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Boletim da saúde Outubro 2015 PES Maria Cristina Brêda Somos o que bebemos e comemos!!!

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Apresentação em tema: "Boletim da saúde Outubro 2015 PES Maria Cristina Brêda Somos o que bebemos e comemos!!!"— Transcrição da apresentação:

1 Boletim da saúde Outubro 2015 PES Maria Cristina Brêda Somos o que bebemos e comemos!!!

2 SOMOS O QUE COMEMOS A Organização Mundial de Saúde (OMS) define o termo “saúde” como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças. A alimentação surge como um dos fortes pilares, se não o mais importante para a manutenção de um corpo e mente sãos. Afinal de contas, somos o que comemos. Os diversos contextos em que estamos inseridos em termos sociais, económicos e culturais estabelecem as nossas escolhas enquanto indivíduos. Aprender a comer de forma saudável e a escolher os alimentos adequados é essencial. Dieta não saudávelDieta saudável Comer essencialmente alimentos processados Beber refrigerantes/bebidas açucaradas Pouca ou nenhuma atividade física regular IMC elevado (excesso de peso) Mais diabetes tipo 2 Mais doença cardíaca Mais depressões Mais alergias Mais cancro Mais artrites Mais consultas médicas Mais despesas com medicamentos Menor longevidade Comer maior variedade de alimentos Menos comida processada Beber mais água menos açúcar refinado Praticar exercício físico regular Maior auto estima Maior nível de energia Menos diabetes tipo 2 Menos doença cardíaca Menos cancro Maior longevidade Melhor qualidade de vida

3 A qualidade de vida começa no intestino! : Dieta não saudávelDieta saudável Com a perda das bactérias saudáveis e outros fatores de proteção, as bactérias não saudáveis, os fungos, os parasitas e as toxinas podem acumular e provocar lesões na parede intestinal e consequentemente uma pobre saúde intestinal As bactérias saudáveis que revestem e protegem a parede intestinal, além de outros fatores obtidos dos alimentos e das secreções naturais do intestino, inibem as bactérias não saudáveis e contribuem para a manutenção do equilíbrio bacteriano e otimizam a saúde intestinal.

4 A microbiota intestinal (flora intestinal) atualmente, abriga uma complexa e dinâmica população de microorganismos patogénicos e benéficos vivendo em equilíbrio e que são de grande importância para o funcionamento adequado do trato gastrointestinal. A microbiota intestinal proporciona: Proteção (resistência à colonização); Imunidade (resposta imune equilibrada); Benefícios nutricionais (vitaminas e substratos energéticos); Microbiota intestinal

5 O que altera a microbiota intestinal?  uso indiscriminado de antibióticos  anti-inflamatórios  hormonas e antiácidos  exotoxinas (substâncias químicas encontradas nos alimentos)  endotoxinas (provenientes do metabolismo dos microorganismos que habitam o intestino)  stress  alimentação incorreta Produzem um desequilíbrio dessa microbiota, causando um aumento de bactérias patogénicas em relação às benéficas que, aliado a uma baixa resposta imunitária (induzida por esse desequilíbrio) e a uma suscetibilidade genética, predispõe o individuo a inúmeras doenças.

6 A flora intestinal em equilíbrio garante um melhor controle do peso, porque a obesidade esta relacionada com maior proporção de bactérias firmicutes que leva a uma maior "absorção" calórica e uma inflamação crónica que resultará em resistência a insulina e estímulo ao ganho de peso. Para garantir o equilíbrio da microbiota intestinal é necessário reduzir a exposição aos fatores que geram o desequilíbrio, adequar as fontes de fibras na dieta e muitas vezes repor bactérias para recuperação da integridade intestinal.

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9 http://pt.slideshare.net/biogeraldo/alimentos-prebiticos-e-probiticos

10 FUNÇÕES: Aumentam de maneira significativa o valor nutritivo e terapêutico dos alimentos, pois ocorre um aumento dos níveis de vitaminas do complexo B, aminoácidos, cálcio e ferro; Fortalecem o sistema imunitário através de uma maior produção de células de defesa; Possuem um efeito funcional benéfico no organismo, equilibrando a flora intestinal, atuando no controle do colesterol e na redução do risco de cancro; Possuem uma particular importância para os indivíduos com intolerância à lactose, devido ao aumento de uma enzima que facilita a digestão da lactose.

11 O pH e os alimentos PH significa (Potencial Hidrogeniónico) e a sua medida é feita através de uma escala (de 1 a 14). Alterações constantes e bruscas do pH do sangu,e com o tempo, podem trazer varias consequências no organismo. Os rins são responsáveis por excretarem o excesso de acidez do sangue: o excesso de ácidos no sangue faz com que o rim trabalhe mais comprometendo esta função a longo prazo contribuindo para o aparecimento de doenças- insuficiência renal. Os alimentos classificam-se como alimentos ácidos e básicos (alcalinos) de acordo com o efeito que têm no organismo quando ingeridos e digeridos. O sabor que os alimentos contêm não é um indicador do pH que geram uma vez consumidos. Um alimento de sabor ácido tem um efeito alcalino, por exº os citrinos: o limão é alcalino! porque os minerais que liberta depois da sua digestão ajudam a eliminar iões de hidrogénio e diminuir a acidez do organismo. Para conseguir manter o valor normal do pH no sangue (~7) é necessário manter uma alimentação equilibrada: 60% dos alimentos devem ser alcalinos e apenas 40% ácidos.

12 http://www.einstein.br/check-up/Paginas/alimentacao-saudavel.aspx Como distribuir os alimentos no prato para ter uma refeição equilibrada?


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