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MOTE DO DIA Junho 14/09 By Soaroir – Poesia On Line Uma Poesia Baseada em (um) Fato Real ”Quando fui ao banheiro Havia um coração flexado E uma inscrição.

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1 MOTE DO DIA Junho 14/09 By Soaroir – Poesia On Line Uma Poesia Baseada em (um) Fato Real ”Quando fui ao banheiro Havia um coração flexado E uma inscrição amorosa. Me deixe Dormir no seu peito até o aeroporto.”

2 Juvenal - Crônica trovadoresca - Por: Véi Montado em lombo de burro, com seus dez anos de idade, lá se ia Juvenal, tão menino, uma criança e a saudade maternal. Apontador anotava cada hora trabalhada pra abrir estrada de terra e também de ferrovia; debaixo de sol e chuva, sentindo frio na pele ou calor que sufocava, febre alta, dor de dente, dormindo de qualquer jeito no chão duro, ao relento. Apontador anotava cada hora trabalhada. E ele tudo observava, e vamos seguir em frente! Cada tostão que ganhava, mais guardava, mais guardava. Aos treze anos de idade: teodolito nas mãos e os passos sempre apressados, um topógrafo de fato: conhecia o rumo norte, cada ângulo e a direção. Cada tostão que aumentava, mais guardava, mais guardava, foi virando um dinheirão. Dezesseis anos de idade, Juvenal subiu de vida: construtor já era então, sabia tudo de tudo na área da construção. Com dinamite nas mãos e os passos sempre apressados, fazia da rocha, um chão. E de tanto ver o chão, aprendeu mineração. Foi sabendo onde brotava manganês e bauxita. Adolescente de fibra! Quando surgiu a notícia, que em Goiás mais se ganhava, duas vezes não pensou: foi pra Goiás construir e também pra mineirar. E o dinheirão de Minas, virou milhões e milhões ao trabalhar em Goiás. Aos vinte anos de idade, quatro anos em Goiás, voltou já rico e famoso, montado em quatro pneus. Não gostava de mansão, comprou quase um quarteirão, deu conforto pros seus pais, garantiu-lhes vida mansa, fez a vida dos parentes e também dos seus amigos. Descobriu muitas jazidas, que explorou com galhardia. Deu trabalho a tanta gente! Beagá teve prefeito, e que foi René Giannetti; Juvenal, braço direito, secretariou em obras. Quem conhece Beagá, Beagá Belo Horizonte, que é de Minas Capital, sabe bem aonde fica a Represa da Pampulha e o Parque Municipal, foram obras que deixaram e que é cartão postal; quem passar por Saramenha, pelos lados de Ouro Preto, vê que lá tem uma fábrica que fabrica alumínio; o prefeito e Juvenal deram o passo inicial. Eu só falo só o mínimo. Eu não falo aqui de tudo, Juvenal foi Juvenal, só pensava no trabalho, construir e descobrir pra ganhar muito dinheiro, nem pensava em se casar. Mas um dia veio o dia que a morenice de Iva o encantou de tal maneira, que seus passos apressados ficaram paralisados. E tiveram sete filhos, que os criou sem ter frescura e os amou com tal ternura que ai de quem neles tocassem! Até que um dos seus filhos, o de todos mais bonito, aos treze anos de idade adoeceu, morreu: o seu mal era incurável. Iva perdeu os sentidos eu quero José Eustáquio! Juvenal se enfureceu. Ele que às vezes jogava baralho por brincadeira, encontrou na jogatina o seu único consolo pra esquecer o filho morto. Quanto mais dele lembrava, mais jogava, mais jogava. Noites a fio a jogar, Foi ficando conhecido nas altas rodas de jogo, no Cassino da Pampulha e no Sírio Libanês. Ainda hoje há quem por maldade ou por desdém diz que Juvenal ficou rico jogando baralho. E quando dele me lembro montado em lombo de burro sob o sol ou tempestade, com seus dez anos de idade pra ganhar os seus tostões que foi juntando, juntando, logo penso endiabrado: baralho?... O CARALHO!

3 Em cima da hora Por: Nilza Azzi Duvido que você saiba me explicar o que aqui fiz se o texto com seus segredos sumiu, diante do nariz ou ficou no vão dos dedos. Quero ver você agora vir salvar-me dos meus medos. Duvido que você saiba o que eu senti agora; quando jorra em chafariz, a lágrima se evapora, mesmo se nos faz feliz? Quero ver você agora escapar por esse triz. Duvido que você saiba ler piada sem sorrir; se um quarto é inteiro, quando é feito pra dormir; deter fogo, sem aceiro. Quero ver você agora, contar tempo sem dinheiro. Duvido que você saiba me explicar o que aqui fiz se o texto com seus segredos sumiu, diante do nariz ou ficou no vão dos dedos. Quero ver você agora vir salvar-me dos meus medos. Duvido que você saiba o que eu senti agora; quando jorra em chafariz, a lágrima se evapora, mesmo se nos faz feliz? Quero ver você agora escapar por esse triz. Duvido que você saiba ler piada sem sorrir; se um quarto é inteiro, quando é feito pra dormir; deter fogo, sem aceiro. Quero ver você agora, contar tempo sem dinheiro. Duvido que você saiba cortar a água com faca, tirar o leite das pedras, onde encontrar uma paca; por que uma nuvem empedra. Quero ver você agora achar onde o vento medra. Duvido que você saiba que não morre uma amizade, nem mesmo quando se crê que tempo mata a saudade, daquilo qua não se vê. Quero ver você agora entender o que aqui lê. Duvido que você saiba viver em ilha deserta e ainda, achar alguém; na hora e medida certa, não duvidar de ninguém. Quero ver você agora trocar tostão por vintém!

4 A poesia Por: Tta Minha poesia é a vida Ocorrências lembranças Descritas com harmonia Uma ideia um sentimento Junta-se para dar sintonia Um pouco de fantasia E dessa inspiração Sai o poema versificado Com cadencia Mas apenas a poesia No estilo descrito Faz o sentido Não precisa ser rimado. Trovado com afinação Qualquer proposição que emana da alma Um desafio uma revelação ardente Já faz sua a poesia.

5 O Ontem... Por: Charlyane Mirielle Lembro-me das noites calmas de verão, em que os anjos dançavam ao som de clarins. E os sonhos rondavam a mente feito fumaça colorida. Os sorrisos davam cambalhotas no meio da chuva que caía de repente. Entre os pingos, algumas lágrimas indicavam a paixão cor-de-rosa. Saudades... Sempre que venho aqui neste jardim, uma canção acontece em mim... O mesmo cheiro de vida, o mesmo jeito de olhar pro céu, a mesma vontade de ser gente grande... Fruto verde na espera do amadurecimento, do doce, da cor... O coração acelera e pula dentro do peito. A alma se liberta em poesia juvenil, dizendo que a vida é flor. Não são os mesmos rostos que passam por aqui, nem os mesmos olhos que procuram no céu, a estrela mais bonita... Mas a saudade perfumada, devolve na lembrança, os momentos mágicos eternizados em mim.

6 Sem Título Por: Magno de Barros Não é fácil vir aqui Fazer poesia na hora Pensando nas musas Que escrevem E a mim só despertam desejos O dia adia o vem aqui Fazer um amor agora Arrancar todas as blusas Que te escondem E a mim só despertam desejos...

7 Improviso Por: Edir Pina de Barros Sem demora e sem delonga vou rabiscando este verso que meu prazer só prolonga neste mundo tão diverso! Sem muita demora passo neste querido recanto, vim deixar mais este abraço, e também meu doce canto! Saudações aos trovadores, a todos nossos leitores! Sim! Eu ando nesta folia E com emoção tão tamanha, eu passo dia e entro dia tirando verso da entranha! Ele brota assim ligeiro, e com a força de um gigante, é moleque, é arteiro, é tão feliz e cantante! Brota que nem olho d'água, neste Recanto deságua! E ver se de novo brota rasgando as pedras tão duras bem do meio lá da grota, rompendo noites escuras! Assim são os versos meus arrancados de minh'alma respondendo aos versos teus, com vigor e muita calma! E nascem riscando o chão do mais duro coração!

8 De Fato Por: Anna Ribeiro Do retrato no album, Lembranças do verão. Poses e o guardasol em cores. A beira mar, Na brisa fresca da praia, Vento joga a morna areia. Verão, poesia e amor. Coração palpita de alegria! Em melodia ainda ouve o barulho do mar. Na vidraça dos olhos, Contempla de maõs dadas... No retrato; fatos revelados. Do retrato no album, Lembranças do verão. Poses e o guardasol em cores. A beira mar, Na brisa fresca da praia, Vento joga a morna areia. Verão, poesia e amor. Coração palpita de alegria! Em melodia ainda ouve o barulho do mar. Na vidraça dos olhos, Contempla de maõs dadas... No retrato; fatos revelados.

9 Tudo feito na Hora Por: Victoria Magna Com tanta correria no atropelo do dia-a-dia, fico a pensar na agonia que é fazer economia em comprar só porcaria... Mas, mesmo assim, é preciso Fingir satisfação com um sorriso, nunca ficar também, indeciso e não esquecer daquele aviso: "Tudo vai além, da nossa Filosofia!"

10 Notas de Saudade Por: Mari Saes Dias e noites, versos tristes A saudade ainda persiste. E faz uma cova no peito, que só o tempo dá jeito... Noites e dias sem mim, Levando uma vida sem lógica Tudo parece ruim, Quando a ferida da ausência é exposta!...

11 duas rolinhas mariscavam na sala de jantar Por: Soaroir ui! voaram apavoradas plaft, trunc, trap pelas paredes.


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