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Banco de Dados Multimídia 5. Vídeo Prof. Cláudio Baptista.

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1 Banco de Dados Multimídia 5. Vídeo Prof. Cláudio Baptista

2 Video- Introdução Porquê necessitamos de vídeo? Para representar movimento (motion) O que podemos fazer com dados de video? – capturar, armazenar, apresentar, editar -- (sem considerar o conteúdo) – query, busca, indexação -- dependente de contexto Video sequence = Video stream (physical, raw data) + Video information (meaning)

3 Video - Motivação –A grande quantidade de vídeos produzidos que necessitam de recuperação por –Ex.: Um ano de video da NBA mostrando os melhores eventos: Número total de jogos num ano: 29 * 82 / = 1280 (jogos) Precisamos de 1280 * 3 = 3840 (horas) para navegar sequencialmente se usando um video player –Uma facilidade de acesso randômico pode reduzir este tempo pode ser reduzido a poucos dias.

4 Video - Motivação

5 Porquê agora?

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7 Imagem & Video  An image is captured when a camera scans a scene Colour => Red (R), Green (G) and Blue (B) array of digital samples Density of samples (pixels) gives resolution  A video is captured when a camera scans a scene at multiple time instants  Each sample is called a frame giving rise to a frame rate (frames/sec) measured in Hz TV (full motion video) is 25Hz Mobile video telephony is 8-15 Hz

8 Video Data

9 Compressão

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11 Representação de Vídeo Analógico: convertido para digital usando uma placa de captura de vídeo (digitalização) Digital: AVI, MPEG-1,-2,-4

12 Representação de Vídeo

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15 Características de vídeo  Comparação com dados alfanuméricos

16 BD Vídeo Tipos de consulta: 1. Usuário pode ter visto uma cena de um video e deseja recuperá-la 2. Usuário pode estar procurando por um vídeo que ele nunca viu antes 3. Usuário pode ter apenas uma vaga idéia do que ele está procurando.

17 BD Vídeo Meta: determinar a sintaxe e semântica de um video. Passo 1: identificar a sintaxe: Um filme é composto por segmentos, cenas e tomadas. - Quadro (Frame): uma imagem do vídeo - Tomadas (shots) : sequência contínua de frames de uma câmera com início e fim bem definidos. - Cena (Episode) : coleção de shots adjacentes focando os mesmos objetos e descrevendo uma cadeia completa de ações. - Segmento : é um grupo de cenas, não necessariamente adjacentes, ligados por uma linha comum de ações.

18 Categoria: News Data: 10/12/96 Duração: 15 min Fonte: Globo Num. Estórias: M Keywords: C. Grande, Micarande, Turismo, festa... Segmento index: 1 Título: Folia nos blocos Num. Shots: K Frame inicial: Frame final: Evento: narração, entrevistas, diálogos,... Shot index: 1 Frame inicial: Frame final: Camera: still Nível de audio: médio Num. Pessoas: 10 Keywords: dança, festa animação,... clip... Segmento 1Segmento M... Shot 1Shot K... Frame Frame 00300

19 BD Vídeo Passo 2: semântica Uso de metadata para especificar a semântica do video. Através de anotações, capturas de texto, e algoritmos de segmentação de imagem (similar a proc. de imagens). BD Video pode ser indexado por: - dados bibliográficos: título, abstract, assunto, gênero - dados estruturados: segmento, cena e tomada - dados de conteúdo: uso de keyframes e keywords.

20 Análise de Movimento  O processo de análise de movimento é dividido em 3 estágios: detecção de objetos em movimento trajetória de objetos análise final de movimento

21 Modelo de Informação de Video  CBR em video usa: anotação manual para descrever informação semântica (lento) representação icônica usando métodos automáticos para detecção de mudança de cena (cortes) (perde a propriedade de movimento) propriedades estáticas derivadas usando técnicas de análise de imagens (perde aspecto temporal do video)

22 Caracterização de Informação de Video Tipos de informações físicas associados com video:  Objeto -- video stream  atributos (length, size, frame numbering)  informação (format resolution headers, frame rate) O que pode ser derivado de um video?  O -- conjunto de objetos presentes num video  M -- conjunto de representações de movimento  Features, spatial relationships, derivados de O  Spatiotemporal info derivada de O e M juntos  Spatiotempotal info fornecida pelo designer  Temporal relationships inferidos de M  Image information

23 Operadores de Video  Além dos clássicos: FF, play, record, Rewind, stop e pause  Inserir um video em outro  Extrair um video clip  Extração de cortes  Extrair uma imagem de um video

24 Operadores de atributos de video  v_length:Video -> Integer  frame_rate: Video -> Integer  size: Video -> Integer  resolution: Video -> String  compression: Video -> String

25 Video Segmentation

26 Segmentação de Vídeo: O que é importante?

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28 Problema Semântico

29 Video Segmentation

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32 Semantic Indexing Overview

33 Projetos: Informedia

34 Projetos: IBM Marvel

35 Áudio Prof. Cláudio Baptista

36 Áudio  Processamento de Fala Reconhecimento de Fala Síntese de Fala  Reconhecimento de Música

37 Reconhecimento de Fala  Motivação:  How can machines make sense of – and participate in – human communication? recognizing, interpreting, understanding, generating  Underpins richer, human-centred approaches to computing perceptual computers that can interpret their environment technological enhancements to human-human communication

38 Características Ácústicas  Process the speech waveform to obtain a representation that emphasizes those aspects of the speech signal most relevant to ASR

39 Dificuldades no Reconhecimento da fala  Speech recognition is difficult due to several sourcesv of variation Size - number of words in the vocabulary, perpelexity Style - continuous speech or isolated; planned or spontaneous; Speaker characteristics and accent - tuned for a single speaker, or speaker-independent? Acoustic environment - noise, competing speakers, channel conditions (microphone, phone line,...)

40 Conhecimento linguístico  One could construct a speech recognizer using linguistic knowledge Acoustic phonetic rules to relate spectrogram representations of sounds to phonemes Base pronunciations of words stored in a dictionary Morphological rules to construct inflected forms Grammatical rules to model syntax Semantic and pragmatic constraints  Very difficult to take account of the variability of spoken language with such approaches

41 Machine Learning  Intense effort needed to derive and encode linguistic rules that cover all the language Speech has a high degree of variability (speaker, pronunciation, spontaneity,...) Difficult to write a grammar for spoken language - many people rarely speak grammatically Data-driven approach Construct simple models of speech which can be earned from large amounts of data (thousands of hours of speech recordings)

42 Solução: Métodos Estatísticos  Redes Bayesianas  Cadeias de Markov

43 Música  O que é MIR? Born ca. 1960’s in IR research Major recent growth precipitated by advent of networked digital music collections Informed by multiple disciplines andliteratures

44 DEfinindo MIR  Music Information Retrieval (MIR) is the process of searching for, and finding, music objects, or parts of music objects, via a query framed musically and/or in musical terms  Music Objects : Scores, Parts, Recordings (WAV, MP3, etc.), etc.  Musically framed query : Singing, Humming, Keyboard, Notation-based, MIDI file, Sound file, etc.  Musical terms : Genre, Style, Tempo, etc.

45 Porquê MIR é complexo?

46 Multifaceted

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61 O que é Oracle interMedia  Produto que estende o Oracle9i Adiciona características multimídia Responsável por gerenciar, armazenar e recuperar imagens, áudio, vídeo e texto interMedia Text –Serviço de procura em documentos Oracle Visual Information Retrieval (VIR) –Recuperação baseada em conteúdo

62 O que é Oracle interMedia  Tanto dados multimídia quanto dados tradicionais são suportados pelo banco de dados  Dados multimídia podem ser: Compartilhados por múltiplas aplicações Gerenciados sob controle da tecnologia relacional Oferecidos em um servidor que suporta milhares de usuários

63 interMedia Áudio, Imagem e Vídeo  O Oracle interMedia pode armazenar: Binary Large Objects (BLOBs) – localmente no banco de dados File-Based Large objects (BFILEs) – arquivos do sistema operacional, externos ao BD URLs – armazenadas em um servidor HTTP Dados de áudio e vídeo streaming – armazenados em servidores especializados

64 Orientado a Objetos  O interMedia usa tipos de objeto semelhantes a classes Java e C++ ORDAudio, ORDImage, ORDVideo  Instâncias dos objetos são compostas dos dados da mídia e de metadados  São exemplos desses metadados: Tamanho, duração, formato ou tipo de compressão  Objetos incluem métodos específicos da mídia

65 Extensível  O interMedia foi programado para ser extensível  Tipos de extensões possíveis: Criar um novo tipo de objeto ou um tipo de objeto composto baseado nos tipos já oferecidos Plugins para outras fontes externas de mídia Refazer métodos como o setProperties() Suportar novos formatos de áudio, vídeo e imagem

66 Conceitos de Áudio  O objeto ORDAudio consiste do campo de dados onde o áudio é armazenado, mais uma série de metadados  O interMedia pode armazenar e recuperar qualquer formato de áudio Pode extrair automaticamente os metadados para uma série de formatos populares

67 Metadados de Áudio  Exemplos de metadados para áudio: Formatos Tipos de compressão Número de canais Taxa de execução Tamanho de amostra Duração

68 Conceitos de Vídeo  O objeto ORDVideo é semelhante ao ORDAudio Mudanças apenas nos metadados e nos métodos de determinação automática  Assim como para áudio, o ORDVideo extrai metadados para os formatos mais populares  Armazena e recupera qualquer tipo de vídeo

69 Metadados de Vídeo  Exemplos de metadados de vídeo: Formatos Tipos de compressão Taxas de frame Tamanho de frame Resolução de frame Tempo de duração Número de cores Taxa de transferência

70 Oracle Visual Information Retrieval  Extensão do Oracle8i destinada a fazer Content- Based Retrieval e conversão de formatos de imagem  Consiste de um objeto que armazena ou referencia a imagem e métodos que gerenciam e fazem processamentos  As imagens possuem uma série de atributos específicos

71 Atributos de Imagem  Largura  Altura  Tamanho  Tipo ou formato do arquivo  Tipo ou formato de compressão  Tipo da imagem (monocromática, colorida, etc.)  Tipo MIME

72 A classe ORDVir  A classe ORDSYS.ORDVir é a base para as funcionalidades do VIR Criação de índices para a coluna de imagens da tabela Recuperação por conteúdo  Composta da imagem, atributos de imagem, métodos específicos e um atributo assinatura

73 Métodos do ORDVir  Análise e Comparação Analyse() – analisa a imagem e gera uma assinatura (atributo signature), usada para a realização de Content-Based Retrieval VIRScore() e VIRSimilar() – comparam assinaturas de duas imagens e determinam se elas são similares

74 Métodos do ORDVir  Extração de Propriedades setProperties() – determina automaticamente as propriedades características da imagem Métodos “get” – retornam alguns atributos individualmente. Ex: getHeight() e getWidth()  Verificação de Propriedades checkProperties() – verifica se as propriedades armazenadas conferem com a imagem

75 Métodos do ORDVir  Modificação process() e processCopy() – usados para conversão de formato, compressão e funções de manipulação, como corte da imagem e scaling  Movimentação copy() e processCopy() – copiam imagens em outro objeto ORDVir

76 Métodos do ORDVir  Movimentação (cont.) export(), import() e importFrom() – usados para mover imagens entre bancos de dados setSource() – ajusta ou altera informações sobre imagens armazenadas externamente  Exclusão deleteContent() – remove os dados do atributo BLOB

77 Fundamentos de Content-Based Retrieval  Solução para recuperação em grandes bancos de dados de imagens Podem ser usados dados inseridos manualmente, mas com a adição e modificação de imagens em um grande banco, a entrada manual de atributos é ruim  Extração automática de características da imagem para procura por comparação

78 Funcionamento do Content- Based Retrieval  Um sistema de Content-Based Retrieval processa as informações contidas em uma imagem e cria uma abstração  Operações de consulta operam nessa abstração, ao invés de operar na imagem  No VIR, essa abstração é a assinatura, sendo armazenada em um vetor

79 Funcionamento do Content- Based Retrieval  A assinatura contém informações a respeito dos seguintes atributos visuais: cor global, cor local, textura e estrutura  As imagens do banco são recuperadas através de uma imagem de comparação  O score é a distância relativa entre as imagens Quanto menor o score, mais semelhantes as imagens

80 Cor Global e Cor Local  Cor global refere-se à distribuição de cores em toda a imagem, enquanto cor local considera a distribuição de cores e a localização  Comparativo:

81 Cor Global e Cor Local  Imagens semelhantes pela cor global (score = 0)  Imagens semelhantes pela cor local (score = 0,02461)

82 Textura e Estrutura  Imagens semelhantes pela textura (score = 4,1)  Imagens semelhantes pela estrutura (score = 0,61939)

83 Funcionamento da Busca  Para a realização de consultas, atribui-se pesos para cada um dos atributos visuais citados  Scores são calculados para cada atributo, então calcula-se a média ponderada  Um limite ( threshold ) é atribuído Imagens com score global abaixo do limite são retornadas como semelhantes

84 Funcionamento da Busca  Exemplo: considerando-se os scores e pesos Scores – cor global = 15, cor local = 90, textura = 5 e estrutura = 50 Pesos - cor global = 0.1, cor local = 0.6, textura = 0.2 e estrutura = 0.1 Score Global: (0,1 x ,6 x ,2 x 5 + 0,1 x 50) = 61,5  Invertendo-se os pesos de cor global e local: (0,6 x ,1 x ,2 x 5 + 0,1 x 50) = 24

85 Exemplos de Código usando Content-Based Retrieval  Criação de uma tabela CREATE TABLE stockphotos (photo_id NUMBER, photographer VARCHAR2(64), annotation VARCHAR2(255), photo ORDSYS.ORDVir);

86 Carregando Imagens na Tabela DECLARE image ORDSYS.ORDVIR; IdNum NUMBER; ctx RAW(4000) :=NULL; BEGIN IdNum := 1; INSERT INTO stockphotos VALUES (IdNum, ’Janice Gray’, ’Beach scene, balls on water’, ORDSYS.ORDVIR.init(’FILE’,’ORDVIRDIR’,’virdemo1.dat’)); SELECT photo INTO image FROM stockphotos WHERE photo_id = IdNum FOR UPDATE; image.import(ctx); image.Analyze; UPDATE stockphotos SET photo = image WHERE photo_id = IdNum; COMMIT; END;

87 Recuperação de uma Imagem DECLARE image ORDSYS.ORDVIR; myid INTEGER :=1; BEGIN SELECT photo INTO image FROM stockphotos WHERE photo_id = myid; END;

88 Recuperação de Imagens Usando Imagem de Comparação DECLARE threshold NUMBER; compare_sig RAW(2000); compare_img ORDSYS.ORDVir; photo_id NUMBER; photographer VARCHAR2(64); annotation VARCHAR2(255); photo ORDSYS.ORDVIR; CURSOR getphotos IS SELECT photo_id, photographer, annotation, photo FROM stockphotos T WHERE ORDSYS.VIRSimilar(T.photo.Signature, compare_sig, ’globalcolor="0.2" localcolor="0.3" texture="0.1" structure="0.4"’, threshold)=1 AND photo_id <> 1;

89 Recuperação de Imagens Usando Imagem de Comparação BEGIN SELECT s.photo INTO compare_img FROM stockphotos s WHERE photo_id = 1; compare_img.Analyze; compare_sig:= compare_img.signature; threshold := 25; OPEN getphotos; LOOP FETCH getphotos INTO photo_id, photographer, annotation, photo; EXIT WHEN getphotos%NOTFOUND; -- Nesse ponto exibe-se ou armazena-se os resultados END LOOP; CLOSE getphotos; END;

90 Criação de um Índice CREATE INDEX imgindex ON stockphotos(photo.signature) INDEXTYPE IS ordsys.ordviridx PARAMETERS(’ORDVIR_DATA_TABLESPACE = tbs_1,ORDVIR_INDEX_TABLESPACE = tbs_2’);


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