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TEXTO. - FOGO! - FAÇA A LEI COM SUAS PRÓPRIAS MÃOS.

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1 TEXTO

2 - FOGO! - FAÇA A LEI COM SUAS PRÓPRIAS MÃOS.

3 Fragmento IV Desde 1992, o movimento ambientalista aguarda a aprovação pelo Congresso Nacional do Projeto lei da Mata Atlântica, que define o uso e a proteção do bioma. Nesse sentido, a Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) lançou no Dia da Mata Atlântica (27 de maio) a campanha Faça a lei com as suas próprias mãos. Assine pela Mata Atlântica. A campanha tem como objetivo colher mais de 1 milhão de assinaturas a favor da aprovação do PL da Mata Atlântica e, com o aval dos cidadãos brasileiros, pressionar os representantes do legislativo a aprová-lo

4 O conhecimento compartilhado e o sentido das palavras Antigamente, os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam pé-de-alferes às mademoiselles, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

5 Contexto intratextual A menina tinha muita pena daquela pobre galinha, que durante a rinha ficou totalmente sem pena. Muito triste a doce menina pegou a pena e começou a escrever um poema.

6 Contexto extratextual O veterinário pergunta pra enfermeira? Como está o frango? A freguesa pergunta ao feirante, olhando os frangos no balcão? Como está o frango?

7 Dois tiros e D. Maria quase perde a vida Maria da Silva não queria viver sozinha no barraco da Rocinha. Abandonada pelo companheiro Oswaldo Ribeiro, ela tem dois filhos para criar. Faxineira desempregada conseguiu um revólver e partiu para tentativa de suicídio. Segundo a polícia, o companheiro de Maria, homem branco, motorista, já era casado. No último fim de semana, Maria desesperada não suportou o abandono. Agora está hospitalizada, em estado grave, no hospital Miguel Couto.

8 Notícia de jornal Tentou contra a existência Num humilde barracão Joana de Tal Por causa de um tal João Depois de medicada Retirou-se pro lar Aí a notícia Carece de exatidão O lar não mais existe Ninguém volta ao que acabou Joana é mais uma mulata triste Que errou Errou na dose Errou no amor Joana errou de João Ninguém notou Ninguém morou Na dor que era o seu mal A dor da gente Não sai no jornal.

9 TEXTO I VAN GOGH VIAJOU PARA PARIS NO FINAL DE DEZEMBRO E, NO INÍCIO DE JANEIRO, ALUGOU O QUARTO ONDE IRIA MORAR POR LONGO TEMPO. LOGO QUE LHE FOI PERMITIDO OCUPAR O APOSENTO, PARA LÁ TRANSPORTOU SEUS POUCOS PERTENCES, ESPECIALMENTE ALGUNS QUADROS E FOTOGRAFIAS. EM SEGUIDA, INSTALOU O CAVALETE DE PINTURA AO PÉ DA JANELA, POR ONDE ENTRAVA A LUMINOSIDADE NECESSÁRIA E COMEÇOU IMEDIATAMENTE A PINTAR, CERTO DO SUCESSO QUE, NO ENTANTO, IRIA TARDAR.

10 TEXTO II O QUARTO ESTAVA LOCALIZADO NA PARTE VELHA DE PARIS. NÃO ERA GRANDE NEM LUXUOSO, MAS TINHA TUDO AQUILO DE QUE O ARTISTA NECESSITAVA NAQUELE MOMENTO DE SUA VIDA: UMA CAMA-BELICHE, DUAS CADEIRAS E UMA MESA SOBRE A QUAL FICAVA UMA BACIA E UMA JARRA DÁGUA. UMA GRANDE JANELA ENVIDRAÇADA ILUMINAVA FARTAMANTE O APOSENTO, DEIXANDO SOBRE O ASSOALHO DE TÁBUA CORRIDA, UM RASTRO DE LUZ. NAS PAREDES, AO LADO DA CAMA, HAVIA DOIS QUADROS E ALGUMAS FOTOGRAFIAS QUE LEMBRAVAM AO PINTOR A SUA ORIGEM.

11 TEXTO III O FATO DE VIVER LONGE DE CASA PODE TER CONTRIBUÍDO PARA UMA MAIOR DISPOSIÇÃO ARTÍSTICA DO PINTOR. DE FATO, A HISTÓRIA PESSOAL DOS GRANDES ARTISTAS PARECE RELACIONAR CERTA DOSE DE SOFRIMENTO À MAIOR CAPACIDADE DE PRODUÇÃO: ASSIM FOI COM CAMÕES, CERVANTES, DANTE E MUITOS OUTROS. A ALEGRIA, AO CONTRÁRIO, PARECE ESTÉRIL, NÃO LEVA A DERIVATIVOS. VAN GOGH CERTAMENTE TRANPORTOU A SAUDADE E A SOLIDÃO PARA AS TELAS QUE PINTOU EM SEU QUARTO DE PARIS.

12 Ediene tem 16 anos, rosto redondo, trigueiro, índio e bonito das meninas do sertão nordestino. Vaidosa, põe anéis nos dedos e pinta os lábios com batom. Mas Ediene é diferente. Jamais abraçará, não namorará de mãos dadas e, se tiver filhos, não os aconchegará em seus braços para dar-lhes o calor e o alimento dos seios de mãe. A razão é simples, Ediene não tem braços.. Ela os perdeu numa maromba, máquina do século passado, com dois cilindros de metal que amassam barro para fazer telhas e tijolos numa olaria. Os dedos que enche de anéis são os dos pés, com os quais ela escreve, desenha e passa batom nos lábios. Ediene, ainda menina, trabalhava na máquina infernal, quando se distraiu e seus braços voltaram ao barro. Ela é uma das centenas de crianças mutiladas, todos os anos, trabalhando como gente grande em troca de minguados cobres, indispensáveis para manter a vida de famílias miseráveis em todo o país. Crianças que, a partir dos três anos, ajudam as famílias em canaviais, carvoarias, plantações de sisal, garimpos e olarias, sem direito a estudo, a brincadeiras, ao convívio dos amigos; infância para sempre roubada, para ganhar entre R$ 12,50 e R$ 50,00 POR MÊS DE TRABALHO, COM JORNADAS DE ATÉ 14 HORAS! Quanto tempo você precisa para gastar R$ 12,50? O que consegue comprar com isso? Pense e reflita o que custa UM MÊS de trabalho duro de um menino semi-escravo no Brasil. (... ) Até quando? Talvez fosse o caso de aproveitar a proposta da reforma do judiciário e adotar de vez a lei muçulmana, a Sharia. O ladrão teria a mão direita decepada. Se fosse crime hediondo (o que rouba criança. e doente ou explora trabalho infantil é ladrão hediondo), perderia as duas mãos, esmagadas numa maromba bem azeitada. O Aurélio define, entre outras coisas, maromba como "esperteza e malandragem". Se todos os marombeiros e ladrões tivessem medo de perder as mãos numa maromba, talvez Ediene não fosse obrigada a escrever com os pés, pudesse carregar seu filho e acariciá-lo, feliz, com o carinho que só as mães sabem dar


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