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LACLAU, E; MOUFFE, C. Além da positividade do social: antagonismo e hegemonia. In: Hegemonia e estratégia socialista. São Paulo: Intermeios, 2015, p. 163-230.

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1 LACLAU, E; MOUFFE, C. Além da positividade do social: antagonismo e hegemonia. In: Hegemonia e estratégia socialista. São Paulo: Intermeios, 2015, p. 163-230. HOWARTH, D; STAVRAKAKIS, Y. Introducing discourse theory and political analysis. In: Discourse theory and political analysis. Manchester: Manchester University Press, 2000, p. 1-23. Júlio Santos Raianny Araújo Ribbyson

2 LACLAU e MOUFFE HOWARTH e STAVRAKAKIS  Formação social;  Articulação e discurso;  A categoria sujeito;  Antagonismo e objetividade;  Equivalência e diferença;  Hegemonia  Os pressupostos subjacentes da Teoria do discurso;  Teoria do discurso e integrações com a análise política;  Lógicas e conceitos básicos da Teoria do discurso (Articulação, discurso, pontos nodais e significantes vazios);  O primado da política (antagonismos sociais);  Lógicas da equivalência e da diferença;  Posições de sujeito, deslocamentos e subjetividade política,  Hegemonia, mitos e imaginários.

3  Estabelecer a possibilidade de especificar os elementos que compõem a relação articulatório;  Determinar a especificidade do momento relacional que abrange essa articulação.

4  Considerar a abertura social como fundamento constitutivo ou a “essência negativa” da existência, e as diversas “ordens sociais” como precárias e, em última instância, tentativas de domesticar o campo das diferenças.  Não existe espaço suturado correspondente à “sociedade”, uma vez que o social em si não possui essência (Laclau e Mouffe, 2015, p.166).

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6  Relações são sociais contingentes,  Antiessencialistas, precário e impossível de fixar sentidos,  É em contraste com um discurso que postula sua unidade que um conjunto de elementos aparece como fragmentado ou disperso (dentro de uma estrutura discursiva). “[...]uma estrutura discursiva não é uma entidade meramente “cognitiva” ou “contemplativa”; é uma prática articulatória que constitui e organiza as relações sociais (Laclau e Mouffe, 2015, p.167)”.

7  “(...) é um tipo bastante preciso de fusão que envolve uma dimensão simbólica e uma pluralidade de significados. (...) O caráter simbólico – isto é, sobredeterminado – das relações sociais implica, portanto, que lhes falta uma literalidade última que as reduziria a momentos necessários de uma lei imanente” (LACLAU; MOUFFE, 2015, p. 169).  Ou seja, não há uma determinação em última instância.

8 É uma prática, Implica alguma forma de relação entre elementos que aquela prática articula ou recompõe identidades modificado-as, Resultado: “DISCURSO”: -Momento- posições diferenciais articuladas no discurso, -Elemento- diferença não discursivamente articulada.

9 Coerência características da formação discursivaDimensões e extensões do discursivoAbertura ou fechamento exibidos pela formação discursiva

10  Todo objeto é constituído como objeto de discurso,  Caráter material de toda estrutura discursiva: não unificado na experiência, posições de sujeitos diversas,  Sistema de significados e práticas sociais, construído, historicamente, que constitui as identidades dos sujeitos e objetos,  Campo discursivo é dinâmico, cruzado por forças concorrentes e caracterizado por práticas hegemônicas. “Qualquer discurso se constitui como tentativa de dominar o campo da discursividade, de deter o fluxo das diferenças, de construir um centro. Chamaremos os pontos discusivos privilegiados desta fixação parcial de PONTOS NODAIS (Laclau e Mouffe, 2015, p.187).”

11  O caráter discursivo ou pré-discursivo da categoria de sujeito,  Relação entre diferentes posições de sujeito.

12 “A impossibilidade de fechamento (isto é, a impossibilidade da “sociedade”) tem sido apresentada [...]como a precariedade de toda identidade, que se manifesta como um movimento contínuo de diferenças.” (p. 198) O limite da objetividade acontece pela forma precisa do discurso, antagonismo. O que seria uma relação antagonística? - Oposição é diferente de Antagonismo... (p. 201) Que tipo de relação entre objetos ela pressupõe?

13 A é totalmente A, ser não-A é... Contradição A é plenamente A; sua relação com B produz um efeito. A-A/B-B Oposição Real A presença do outro me impede de ser totalmente eu. B impede que A seja totalmente A, vice-versa. Antagonismo O antagonismo escapa à possibilidade de ser apreendido pela linguagem, uma vez que a linguagem só existe como esforço para fixar aquilo que o antagonismo subverte. Longe de ser uma relação objetiva, é uma relação na qual se mostram os limites de toda objetividade. Não são internos a sociedade, mas externos, constituem os limites da sociedade.

14 SER uma coisa é sempre NÃO SER OUTRA (Ser A implica em não ser B) Questão lógica. A lógica da equivalência é uma lógica da simplificação do espaço político; A lógica da diferença é a lógica da expansão e complexidade do espaço político.

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16 Diferenças Antagonismos Cadeias de Equivalência Articulações Pontos Nodais Quanto mais instável for as relações sociais, maior será a proliferação de antagonismos (plurais). Variam de acordo com os antagonismos. Posição de Sujeitos Deslocamentos Significantes

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18 O campo da emergência hegemonia é o das práticas articulatórias, isto é, um campo onde os “elementos” não se cristalizam... “Num sistema fechado de identidades relacionais, no qual o significado de cada momento é absolutamente fixo, não há qualquer lugar para uma prática hegemônica.” “Sem equivalência e sem fronteira é impossível falar de Hegemonia...” “Um sistema de diferenças plenamente bem sucedido, que excluísse todo significante flutuante, não possibilitaria qualquer articulação...” Hegemonia ContingenteProvisória Sem UNICIDADE

19 Práticas Hegenômicas é Diferente de Praticas Hegemonizadoras (p.213). Gramsci confirma a impossibilidade de qualquer fechamento do social, com a ideia de “guerra de posições”- Espaço político dicotomicamente dividido (p.217). Pontos de embate acerca dos Espaços Políticos enntre Laclau e Gramsci. a) Os sujeitos são constituídos no plano das classes... b) Toda formação social se estrutura em torno de um centro hegemônico...

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