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Portugal Pombalino (Marquês de Pombal)

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Apresentação em tema: "Portugal Pombalino (Marquês de Pombal)"— Transcrição da apresentação:

1 Portugal Pombalino (Marquês de Pombal)
Políticas de fomento (*) comercial e industrial (*) ação ou efeito de incitar o desenvolvimento de algo

2 Políticas de fomento comercial
Introdução Após a morte de D. João V sucedeu-lhe o seu filho D. José. O novo rei nomeou Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, para seu ministro. Adepto das ideias iluministas, o Marquês de Pombal organizou a sua governação de acordo com os princípios do despotismo esclarecido, ou iluminado, o qual associava ao poder absoluto as ideias de progresso e modernização. Políticas de fomento comercial Para tentar recuperar a economia portuguesa, o Marquês de Pombal regressou às ideias mercantilistas Criação de companhias comerciais monopolistas financiadas com dinheiro de acionistas, na sua maioria burgueses Diminuição das remessas de ouro do Brasil Diminuição dos lucros do comércio do açúcar e do tabaco

3 Políticas de fomento industrial
Uma vez que , apesar das medidas tomadas, o comércio colonial continuava a dar os lucros pretendidos, o Marquês de Pombal adotou uma política de desenvolvimento da indústria. reorganizou as fábricas reais de lanifícios fundou e renovou fábricas de vidros, louças, cutelarias e de fundição fundou a primeira fábrica de refinação de açúcar reorganizou a Real Fábrica das Sedas contratou técnicos estrangeiros para melhorarem a produção Medidas tomadas pelo Marquês de Pombal para promover o desenvolvimento da indústria portuguesa Em resultado da política de fomento do Marquês de Pombal e da aplicação de medidas protecionistas dos produtos nacionais, as fábricas e oficinas passaram a satisfazer as necessidades do país. Estas políticas também favoreceram o aparecimento de uma burguesia mais ativa e com maior projeção social e política

4 Reforço do poder do Estado
reorganizou a administração central criando o Erário Régio que passou a controlar as finanças públicas criou a Intendência-Geral da Polícia de Lisboa para separar as funções judiciais (dos tribunais) das da polícia criou a Real Mesa Censória para censurar os livros e publicações contra o regime, limitando, deste modo, os poderes da Inquisição Reformas do Marquês de Pombal com o objetivo de reforçar o poder do Estado

5 Submissão das ordens privilegiadas
o atentado ao rei D. José I foi aproveitado para implicar famílias nobres poderosas como os Távora, os quais foram julgados, condenados à morte e os seus bens confiscados perseguiu os membros do clero, nomeadamente os Jesuítas, que foram expulsos do país em 1759 por terem sido implicados no atentado ao rei Medidas tomadas para retirar poderes às ordens sociais privilegiadas e reforçar o poder régio

6 Reformas no ensino Em meados do século XVIII, muitos estrangeirados (*) criticavam o atraso cultural e científico de Portugal, propondo a modernização e laicização do ensino (**) fundou o Colégio dos Nobres e a Aula do Comércio, com o objetivo de formar os jovens da nobreza e da burguesia para os cargos do Estado reformou a Universidade de Coimbra, que passou ater um ensino mais prático e experimental Reformas no ensino do Marquês de Pombal (*) estrangeirados: nome dado aos intelectuais portugueses que, tendo vivido no estrageiro e aí contactado com as ideias iluministas, trouxeram para Portugal as novas correntes da cultura europeia (**) laicização do ensino: medidas tomadas para separar o ensino da religião, com o objetivo de tornar o ensino não religioso

7 A cidade como imagem do poder: o urbanismo pombalino
No dia 1 de Novembro de 1755, um terramoto seguido por um maremoto e vários incêndios, destruíram uma grande parte de Lisboa mandou enterrar os mortos e socorrer os vivos ordenou que todos os palácios e igrejas fossem vigiados para evitar que as suas riquezas fossem roubadas planificou cuidadosamente a reconstrução da cidade, proibindo as pessoas de reconstruir as suas casas sem respeitarem esse plano Medidas rápidas tomadas pelo Marquês de Pombal para recuperar Lisboa

8 avenidas largas para facilitar a circulação de carros de cavalos, alternando com ruas mais estreitas
construção de passeios para peões distribuição dos ofícios por ruas para facilitar o comércio construção de casas com a mesma altura e com fachadas iguais utilização de formas de construção mais resistentes aos sismos construção de uma grande praça central (a atual Praça do Comércio) Características do plano de reconstrução de Lisboa orientado pelo Marquês de Pombal e da autoria do engenheiro Manuel da Maia e dos arquitetos Carlos Mardel e Eugénio dos Santos


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