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Processamento de Alto Desempenho Prof. Mateus Raeder Universidade do Vale do Rio dos Sinos - São Leopoldo -

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Apresentação em tema: "Processamento de Alto Desempenho Prof. Mateus Raeder Universidade do Vale do Rio dos Sinos - São Leopoldo -"— Transcrição da apresentação:

1 Processamento de Alto Desempenho Prof. Mateus Raeder Universidade do Vale do Rio dos Sinos - São Leopoldo -

2 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Sumário Introdução ao Processamento de Alto Desempenho Desafios e considerações Taxonomia de arquiteturas paralelas Classificação quanto à memória Multiprocessadores Multicomputadores Máquinas paralelas Requisitos básicos de PAD Medidas de desempenho

3 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD O que é Processamento de Alto Desempenho ? –(quadro 1) Primeiros trabalhos utilizando paralelismo –Década de 40 –Sistema Model V Stibitz e Willians (Bell Telephone) –Formado por 2 processadores –Já mostrava um bom exemplo de uma arquitetura paralela 2 programas diferentes poderiam ser executados ao mesmo tempo

4 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD Máquinas são geralmente criadas utilizando o modelo de Von Neumann –Dados e programas são armazenados na memória –Memória é separada da CPU –Instruções e dados são trocados entre a memória e a CPU

5 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD Fluxo de dados limita a velocidade do computador –Velocidade de conexão entre a memória e o processador define esta velocidade Geralmente, as instruções são executadas em um tempo menor do que a sua transferência Isto é denominado Gargalo de Von Neumann –(quadro 2)

6 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD O Gargalo de Von Neumann é um dos principais precursores do paradigma de Programação Paralela e Concorrente Adição de mais processadores supera o Gargalo de Von Neumann –Cada um com sua taxa individual de transferência

7 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD No mundo real, as coisas acontecem em paralelo –Natural que computações possam ser realizadas em paralelo, ou não impedidas de tal Programação sequencial –Inevitável ordenar as ações a serem realizadas –Impede novos conceitos Dificuldade de perceber o paralelismo em alguns casos

8 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD Aplicações complexas –Aplicações de hoje em dia esperam muito mais dos processadores –Precisam de poder computacional muito além do existente Inteligência artificial Simulações (principalmente Monte Carlo) Algoritmos de busca e processamento de grafos Processamento de imagens Procura por petróleo Bancos de dados (principalmente em tempo real) Etc...

9 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD Aplicações complexas –Aplicações de hoje em dia esperam muito mais dos processadores –Precisam de poder computacional muito além do existente Previsão do tempo Simulações físicas com alta carga computacional Bioinformática Computação gráfica

10 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD Hoje em dia, paralelismo traz muito benefício para a computação –Principalmente para a área da pesquisa Mas, por que exatamente utilizar paralelismo? –O Processamento Paralelo surge com o intuito de melhorar o desempenho de tais aplicações –Proporciona um custo relativamente pequeno para a aquisição de um ambiente paralelo

11 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Introdução ao PAD Supercomputadores são muito caros –Alguns por mais de US$130, ,00 A obtenção de computadores pessoais é mais barata –Agrupar computadores pessoais mais baratos –Mesmo desempenho (teórico) do que um supercomputador –Preço mais baixo

12 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Desafios e considerações Idealmente, a modelagem de programas paralelos deve ser a mais abstrata possível –Permitindo a execução do programa em diferentes arquiteturas –Aumentar o tempo de vida dos programas Arquiteturas novas surgindo Ocultar aspectos de arquitetura –(quadro 3)

13 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Desafios e considerações O controle da execução em paralelo é bastante complexo O modelo paralelo criado deve: –Decompor o programa em partes paralelizáveis –Mapear as tarefas aos processadores Decisão de onde alocar cada tarefa Influenciada pelo tipo de processadores (homogêneos x heterogêneos) –Comunicação entre as tarefas paralelas –Sincronização das tarefas

14 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Desafios e considerações Facilidade de entendimento –O modelo deve ser o mais entendível possível –Ocultar ao máximo a complexidade –De uso simples Previsibilidade de desempenho –É possível prever o desempenho pra diferentes arquiteturas Evitar comunicação exagerada Balancear a carga de trabalho adequadamente

15 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Taxonomia de Arquiteturas Paralelas A classificação de arquiteturas paralelas mais difundida na área é a de Flynn –Fluxo de instruções –Fluxo de dados Resulta em 4 classes (quadro 4) –SISD (Single Instruction, Single Data) –SIMD (Single Instruction, Multiple Data) –MISD (Multiple Instruction, Silgle Data) –MIMD (Multiple Instruction, Multiple Data)

16 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Taxonomia de Arquiteturas Paralelas SISD –Fluxo de instruções alimenta a unidade de controle (C) –Ativa a CPU (P) –Atua sobre um único fluxo de dados –Máquinas tradicionais de Von Neumann (pessoais) SIMD –Única instrução (uma unidade de controle) –Executada de forma síncrona sobre um conjunto de dados diferentes –Unidade de controle é alimentada por um fluxo de instruções –A mesma instrução, é enviada para todas as CPUs Mesmo programa sobre diferentes dados (máquinas vetoriais)

17 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Taxonomia de Arquiteturas Paralelas MISD –Várias instruções sobre um único dado –Classe considerada vazia Diferentes instruções acessam e operam a mesma posição de memória ao mesmo tempo Impraticável MIMD –Vários instruções sobre vários dados –É a arquitetura desejada em computadores paralelos –Cada processador executa um programa com seus próprios dados De maneira assíncrona

18 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Classificação quanto à Memória Classificadas quanto ao compartilhamento da memória –Memória compartilhada –Memória distribuída

19 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Classificação quanto à Memória Memória compartilhada –Um único espaço de endereçamento para todos os processadores –Comunicação entre os processadores através de escrita e leitura da memória Memória distribuída –Múltiplos espaços de endereçamento privados –Cada processador com o seu espaço de endereçamento

20 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Classificação quanto à Memória Multiprocessador x Multicomputador Multiprocessador –N processadores acessam uma memória compartilhada –Comunicação através de leitura e escrita na memória –Espaço de endereçamento global –Tipos de multiprocessadores: UMA (Uniform Memory Access) NUMA (Non-Uniform Memory Access) COMA (Cache-Only Memory Architecture)

21 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Multiprocessadores UMA (quadro 5) –Memória centralizada (equidistante aos processadores) –Acesso uniforme, através do barramento (um de cada vez) NUMA (quadro 6) –Pares processador/memória conectados através de um barramento Memória é dividida em blocos Cada bloco associado a um processador Aparentemente distribuído, mas possui espaço de endereçamento único Quando o acesso é local, o tempo é reduzido

22 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Multiprocessadores COMA (quadro 7) –Assemelham-se às arquiteturas NUMA –Memórias cache para cada processador Capacidade de armazenamento bem maior que uma memória cache normal –Dados podem migrar de uma memória para a outra Diminui o número de cópias redundantes da NUMA Maior dificuldade para encontrar o dado

23 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Multicomputadores Espaço de endereçamento privado Cada processador possui sua memória local Os pares processador/memória são interconectados através de uma rede de interconexão (quadro 8) Quando um processo necessita de dados de outro processo? –Utiliza troca de mensagens através da rede –Memórias não-locais não podem ser acessadas diretamente –Classificação NORMA (NOn-Remote Memory Access)

24 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Máquinas Paralelas Diversas formas de construir uma máquina paralela Algumas classificações de máquinas paralelas –PVP –SMP –DSM –MPP –NOW –COW

25 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Máquinas Paralelas PVP (Parallel Vector Processor) –Processadores especiais para operações vetoriais Operações aritméticas, por exemplo –Aplicações matemáticas e simulações físicas obtêm ganho significativo de desempenho SMP (Symmetric Multi Processing) –Constituída de processadores comerciais (comuns) –Conectados através de um barramento de alta velocidade à uma memória compartilhada Mesma velocidade no acesso à memória (Symmetric) Utilização do barramento exclusivo

26 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Máquinas Paralelas DSM (Distributed Shared Memory) –Possuem uma memória distribuída fisicamente entre as máquinas –Porém, com um único espaço de endereçamento Todas enxergam as memórias como se fossem uma só –Conectados por uma rede de acesso mais lento ao meio Acesso mais rápido nas posições mais próximas –Importância da localização dos dados MPP (Massive Parallel Processors) –PVP utilizam uma quantidade pequena de processadores de alto desempenho –MPP utiliza uma grande quantidade (milhares) de processadores de baixo ou médio desempenho para aumentar o desempenho Quantidade ao invés de qualidade Cada processador possui uma memória local (troca de mensagens)

27 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Máquinas Paralelas NOW (Network Of Workstations) –Conjunto de estações de trabalho interligadas por uma rede padrão –Tem custo muito baixo –Processadores possuem memória privada, restringindo o acesso a sua memória local Troca de mensagens –Redes padrão não otimizadas para alto desempenho Comunicação mais lenta Gargalo –Utilização não visa alto desempenho, mas sim compartilhamento de recursos Diferente do MPP, dificilmente encontra-se NOW para aplicações paralelas Uso acadêmico

28 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Máquinas Paralelas COW (Cluster Of Workstations) –Evolução da NOW –Também composto por estações de trabalho, porém, projetado para prover alto desempenho Estações conectadas por uma rede de alto desempenho Facilitando a comunicação entre os processos –Muitos sistemas COW descartam periféricos como monitor, teclado e mouse Headless workstations (estações de trabalho sem cabeça) Toda estrutura para o desenvolvimento paralelo

29 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Requisitos básicos de PAD Quando falamos de programação paralela, alguns fatores básicos devem ser atendidos –Desempenho –Portabilidade –Modularidade Primordialmente, buscamos DESEMPENHO –Alguns minutos de processamento podem fazer diferença –Aplicações meteorológicas, por exemplo Possuem alto custo computacional De nada adianta conseguir calcular amanhã a previsão do tempo para hoje Precisão pode ser diminuída - Aumenta desempenho, mas diminui credibilidade

30 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Requisitos básicos de PAD A existência de diversas arquiteturas paralelas exige PORTABILIDADE –O programa paralelo deve se adaptar a certa variedade de máquinas –Programador não deve se preocupar com soluções específicas A MODULARIDADE procura facilitar o desenvolvimento –Aplicações são complexas –Divisão em módulos facilita a implementação Isola componentes Proporciona facilidade na manutenção do programa

31 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Medidas de Desempenho Quando utilizamos uma solução paralela, devemos constatar: –Se obtivemos ganho ou perda de desempenho –Se existe sub/sobre-utilização de recursos Se o balanceamento de carga foi adequado Foram criadas métricas de desempenho para quantificar estas informações –Fator de aceleração (speedup) –Eficiência (efficiency) –Desequilíbrio de carga

32 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Speedup É o fator de aceleração da versão paralela em relação à sequencial Quantifica o ganho de desempenho –Calculando-se o speedup, temos quantas vezes a versão paralela é mais rápida que a sequencial –Calculado para cada processo –Speedup ideal: com x processos, x vezes mais rápido –Gera uma curva em um gráfico speedup = TempoSequencial TempoParalelo Se speedup > 1: versão paralela reduziu o tempo Se speedup < 1: versão paralela aumentou o tempo

33 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Eficiência Indica se os recursos estão sendo bem utilizados Razão entre o speedup e o número de processos utilizados Idealmente, cada unidade deveria ter ficado 100% ativa –Devido aos custos de comunicação, processamento, inicialização, esta eficiência ideal não é alcançada eficiência = speedup número de processos

34 Processamento de Alto Desempenho – Prof. Mateus Raeder Desequilíbrio de carga Distribuição do trabalho entre os recursos O trabalho deve ser distribuído de forma a ocupar sempre todos os processos –Isto não ocorre quando alguns processos possuem muito mais carga que outros –Sub-utiliza uns, sobrecarrega outros –Perda de desempenho (desperdício de poder computacional) –Má divisão do trabalho, execução em ambientes heterogêneos, etc –Técnicas de balanceamento de carga


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