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Escalonamento Aula 7. Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais - 2003/2 Algoritmos de Escalonamento Vários algoritmos podem ser empregados na.

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1 Escalonamento Aula 7

2 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Algoritmos de Escalonamento Vários algoritmos podem ser empregados na definição de uma estratégia de escalonamento. Os algoritmos buscam: Obter bons tempos médios ao invés de maximizar ou minimizar um determinado critério. Privilegiar a variância em relação a tempos médios. As políticas de escalonamento podem ser: Preemptivas; Não-preemptivas.

3 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Políticas de Escalonamento Preemptivas: O processo de posse da UCP pode perdê-la a qualquer momento, na ocorrência de certos eventos,como fim de fatia de tempo, processo mais prioritário torna-se pronto para execução, etc. Não permite a monopolização da UCP. Não-Preemptivas: O processo em execução só perde a posse da UCP caso termine ou a devolva deliberadamente, isto é, uma vez no estado running, ele só muda de estado caso conclua a sua execução ou bloqueie a si mesmo emitindo, p.ex., uma operação de E/S.

4 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Exemplos de Algoritmos FIFO (First-In First-Out) ou FCFS (First-Come First-Served). SJF (Shortest Job First) ou SPN (Shortest Process Next). SRTF (Shortest Remaining Time First). HRRN (Highest Response Rate Next); Round-Robin. Priority. Multiple queue

5 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 First-Come First-Served (1) Algoritmo de baixa complexidade. Exemplo de abordagem não-preemptiva. Processos que se tornam aptos para execução são inseridos no final da fila de prontos. O primeiro processo da fila é selecionado para execução. O processo executa até que: Termina a sua execução; Realiza uma chamada ao sistema.

6 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 First-Come First-Served (2) Processos pequenos podem ter que esperar por muito tempo, atrás de processos longos, até que possam ser executados (convoy effect). Favorece processos CPU-bound. Processos I/O-bound têm que esperar até que processos CPU-bound terminem a sua execução. Algoritmo particularmente problemático para sistemas de tempo compartilhado,onde os usuários precisam da CPU a intervalos regulares.

7 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 First-Come First-Served (3) Process Burst Time P 1 24 P 2 3 P 3 3 Suponha que os esses processos cheguem na seguinte ordem: P 1, P 2, P 3

8 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 First-Come First-Served (4) Tempo de espera para cada processo: Waiting time: P 1 = 0; P 2 = 24; P 3 = 27 Tempo médio de espera: Average waiting time: ( )/3 = 17 P1P1 P2P2 P3P

9 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 First-Come First-Served (5) Suponha que os mesmos processos cheguem agora na seguinte ordem: P 2, P 3, P 1 Tempo de espera de cada processo: Waiting time: P 1 = 6; P 2 = 0; P 3 = 3 Tempo médio de espera: Average waiting time: ( )/3 = 3 P1P1 P3P3 P2P

10 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Shortest Job First (1) Baseia-se no fato de que privilegiando processos pequenos o tempo médio de espera decresce. O tempo de espera dos processos pequenos decresce mais do que o aumento do tempo de espera dos processos longos. É um algoritmo ótimo, de referência.

11 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Shortest Job First (2) Abordagem 1: Processo com menor expectativa de tempo de processamento é selecionado para execução. Abordagem 2: Associado com cada processo está o tamanho do seu próximo CPU burst. Esse tamanho é usado como critério de escalonamento, sendo selecionado o processo de menor próximo CPU burst.

12 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Shortest Job First (3) Dois esquemas: Não-preemptivo – uma vez a CPU alocada a um processo ela não pode ser dada a um outro antes do término do CPU burst corrente. Preemptivo – se chega um novo processo com CPU burst menor que o tempo remanescente do processo corrente ocorre a preempção. Esse esquema é conhecido como Shortest-Remaining-Time-First (SRTF).

13 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Exemplo de SJF Não-Preemptivo Process Arrival Time Burst Time P P P P Average waiting time = ( )/4 = 4 P1P1 P3P3 P2P P4P4 812

14 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Exemplo de SJF Preemptivo (Algoritmo STRF) Process Arrival Time Burst Time P P P P Average waiting time = ( )/4 = 3 P1P1 P3P3 P2P P4P4 57 P2P2 P1P1 16

15 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Tamanho do Próximo CPU burst A real dificuldade do algoritmo é conhecer o tamanho da próxima requisição de CPU. Para escalonamento de longo prazo num sistema batch, podemos usar como tamanho o limite de tempo de CPU especificado pelo usuário quando da submissão do job. No nível de escalonamento de curto prazo sua implementação pode ser apenas aproximada, já que não há como saber o tamanho da próxima requisição de CPU.

16 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Prevendo o Tamanho do Burst (1) Uma maneira de se aproximar do SJF é prevendo o tamanho do próximo CPU burst. Normalmente isso é feito usando uma média exponencial das medidas dos bursts anteriores.

17 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Prevendo o Tamanho do Burst (2) O parâmetro controla o peso relativo do histórico recente e passado na fórmula. Se =0 n+1 = n Histórico recente não é considerado relevante. Se =1 n+1 = t n Apenas o último CPU burst é levado em conta.

18 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Prevendo o Tamanho do Burst (3) Se a fórmula for expandida, teremos: n+1 = t n +(1 - ) t n -1 + … +(1 - ) j t n -1 + … +(1 - ) n=1 t n 0 Como tanto quanto (1 - ) são menores ou iguais a 1,cada termo sucessivo possui menos peso que o seu predecessor.

19 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Prevendo o Tamanho do Burst (4)

20 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento por Prioridade (1) Um número inteiro é associado a cada processo, refletindo a sua prioridade no sistema. A CPU é alocada ao processo de maior valor de prioridade na fila de prontos. OBS: normalmente, menor valor = maior prioridade Estratégia muito usada em S.O. de tempo real. Problema: starvation Processos de baixa prioridade podem nunca executar Solução: Aging Prioridade variável (aumenta com o passar do tempo).

21 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento por Prioridade (2) Prioridades podem ser definidas interna ou externamente. Definição interna: Usa alguma medida (ou uma combinação delas) para computar o valor da prioridade. Por exemplo, limite de tempo, requisitos de memória, n de arquivos abertos, razão entre average I/O burst e average CPU burst, etc. Definição externa: Definida por algum critério externo ao S.O(tipo do processo, departamento responsável, custo, etc.)

22 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento por Prioridade (3) Process Burst TimePriority P P P P P P2P5P1P3P Average waiting time = ( )/5 = 8,2ms

23 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento Round-Robin (1) Algoritmo típico de sistemas operacionais de tempo compartilhado. Cada processo recebe uma pequena fatia de tempo de CPU (quantum),usualmente entre 10 e 100 ms. Após o término da sua fatia de tempo o processo é interrompido e colocado no final da fila de prontos (preempção baseada na interrupção de relógio).

24 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento Round-Robin (2) Se n processos existem na fila de prontos e a fatia de tempo é q, então cada processo recebe 1/n do tempo de CPU, em fatias de q unidades de tempo de cada vez. Nenhum processo espera mais do que (n-1).q unidades de tempo. Tipicamente,apresenta um tempo de turnaround médio maior que o SJF, mas com melhor tempo de resposta.

25 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Desempenho do Algoritmo Dependente do tamanho do quantum: q grande tende a FIFO. q pequeno gera muito overhead devido às trocas de contexto.

26 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Turnaround x Tamanho do Quantum O tempo de turnaround varia com o tamanho do quantum. O turnaround de um conjunto de processos não necessariamente diminui quando o tamanho do quantum é aumentado. Regra geral: 80% CPU burst < q

27 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento Multinível (1) A idéia base é dividir os processos em diferentes grupos, com diferentes requisitos de tempos de resposta. A cada grupo é associada uma fila de prioridade, conforme a sua importância.

28 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento Multinível (2) A fila de prontos pode dividida em filas separadas: foreground (processos interativos) background (processamento batch) Cada fila apresenta o seu próprio algoritmo de escalonamento: foreground - RR background – FCFS

29 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento Multinível (3) Escalonamento deve ser feito entre as filas: Prioridades fixas – atende primeiro aos processos da fila foreground e somente depois aos da fila background. Time slice – cada fila recebe uma quantidade de tempo de CPU para escalonamento entre os seus processos. Ex: 80% para foreground em RR e 20% para background em FCFS.

30 Prof. José Gonçalves - DI/UFES Sist. Operacionais /2 Escalonamento Multinível com Feedback (2)


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