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O Cético e o Lúcido No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro: — Você acredita na vida após o nascimento? — Certamente.

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2 O Cético e o Lúcido No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro: — Você acredita na vida após o nascimento? — Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez esteja- mos aqui principalmente porque precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

3 — Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramen- te seria essa vida? — Eu não sei exatamente, mas cer- tamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nos- sos próprios pés e comeremos com a boca.

4 — Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída, pois o cordão umbilical é muito curto. — Na verdade, certamente há al- go. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habi- tuados a ter aqui.

5 — Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão. — Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

6 — Mamãe? Você acredita na ma- mãe? E onde ela estaria? — Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria. — Eu não acredito! Eu nunca vi ne- nhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma. — Bem, mas às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la can- tando, ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela...

7 Comentando Os teólogos, filósofos e místicos cristãos sempre compararam a morte a um se- gundo parto. O primeiro acontece quan- do o ventre materno torna-se estreito demais para acolher a vida que antes a- brigava tão bem. Com o segundo é muito semelhante: chega um momento em que este mundo, outrora satisfatório, deixa de assim ser, pois agora é o nosso cres- cimento espiritual que nos faz neces- sitar novamente de um mundo maior, mais adequado à nossa nova estatura in- terior. É então que morremos para nas- cer para a vida eterna, ocasião de tomar- mos posse do viver pleno que o Deus en- carnado nos veio trazer. Luigi

8 “Viver é, em última análise, lutar contra a morte. A luta contra a morte, por sua vez, significa integrá-la, segundo por segundo, ao movimento — à cor- rente — da vida. Começamos a morrer quando nascemos e, para muita gente, a morte marca o início de um novo nascimento” (Hélio Pellegrino, psi- canalista). “Viver é, em última análise, lutar contra a morte. A luta contra a morte, por sua vez, significa integrá-la, segundo por segundo, ao movimento — à cor- rente — da vida. Começamos a morrer quando nascemos e, para muita gente, a morte marca o início de um novo nascimento” (Hélio Pellegrino, psi- canalista). “Na verdade, não perdemos aqueles a quem amamos. Eles continuam a viver no nosso coração e em nosso pensamento. Participam de todos os nossos atos, ideias e decisões... Por causa deles temos muito mais a oferecer aos nossos relacionamentos atuais e futuros” (Leo Buscaglia, escritor ítalo- americano). “Na verdade, não perdemos aqueles a quem amamos. Eles continuam a viver no nosso coração e em nosso pensamento. Participam de todos os nossos atos, ideias e decisões... Por causa deles temos muito mais a oferecer aos nossos relacionamentos atuais e futuros” (Leo Buscaglia, escritor ítalo- americano). “Aprende a viver bem, e bem saberás morrer” (Confúcio). “Aprende a viver bem, e bem saberás morrer” (Confúcio). “Com a morte, serei libertado de tudo aquilo que não consegui libertar-me plenamente durante a vida: do apego ao meu corpo, meu ego e de todos os meus bens. A morte é a mais radical libertação.” (Pe. Luiz Carlos). “Com a morte, serei libertado de tudo aquilo que não consegui libertar-me plenamente durante a vida: do apego ao meu corpo, meu ego e de todos os meus bens. A morte é a mais radical libertação.” (Pe. Luiz Carlos).

9 Imagens: da WEB Música: Sonata ao luar - Beethoven Texto: desconheço o autor Formatação: Luiz Carlos (Luigi) Contato:


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