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Diagnóstico laboratorial da Sífilis

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Apresentação em tema: "Diagnóstico laboratorial da Sífilis"— Transcrição da apresentação:

1 Diagnóstico laboratorial da Sífilis

2 Sífilis CARACTERÍSTICAS DA DOENÇA Doença sistêmica infecciosa crônica;
Transmitida por contato sexual e materno-fetal; Causada por uma espiroqueta: Treponema pallidum;

3 QUADRO CLÍNICO EVOLUÇÃO
Evolui em quatro fases: primária e secundária (infectantes), latente (anos) e terciária; O quadro clínico varia conforme o estágio da infecção; Produz dois tipos de anticorpos: treponêmicos e não-treponêmicos. QUADRO CLÍNICO Estágio - Manifestações Clínicas Primário Cancro sifilítico – úlcera indolor de base limpa com linfadenopatia regional; Comumente localizado na região ano-genital.

4 Secundário Mal-estar, febre, cansaço, fraqueza, cefaléia, dor de garganta e linfadenopatia generalizada; Manifestações muco-cutâneas: rash cutâneo simétrico no tronco e nas palmas e plantas, alopécia localizada, condiloma plano e lesões mucosas; Hepatite; Síndrome nefrótica; Osteíte e Periostite; Irite e Uveíte anterior; Meningite. Terciário Estágio destrutivo; Neurossífilis; Goma (a lesão envolve os ossos, pele e membranas mucosas); Sífilis cardiovascular.

5 Sífilis Congênita Rinite, rash máculo-papular e descamativo, osteocondrite e anemia, plaquetopenia, hepatomegalia e icterícia. CARACTERÍSTICAS LABORATORIAIS ANTICORPOS NÃO-TREPONÊMICOS ou lipídicos (VDRL – Venereal Disease Research Laboratories): são inespecíficos, detectados a partir da segunda semana de doença e tendem a negativar em tempo variável, dependendo da fase em que foi instituído o tratamento. Os títulos caem rapidamente, negativando em aproximadamente seis meses a um ano, quando a doença é tratada nas fases infectantes. Quando o tratamento é instituído tardiamente, na fase latente ou terciária, os anticorpos não-treponêmicos podem permanecer reativos em baixos títulos indefinidamente.

6 Placa de microfloculação
V.D.R.L. VDRL Negativo

7

8 VDRL Negativo Positivo

9 TREPONEMA PALLIDUM

10 Sífilis primária

11 Porcentual de Positividade dos Testes
*Pouco sensível e não disponível em todos os laboratórios. Fase Testes Indicados Porcentual de Positividade dos Testes VDRL FTA-ABS TPHA Primária Microscopia de campo escuro* Provas sorológicas 70% 85% 60% Secundária 99% 100% Latência 75% 98% Terciária Provas sorológicas, análise do líquor

12 Utilização dos Testes VDRL (RPR) Na triagem e monitoração terapêutica (controle cada 3 – 6 meses, observa-se queda dos títulos); É uma reação de floculação em lâmina que utiliza a cardiolipina como antígeno. As reações falso-positivas com títulos baixos até 1/8 são encontradas na reação cruzada, nas fases agudas de doenças infecciosas e doenças auto-imunes. FTA-ABS Na confirmação diagnóstica e nos casos congênitos; FTA-ABS IgM: diagnóstico da sífilis congênita neonatal e fase inicial. FTA-ABS IgG: doença atual ou infecção pregressa, cicatriz sorológica. TPHA Semelhante ao FTA-ABS, com sensibilidade menor no período inicial da infecção.

13 QUADRO DE INTERPRETAÇÃO
VDRL FTA-ABS Interpretação Não reativo Ausência de infecção Título baixo1 Início da infecção ou falso-positivo Título baixo Reagente Presença da infecção ou cicatriz sorológica Título alto2 Reativo Paciente tratado Título alto Presença de infecção 1Título baixo: < 1/16 2Título alto:  1/16 *FTA-ABS IgM:útil na sífilis congênita para o diagnóstico no RN.

14 Sífilis primária

15

16

17 Sífilis terciária

18 Sífilis congênita precoce

19

20 Retinopatia da neurosífilis

21 DENTES DE hUTCHINSON

22 A CAMISINHA

23 Se tivesse usado...


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