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Estirada no leito, chorava Marita, desconsolada. As revelações ouvidas revolviam – lhe o coração, quais pinças de fogo. Sentia –se abandonada, desejava.

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3 Estirada no leito, chorava Marita, desconsolada. As revelações ouvidas revolviam – lhe o coração, quais pinças de fogo. Sentia –se abandonada, desejava morrer. Sonhos e esperanças destruídos. Auto estima abalada, provocava – lhe sentimento de inferioridade.

4 Acusava Marina de ter envolvido Gilberto em seus encantos, furtando a alegria e os planos que juntos fizeram. A dor de ter que renunciar à Gilberto era pior que morrer. Sentia – se sozinha, abandonada, diante das decepções vividas com o homem amado e dentro do lar, que agora lhe causava medo.

5 Tentaria conversar com Gilberto e dizer a ele que passassem uma borracha em tudo o que aconteceu para que recomeçassem novamente. Mas, se ele não aceitasse? O que fazer do destino, agora com o fantasma da estranha inclinação de seu pai adotivo.

6 Elevando o pensamento pensava na genitora: Quantas privações experimentará? Por que não vivera a mãezinha, a fim de lutarem juntas?! E sem qualquer idéia religiosa definida, formulava prece muda, que valia por funda evocação. Intentamos consolá-la, buscando asserenar lhe a mente, quando duas senhoras desencarnadas adentraram o quarto.

7 Era a mãe amorosa, que vinha talvez de muito longe acudir às angústias da filha... Abraçando – a, com ternura, à maneira de planta que se fecha sobre a única flor que lhe nascera... A castigada menina acalmou-se de súbito. Aracélia orava e chorava, buscando também em pensamento sua mãezinha, evocação esta que lhe renovava as energias, ao relembrar momentos marcantes de sua infância.

8 E com uma canção de ninar fez com que sua menina dormisse sono profundo. Entre soluços saiu amparada pela senhora amiga, que se desculpando disse: Nós, mães ainda em dificuldade muitas vezes nada mais temos que uma velha canção para oferecer aos filhos queridos.

9 Ainda emocionados com a cena que presenciaram, observaram que Marita, em espírito, afastara – se do corpo denso, e com a idéia fixa de querer ver e ouvir Gilberto a jovem se direciona à residência do rapaz, onde o encontrou nos braços de Marina. A menina que já sofria, agora se apresentava como uma pequena fera, ferida e enfurecida.

10 E com amparo espiritual retorna à realidade física, e assustada procura certificar – se de que está no leito e no lar. E se pergunta: Seria um pesadelo? Ou crise de loucura devido aos padecimentos que sofria. E retida nos pensamentos do havia visto e ouvido, encarcerada às impressões superficiais dos sentidos corpóreos e a noção da verdade que não lograva apalpar.

11 O lar é o santuário em que a bondade de Deus te situa. Dentro dele, nos fios da consangüinidade, recebes o teu primeiro mandato de serviço cristão. Dizes-te amigo de Cristo, afirmas-te seguidor de Cristo e clamas, com razão, que Cristo é o caminho redentor da Terra, mas não te esqueças de erigir-lhe assento constante a mesa do próprio lar, para que a luz do Evangelho se te faça vida e alegria no coração. Espírito: Emmanuel Psicografia: Francisco Cândido Xavier Livro: Família Luz do Evangelho


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