Emily Elizabeth Dickinson

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Transcrição da apresentação:

Emily Elizabeth Dickinson 1830-1886

Than by a wick that stays. Que à da candeia que fica. By a departing light A uma luz evanescente We see acuter, quite, Vemos mais agudamente Than by a wick that stays. Que à da candeia que fica. There's something in the flight Algo há na fuga silente That clarifies the sight Que aclara a vista da gente And decks the rays. E aos raios afia. Emily dickinson

Início da vida de Emily Dickinson Emily Dickinson nasceu em Amherst, Massachusetts, Estados Unidos, a 10 de dezembro de 1830, e faleceu em 15 de maio de 1886. Escolheu como forma de vida a solidão e a poesia. Em carta datada de 1855, com 25 anos apenas, Emily declarava: “I do not go from home” (“Eu não saio de casa”). Fechou-se então na casa dos pais, de onde nunca saía. Retirava-se para seu quarto quando chegavam visitas e só era vista com roupas brancas. Embora avessa ao contato social, escrevia muitas cartas.

Com o passar do tempo, ela se transformou em verdadeira eremita, não pondo os pés além da soleira de sua porta durante anos. Alguns dos pesquisadores que se dedicaram ao estudo da vida e da obra de Emily vêem na sua insociabilidade uma decisão liberada e consciente, talvez ocasionada por uma desilusão amorosa, talvez resultado de sua própria personalidade, de um desejo de se isolar do mundo. Avastidão de sua obra poética sugere o poder de sua criatividade e imaginação, e não experiências limitadas. Podemos crer que seu comportamento introspectivo não foi mais do que fruto do pensamento ou uma natural defesa.

Consideravam-na uma excêntrica, um ser fora da realidade, um “mito” (como em Amherst era apelidada), especialmente depois que decidiu vestir-se apenas de branco. Seu pai sentia-se perplexo ante seu comportamento, que não obedecia aos parâmetros convencionais. Sua mãe a considerava um mistério e uma constante surpresa. Emily, deliberadamente, isolou-se em si mesma

Entre 1858 e 1862, escreveu como “aperson possessed”, produzindo frequentemente um poema por dia. Foi nesse período que adotou definitivamente o branco para suas roupas e passou a recusar-se a receber visitas. Emily tem sido objeto de estudo por psicanalistas, alguns dos quais a têm definido como um caso de “alienação com impulsos desordenados”. Não é um diagnóstico justo. Aí estão seus poemas para atestar sua integridade mental. suas cartas coerentes e tocantes em sua originalidade, a última delas de apenas quatro palavras,refletindo, ante a morte iminente, lúcida Sensibilidade.

Emily estudou durante sete anos na Amherst Academy e durante um ano no Mount Holyoke Female Seminary, mas costumava dizer que sua verdadeira instrução tinha ocorrido na biblioteca da familiar, onde teve contato com Shakespeare, John Keats, Robert Browning, Tennyson, Emerson e ainda com algumas autoras como George Elliot, Elizabeth Barret Browning e as irmãs Brontë.

A poesia de Dickinson surge em explosões A poesia de Dickinson surge em explosões. Os poemas são curtos, muitos deles baseados em uma imagem ou símbolo únicos. Porém, escreve sobre algumas das coisas mais importantes da vida: sobre o amor e sobre um amante, a quem ela nunca encontrou ou de quem simplesmente desistiu; sobre a natureza, sobre a mortalidade e imortalidade; sobre sucesso, que ela pensava nunca ter alcançado, e sobre o fracasso, que considerava sua companhia constante; sobre todas essas coisas de forma tão brilhante que é considerada uma das maiores poetisas norte americanas.

A poesia de Emily sob o aspecto formal, com a adoção de vários metros em um mesmo poema e sem preocupação com a uniformidade ou mesmo com a presença de rimas, está muito próxima da que hoje universalmente se pratica.

Emily Dickinson morreu aos 55 anos de idade da doença de Bright, que é causada pela degeneração dos rins. Seu médico sugeriu que o acúmulo de estresse ao longo de sua vida, contribuiu para sua morte precoce. A edição crítica completa, organizada por Thomas H. Johnson, contando com 1775 poemas, ocorreu apenas em 1955, após seu acervo ter sido transferido para a Universidade de Harvard. Posteriormente acrescida de outros poemas, em 1999, surge outra edição, organizada por R. W. Franklin, com 1789 poemas. Atualmente a casa, onde ela nasceu e viveu, "The Homestead" é aberta para visitação no período de Março a Dezembro

I died for Beauty (Morri pela Beleza) é um verso de Emily Dickinson que soa familiar ao leitor brasileiro, inúmeras vezes traduzido, desde os anos ‘40, quando adquiriu foros nacionais na versão do grande Manuel Bandeira. Segundo o minucioso pesquisador Carlos Daghlian, da UNESP, pode-se contar até agora cerca de 75 tradutores de Emily em língua portuguesa, entre os quais destacamos Aïla de Oliveira Gomes e Idelma Ribeiro de Faria, que nos anos ‘80 nos deram, cada qual, uma centena dessas composições. Uma nova tradução, de José Lira, lançada agora [2006] pela Iluminuras, contempla 245 delas, o que ainda poderia parecer pouco em relação aos quase 1800 pequenos poemas, que se creditam ao acervo da autora.

214 I taste a liquor never brewed – From Tankards scooped in Pearl – Not all the Vats upon the Rhine Yield such san Alcohol? Inebriate of Air – am I – And Debauchee of Dew – Reeling – thro endless summer days – From inns of Molten Blue – When “Landlords” turn the drunken Bee Out of the Foxglove’s door – When Butterflies – renounce their “drams” – I shall but drink the more! Till Seraphs swing their snowy Hats And Saints – to windows run – To see the little Tippler Learning against the – Sun Provo uma bebida nunca fermentada De Canecas esculpidas em Pérolas – Nenhum dos Barris do Reno Produz tal Bebida? Inebriada de Ar – estou – E Bêbada de Orvalho – Cambaleando – pelos intermináveis dias de                                          verão – De tabernas de Azul Metálico – Quando os “Proprietários expulsam a [Abelha                                                bêbada Para fora das portas do Foxglove Quando as Borboletas – renunciam a seus                                                  “goles” – Eu bebo ainda mais! Até que os Serafins acenem com seus                                    chapéus brancos E os Santos – corram às janelas – Para ver a Bebadazinha Apoiando-se ao – Sol –

FIM

OBRIGADA ALUNAS : LILIAN REIS SHAMARA RIBEIRO