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Aula 2 Definição de Tipos Estruturas e Ponteiros.

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Apresentação em tema: "Aula 2 Definição de Tipos Estruturas e Ponteiros."— Transcrição da apresentação:

1 Aula 2 Definição de Tipos Estruturas e Ponteiros

2 Estruturas (struct)

3 Agregados de Dados de objetos elementares ou de outros agregados de elementos homogêneos: array de elementos heterogêneos: struct

4 Estrutura É uma coleção de variáveis referenciadas por um nome Podemos armazenar as coordenadas (x,y) de um ponto

5 Estruturas A palavra struct informa ao compilador que um modelo de estrutura está sendo definido. Declaração: struct coordenadas { int iX; int iY; }; A estrutura contém 2 variáveis do tipo int, e é chamada de coordenadas

6 Declaração struct identificador { tipo1nome1; tipo2nome2;... tipoNnomeN; } var_struct; Pode conter um número arbitrário de dados de tipos diferentes Pode-se nomear a estrutura para referencia-la O identificador ou var_struct podem ser omitidos mas não ambos

7 Nomeando uma Estrutura Caso1: struct coordenadas { int iX; int iY; }; struct coordenadas coord1, coord2; Caso2: struct { int iX; int iY; } coord1, coord2;

8 Acessar os dados de uma Estrutura Acesso aos dados: var_struct.campo //Atribuições coord1.iX = 10; coord1.iY = 50; coord2.iX = 15; coord2.iY = 25;

9 Operações com Estruturas Inicializando uma estrutura: struct coordenadas coord1 = {15, 38}; Atribuição entre estruturas do mesmo tipo: struct coordenadas coord1 = {15, 38}; struct coordenadas coord2; coord2 = coord1 //coord2.iX = coord1.iX e coord2.iY = coord1.iY; Os campos correspondentes das estruturas são automaticamente da origem para o destino

10 Passando Estruturas como Parâmetros int iResult(struct coordenadas coord1) { int iSoma; iSoma = coord1.iX + coord1.iY; return(iSoma); } main() { int iRet; struct coordenadas temp; temp.iX = 31; temp.iY = 3; iRet = iResult(temp); //iRet = 34 }

11 Passando Ponteiros de Estruturas com Parâmetros void Pontos(struct coordenadas *coord) { coord -> iX = 19; coord -> iY = 85; } main() { struct coordenadas Param; Pontos( & Param); //X = 19 – Y = 85 printf(X = %i - Y = %i, Param.iX, Param.iY); }

12 Acesso ao Ponteiro O acesso ao ponteiro da estrutura é feito através do operador: ->

13 Definição de Tipos

14 O programador pode definir seus próprios tipos de dados tipos complexos usados da mesma forma que os simples declaram-se variáveis utilizando-se esses novos tipos Exemplo typedef char tipo_nome [30]; tipo_nome nome;

15 Tipos definidos pelo usuário Definição de tipo equivale a um padrão instanciado pela definição de variáveis não incorpora novas operações de acesso ao tipo operações: as mesmas dos elementos básicos usados na construção do tipo

16 Typedef e Struct Notação (C) typedef struct { int registro; char nome[50]; int idade; float salario; } tipo_funcionario; Seu emprego tipo_funcionario funcionario; funcionario.idade = 35; end_func = &funcionario;

17 Outro Exemplo typedef struct funcionario{ int registro; char nome[50]; unsigned int idade; float salario; }func; void main() { func cadastro[30];

18 Outro Exemplo typedef struct { int registro; char nome[50]; unsigned int idade; float salario; } funcionario; void main() { funcionario cadastro[30];

19 Exemplo sem utilizar typedep struct funcionario{ int registro; char nome[50]; unsigned int idade; float salario; } funcionario; void main() { struct funcionario cadastro[30];

20 Ponteiros

21 Definição Proporciona um modo de acesso a variáveis sem referenciá-las diretamente, utilizando para isto o endereço da variável. A declaração * indica que uma variável é um ponteiro Ps.: O uso descuidado de ponteiros pode levar a sérios bugs e a dores de cabeça terríveis :-).

22 Ponteiros Constantes Não podem ser alterados e permanecem imutáveis durante a execução do programa. Ex: int iNotas[10]; Para acessar a 1ª. posição do vetor pode-se usar: iNotas ou &iNotas[0] 2ª. Posição: &iNotas[1] E assim sucessivamente...

23 Declaração de Ponteiro * ; Tipo da variável para a qual o ponteiro estará apontando (int, float, char,...) *Operador de indireção e indica que a variavel é um ponteiro para o declarado Nome da variável, seguindo as regras de criação de nomes

24 Declaração de Ponteiro * ; Antes do nome da variável deve existir o *. É declarado junto com as outras variáveis Exemplos int *ipPonteiro; float *fpPonteiro; char *cpPonteiro;

25 Criando um Ponteiro Criar uma variável para armazenar o endereço da variável iVar1, a qual iremos chamar de ipVar1 Nesse momento a variável ipVar1 não foi inicializada, apenas foi reservado um espaço para ela.

26 Criando um Ponteiro Devemos armazenar o endereço de iVar1 na variável ipVar1. Nesse momento podemos dizer que ipVar1 aponta para iVar1 ou é um ponteiro para iVar1 Ps.: Ponteiro é uma variável que contém o endereço de outra variável.

27 Inicializando um Ponteiro int *ipNum; // declaração de uma variável ponteiro int iNum, iNum2; // declaração de variáveis inteiras ipNum = &iNum; iNum = 50; iNum2 = *ipNum; *ipNum = 100;

28 Dicas sobre Ponteiro Acessar o endereço da variável ponteiro fpPonteiro printf(Endereço %f., fpPonteiro); Acessar o conteúdo da variável ponteiro *fpPonteiro printf(Conteúdo: %f., *fpPonteiro);

29 Dicas sobre Ponteiro próximo Acessar o próximo endereço de um ponteiro fpVet++; fpVet = fpVet + n; //n=num de bytes a percorrer fpVet += n; anterior Acessar o endereço anterior de um ponteiro fpVet--; fpVet = fpVet - n; //n=num de bytes a percorrer fpVet -= n;

30 Dicas sobre Ponteiro Operações equivalentes fVet[2] == *(fpVet + 2) &fVet[2] ==(fpVet + 2)

31 Alocação Dinâmica Aloca espaço na memória durante a execução do programa (em tempo de execução) Existem funções para alocar, desalocar, realocar e limpar a memória que foi alocada Usuar a biblioteca stdlib.h #include

32 Função: Sizeof Indica o tamanho em bytes de uma variável. sizeof( ); Tipo: char, int, float,... printf(Tam. int: %i., sizeof(int)); //4 bytes printf(Tam. float: %i., sizeof(float)); //4 bytes printf(Tam. double: %i., sizeof(double));//8 bytes printf(Tam. char: %i., sizeof(char)); //1 byte

33 Heap Área de Alocação Dinâmica Consiste de toda a memória disponível que não foi usada para outro propósito. É o resto da memória É possível alocar ou liberar dinamicamente a memória do heap através da funções: malloc() calloc() realloc() free()

34 Função: Malloc Aloca a quantidade de bytes desejada pelo usuário. malloc( ); int *ipNum1, *ipNum2; ipNum1 = (int *) malloc(4); //Aloca 4 bytes //5 variáveis inteiras = 5 * 4 = 20 bytes ipNum2 = malloc(5 * sizeof(int));

35 Função: Malloc A expressão (int *) é utilizado pois a função malloc(), retorna um ponteiro para o tipo void, portanto esse ponteiro deve ser moldado para o tipo de dado apropriado. É um operador unário chamado de operador molde ou cast.

36 Função: Calloc Aloca memória para um grupo de objetos calloc(,

37 Função: Realloc Altera o tamanho de um bloco de memória que foi alocado através do malloc() ou do calloc() realloc(, ); int *ipNum1, *ipNum2; ipNum1 = (int *) calloc(2, 4); //Aloca 8 bytes //5 variáveis inteiras = 5 * 4 = 20 bytes ipNum2 = (int *) calloc(5, sizeof(int)); ipNum2 = (int *) realloc(ipNum2, sizeof(int) * 10);

38 Função: Free Limpa um espaço de memória que foi alocado free( ) int *ipNum1, *ipNum2; ipNum1 = (int *) calloc(2, 4); //Aloca 8 bytes //5 variáveis inteiras = 5 * 4 = 20 bytes ipNum2 = (int *) calloc(5, sizeof(int)); //Liberando a memória alocada para ipNum1 e ipNum2 free(ipNum1); free(ipNum2);


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