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Fisiologia Cardiorrespiratória: CICLO CARDÍACO Disciplina: Fisiologia Docente: Ana Claudia.

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1 Fisiologia Cardiorrespiratória: CICLO CARDÍACO Disciplina: Fisiologia Docente: Ana Claudia

2 DEFINIÇÃO: Conjunto de eventos cardíacos que ocorre entre o início de um batimento e o início do próximo.

3 DEFINIÇÃO:

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5 EVENTOS A força cardíaca se resume basicamente na contração dos ventrículos VENTRÍCULO ESQUERDO

6 EVENTOS Ventrículo direito Ventrículo esquerdo Pulmão = oxigenação sangue Sangue oxigenado - corpo

7 EVENTOS

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11 BATIMENTOS CARDÍACOS RELAXAMENTO CONTRAÇÃO VASOS SANGUÍNEOS BOMBA PULMÃO TECIDOS

12 CICLO CARDÍACO:  Diastóle: Período de relaxamento (Enchimento);  Sístole: Período de contração ( Esvaziamento).

13 Duração total do ciclo frequência normal: 72 bpm:

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15 CICLO CARDÍACO: ? contração relaxamento

16 Fisiologia cardiovascular O DÉBITO CARDÍACO

17 Introdução Débito cardíaco é a quantidade de sangue bombeada por cada ventrículo em um minuto. Débito cardíaco é a quantidade de sangue bombeada por cada ventrículo em um minuto. O débito cardíaco pode aumentar acentuadamente para se adequar às exigências do corpo, como por exemplo, durante o exercício físico ou ao estresse O débito cardíaco pode aumentar acentuadamente para se adequar às exigências do corpo, como por exemplo, durante o exercício físico ou ao estresse

18 Objetivos Reconhecer como o débito cardíaco varia diretamente com a frequência cardíaca e com o volume sistólico. Reconhecer como o débito cardíaco varia diretamente com a frequência cardíaca e com o volume sistólico. Identificar os fatores que modificam a frequência cardíaca e o volume sistólico e observar como podem modificar o débito cardíaco. Identificar os fatores que modificam a frequência cardíaca e o volume sistólico e observar como podem modificar o débito cardíaco.

19 O que é o débito cardíaco? Débito cardíaco = Volume de sangue ejetado pelos ventrículos esquerdo/direito nas artérias aórtica/pulmonar, durante 1 minuto. Débito cardíaco = Volume de sangue ejetado pelos ventrículos esquerdo/direito nas artérias aórtica/pulmonar, durante 1 minuto. Ou seja, depende da frequência cardíaca e da fração de ejeção (DC=FCxFE) Ou seja, depende da frequência cardíaca e da fração de ejeção (DC=FCxFE)

20 O que é a frequência cardíaca? É o número de contrações do coração por minuto. É o número de contrações do coração por minuto. Em média 75 batimentos por minuto (BPM), no adulto em repouso.

21 O que é a fração de ejeção ventricular? É a diferença entre o volume ventricular diastólico e o volume ventricular sistólico. Em média 70ml por batimento no adulto em repouso. É a diferença entre o volume ventricular diastólico e o volume ventricular sistólico. Em média 70ml por batimento no adulto em repouso. FE = VDF – VSF FE = VDF – VSF

22 FE = VDF – VSF No final da diástole ventricular cada ventrículo está totalmente cheio de sangue. No final da diástole ventricular cada ventrículo está totalmente cheio de sangue. Este volume é chamado de volume diastólico final. Este volume é chamado de volume diastólico final. A quantidade de sangue que o ventrículo pode ejetar em cada contração chama-se fração de ejeção. A quantidade de sangue que o ventrículo pode ejetar em cada contração chama-se fração de ejeção.

23 FE = VDF – VSF No final da sístole ainda permanece uma certa quantidade de sangue nos ventrículos, que denominamos volume sistólico final. No final da sístole ainda permanece uma certa quantidade de sangue nos ventrículos, que denominamos volume sistólico final. Cada ventrículo contem aproximadamente 120 ml de sangue no final da diástole e 50 ml no final da sístole, assim a fração de ejeção normal será: FE=120 – 50 = 70ml. Cada ventrículo contem aproximadamente 120 ml de sangue no final da diástole e 50 ml no final da sístole, assim a fração de ejeção normal será: FE=120 – 50 = 70ml.

24 Débito cardíaco O débito cardíaco = Frequência cardíaca (FC) x Fração de ejeção (FE), ou seja, no adulto em repouso = 75 x 70 = 5.250ml O débito cardíaco = Frequência cardíaca (FC) x Fração de ejeção (FE), ou seja, no adulto em repouso = 75 x 70 = 5.250ml DC Homens: 5,6 L/min DC Mulheres: 4,9 L/min DC Homens: 5,6 L/min DC Mulheres: 4,9 L/min

25 Regulação do débito cardíaco É fator primordial na regulação da fração de ejeção o grau de estiramento que o músculo cardíaco sofre, antes da contração ventricular. É fator primordial na regulação da fração de ejeção o grau de estiramento que o músculo cardíaco sofre, antes da contração ventricular. Quanto mais o coração estira, mais forte será a contração ventricular (lei de Starling). Quanto mais o coração estira, mais forte será a contração ventricular (lei de Starling). Consequentemente uma contração mais forte aumentará o volume que pode ser ejetado (FE). Consequentemente uma contração mais forte aumentará o volume que pode ser ejetado (FE).

26 Regulação do débito cardíaco Estimulação simpática (medo, raiva etc.): aumenta a frequência cardíaca, e aumenta a fração de ejeção por aumento da contratilidade Estimulação simpática (medo, raiva etc.): aumenta a frequência cardíaca, e aumenta a fração de ejeção por aumento da contratilidade Estimulação parassimpática: após uma crise simpática há a compensação parassimpática. Estimulação parassimpática: após uma crise simpática há a compensação parassimpática. A frequência cardíaca e a fração de ejeção voltam aos níveis normais. A frequência cardíaca e a fração de ejeção voltam aos níveis normais.

27 Regulação do débito cardíaco Diminuição da frequência cardíaca: permite maior tempo para o enchimento ventricular, aumentando o volume diastólico final e consequentemente da fração de ejeção. Diminuição da frequência cardíaca: permite maior tempo para o enchimento ventricular, aumentando o volume diastólico final e consequentemente da fração de ejeção. Aumento excessivo da frequência cardíaca: diminuição do retorno venoso com conseqüente diminuição da fração de ejeção. Aumento excessivo da frequência cardíaca: diminuição do retorno venoso com conseqüente diminuição da fração de ejeção.

28 Regulação do débito cardíaco Exercício físico: ativa o sistema simpático aumentando a frequência cardíaca e a contratilidade do coração. Exercício físico: ativa o sistema simpático aumentando a frequência cardíaca e a contratilidade do coração. Aumenta a fração de ejeção devido ao aumento da contratilidade do coração e aumento do retorno venoso (contração muscular periférica).

29 Regulação do débito cardíaco Queda súbita na pressão arterial: diminui o retorno venoso e consequentemente a fração de ejeção. Queda súbita na pressão arterial: diminui o retorno venoso e consequentemente a fração de ejeção. Há aumento da frequência cardíaca devido a ativação do sistema nervoso simpático. Elevação da pressão arterial: reduz a atividade simpática, diminui a frequência cardíaca. Elevação da pressão arterial: reduz a atividade simpática, diminui a frequência cardíaca.

30 Regulação do débito cardíaco Diminuição súbita do volume sanguíneo (hemorragia, desidratação, etc): diminui o retorno venoso consequentemente a fração de ejeção. Diminuição súbita do volume sanguíneo (hemorragia, desidratação, etc): diminui o retorno venoso consequentemente a fração de ejeção. Devido à reação simpática há aumento da frequência

31 Regulação do débito cardíaco Excesso de cálcio: aumenta a força de contração do coração, consequentemente da fração de ejeção. Excesso de cálcio: aumenta a força de contração do coração, consequentemente da fração de ejeção. Também aumenta a frequência cardíaca

32 Nível do metabolismo; Exercício; Idade; Dimensão do corpo. Fatores que afetam o débito cardíaco


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