A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

SEGUIMENTO FARMACOTERAPÊUTICO DE PACIENTES HIPERTENSOS Prof. Rodrigo Alves do Carmo.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "SEGUIMENTO FARMACOTERAPÊUTICO DE PACIENTES HIPERTENSOS Prof. Rodrigo Alves do Carmo."— Transcrição da apresentação:

1 SEGUIMENTO FARMACOTERAPÊUTICO DE PACIENTES HIPERTENSOS Prof. Rodrigo Alves do Carmo

2 DADOS RELEVANTES NA ENTREVISTA AO PACIENTE HIPERTENSO Identificação: sexo, idade, etnia e condição socioeconômica. História atual de doenças.

3 Investigação sobre diversos aparelhos e fatores de risco: –dislipidemia, –Diabetes Mellitus, –tabagismo, –sobrepeso e obesidade, –sedentarismo. História atual ou pregressa: gota, doença arterial coronária, insuficiência cardíaca.

4 História familiar de acidente vascular encefálico, doença arterial coronariana; morte prematura e súbita de familiares próximos. Perfil psicossocial: –fatores ambientais e psicossociais, –situação familiar, –condições de trabalho, –grau de escolaridade.

5 Avaliação dietética: consumo de sal, bebidas alcoólicas, gordura saturada e cafeína. Consumo de medicamentos ou drogas que podem elevar a pressão arterial ou interferir em seu tratamento. Atividade física.

6 AVALIAÇÃO INICIAL DE ROTINA PARA O PACIENTE HIPERTENSO Análise de urina. Dosagens de potássio. Dosagem de creatinina. Taxa de filtração de glomerular. Glicemia de jejum. Colesterol total, LDL, HDL, triglicérides. Dosagem de ácido úrico. Eletrocardiograma convencional.

7 Cálculo do Clearance de Creatinina Taxa de filtração glomerular estimada (TFGE) pela formula de Cockcroft-Gault13: TFGE (ml/min) = [140 - idade] x peso (kg)/creatinina plasmática (mg/dL) x 72 para homens; para mulheres, multiplicar o resultado por 0,85

8 Cálculo do Clearance de Creatinina função renal normal: > 90 m/min sem outras alterações no exame de urina; disfunção renal estágio 1: > 90 ml/min com alterações no exame de urina; disfunção renal estágio 2: 60–90 ml/min; disfunção renal estágio 3: 30–60 ml/min; disfunção renal estágio 4–5: < 30 ml/min.

9 Avaliação Complementar

10

11 Fatores de Risco Cardiovascular Adicionais

12 Estratificação do Risco Cardiovascular Global

13 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Controle de Peso: –Perdas de peso e da circunferência abdominal correlacionam-se com reduções da PA e melhora de alterações metabólicas associadas. –As metas antropométricas a serem alcançadas são o índice de massa corporal (IMC) menor que 25 kg/m2 e a circunferência abdominal < 102 cm para os homens e < 88 para as mulheres.

14 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Estilo Alimentar: –Dietas DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension): rico em frutas, hortaliças, fibras, minerais e laticínios com baixos teores de gordura. –Dieta Mediterrânea: alto consumo de frutas e hortaliças, substituição do excesso de carboidratos por gordura insaturada. –Dieta vegetariana: menor quantidade de nutrientes, como gordura saturada e colesterol. deficientes em micronutrientes como ferro, vitamina B12 e cálcio.

15 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO

16 Redução do Consumo de Sal: –A necessidade diária de sódio para os seres humanos é a contida em 5 g de cloreto de sódio ou sal de cozinha. O consumo médio do brasileiro corresponde ao dobro do recomendado.

17 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Ácidos Graxos Insaturados: –Observa-se uma discreta redução da PA com a suplementação de óleo de peixe (ômega 3) em altas doses diárias e predominantemente nos idosos. –As principais fontes dietéticas de ácidos graxos monoinsaturados (oleico) são óleo de oliva, óleo de canola, azeitona, abacate e oleaginosas (amendoim, castanhas, nozes, amêndoas). –Tem-se demonstrado que a ingestão de óleo de oliva pode reduzir a PA, principalmente devido ao elevado teor de ácido oleico.

18 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Fibras: –A recomendação de ingestão de fibra alimentar total para adultos é de 20 a 30 g/dia, 5 a 10 g devendo ser solúveis. Proteína de Soja: –A substituição isocalórica de parte da proteína alimentar por um composto de soja associada a outras medidas não-medicamentosas promoveu queda da PA em mulheres após a menopausa.

19 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Oleaginosas: –Há controvérsias sobre os efeitos da suplementação das diferentes castanhas em relação à redução da PA. Laticínios e Vitaminas: –O consumo de duas ou mais porções diárias de laticínios magros correlacionou-se a menor incidência de HAS.

20 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Alho: –alicina tem ação metabólica, podendo atuar na coagulação, aumentando o tempo de sangramento e promovendo discreta redução de pressão. Café e Chá: –Os polifenóis contidos no café e em alguns tipos de chás têm potenciais propriedades vasoprotetoras. Os riscos de elevação da PA causados pela cafeína, em doses habituais, são irrelevantes.

21 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Chocolate Amargo: –O chocolate amargo (com alto teor de cacau) pode promover discreta redução da PA, devido às altas concentrações de polifenóis. Álcool: –Redução do consumo de álcool para hipertensos.

22 Tendo em vista a controvérsia em relação à segurança e ao benefício cardiovascular de baixas doses, assim como a ação nefasta do álcool na sociedade, devemos orientar aqueles que têm o hábito de ingerir bebidas alcoólicas a não ultrapassarem 30 g de etanol ao dia, para homens, de preferência não-habitualmente; sendo a metade dessa quantidade a tolerada para as mulheres.

23 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Atividade Física: –Para manter uma boa saúde cardiovascular e qualidade de vida, todo adulto deve realizar, pelo menos cinco vezes por semana, 30 minutos de atividade física moderada de forma contínua ou acumulada, desde que em condições de realizá-la.

24 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas) e Outras Formas de Tratamento da Síndrome da Apnéia/Hipopnéia Obstrutiva do Sono (SAHOS) Controle do Estresse Psicossocial Respiração Lenta: técnica de respiração lenta, com dez respirações por minuto por 15 minutos diários, com ou sem o uso de equipamentos, tem mostrado reduções da PA.

25 TRATAMENTO NÃO-MEDICAMENTOSO Cessação do Tabagismo Equipe Multiprofissional: médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, professores de educação física, musicoterapeutas, farmacêuticos, educadores, comunicadores, funcionários administrativos e agentes comunitários de saúde.

26 TRATAMENTO MEDICAMENTOSO O medicamento anti-hipertensivo deve:

27 TRATAMENTO MEDICAMENTOSO O medicamento anti-hipertensivo deve:

28 TRATAMENTO MEDICAMENTOSO Classes de anti-hipertensivos

29 ESTRATÉGIAS DE EFETIVIDADE DO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL A manutenção da pressão arterial dentro de níveis desejáveis ainda é insatisfatória, devido a falta de adesão ao tratamento. Estudos isolados têm apontado que a falta de controle da hipertensão gira em torno de 30% a 40% e o abandono do tratamento é de 56%. Relatos mostram que no primeiro ano de tratamento o abandono oscila de 11% a 15% e de 16% a 25% dentro de dois anos.

30 Educação em saúde é o primeiro passo. O conhecimento da doença e do seu tratamento. Medicamentos com menos efeitos indesejáveis, menor custo, maior comodidade posológica, prescrições e informações por escrito, de fácil entendimento.

31 Os hipertensos que abandonaram o tratamento devem ser contatados para identificação dos elementos dificultadores e para nova inserção no atendimento. O sistema de contato telefônico com esclarecimentos de dúvidas do paciente e a medida da pressão em casa também são estratégias que visam a facilitar a adesão.


Carregar ppt "SEGUIMENTO FARMACOTERAPÊUTICO DE PACIENTES HIPERTENSOS Prof. Rodrigo Alves do Carmo."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google