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Temos nós o direito de decidir quem deve viver e quem deve morrer? Quem somos nós para isso?

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Apresentação em tema: "Temos nós o direito de decidir quem deve viver e quem deve morrer? Quem somos nós para isso?"— Transcrição da apresentação:

1 Temos nós o direito de decidir quem deve viver e quem deve morrer? Quem somos nós para isso?

2 Como está consagrado na carta dos Direitos Humanos, todos nós temos o direito básico à vida, absolutamente ninguém tem o direito de poder decidir sobre a vida ou morte de outro ser humano.Como está consagrado na carta dos Direitos Humanos, todos nós temos o direito básico à vida, absolutamente ninguém tem o direito de poder decidir sobre a vida ou morte de outro ser humano.

3 Neste referendo é isso mesmo que se vai fazer, sobre se a mulher poderá ter o direito de matar uma vida, e ainda por cima, regra geral, feito por questões egoistas. Quem é a favor da vida, por questão de coerência não deve apoiar esta questão, pois irá contribuir para que mais bebés possam ser mortos. O aborto nunca irá terminar poderá unicamente ser reduzido, se for liberalizado será certo que aumentará exponencialmente, como aconteceu em todos os países onde o foi, durante muitos anos (não tem nada a ver com questão de não ter havido estatísticas fiáveis antes, pelo contrário).

4 Depois de se liberalizar o aborto, o que virá a seguir, pela mesma lógica distorcida, eliminar as leis que proibem que os pais causem maus tratos aos filhos?? Será então oficial que os filhos são propriedade dos pais? Existe muitas mulheres que falam dos seus filhos por nascer, como coisas, como propriedade sua, e que por isso têm o direito de os destruir se assim bem entenderem. Só uma mente distorcida pode afirmar isto de forma tão leviana e insensível.

5 Na carta da ONU sobre os direitos da criança, está consagrado que estas, independentemente da idade e estado de desenvolvimento, têm o direito de viver, ou seja, a própria carta dos direitos da criança reconhece que os nascituros são bebés, são seres individuais e humanos com plenos direitos. Nem a mãe nem o pai tem o direito de decidir se o seu filho/a deve viver ou morrer quando não há sequer a questão de graves problemas de saúde que podem matar um dos dois.

6 Um bebé dentro do útero não é uma coisa, não é um amontoado de células, não é propriedade de ninguém nem dos pais. Trata-se sim de um NOVO SER SENCIENTE, que merece ser respeitado e que tem direitos. Fazer um aborto não é retirar um órgão, é literalmente destruir um ser senciente, um bebé em desenvolvimento, que com poucas semanas consegue já ter a capacidade de sentir. Apenas com 3 a 4 semanas, o seu coração começa a bater e o cérebro a funcionar. Com menos de 10 semanas, o bebé mexe-se regularmente, consegue entender as vozes dos pais, tendo claramente uma capacidade senciente e consciente de entender certos sons, e também de sentir dor. Isto está comprovado por vários estudos científicos. A grande maioria dos médicos concorda com isto e são contra o aborto. Só mesmo médicos que não tenham estudado o assunto e que tenham interesses económicos a defender, é que afirmam o contrário.

7 Normalmente, em mais de 90% dos casos, os pais que decidem abortar, fazem-no porque querem simplesmente fugir a uma responsabilidade, por motivos egoístas para se protegerem a eles próprios. Quando decidem abortar, estão literalmente em todos os sentidos, a sentenciar o bebé, um ser inocente e senciente, uma vida humana, a uma pena de morte.

8 Com a liberalização do aborto, quem mais vai ganhar são os lobbies e interesses económicos dos que praticam o aborto, como clínicas privadas e médicos, e ainda por cima será o Estado a pagar as operação. Haverá muitos indivíduos que irão ganhar imenso dinheiro, muito mais do que estando a praticar o aborto ilegal e sem qualquer problema de sofrerem legalmente por essa prática imoral. É um dos motivos pelo qual muitos movimentos pelo Sim fazem campanha, porque por trás existem esses fortes interesses económicos.

9 A pergunta que foi formulada pelo parlamento (mais propriamente pelos movimentos do Sim), é propositadamente muito enganadora para confundir as pessoas, porque na realidade não se trata de apenas despenalizar, mas sim de se fazer uma liberalização TOTAL do aborto até às 10 semanas. Existem muitas pessoas que são contra o aborto mas que vão votar sim porque a pergunta é extremamente enganadora, pois essas pessoas pensam que é apenas a questão de despenalizar e não se apercebem que é muito mais que isso, que é uma questão de liberalizar o aborto. Existe muita hipocrisia e manipulação nesta questão por parte dos lobbies que vão ganhar imenso dinheiro com a vitória do sim.

10 Mais uma vez, NINGUÉM no mundo tem o direito de decidir a vida ou morte de alguém, todos os seres vivos têm o direito de viver. Pensarmos que temos o direito de decidir a vida de alguém, é estarmos a adoptar as mesmas atitudes destrutivas e arrogantes que todos os ditadores do passado e presente tomaram, porque eles próprios achavam que tinham esse direito...

11 Acima de tudo, há que respeitar a vida, há que assumir responsabilidades, há que saber amar outros seres vivos. O valor da vida está acima de todos os interesses.

12 Elaborado Por: Ângela Melo Partes de texto retirado de


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