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RADIAÇÕES PARTE I - Radiação cósmica Radiação Solar

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Apresentação em tema: "RADIAÇÕES PARTE I - Radiação cósmica Radiação Solar"— Transcrição da apresentação:

1 RADIAÇÕES PARTE I - Radiação cósmica Radiação Solar
Chuveiros de partículas Campo magnético terrestre PARTE II - Radiação da crosta terrestre (rochas e solo). Radiação proveniente de radionuclídeos inalados. Radiação devido à radionuclídeos incorporados internamente. PARTE III – Aplicações Medida e doses

2 PARTE I - RADIAÇÃO CÓSMICA
RC PARTE I - RADIAÇÃO CÓSMICA

3 RC CONTEXTO HISTÓRICO Em meados de 1900 já haviam grandes descobertas sobre a radioatividade e estudos sobre as radiações vindas do cosmos. Embora as descobertas radioativas fossem concretizadas, não havia nenhum indício de raios mais energéticos e penetrantes que os gamas Eletroscópio carregado, isolado, revestido de placas de chumbo se descarregava gradualmente; a carga no eletroscópio é proporcional à altura O processo de descarga ocorria constantemente no período matutino e noturno Primeira interpretação: Raios provindos da crosta terrestre Segunda interpretação: Raios emanados pelo sistema solar Surgimento de três novas hipóteses: 1) crosta terrestre, ) atmosfera, 3) áreas situadas distantes da atmosfera Entretanto, acreditava-se que a radiação era proveniente da Terra O suíço Gockel com um eletroscópio em seu balão rumou a elevadas altitudes. Raios originados distantes do meio terrestre

4 O que são eletroscópios?
RC Hess realizou a experiência abordada por Gockel, porém com altitude mais elevada. Kohlhörster a grandes altitudes comprovou que a radiação vinha do espaço interestelar. Verificou-se que esta radiação possui um elevado potencial de ionização Ottis, Cameron e Millikan mostraram que os raios cósmicos tinham poder de penetração superior aos raios gama. Concluiu-se que a fonte dos raios cósmicos não é uniforme na atmosfera, mas sim provindos de regiões remotas desta O que são eletroscópios? Indicador de corpos eletrizados Pêndulo eletrostático Eletroscópio de folhas PARA FAZER

5 O QUE SÃO RAIOS CÓSMICOS
RC O QUE SÃO RAIOS CÓSMICOS - Radiação proveniente do espaço sideral - Partículas sub-atômicas - Dotadas de alto poder de penetração - Elevado potencial de energia Velocidades próximas a da luz ( km/s) - Bombardeiam a Terra por todas as partes - Partículas com energia jamais previstas na natureza Tipo de Raios Cósmicos Raios Cósmicos Primários: Radiação vinda do espaço que atinge a atmosfera, colidindo com seus átomos Raios Cósmicos Secundários: Radiação formada pela colisão das partículas com os átomos, ou seja, originada na atmosfera. Sendo estes portadores de menor energia.

6 ENERGIA DE PARTÍCULAS CÓSMICAS
RC ENERGIA DE PARTÍCULAS CÓSMICAS Variação de energia entre partículas primárias e secundárias 200 partículas com energia aproximada a 10 eV por metro quadrado a cada segundo 1 partícula com energia aproximada a eV por quilômetro quadrado a cada semana 3) 1 partícula com energia maior que eV por quilômetro quadrado por século Para medir a intensidade desta energia os cientistas usufruem de enormes detectores de raios cósmicos Quanto maior a energia, maior é o espaço percorrido pela partícula e maior é a informação acarretada por esta ao longo de seu percurso 6 18 20

7 COMPOSIÇÃO DOS RAIOS CÓSMICOS
RC COMPOSIÇÃO DOS RAIOS CÓSMICOS 90% de prótons (núcleo do átomo de hidrogênio) 7% de partículas alfa (núcleo do átomo de Hélio) 1% de núcleos de Carbono, Nitrogênio e Oxigênio 1% de elétrons e pósitrons 0,01% de raios gama (fótons de alta energia) 0,0001% de núcleos de elementos pesados PARA PESQUISA

8 RC RADIAÇÃO SOLAR Energia radiante que se propaga pelo vácuo a uma velocidade próxima de km/s. Atinge a Terra onde parte é refletida de volta para o espaço e outra absorvida pelos objetos terrestres transformando-se em calor ou outras formas de energia. Qual? PARA PESQUISA

9 CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA
CMT CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA Um tipo desta radiação de baixa energia chega do Sol pelas tempestades solares. Radiação cósmica de diferentes energias atinge a Terra. Liberação de plasma quente no campo magnético solar. O campo magnético se estende indefinidamente. Limita-se à magnetosfera ou invólucro magnético. Essas partículas realizam três movimentos na linha de campo magnético da Terra. Configuração dos chamados cinturões de radiação da Terra. Os cinturões ionizam em demasia as regiões mais baixas da atmosfera (ionosfera e mesosfera).

10 CMT A magnetosfera protege a superfície da Terra das partículas carregadas do vento solar. As radiações de Van Allen ocorrem, na região equatorial. Consiste de prótons altamente energéticos, que se originam pelo decaimento de nêutrons produzidos quando raios vindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmosfera terrestre, parte dos nêutrons é ejetada para fora da atmosfera e se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar esta região do cinturão. Essas partículas se movem em trajetórias espirais ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre.

11 CMT Partículas eletricamente carregadas, expelidas pelo Sol durante uma erupção solar, chegam à terra (a maior parte é desviada). Quando parte consegue penetrar através da magnetosfera, chocam-se com os átomos de oxigênio e nitrogênio  da  atmosfera produzindo uma radiação visível que é atraída pelo campo magnético da Terra nas regiões mais frágeis que são os pólos. Então, luzes coloridas surgem no céu causando um belo espetáculo chamado AURORA. Durante diversas horas as auroras podem ser vistas em vários países localizados em alta latitude como Suécia, Finlândia, Noruega, Escócia e nas regiões norte dos Estados Unidos e Canadá. Quanto maior a atividade solar, mais intensa são as auroras. As que aparecem próximas ao pólo norte são chamadas de Auroras Boreais e as próximas ao pólo sul são chamadas de Auroras Austrais. Em geral essas luzes são observadas em uma altitude aproximada de 60 km. As auroras podem apresentar forma variada como arcos, estruturas em bandas, raios, etc. Ao serem excitados pelos elétrons de alta velocidade do vento solar o espectro de radiação eletromagnética varia de infravermelho aoultravioleta. O espectro visível é dominado pela luz branca e verde produzidas pelas moléculas de oxigênio excitadas e luz cor de rosa emitida pelo nitrogênio. Mas as cores também podem ser amarela, vermelha, roxa e, com menos ocorrência, azul. As tempestades geomagnéticas produzem auroras multicoloridas e quando atingem uma intensidade muito alta as luzes passam a ser avermelhadas decorrentes da excitação dos átomos de nitrogênio PARA PESQUISA

12 CHUVEIRO DE PARTÍCULAS
CMT CHUVEIRO DE PARTÍCULAS Ocorre na atmosfera Interação entre essas partículas com outras da atmosfera. Ocorre porque as partículas secundárias têm energia suficiente para outras interações. O processo continua quando a atmosfera se torna mais densa e a energia das partículas se abaixa. Surgem partículas subatômicas chamadas de múons. - Múons são as partículas carregadas mais abundantes do fundo da radiação cósmica na superfície terrestre.

13 P O nêutron demorou bastante para ser descoberto, só no começo da década de Na década de 1930, se entendeu que o núcleo atômico era formado tanto de prótons como também de nêutrons. Na década de 1960, se entendeu que os prótons e os nêutrons não eram partículas fundamentais, eles próprios eram constituídos por outras partículas ainda menores os quarks O píon foi previsto, mas demorou um pouco para ser observado A troca desses píons, entre os nêutrons e os prótons, seria responsável por mantê-los coesos no núcleo atômico. Isso foi previsto na década de 1930, mas só foi observado em 1947, por um grupo que tinha o brasileiro César Lattes. O múon foi descoberto em Quando ele foi descoberto, pensou-se que era o píon, que já estava sendo esperado. O múon não sentia a força forte. Hoje sabemos que o múon é um irmão do elétron. Ele é igualzinho ao elétron em todos os aspectos, mas tem uma massa maior.”

14 DESCOBERTAS E EXPERIÊNCIAS
Descoberta por César Lattes, Powell e Occhialini 1947 Produção artificial do méson pi em um acelerador de partículas, Lattes e o físico americano Eugene Gardner comprovariam a produção artificial de mésons pi, agora produzidos por choques de partículas no acelerador de Berkeley, na costa oeste daquele país. Os mésons são partículas instáveis, são hádrons Primeiramente foram considerados os responsáveis pela força de ligação entre os prótons e nêutrons no núcleo atômico Posteriormente verificou-se que o verdadeiro responsável era o píon e após a desintegração radioativa decai em um múon Lattes contribuiu para o surgimento de duas grandes instituições como o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e o Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) PARA PESQUISA César Lattes

15 P A primeira evidencia do méson pi surgiu no Laboratório H. H. Wills, da Universidade de Bristol (Inglaterra), numa equipe liderada pelo físico inglês Cecil Frank Powell ( ), da qual faziam parte o brasileiro Cesar Lattes e o físico italiano Giuseppe Occhialini ( ), que havia sido professor de Lattes no Brasil. A técnica usada pela equipe consistia em expor em altitudes elevadas chapas fotográficas especiais, conhecidas como emulsões nucleares. O primeiro registro da trajetória de um méson pi numa emulsao surgiu de chapas exposta no Pic du Midi, na Europa. Em seguida, Lattes realizou experiência semelhante no Monte Chacaltaya, na Bolívia, de onde trouxe emulsões contendo mais cerca de 30 novas imagens da partícula. Os trabalhos da equipe de Bristol trariam desdobramentos importantes para a institucionalização da ciência no Brasil no final dos anos 40 e início dos 50.

16 P A descoberta do méson pi foi um passo fundamental na compreensão do mundo sub-atômico Abria um novo mundo para entender as partículas já existentes e deixava claro que existiam muitas partículas para descobrir

17 P Essa descoberta teve o mais amplo desdobramento científico, em âmbito mundial, e internamente, pelo que representou para o desenvolvimento da Ciência no Brasil. Pode-se dizer, sem exageros, que as iniciativas mais relevantes que garantiram um desenvolvimento científico ininterrupto, em ampla frente - a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, em janeiro de 1949, a do CNPq, em 15 de janeiro de 1951, e, posteriormente, de outras agências comprometidas com o desenvolvimento científico, a Reforma Universitária, isto é, a inserção da pesquisa científica no quadro operacional da universidade brasileira, a criação dos primeiros cursos de pós-graduação no país - todos estiveram direta ou indiretamente ligados àquele memorável feito.  

18 Fotografia de um méson-pi artificial produzido no cíclotron de
184", cuja trajetória é fácil de observar. Isto porque, ao passar perto de um núcleo, o méson-pi é absorvido por atração elétrica e quase sempre explode o núcleo que o captura. Os fragmentos formam, na emulsão revelada, um desenho semelhante a uma estrela. Assim, se a descoberta do méson-pi na natureza passou à história da física, inaugurando a área da física de partículas, a produção e detecção artificial dos mésons fez emergir uma outra época na física experimental: a era dos aceleradores de partículas O cíclotron de 184 polegadas foi construído por Ernest Orlando Lawrence, Prêmio Nobel de 1939 e chefe do Radiation Laboratory de Berkeley, físico internacionalmente conhecido como o maior especialista em aceleradores de partículas.

19 Estudo da radiação: Por que estudar a radiação cósmica
Estudar o universo dos microcosmos Adquirir informações sobre o meio macrocosmo Estudo da radiação: Desvendar os mistérios do Universo Analisar os constituintes da matéria Obter informações sobre a interação entre as partículas nucleares Compreender questões cosmológicas e astrofísicas

20 CURIOSIDADES A RADIAÇÃO CÓSMICA PODE INTERFERIR NAS TELECOMUNICAÇÕES?
A RADIAÇÃO CÓSMICA PODE OCASIONAR DANOS À VIDA HUMANA? A RADIAÇÃO CÓSMICA AUMENTA A PRODUÇÃO DE TOMATES

21 RADIAÇÃO DA CROSTA TERRESTRE (ROCHAS E SOLO).
PARTE II RADIAÇÃO DA CROSTA TERRESTRE (ROCHAS E SOLO). - Tipos de radiação - Características das radiações - Radiação proveniente de radionuclídeos inalados. - Radiação devido à radionuclídeos incorporados internamente

22 RADIAÇÕES DA CROSTA TERRESTRE
RCT RADIAÇÕES NATURAIS RADIAÇÕES DA CROSTA TERRESTRE O universo teve sua origem no Big Bang (15 a 20 bilhões de anos)  - Caracterizado por uma elevada temperatura e densidade extremamente alta. Inicialmente havia apenas partículas elementares: elétrons, prótons, neutrinos, etc. e radiação, ou seja, fótons. Expansão e esfriamento (após ~2hs), alcançando hoje valores característicos da emissão de um corpo negro a 2.7 K, Principais elementos: ~73% a de H, 23% de He e ~2% elementos mais pesados Formação de elementos radioativos  aquecimento Idade da Terra ~4,6 bilhões de anos Curiosidade: estado de singularidade um ponto matemático de densidade infinita, a matéria atingiria o valor de 1090 quilos por centímtro cúbico e a temperatura atingiria o fantástico patamar de 1031 graus Kelvin

23 Qual será a idade da Lua ou meteoritos?
RCT Existem os chamados “radionuclídeos primordiais”, aqueles que estavam presentes quando a terra foi formada, há 4,8 bilhões de anos atrás. - Somente os radionuclídeos de meias-vidas acima de 100 milhões de anos, ou radionuclídeos originários destes, ainda existem na natureza, como exemplo, podemos citar o potássio-40 (meia-vida 47,5 bilhões de anos), o urânio-238 (meia-vida 4,5 bilhões de anos). - Há ainda uma fração de radionuclídeos criados continuamente, através da interação dos raios-cósmicos de alta energia com os átomos da atmosfera. Esses radionuclídeos, em geral de baixo número atômico, são chamados “radionuclídeos cosmo gênicos” - Dos radionuclídeos primordiais e suas interações se formaram os outros elementos químicos Qual será a idade da Lua ou meteoritos? PARA PESQUISA

24 A RADIAÇÃO DA CROSTA TERRESTRE
RCT A RADIAÇÃO DA CROSTA TERRESTRE Associa-se aos radionuclídeos em rochas e solos. Apresenta uma dependência geográfica. É mais intensa em depósitos minerais que contem elementos radioativos. Ex: depósitos de areia monazítica, minas África? Transmutações ou "desintegrações" sucessivas realizadas por elementos radioativos. Surgimentos dos isótopos radioativos naturais. Séries ou famílias radioativas: urânio, actínio e tório.

25 RCT

26 RADIAÇÕES DA CROSTA TERRESTRE
RCT RADIAÇÕES DA CROSTA TERRESTRE Principais concentrações de radioatividade em materiais de construção, medidas em diferentes países (Bueno 1995).

27 UM POUCO DE HISTÓRIA DAS RADIAÇÕES
H R UM POUCO DE HISTÓRIA DAS RADIAÇÕES Fim do século XIX e começo do século XX - O que estava acontecendo? - Wilhelm Conrad Röntgen –Rx Antoine Henri Becquerel descobriu a radiação natural com a colaboração de Pierri e Marie Curri. Sendo também conhecido como o descobridor da Radioatividade, termo designado por Marie Curri, devido a suas grandes pesquisas realizadas.

28 1895 - Wilhelm Conrad Röentgen descobre os Raios X –
Revolução na medicina Marie e Pierre Curie descobrem as substâncias radioativas 1896 – Becquerel descobre que o Urânio emitia radiação sem a necessidade de uma fonte de energia, tipo do Sol, havia descoberto a Radioatividade; a espontânea emissão de radiação vinda de um material. que compartilhava certas características como os raios X. Porém não era como os raios X, pois podia ser desviado por um campo magnético e, por essa razão, deveria ser composto por partículas carregadas. Por sua descoberta, Becquerel obteve em 1903, o Prêmio Nobel em Física. H R Wilhelm Conrad Röentgen Henry Becquerel Pierre Curie Marie Curie

29 H R Em uma de suas experiências, Röentgen colocou a mão de sua mulher, Bertha, na frente do filme e obteve a primeira radiografia da história, mostrando os ossos de Dona Bertha e até seu anel de casamento. Radiografia tirada por Röentgen de seu rifle de caça. Observe que há um pequeno defeito no cano. Com essa foto, Röentgen antecipou o uso industrial dos Raios-X como controle de qualidade de peças.

30 Mas, o que é radiação? Desintegração espontânea do núcleo atômico, o qual sofre alterações ao final de uma reação (reação nuclear) Radiação é a propagação da energia por meio de partículas ou ondas Todos os corpos emitem radiação A radiação pode ser classificada: Pelos seus efeitos: Radiação ionizante  capaz de ionizar moléculas. Radiação não ionizante  incapaz de ionizar moléculas Pelo elemento condutor de energia: Radiação eletromagnética  fótons. Radiação na forma de partículas  (prótons, nêutrons, etc.) Radiação gravitacional  grávitons Pela fonte de radiação: Radiação Solar  causada pelo Sol Radiação Cerenkov  causada por partículas com a velocidade superior a da luz no meio. Radioatividade  núcleos instáveis. RAD

31 RAD Imagine um jogo de bilhar onde as bolas sejam os átomos e o triângulo com o conjunto de bolas seja uma molécula. Agora imagine que a bola branca seja uma radiação ionizante. O que acontece com as bolas quando o jogador dá a primeira tacada? Elas se separam espalhando-se pela mesa. É o que acontece com as moléculas do nosso corpo quando atingidas pelas radiações ionizantes. Seus átomos se separam e elas se desmancham formando outras moléculas. Agora imagine que a bola branca é de algodão. O que acontece quando o jogador dá a primeira tacada? Por mais forte que ela seja, o máximo de reação provocada pela bola de algodão é dar uma balançada nas bolas, não conseguindo arrancá-Ias do lugar. É o que acontece com as radiações não-ionizantes. Elas não são capazes de desmanchar as moléculas do nosso corpo. Elas apenas fazem com que essas moléculas vibrem, o que pode produzir o aquecimento da região atingida .

32 RADIAÇÃO IONIZANTE RAD
Energia suficiente para arrancar elétrons de um átomo  produção de pares de íons Remoção de um elétron de um átomo. Partículas carregadas: alfa, beta, prótons e elétrons. Partículas não carregadas: nêutron e ondas eletromagnéticas, raios gama.

33 RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE
Não tem energia suficiente para ionizar átomos da matéria. Não eliminam elétrons de átomos ou moléculas. Dividida em sônicas e eletromagnéticas. Radiações com energias menores que 10 eV são nomeadas não-ionizantes. Pode quebrar moléculas e ligações químicas: Ultravioleta, Infravermelho, Radiofreqüência, Laser, Microondas, Luz visível. Como saber qual radiação é ionizante ou não ionizante? Qual é o parâmetro que permite classificar as radiações?

34 O espectro eletromagnético
RAD O espectro eletromagnético O espectro eletromagnético -Dividido em regiões ou bandas. Banda da luz. Banda do ultravioleta. Banda de raios X. Banda infravermelha. Banda do espectro solar.

35 Quando acontece a emissão de partículas e como acontece?
RAD Quando acontece a emissão de partículas e como acontece? MEIA VIDA É o tempo necessário para que haja a desintegração da metade dos átomos É característica de cada isótopo radioativo, sendo não dependente da quantidade inicial deste, pressão e temperatura Por que a emissão de partículas pode ser acompanhada de emissão de energia ?

36 Decaimento radioativo
DR Decaimento radioativo Decaimento radioativo ou desintegração radioativa é o processo no qual se sucede a emissão de energia na forma de partículas subatômicas ou ondas eletromagnéticas Isótopos radioativos. Elementos de um mesmo átomo que possuem mesmo número atômico, mas massa diferente 1H1 (hidrogênio), 1H2 (deutério) e 1H3 (trítio)

37 Leis da radioatividade 1ª lei da radioatividade – ai de Soddy
DR O isótopo radioativo para adquirir a estabilidade emite radiações por meio de partículas subatômicas, alfa e beta, e raios gama. Leis da radioatividade 1ª lei da radioatividade – ai de Soddy Partícula alfa - α Quando um núcleo emite uma partícula alfa, seu número atômico subtrai 2 unidades e sua massa 4 unidades. Por emitir 2 prótons e 2 nêutrons (partícula alfa), pode-se dizer que este emite um átomo de Hélio. EXEMPLO

38 2ª LEI DA RADIOATIVIDADE – LEI DE SODDY - FAJANS – RUSSEL
DR 2ª LEI DA RADIOATIVIDADE – LEI DE SODDY - FAJANS – RUSSEL Partícula BETA - β Quando um núcleo emite uma partícula beta, seu número atômico soma 1 unidade e sua massa permanece a mesma. EXEMPLO RADIAÇÃO GAMA Quando um núcleo emite raios gama, seu número atômico e sua massa não se alteram, devido estes raios não possuírem carga elétrica

39 DR DECAIMENTO

40 A relação entre este termos é: T1/2 = Log 2 VM
DR O tempo de vida de um átomo de um radioisótopo não é o mesmo que o tempo de vida de outro átomo do mesmo radioisótopo. Por isso define-se como: vida-média de um radioisótopo = média aritmética do tempo de vida de todos os átomos de uma determinada massa deste isótopo. Como consequência, a vida-media é o tempo médio que um isótopo instável leva para decair ou desintegrar Não confundir com meia vida, que é o tempo necessário para que uma determinada massa de um radioisótopo caia pela metade, por desintegração A relação entre este termos é: T1/2 = Log 2 VM

41 Sua inversa se chama constante de desintegração radioativa ( )
DR Não há meios para se determinar o período no qual um núcleo se desintegrará.  fenômeno probabilístico Contudo, pode-se determinar a vida média (VM) do núcleo. Esta VM é medida no SI em segundos. Sua inversa se chama constante de desintegração radioativa ( ) A constante é medida no SI em desintegrações por segundo  Becquerel (Bq). Devido o número de desintegrações ser muito alto, utiliza-se para a constante de desintegração radioativa, a unidade de medida curie (Ci): A relação entre VM e o período de semidesintegração é:

42 DR CADEIA RADIOATIVA Será que CADEIA RADIOATIVA se refere ao lugar onde os átomos permanecem presos??? CADEIA RADIOATIVA é o processo no qual ocorre transmutações ou desintegrações sucessivas, sendo emitidas partículas alfa, beta e raios gama por isótopos radioativos, até que o núcleo destes atinja uma configuração estável.

43 URÂNIO TÓRIO ACTÍNIO SÉRIES RADIOATIVAS DR
Em cada decaimento, os núcleos se tornam mais organizados que o anterior. Essas seqüências de núcleos dão origem aos isótopos radioativos naturais que pertencem à três séries ou famílias radioativas naturais seguintes: URÂNIO TÓRIO ACTÍNIO

44 CADEIA RADIATIVA DO URÂNIO
DR CADEIA RADIATIVA DO URÂNIO Decaimento beta Decaimento alfa

45 URÂNIO Utilização em Usinas Nucleares.
Presença na natureza: isótopos identificados pela soma do número de prótons e de nêutrons pertencentes no núcleo. Urânio-238 é o mais comum na natureza, se fissiona espontaneamente, 99,274% Urânio-235 é fissionável pela captura de nêutrons 0,720% Urânio-234 é o menos comum, 0,0054% PARA PESQUISA Minas de urânio

46 A China anunciou a retomada da construção da maior usina de energia nuclear do mundo. Outros países também estão desenvolvendo um apetite voraz por essa fonte – seja para alcançar segurança energética ou para diminuir a pressão sobre combustíveis fósseis. Os Emirados Árabes, Indonésia e até do Brasil, voltaram a discutir a instalação de novas usinas nucleares. Não é só a demanda que cresce. O estoque de urânio, matéria-prima necessária para gerar energia em reatores nucleares, aumentou 12,5% entre 2008 e 2010, para 7,8 bilhões de toneladas. Brasil é um dos que lidera em novas descobertas. Para se ter uma ideia, as reservas nacionais de urânio cresceram 357%, entre 2001 e 2011, segundo dados do World Nuclear. Austrália 1,66 bilhão de ton Participação mundial: 31% Cazaquistão 629 milhões de ton Participação mundial: 12%. Rússia 487,7 milhões de ton Participação mundial: 9% Canadá 468,7 milhões de ton Participação mundial: 9%  Brasil 276,7 milhões de ton Participação mundial: 5% Variação em 10 anos: 357%

47 Urânio-238 Decaimento do Uranio-238 α42
Partícula alfa: é um núcleo de hélio, com 2 protrons e 2 eletrons, uma grande massa e carga elétrica positiva e pode ser freiada facilmente. α42 O que acontece no decaimento do urânio? Cadeia radioativa  elementos radioativos  Ra-226 e Rn-222

48

49 Rn α

50 Doses equivalentes sobre um ser humano
Usuais Legais Relação entre si Atividade 1 cúrio = 37 milhões de desintegrações por segundo. 1 becquerel = 1 impulso por segundo. 1Ci = 3,7x1010 Bq. Doses de radiação 1 rad = 1/100J/kg 1 gray = 1 J/kg 1 Gy = 100 rad Doses equivalentes sobre um ser humano 1 rem = 1/100 J/kg 1 sievert = 1 J/kg 1 Sv = 100 rem

51 Unidades de medida das radiações
Grandeza Nome Símbolo Definição Atividade becquerel Bq Atividade na qual se produz uma desintegração nuclear por segundo Exposição Coulomb/ kg C/ Kg Exposição tal que a carga total de íons de mesmo sinal produzidos em 1 Kg de ar é de 1 C em valor absoluto Dose absorvida Gray Gy Dose de radiação ionizante absorvida uniformemente por uma porção de matéria, à razão de 1 J/ Kg de sua massa Equivalente de dose sievert Sv Equivalente de dose de uma radiação igual a 1 J/ Kg.


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