A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Trabalho realizado por: Filipe Domingos e Vítor Hugo Ano: 5º Turma: B.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Trabalho realizado por: Filipe Domingos e Vítor Hugo Ano: 5º Turma: B."— Transcrição da apresentação:

1

2 Trabalho realizado por: Filipe Domingos e Vítor Hugo Ano: 5º Turma: B

3 Era uma vez um rapaz que vivia numa casa branca junto à praia. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. A casa tinha lírios brancos e uma planta que dava flores brancas, amarelas e roxas.

4 Esse rapaz gostava de brincar na praia. Era uma praia muito grande, mas pouco habitada. Quando havia maré alta, os rochedos ficavam cobertos de água.

5 Na maré vaza, as rochas estavam cobertas de búzios, anémonas, limos, algas e ouriços.

6 A noite estava um pesadelo! Até parecia que o mar estava a combater com o céu e com o vento. Porém, na manhã seguinte, tudo estava calmo.

7 O dia estava muito bom.O rapazinho saltou da cama, vestiu o fato de banho e foi para a praia a correr. A espuma das ondas p areciam castelos fantásticos, brancos mas cheios de reflexos de mil cores.

8 E foi ver o que era. Até que viu um polvo a rir (oh oh oh),um caranguejo a rir ( que que que ), um peixe a rir (glu glu glu) e uma menina a rir (ah ah ah).

9 A menina exigiu que queria dançar. Então, os seus amigos, rapidamente, formaram uma banda. O peixe batia palmas na água, o caranguejo tocava castanholas, o polvo com sete dos seus oito braços tocava guitarra e a menina dançava.

10 O polvo embalou-a nos seus oito braços e o caranguejo disse que vinha a maré alta. O peixe ia à frente a nadar com a menina, depois vinha o polvo e, no fim, o caranguejo.

11 Eles foram por entre areias e rochas, até que chegaram a uma gruta. Como a gruta era muito pequena, o rapaz não conseguia entrar e foi para casa muito espantado.

12 Na manhã seguinte, foi para a praia a correr e voltou a esconder- se atrás das duas pedras. O rapaz não conseguiu ficar muito mais tempo quieto e deu um salto agarrando a menina.

13 O polvo, o caranguejo e o peixe, mesmo com medo, faziam o que lhes era permitido: o polvo subia pelas pernas do rapaz, o caranguejo beliscava-lhe os pés, o peixe mordia-lhe nas canelas. Mas o rapaz conseguiu fugir para longe com a menina, gritando ela pelos seus companheiros.

14 A menina gritava porque tinha receio que o rapaz a fritasse. O rapaz disse que só os pescadores cometiam esse erro e a queria observar de mais perto, porque nunca na sua vida tinha visto uma menina tão pequenina e bonita.

15 A menina limpou as lágrimas, penteou-se, sentou-se num rochedo e apresentou os seus amigos dizendo que viviam numa pequena gruta. Os amigos excepto o peixe contribuíam um pouco para as tarefas domésticas. Mas o peixe é o mais amigo de todos.

16 A menina contou ao rapaz que o mar contém uma beleza interior extraordinária, que ela consegue respirar dentro e fora de água. também comentou ao rapaz que era perigoso ir ao fundo do mar, pois ele poderia morrer afogado.

17 A menina também era a bailarina da Grande Raia (a dona daqueles mares). Quando queria dar uma festa, convidava tubarões e baleias para se sentarem todos no fundo do mar para a verem a actuar como bailarina, até de madrugada. A menina tinha medo da Grande Raia, mas ela não lhe fazia mal porque ela era a sua bailarina.

18 Com isto tudo, o rapaz levou a menina novamente ao mesmo local de onde veio. Quando lá chegaram, o polvo, o caranguejo e o peixe estavam abraçados a chorar pela menina. E mal a avistaram, atiraram-se os três como cães aos pés do rapaz.

19 A menina ordenou-lhes que parassem com a pancadaria dizendo: « ele é meu amigo, não lhe façam mal». Daí, combinaram para o dia seguinte encontrar-se no mesmo sítio e à mesma hora. Propuseram que o rapaz levasse curiosidades da terra.

20 No dia combinado, o rapaz levou uma rosa. No dia seguinte, uma caixa de fósforos e depois um copo com vinho. A menina, fascinada com o que tinha visto, queria ver a terra, para ver todas as estações do ano. O rapaz disse que, no dia seguinte, levava um balde e que o enchia com água e algas do mar.

21 No dia seguinte, o rapaz levou o balde, encheu-o com algas e água do mar e perguntou se ela estava disposta a ver a Terra. De seguida, a menina explicou ao rapaz que não podia concretizar os seus desejos, pois os búzios ouviram a conversa e foram contar à Grande Raia.

22 A Grande Raia, ao saber da conversa, proibiu-a de estar ali e, ao nascer da lua, iria para uma praia distante que não sabia onde ficava nem como se chamava. O rapaz disse para a menina entrar no balde para irem rapidamente embora. Mas a menina avisou-o que havia polvos escondidos por toda a parte.

23 Então, o rapaz começou a correr e logo dezenas de tentáculos cobriram-lhe o corpo. O rapaz ainda estava a segurar no balde, até que um polvo lhe agarrou o pescoço, apertando-o lentamente.

24 Depois, o menino acordou com as ondas a baterem-lhe na cara. Doía-lhe o corpo todo. Os dias foram passando e o rapaz sem ver a menina, até que, certo dia, o rapaz foi à praia e uma gaivota trouxe-lhe um frasco com uma poção mágica, que fazia com que o rapaz pudesse respirar dentro e fora de água.

25 Depois de o rapaz ter bebido a poção, viu tudo à sua roda ficar mais vivo e brilhante. E ela disse-lhe que estava um golfinho à sua espera.

26 O rapaz e o golfinho nadaram sessenta dias e sessenta noites, até que chegaram a uma ilha rodeada de corais. A seguir, o rapaz encontrou a menina numa gruta.

27 Dentro da gruta, estava o peixe, o polvo, o caranguejo e a menina a brincar com conchinhas. Quando o rapaz entrou, todos riram, se abraçaram e gritaram de alegria. Nesse momento, houve um conjunto de habilidades de todos eles.

28 A menina sentia-se muito feliz. O Rei do Mar, resolveu dar outra festa. Todos os convidados(baleias, tubarões, tartarugas e peixes importantes) disseram que nunca a tinham visto dançar tão bem.

29


Carregar ppt "Trabalho realizado por: Filipe Domingos e Vítor Hugo Ano: 5º Turma: B."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google