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CLASSIFICAÇÃO DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO Pentateuco: Gêneses (Origens), Êxodo (fuga), Levítico (da tribo de Levi), Números (censos) e Deuteronômio.

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5 CLASSIFICAÇÃO DOS LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO Pentateuco: Gêneses (Origens), Êxodo (fuga), Levítico (da tribo de Levi), Números (censos) e Deuteronômio (segunda lei, atualização da lei); Históricos: 1º e 2º Livros dos Reis, 1º e 2º Crônicas, Juízes, 1º e 2º Livros de Samuel, Esdras, Neemias, Tobias, 1º e 2º Livros dos Macabeus, Rute, Judite, Josué, Ester. Sapienciais (pensamentos): Sabedoria, Provérbios, Salmos, Jó, Cânticos, Eclesiastes, Eclesiástico. Proféticos: Isaías, Jeremias, Daniel, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

6 Livros da Lei: também chamados de Pentateuco, isto é, os "cinco livros" de Moisés, que abrem a Bíblia, e falam da Criação de Deus e da formação de seu Povo Eleito: Israel. Livros Históricos: são os livros que descrevem as guerras de Israel, bem como a história de seus reinos. Livros Didáticos: ou sapienciais, apresentam a sabedoria e poesia dos hebreus. Livros Proféticos: foram escritos por profetas que pregavam o arrependimento e preparavam o povo eleito para a chegada do Messias Salvador. DESCRIÇÃO DOS LIVROS AT

7 Livros do Evangelho: narram a vida, os ensinamentos, os milagres e a obras do Messias Jesus Cristo. Livro Histórico: apresenta a instituição e expansão da Igreja Cristã, primeiro na Palestina e, a seguir, no mundo até então conhecido. Epístolas: são as doutrinas e exortações escritas por alguns Apóstolos de Cristo e encaminhadas a comunidades ou fiéis cristãos. Livro Profético: traz a vitória de Cristo e sua Igreja sobre as forças do mal e o juízo final.

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9 No século 3, obedecendo ao Papa São Dâmaso, S. Jerônimo, nascido na Dalmácia (atual Croácia), foi o primeiro a traduzir oficialmente a Bíblia para outra língua, o latim. É a famosa Tradução Vulgata (comum). Ele era culto, e aprendeu hebraico com um judeu convertido. Faleceu no dia 30 de setembro de 420. Nesta data celebramos o Dia da Bíblia!

10 Antigo Testamento: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1Samuel, 2Samuel, 1Reis, 2Reis, 1Crônicas, 2Crônicas, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, 1Macabeus, 2Macabeus, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes (ou Coélet), Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico (ou Sirácida), Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos dos Apóstolos, Romanos, 1Coríntios, 2Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1Tessalonicenses, 2Tessalonicenses, 1Timóteo, 2Timóteo, Tito, Filêmon, Hebreus, Tiago, 1Pedro, 2Pedro, 1João, 2João, 3João, Judas e Apocalipse.

11 Quanto ao Antigo Testamento, a Bíblia protestante possui sete livros a menos que a Bíblia Católica. Ocorre que a Igreja Católica, desde o início, utilizou a tradução grega da Bíblia chamada Septuaginta ou Versão dos Setenta (LXX). Essa tradução para o grego foi feita no séc. III aC, em Alexandria (Egito), por setenta e dois sábios em virtude da existência de uma grande comunidade judaica nessa cidade que já não mais compreendia a língua hebraica. Na época em que foi feita essa tradução, a lista (cânon) dos livros sagrados ainda não estava concluída, de forma que essa versão acabou abrigando outros livros, ficando mais extensa. Essa foi a Bíblia adotada pelos Apóstolos de Jesus em suas pregações e textos: das 350 citações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 concordam perfeitamente com a versão dos Setenta, inclusive quanto às diferenças com o hebraico.

12 Os livros não reconhecidos pelo sínodo da Jâmnia e que aparecem na tradução dos Setenta. São tecnicamente chamados de Deuterocanônicos, em virtude de não terem sido unanimemente aceitos. São, portanto, Deuterocanônicos no Antigo Testamento os seguintes livros: Tobias Judite Baruc Eclesiástico Sabedoria 1Macabeus e 2Macabeus Além das seções gregas de Ester(10,4 a 16) e Daniel( 3, 24-90). Para os católicos basta saber que quem define o cânon das Escrituras é a Igreja. É importante lembrar também que foi esta mesma Igreja quem definiu os outros 27 livros do Novo Testamento, sobre os quais não há discussão. Portanto, uma pergunta que não pode deixar de ser feita é: por que os protestantes aceitam a autoridade da Igreja Católica que definiu os 27 livros do Novo Testamento e não aceitam a autoridade dessa mesma Igreja quanto aos 46 livros do Antigo Testamento?

13 Tobias: 200 aC (em hebraico ou aramaico) Judite: 150 aC (em hebraico ou aramaico) 1Macabeus: 100 aC (em hebraico ou aramaico) 2Macabeus: 100 aC (em grego) Eclesiástico: 200 (em hebraico) e 130 (tradução grega) Sabedoria: 100 aC (em grego) Baruc: 200 aC (em grego, talvez tradução do hebraico) Trechos de Ester: 160 aC (em grego) Trechos de Daniel: 100 aC (em grego)

14 No Ano 100 D.C. os judeus definem seu cânon bíblico com os seguintes critérios: 1º - O livro não poderia ter sido escrito fora do território de Israel. 2º - O livro não poderia conter passagens ou textos em aramaico ou grego, mas apenas em hebraico. 3º- O livro não poderia ter sido redigido após a época de Esdras ( aC). 4º- O livro não poderia contradizer a Lei de Moisés (Pentateuco).

15 Da mesma forma como existem livros Deuterocanônicos no Antigo Testamento, também o Novo Testamento contém livros e extratos que causaram dúvidas até o séc. IV, quando a Igreja definiu, de uma vez por todas, o cânon do Novo Testamento. São Deuterocanônicos no Novo Testamento os livros de Hebreus, Tiago, 2Pedro, Judas, 2João, 3João e Apocalipse, além de alguns trechos dos evangelhos de Marcos, Lucas e João. Além da Igreja Católica Apostólica Romana, outras igrejas utilizam-se dos livros Deuterocanônicos em suas Bíblias, como: Igreja Anglicana Igrejas Ortodoxas: Copta, Siríaca, Grega e Russa Igreja Maronita

16 O Cânon das Escrituras, Antigo e Novo Testamento, foi fixado definitivamente no Concílio de Roma em 382, sob a autoridade do Papa Damaso I. E foi logo reconhecido por sucessivos Concílios, tanto regionais como gerais. O mesmo cânon foi firmado no Concílio de Hipona em 393 e no de Cartago em 397. O fato destes Concílios não serem "ecumênicos" não rejeita o fato de suas decisões não serem aceitos como baseadas em verdade de fé. Em 405 o Papa Inocêncio I reafirmou o cânon em uma carta ao bispo Exuperius de Toulouse. Outro Concílio de Cartago, este no ano de 419, reafirmou o cânon como os seus predecessores e pediu ao papa Bonifácio que "confirme este cânon, pois estas são as que recebemos de nossos pais para serem lidos na Igreja". Todos estes Cânon formavam a mesma Bíblia Católica atual, todos eles incluindo os Deuterocanônicos. Este mesmo Cânon foi implicitamente confirmado no Sétimo Concílio Ecumênico, o de Nicéia II (787), que aprovou os resultados do Concílio de Cartago de 419, e explicitamente reafirmou nos Concílios Ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546), Vaticano I (1870) e Vaticano II (1965).

17 Critérios Judaicos (e Protestantes) e resposta Católica::: a)Deus só poderia inspirar em Israel: Isso não tem fundamento bíblico. Nunca houveram limites territoriais para Deus! Deus revelou sim, Sua Verdade somente aos judeus. Isso se deu na maioria das vezes dentro de Israel, de fato. Porém, em algumas situações, tais servos de Deus estavam fora de Israel, e mesmo assim, Deus lhes falara. O Senhor inspirou no Deserto do Sinai (caminho para o Egito) toda a Lei de Moisés, (Lv 26:46); Inspirou ainda Jeremias, agora já no Egito (Jr 43, 7-13; 44:1; 45, 1-5). b) Deus só poderia inspirar o AT em hebraico: Deus nunca disse isso! Será que Deus só sabe falar hebraico? Isso é mais nacionalismo exagerado dos judeus do que condição de inspiração. O Senhor disse sim, que só se revelou a Israel (Sl 102:7), aos israelitas, conforme dito acima, mas, em Israel haviam muitos sábios e profetas que falavam outras línguas, como Daniel (Dn 1, 1-7). c) Toda inspiração da Tora (Ant. Test.) só aconteceu até o tempo de Esdras e Neemias ( aC): São o que os judeus chamam de Séculos do Silêncio, tendo então, supostamente Malaquias como último profeta a escrever um Livro Sagrado do AT! E que Esdras e Neemias, e outros 118 judeus importantes, teriam definido os livros sagrados por volta de 423 A.C. deixando fora os 7 livros citados. Porém, nada há de provas históricas e muito menos bíblicas quanto a essa suposta listagem de livros sagrados do AT!

18 O Protestantismo nega tanto a Tradição quanto o Magistério legitimamente instituído por Jesus Cristo. Para eles, a única regra é a Sola Scriptura (ou seja somente a Bíblia e nada mais do que ela é regra de fé e de moral) interpretada livremente por qualquer pessoa ( método do livre exame ). Eis Martinho Lutero a dizê-lo sem rodeios: "a todos os cristãos e a cada um em particular pertence conhecer e julgar a doutrina. Anátema a quem lhe tocar um fio deste direito" ( Conforme D. M. Luthers, Werke, Kritische Gesamtausgabe. Weimar, X. 2 Abt., p. 217, 1883 ss). Como se dissesse a cada um de seus seguidores: Eia pois, valoroso cristão! Tu és mestre de ti mesmo. Despreza tudo o que os primeiros cristãos, os Bispos e os Concílios definiram como verdade. Toma tu a bíblia, senta em tua saleta e defina tu mesmo o teu cristianismo!

19 Mas o próprio Lutero que saiu-se no mundo com esta novidade da sola scriptura viveu o suficiente para testemunhar e confessar os malefícios que estas doutrinas iriam causar pelos séculos afora: "Este não quer o batismo, aquele nega os sacramentos; há quem admita outro mundo entre este e o juízo final, quem ensina que Cristo não é Deus; uns dizem isto, outros aquilo, em breve serão tantas as seitas e tantas as religiões quantas são as cabeças" ( Luthers M. In. Weimar, XVIII, 547 ; De Wett III, 6l ). Um outro trecho selecionado, prova que o Patriarca da Reforma tinha também de quando em quando uns momentos de bom senso: "Se o mundo durar mais tempo, será necessário receber de novo os decretos dos concílios (católicos) a fim de conservar a unidade da fé contra as diversas interpretações da Escritura que por aí correm" (Carta de Lutero à Zwinglio In Bougard, Le Christianisme et les). Gostaríamos de terminar por aqui para não sermos enfadonhos. Quando o Pai do Protestantismo, diante da dissolução das seitas, já há quinhentos anos atrás, confessa ao outro "reformador" que seria necessário receber de novo o Sagrado Magistério ( Concílios ) para manter a unidade, a regra do livre exame e da sola scriptura já está julgada por si mesma.

20 * Apocalipse de Adão, Apocalipse de Moisés, Ascensão de Isaías, Assunção de Moisés, Martírio de Isaías, 1.º e 2.º Livro de Adão e Eva, 4.º Judas Macabeus, Salmo 151, Salmos de Salomão, Testamento de Abraão, Vida de Adão e Eva...

21 * Apocalipse da Virgem, Apocalipse de Paulo, Apocalipse de Pedro, Apocalipse de Tomé, Atos de André e Mateus, Atos de Barnabé, Atos de Felipe, Atos de João, Atos de Paulo, Atos de Pedro, Atos de Pedro e André, Atos de Pedro e Paulo, Atos de Pedro e dos Doze Apóstolos, Atos de Judas Tadeu, Atos de Tomé, Consumação de Tomé, Declaração de José de Arimatéia, Descida de Cristo ao Inferno, Epístola de Herodes a Pôncio Pilatos, Epístola de Pedro a Felipe, Evangelho de Maria Madalena, Evangelho de Matias, Evangelho de Nicodemos, Evangelho de Pedro, Evangelho de Tomé - O Gêmeo, Evangelho Secreto de Marcos, História de José –... O Carpinteiro, Infância do Salvador, Livro de João - O Teólogo sobre a Assunção da Virgem Maria, Martírio de André, Martírio de Bartolomeu, Martírio de Mateus, Morte de Pôncio Pilatos, Natividade de Maria, Passagem da Bem-Aventurada Virgem Maria, Prece do Apóstolo Paulo, Revelação de Estevão, Revelação de Paulo, Revelação de Pedro, Sabedoria de Jesus Cristo, 2.º Apocalipse de Tiago, Sobre a Origem do Mundo, Vingança do Salvador, Visão de Paulo, A Nova Jerusalém, Maldições de Satanás e seus partidários, Triunfo da Retidão, Os Últimos Dias, Palavras das Luzes Celestes, Palavras de Moisés...

22 “Cristo era o único filho de Maria. Das entranhas de Maria, nenhuma criança além dEle. Os ‘irmãos’ significam realmente ‘primos’ aqui: a Sagrada Escritura e os judeus sempre chamaram os primos de ‘irmãos’.” (Martinho Lutero, Sermões sobre João 1-4, ) “Cristo, nosso Salvador, foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria. Isto se deu sem a cooperação de um homem, permanecendo virgem depois do parto.” (Martinho Lutero) “Deus diz: ‘o filho de Maria é meu Filho somente.’ Desta forma, Maria é a Mãe de Deus”. “Deus não recebeu sua divindade de Maria; todavia, não segue que seja consequentemente errado afirmar que Deus foi carregado por Maria, que Deus é filho de Maria, e que Maria é a Mãe de Deus. Ela é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para dormir por ela, foi alimentado por ela, etc. Para o Deus e para o Homem, uma só pessoa, um só filho, um só Jesus, e não dois Cristos. Assim como o seu filho não são dois filhos… Mesmo que tenha duas naturezas.” (Martinho Lutero, “Nos Conselhos e na Igreja”, em 1539)

23 “Maria é a mulher mais elevada e a pedra preciosa mais nobre no Cristianismo depois de Cristo… Ela é a nobreza, a sabedoria e a santidade personificadas. Nós não poderemos jamais honrá-la o bastante. Contudo, a honra e os louvores devem ser dados de tal forma que não ferem a Cristo nem às Escrituras.” (Mart. Lutero, Serm. Festa da Visitação em 1537.) “Nenhuma mulher é como tu! És mais que Eva ou Sara, sobretudo, pela nobreza, bem- aventurança, sabedoria e santidade!” (Mart. Lutero, Sermão Festa da Visitação em 1537.) “Devemos honrar Maria como ela mesma desejou e expressou no Magnificat. Louvou a Deus por suas obras. Como, então, podemos nós a exaltá-la? A honra verdadeira de Maria é a honra a Deus, louvor à graça de Deus. Maria não é nada para si mesma, mas para a causa de Cristo. Maria não deseja com isso que nós a contemplemos, mas, através dela, Deus.” (Martinho Lutero, Explicação do Magnificat, em 1521.) “É a consolação e a bondade superabundante de Deus, o homem pode exultar por tal tesouro: Maria é sua verdadeira mãe, Jesus é seu irmão, Deus é seu Pai.” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1522.)


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