do risco por meio da sua alocação entre o dono- gestor e os empregados (Knight, 1921) Teoria do custo da transação- eficiência de empresas com estruturas de governança baseadas na hierarquia ou no mercado (Coase, 1937 e Willamson, 1975 ) Teoria do custo da transação- eficiência de empresas com estruturas de governança baseadas na hierarquia ou no mercado (Coase, 1937 e Willamson, 1975 ) Teoria comportamental integração entre abordagens econômicas e organizacionais – (Cyert e March, 1963) Teoria comportamental integração entre abordagens econômicas e organizacionais – (Cyert e March, 1963) Teoria evolucionária (Nelson e Winter, 1982) Teoria evolucionária (Nelson e Winter, 1982)

4 Visões da Administração: baseada em recurso: firma como um pacote único de recursos e capacidades; firma como um pacote único de recursos e capacidades; otimização do uso dos recursos para maximizar valores. otimização do uso dos recursos para maximizar valores. baseada em conhecimento: emergente, ainda não é uma teoria consolidada emergente, ainda não é uma teoria consolidada consenso insuficiente sobre seus propósitos e consenso insuficiente sobre seus propósitos epreceitos; confluência de interessses sobre incerteza e confluência de interessses sobre incerteza e informação com muitas correntes de pensamentos novos sobre a firma.

5 Objetivos: desenvolver uma abordagem mais geral da firma baseada em conhecimento explicar a existência da firma como uma instituição para organização da produção; explicar a natureza da coordenação dentro da firma; analisar a estrutura da organização focando nas implicações da visão baseada em conhecimento para a hierarquia e lugar da autoridade de decisão; determinar as fronteiras da firma

6 Uso do conhecimento para criação de valor na firma Transmissibilidade Conhecimento explícito (know about), revelado através da comunicação, transferência mais fácil, mais rápida e de baixo custo Conhecimento tácito (Know how), revelado através de aplicação, não pode ser codificado sómente observado, transferência lenta, de alto custo e incerta Capacidade para agregação Capacidade do receptor de absorver o conhecimento Capacidade de agregação aumenta quando existe uma linguagem comum

7 Uso do conhecimento para criação de valor na firma Apropriabilidade Capacidade do dono do recurso receber um retorno igual ao valor criado pelo recurso Com exceção de patentes e direitos autorais o conhecimento geralmente é inapropriado em termos de transações de mercado Dificuldades de aferição do retorno dos investimentos em novos conhecimentos Especialização na aquisição do conhecimento Generalistas ou especialistas Requisitos de conhecimento da produção Teoria de valor onde toda a produtividade humana é dependente de conhecimento e onde as máquinas são invólucros de conhecimento

8 A existência da firma Aquisição de conhecimento exige grande especialização, necessária a sua utilização; A produção exige os esforços de distintos especialistas; As firmas podem criar condições propicias para a integração de disciplinas do conhecimento, gerando novos saberes; As organizações aprendem de duas formas: 1. A partir de seus membros; 2. Contratando novos conhecimentos a partir de novos profissionais; Razão de ser Firmas enquanto aplicadoras de conhecimentos; Firmas existem como instrumentos para reduzir os custos mercadológicos dos produtos; Firmas como produtoras de novos conhecimentos a partir da integração do conhecimento de seus funcionários e equipes;

9 A especialização é fundamental para as organização, contudo coordenar tais funções representa um grande desafio; Coordenação x problemas de cooperação; Cooperação obtida via relações hierárquicas; Mecanismos de coordenação: mecanismos de mercado, burocráticos e de clã; Desafio em transmitir conhecimento vez que grande parte deste é tácito; Coordenação dentro da firma

10 Conhecimento Transferência x integração Desafio: integrar saberes distintos, evitando sobreposições, em pouco tempo; Coordenação depende de características tecnológicas: Tipos de interdependência; Pooled (não sei) - regras Seqüencial - planos Recíproca - ajuste mutuo Time – coordenação de grupo Coordenação dentro da firma

11 Mecanismos especializados para a integração do conhecimento: 1. Regras e diretivas – Padronização das relações entre os indivíduos, minimizando as necessidades de comunicação; 2. Seqüenciamento – Integração de distintas especialidades em um processo, ao longo do tempo, sem necessidade de interação entre as partes; 3. Rotinas – Padrão de comportamento acionado por situações; 4. Resolução de problemas e tomada de decisão em grupo – Algumas tarefas exigem integração e maior comunicação entre indivíduos. Coordenação dentro da firma

12 É a interseção de conhecimento necessária aos membros da organização, tornando-se portanto comum a todos. Permite a integração de conhecimentos que não são comuns a todos, servindo como uma ponte. Similar ao conceito de redundância de Nonaka e Takeuchi. O papel do conhecimento comum

13 Diferentes tipos de conhecimento desempenham diferentes papeis: Linguagem. O uso de uma linguagem comum na comunicação verbal entre trabalhadores é um elemento fundamental a evolução das técnicas produtivas aplicadas nas organizações. Outras formas de comunicação simbólica. Alfabetização informacional, domínio das novas tecnologias, compreensão e utilização de equações numéricas. Compartilhamento do conhecimento especializado. O benefício da integração do conhecimento está articulado ao conhecimento específico dos próprios indivíduos. Paradoxalmente, se dois indivíduos possuem o mesmo conhecimento não há ganhos na integração. Por outro lado,se os trabalhadores possuem bases de conhecimento inteiramente separadas, a integração não ocorre além dos níveis primários O papel do conhecimento comum

14 Compartilhamento de significados. A comunicação de conhecimento requer a transformação do conhecimento tácito em explícito. Tal processo impõe perdas. Um mecanismo para diminuir tais perdas de conhecimento é a utilização de convenções de linguagem e significados, tais como estórias, casos, analogias e metáforas, de forma a diminuir o conhecimento perdido. Reconhecimento dos domínios de conhecimento individuais. Identificação do repertorio de conhecimentos e competências de equipes e indivíduos de uma organização, de forma a acioná-los adequadamente, produzindo mais conhecimento por sua vez. O papel do conhecimento comum

15 Vista como o resultado da integração do conhecimento. A capacidade de desenvolver projetos e aperfeiçoar processos envolve centralmente a integração do conhecimento. Ao mesmo tempo são o foco de negócio de diversas organizações. A longevidade da vantagem competitiva depende da inimitalibidade dos produtos e processos desenvolvidos pela organização. O dilema das organizações é o de que as atividades que exigem alto nível de conhecimento apresentam baixo volume de integração. Capacidade organizacional

16 Estrutura organizacional


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