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Ela disse que geralmente chora ao menos uma vez por dia; Não porque esteja triste, mas porque o mundo é tão belo, e a vida, tão curta. Brian Andreas.

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2 Ela disse que geralmente chora ao menos uma vez por dia; Não porque esteja triste, mas porque o mundo é tão belo, e a vida, tão curta. Brian Andreas

3 Fôssemos ouvir o que os velhos têm para nos ensinar, certamente deles ouviríamos: A vida passa depressa.

4 Que a vida é um sopro, um minuto, um instante...

5 Breve é o intervalo que separa o velho ancião da criança pequenina.

6 Todo velho ancião, num dia não tão distante, já foi uma criança pequenina.

7 E toda criança pequenina, caso o destino lhe sorria, poderá vir a se tornar um velho ancião um dia.

8 Diz a ciência que ao longo do percurso entre a criança e o ancião todas as células do organismo são renovadas várias vezes.

9 A ciência comprova que no velho corpo já não existe nem uma única célula dos tempos de criança.

10 Em comum, a criança e o ancião talvez tenham tão somente a alma e o olhar, – ou seja, o essencial.

11 O que sabemos sobre a alma e o olhar? O que sabemos sobre o indiferente avançar do tempo, e as marcas pela sua passagem provocadas?

12 Para aqueles dotados da rara capacidade de reparar, a passagem do tempo pode ser poesia.

13 Para aqueles dotados da rara capacidade de reparar, a passagem do tempo pode ser poesia.

14 Algo dos sonhos, dos anseios, da voz e do olhar da criança pequena na velha anciã permanecem.

15 É preciso ter olhos de poeta para enxergar a beleza que repousa em cada fase da vida terrena.

16 Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara. José Saramago

17 Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos. José Saramago

18 A areia retida nas mãos em concha vaza, e inicia a ampulheta dizem os versos do poeta.

19 Uns vivem por trinta anos, outros sessenta, havendo alguns que chegam aos noventa. Tanto uns quanto outros depressa passam, ligeiro voam.

20 Ao fim da jornada, a duração da vida – dos dias gastos entre calendários e relógios – será de nula relevância. Determinante será a pureza do olhar, a bondade que um traz na alma.

21 De que nos vale uma vida mais longa, se ela for penosa, pobre em alegria, alheia ao perdão, à caridade, à ternura, à poesia, à compaixão?

22 O tempo tão somente adquire significado, sabor e sentido quando o aproveitamos para cuidar dos nossos quatro corpos: Físico, Mental, Emocional & Espiritual.

23 É preciso alma de sábio para fazer do tempo, em geral tido por inimigo, um aliado precioso.

24 São tempos duros estes em que nos coube viver. Tempos onde perigos e ameaças rondam corações e almas por todos os lados.

25 A questão central que deve nortear nossas vidas é: Num mundo tão doente, como podemos cultivar um coração puro, um olhar generoso, uma alma sã?

26 Nestes dias de espiritualidade pálida e silêncio cinza, como podemos alcançar a plenitude, proteger a nossa subjetividade, avançar rumo ao melhor que em nós habita?

27 É preciso um olhar de poeta para vislumbrar a eternidade que sob a fria superfície dos dias e das horas se esconde.

28 Somos pó que ao pó haverá de retornar, Somos luz que à Luz haverá de regressar, nos ensinam as Escrituras.

29 É preciso coragem para deixar de lado a segurança e o conforto da areia e mergulhar no mar.

30 É preciso pulmão de mergulhador e destemor para enfrentar tubarões e o desconhecido, na ânsia de se alcançar as pérolas e os tesouros que jazem nas profundezas do nosso ser.

31 Aquele que permanece acampado na praia, como haverá de ter acesso às pérolas e aos tesouros de inestimável valor?

32 Aquele que ignora o desejo de transcendência da sua alma, como haverá de saborear a leveza profunda da bênção de existir?

33 Caridade, compaixão e pureza de coração não são palavras bonitas tão somente; Elas representam o porquê de estarmos aqui agora.

34 Matéria e espírito, objetividade e subjetividade são experiências complementares.

35 Como podemos usar nossos sentidos para acessar a Pura Luz que habita nossa finitude?

36 Como podemos promover a abertura da nossa consciência à Consciência Infinita que do coração humano fez o seu lar?

37 Quando sentimos que não nos resta força nem poder, é hora de ofertar a nossa poeira à Luz, de recolocar a nossa humanidade no coração da divindade. Jean-Yves Leloup

38 O serviço é o caminho mais direto para a cura e a plenitude. Jean-Yves Leloup

39 O serviço é o caminho mais direto para a cura e a plenitude. Tema musical: Nest-ce pas merveilleus, Adamo Formatação: Jean-Yves Leloup

40 O serviço é o caminho mais direto para a cura e a plenitude. Jean-Yves Leloup


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